É uma honra apresentar o criativo Nathan Green, mas, permita-me lhe dizer que o cartunista/dono de uma loja de quadrinhos de 24 anos prefere ser tratado como Nath pelos mais íntimos. Muitos dizem por aí que ele se parece com Ed Sheeran, mas, ele prefere ser conhecido como The cartoon red hand.
“Você pode ser quem você quiser, não tem nada de errado com isso. Ao menos foi o que minha mãe sempre me disse.”
Há pessoas que nascem com verdadeiros dons, outros adquirem uma inteligencia fora do comum, há aqueles que são os melhores atletas existente, mas, de todo modo, nenhum desses é o caso de Nathan Joseph Green. Quando você vê Nathan andar pelas ruas de São Francisco, você vê apenas um cara e diferente de todas as séries que você vê na TV, ele é realmente só isso. Nathan sempre viveu em São Francisco, desde o dia em viera ao mundo, em dezenove de setembro de um ano qualquer. Era primavera e o casal Green não podia estar mais feliz com a chegada do primeiro filho. Eram quase nove da noite quando o primogênito nasceu. Pálido e saudável, o garotinho conquistou seus pais desde o primeiro instante e mal sabiam eles que isso duraria por muito tempo.
Nathan sempre foi uma criança adorável, ajudava a mãe nas tarefas de casa, visto que a mesma trabalhava durante a manhã, quando Nate estava na escola, ela era professora de inglês do lugar. O pai do menino estava quase sempre trabalhando, ele precisava manter o apartamento de médio porte dos Green, no centro de São Francisco, assim como pagar os remédios da avó paterna de Nate, que morava com ele e seus pais. A mulher tinha algumas doenças vasculares e raramente podia sair da cama, mas, ela dedicava seus dias a ler histórias para o neto. Graças a avó, Nate acabou se apaixonando pela leitura e pela escrita, mas, isso não quer dizer que ele era ruim nas outras matérias do colégio, ele era bom e bom é a palavra, porque a verdade é que Nathan Green nunca foi o melhor em nada.
A verdade é que Nate nunca pode reclamar muito, ele sempre foi uma criança extremamente normal, com uma vida agradável, ou pelo menos até seus oito anos, quando teve de lidar com a morte de sua avó. Os dias que se passaram foram complicados para o herdeiro dos Green, mas, ele ficaria bem, todos esperavam por isso e ele tinha fé, enquanto fazia suas orações, que ele superaria aquilo e que sua avó estaria em um lugar melhor. Ele teve de segurar seu fôlego na hora de falar na missa da avó, quando ele tivera que falar sobre ela e todas as coisas vieram a tona, mas, nesse dia Nate descobriu, que ele era um garoto forte e isso era o que ele sabia.
Então, a vida de Nathan Green apenas teve de continuar, sua avó não estaria lá para lhe contar histórias, mas, ele ainda gostava delas, foi por isso que aos onze anos Nate começou um projeto assim que se mudou para os Hamptons, ele juntava seus livros e ia até asilos e creches, lia para crianças e velhinhos e todos realmente adoravam o garoto, levava marionetes de doações que recebia para seu projeto, o violão ( instrumento que aprendera a tocar com seu pai), entre outras coisas, que pudessem entreter as pessoas ali. Foi nessa fase também que as descobertas de Nate começaram, o primeiro amor, o primeiro beijo, as primeiras coisas que ele ainda desconhecia em sua vida e ele fez tudo isso de uma forma completamente normal.
Foi nessa época que ele começou a descobrir seu amor pelo desenho, gostava de desenhar tudo o que podia e foi assim que começou a pensar em fazer faculdade de Design. Mas, era uma cidade pequena e as condições de Nate não eram exatamente muitas. Por isso ele começara a trabalhar na loja de quadrinhos da cidade, que era também possuía uma cafeteria discreta dentro, com o dinheiro de lá, ele podia juntar para as despesas da faculdade e foi isso que fez. Assim, ao completar seus dezessete anos, lá estava o garoto, pronto para ir a faculdade. Ele era bom no que fazia e fazia com carinho, porém, sem deixar de lado seus antigos afazeres, ainda gostava de ler para os velhinhos e para as crianças dos lugar, mesmo que não recebesse nada por isso, era algo que ele fazia como um hobby.
Com as habilidades que desenvolvera graças a faculdade, o jovem pode encrementar seu projeto, com uma melhor repercussão de áudio e visual e assim continuara a fazer o que sempre fazia. Porque na verdade, Nathan se sentia bem em faz os outros se sentirem bem.
Sobre Nathan Green? Bem, se você conhecê-lo vai simplesmente adorar o jeito bobo do rapaz. Ele ri de tudo e hora e meia está postando tweets engraçados ou até mesmo placas com frases de estima, que ele usa no meio da rua. Certa vez, o garoto até saiu com uma placa de “Free Hugs” por toda Chester’s Mill e pareceu, para quem não conhecia Nate, que ele estava só tentando atrair garotas, mas, não era isso. Ele não faz tanto esforço nesse assunto. Apenas trata todos bem, exatamente da forma como gostaria de ser tratado. Nate é um rapaz descontraído que curte as boas artes. Apesar de parecer chato, ele é sossegado e curte conversar, também é apaixonado por música e poesia. É do tipo de cara que entra em qualquer papo e faz amizade com qualquer um que queira se aproximar mesmo que pareça quietão de começo. É um nerdzinho por completo, adora quadrinhos e coisas do tipo. Gosta de futebol americano, tatuagens, hockey, filmes, games. É tipo de garoto que acompanha qualquer programa, sendo bastante eclético. Tenta fazer amizade com todos que conhece, acha que o mundo está complicado demais para ele viver em encrencas, mas, é do tipo que fala muita besteira quando vem a cabeça.












