la unificación de unos clanes con mismo origen conceptos y religión que se unifican y crean el Reino Kongo en el siglo XIV...
Introducción al Reino del Kongo Cap. I Pueblos R. Kongo
#reinodelKongo #PueblosKongo #pigmeos #africa

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Introducción al Reino del Kongo Cap. I Pueblos R. Kongo
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Refugiados do Nilo Azul e Cordofão do Sul
(Por Miriam Correia - 12ºA - Psicologia B - AEAAG)
As províncias sul-sudanesas do Cordofão do Sul e do Nilo Azul, o Exército governamental continua a lutar contra rebeldes de um grupo autodenominado “Movimento de Libertação do Sudão – Norte (SPLM-N)” Enquanto a comunidade internacional concentra a própria atenção em crises no Mali e na Síria, o conflito no Cordofão do Sul e no Nilo Azul é alvo de esquecimento. Meios de comunicação africanos falam de ataques à bomba do Exército sudanês. Organizações de defesa dos direitos humanos já falam em “limpezas étnicas” desde meados de 2011 e criticam ataques dos militares sudaneses a civis na província do Cordofão do Sul, que fica na fronteira sulista do Sudão com o Sudão do Sul, país criado em julho de 2011 após referendo popular e depois de anos de disputas entre as duas regiões daquele que era o maior país do continente africano.No entanto o Exército do Sudão ainda tenta conquistar essas regiões e ocupá-las. Os ataques são praticamente diários. No período das secas, as ofensivas em terra também são mais frequentes.
A situação humanitária no Cordofão do Sul e no Nilo Azul é alarmante. Segundo as Nações Unidas, 700 mil pessoas estão ameaçadas de sofrerem de fome - um problema contra o qual as organizações de ajuda estão impotentes. As autoridades sudanesas proíbem o acesso à região. Dizem que a ajuda também apoiaria as tropas que o governo combate. Milhares de sudaneses estão a fugir da região. A cidade mais próxima é Yida, no Sudão do Sul. Mais de 65 mil pessoas vivem no campo de refugiados no local.
Estes refugiados estão intimamente envolvidos num macrossistema (o sistema mais alargado do modelo ecológico do desenvolvimento criado por Urie Bronfenbrenner. Dele fazem parte os padrões socioculturais, instituições politicas e sociais, os valores, as crenças e os estilos de vida assim como as suas mutuas interações) pois o seu percurso de vida está a ser influenciado pelo mundo à sua volta, pelo clima de tenção entre os dois governos, pela extrema fome que eles e os seus familiares passam, pelo medo que se faz sentir devido as frequentes investidas dos exércitos e possivelmente pelas crenças religiosas da população, pois acredita-se que os conflitos no Sudão tenham relação com a postura do governo com a origem étnica e as religiões – cristã e as chamadas pagãs – da população. O cronossistema, que permite incorporar no contexto da vida uma dimensão temporal, está a ser fundamental na configuração deste macrossistema, pois à data deste conflito, os direitos humanos estão mundialmente reconhecidos e, como tal, existem organizações como a ONU que tentam ajudar os refugiados, influenciando o macrossistema e sendo influenciadas por este.
Refugiados do Nilo Azul e Cordofão do Sul
(Por Carlos Neves - 12ºF - Psicologia B - AEAAG)
O projeto A Long Walk (Uma Longa Caminhada), da fotojornalista norte-americana Shannon Jensenn traz até nós os sapatos de alguns dos 30 mil refugiados do Estado do Nilo Azul, no Sudão. Os donos destes sapatos viajaram muitos quilómetros a pé para fugir à guerra civil. A série de fotografias foi realizada entre maio e junho de 2012 e mereceu o Prémio de Fotojornalismo da Amnistia Internacional em 2013. Segundo a Perspetiva Ecológica do Desenvolvimento, o MACROSSISTEMA é o sistema mais alargado dos contextos de vida de qualquer indivíduo. Contém todos os demais (microssistema, mesossistema, exossistema, cronossistema) e dele fazem parte o regime político e as suas instituições, as religiões, os valores, crenças costumes, recursos materiais e simbólicos.
A partir do cronossistema conseguimos incorporar uma dimensão temporal no contexto de uma vida. Isto é extremamente importante, visto que o tempo se relaciona com mudança. Ao introduzirmos o conceito de tempo nos contextos podemos aperceber-nos dessas mesmas mudanças, da configuração dos múltiplos sistemas, e da alteração das relações e das influências. A dimensão do cronossistema inclui mudanças que podem ser graduais ou abruptas. Por outro lado, podem ser centradas no ambiente ou na pessoa em desenvolvimento e ainda diferentes graus de consistência. Dada a passagem do tempo, e as mudanças que nesse tempo ocorrem, a configuração dos diversos sistemas, e suas relações e influências podem ser alteradas, como podemos observar através da imagem, o cronossistema das pessoas mencionadas na imagem pode acarretar fortes complicações nos outros sistemas e a nível interpessoal. Resumindo estas pessoas foram afetadas a nível interpessoal e prejudicadas, por assim dizer, a nível de sistema ecológico. Seja quem fosse, mais velho ou mais novo, teve repercussões com o passar do tempo pois um cronossistema tao cheio de traumas e dificuldades, como ter de fugir do seu país e andar até não poder mais, leva a que os restantes sistemas venham mais tarde a demonstrar certos problemas, ou por outro lado este cronossistema os transforme em pessoas melhor, de novos valores e ideais, que tornem o mundo melhor como aconteceu com Gandhi que mesmo após dificuldades ajudou a tornar o mundo num lugar melhor. Seja positiva ou negativa a mudança vai ser verificada no decorrer do tempo pois cada cronossistema é único e daí nós sermos também seres únicos, pessoas singulares com uma dignidade própria.
Etiópia. Dia 2. Blue Nile Falls.
Etiópia. Dia 2. Blue Nile Falls. De Addis Abeba para um paraíso perdido na Terra, de carro, de avião e de autocarro. Blue Nile Falls. As quedas de água do Nilo Azul, um lar para três dias.
Acordei tarde porque dormi mal. Vi mal a hora do avião para Bahr Dahr e mesmo assim o tempo era curto. O pessoal do hotel assegura o transporte por um valor razoável: 150 Birr. Bem porreiro. Pronto, mais umas travessuras ao volante para enfrentar o trânsito, uma barbaridade. Nada de super impressionante, que deixe mesmo uma pessoa arrepiada, mas é violentozinho.
Foi a chegar ao terminal que vi:…
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El río Nilo jugó un papel importante en la configuración de las vidas y la sociedad del antiguo Egipto. El Nilo proporcionó a los antiguos egipcios comida, transporte, materiales de construcción y más.
El río Nilo, considerado el más largo del mundo, tiene aproximadamente 6,853 kilómetros de largo, pero su longitud exacta es un tema de debate. Fluyendo hacia el norte a través del clima tropical del este de África y hacia el mar Mediterráneo, el río pasa por 11 países: Tanzania, Uganda, Ruanda, Burundi, la República Democrática del Congo, Kenia, Etiopía, Eritrea, Sudán del Sur, Sudán y Egipto. Hay dos afluentes principales que alimentan el Nilo, el Nilo Blanco y el Nilo Azul.
El desierto y el río Nilo surgieron hace millones de años cuando el antiguo mar que cubría la mayor parte de Europa y el norte de África (hace 45 millones de años) se desplazó, formando la cuenca del mar Mediterráneo. Esto sucedió cuando las placas de la tierra se movieron, creando el Himalaya y los Alpes. Durante miles de años, el río Nilo evolucionó a su forma actual, rodeado por los desiertos del este y oeste.
El Nilo Blanco comienza en el Lago Victoria, el lago más grande de África, que toca los países de Uganda, Kenia y Tanzania. Pero el lago Victoria no es necesariamente la fuente más distante y “verdadera” del río Nilo porque el lago en sí tiene muchos ríos alimentadores procedentes de las montañas circundantes. En 2006, un explorador británico llamado Neil McGrigor dijo que había viajado a la fuente más lejana del Nilo al comienzo del río Kagera, el río alimentador más largo del lago Victoria. Aun así, los expertos no están de acuerdo en qué afluente del Kagera es la fuente más larga -y por lo tanto la más distante- del Nilo. En última instancia, sería Ruvyironza en Burundi o Nyabarongo del bosque Nyungwe en Ruanda.
Mucho menos discutible es la fuente del Nilo Azul en el lago Tana en Etiopía. El Nilo Azul se encuentra con el Nilo Blanco, cerca de la capital de Sudán, Jartum. Desde allí, el río fluye hacia el norte a través del desierto en Egipto, y finalmente, a través de un gran delta, el Nilo desemboca en el mar Mediterráneo.La región norte de Egipto está delimitada por dos desiertos, el montañoso oriental, o el árabe, el desierto y el desierto arenoso occidental o libio. Las tribus nómadas siguen vagando por estas regiones desérticas como lo han hecho durante siglos, deteniéndose en los oasis para reponer sus suministros de agua.
Las aguas del Nilo fluyen a un volumen promedio de 300 millones de metros cúbicos por día. Se necesitan aproximadamente tres meses para que las aguas cercanas a la ciudad de Jinja, Uganda (el punto donde el Nilo abandona el lago Victoria), lleguen al mar Mediterráneo.
El Delta del Nilo tiene aproximadamente 161 km de largo de norte a sur, y se extiende a lo largo de unos 241 km de la costa egipcia, desde Alejandría en el oeste hasta Port Said en el este. Es uno de los deltas fluviales más grandes del mundo con aproximadamente 40 millones de habitantes, aproximadamente la mitad de la población de Egipto. Justo antes de llegar al Mar Mediterráneo, el río se divide en dos ramas principales, la Rama Rosetta (al oeste) y la Damietta (al este).
Tal vez ningún río en la Tierra ha capturado la imaginación humana como el río Nilo. Desde historias de faraones y cocodrilos devoradores de hombres hasta el descubrimiento de la piedra de Rosetta, fue aquí, a lo largo de las riberas fértiles del río, donde nació una de las civilizaciones más notables del mundo, el antiguo Egipto, alrededor de 3000 aC El Nilo no era solo el fuente de vida para los antiguos egipcios, pero sigue siéndolo hoy en día para los millones de personas que viven a lo largo de sus orillas.
Conocido como el “Padre de la vida” y la “Madre de todos los hombres”, el Nilo era el centro de la vida en el Antiguo Egipto. En el antiguo idioma egipcio, el Nilo se llamaba Ḥ’pī o Iteru, que significa “río”. Los antiguos egipcios también llamaron al río Ar o Aur, que significa “negro”, en referencia al limo negro que quedó después de la inundación anual. El río Nilo fue fundamental para que los antiguos egipcios se alzaran a la riqueza y al poder. Como las precipitaciones son casi inexistentes en Egipto, el río Nilo y sus crecidas anuales ofrecen a la gente un oasis fértil para la agricultura rica.
El Nilo está asociado con muchos dioses y diosas, todos los cuales los egipcios creían que estaban profundamente entrelazados con las bendiciones y maldiciones de la tierra, el clima, la cultura y la abundancia de la gente. Creían que los dioses estaban íntimamente involucrados con la gente y podían ayudarlos en todas las facetas de sus vidas. En algunos mitos, el Nilo se consideraba una manifestación del dios Hapi, que bendijo la tierra con abundancia, según la Enciclopedia de la Historia Antigua. Se cree que Isis, la diosa del Nilo y el “Dador de la vida”, le enseñó a la gente a cultivar y trabajar la tierra. Se creía que el dios del agua Khnum, que gobernaba todas las formas de agua, incluso los lagos y ríos en el inframundo, estaba a cargo de la cantidad de limo que inundaba las orillas del río cada año. En las dinastías posteriores, Khnum se ramificó para convertirse en el dios del renacimiento y la creación también.
Alrededor de 5000 aC, cuando el clima se volvió más árido, los grupos nómadas se retiraron al Valle del Nilo, creando los primeros asentamientos urbanos. Estas comunidades se concentraron en el norte y el sur. Como resultado, Egipto se hizo conocido como la “Tierra Doble” o las “Dos Tierras” del Alto y Bajo Egipto. Las dos tierras se unieron en 3100 aC por el legendario rey Menes. Estableció una nueva ciudad administrativa donde el río Nilo se ramifica en el delta. En la antigüedad se llamaba “Paredes Blancas” o Mennefer; los griegos lo llamaron Memphis. Siguió siendo la capital de Egipto durante más de 3.500 años. Aunque no existe ninguna prueba arqueológica de que existiera el Rey Menes, se cree que la famosa paleta de Narmer que representa dos imágenes de un rey, uno con la corona del Alto Egipto y el otro con la corona del Bajo Egipto, representa al Rey Menes. El rey Menes y el rey Narmer pueden haber sido la misma persona, el primer rey de Egipto.Lo más importante que el Nilo proporcionó a los antiguos egipcios fue la tierra fértil. La mayor parte de Egipto es desierto, pero a lo largo del río Nilo el suelo es rico y bueno para cultivos. Los tres cultivos más importantes fueron trigo, lino y papiro.
Trigo – El trigo era el principal alimento básico de los egipcios. Lo usaron para hacer pan. También vendieron gran parte de su trigo en todo el Medio Oriente ayudando a los egipcios a hacerse ricos.
Lino – El lino se usaba para hacer tela de lino para la ropa. Este era el tipo principal de tela usada por los egipcios.
Papiro – Papiro era una planta que crecía a lo largo de las costas del Nilo. Los antiguos egipcios encontraron muchos usos para esta planta, incluyendo papel, cestas, cuerdas y sandalias.
Alrededor de septiembre de cada año, el Nilo se desbordará e inundará el área circundante. Esto suena mal al principio, pero fue uno de los eventos más importantes en la vida de los antiguos egipcios. La inundación trajo un rico suelo negro y renovó las tierras de cultivo. El río Nilo también proporcionó una gran cantidad de materiales de construcción para los antiguos egipcios. Usaron el barro de las riberas del río para hacer ladrillos secados al sol. Estos ladrillos fueron utilizados en la construcción de casas, muros y otros edificios. Los egipcios también extrajeron piedra caliza y arenisca de las colinas a lo largo del lado del Nilo.
Dado que la mayoría de las principales ciudades del Antiguo Egipto se construyeron a lo largo del río Nilo, el río podría ser utilizado como una gran carretera en todo el Imperio. Los barcos constantemente viajaban arriba y abajo del Nilo llevando personas y bienes. Los egipcios incluso construyeron su calendario alrededor del río Nilo. Dividieron su calendario en tres temporadas. Akhet, o inundación, se consideró la primera estación y fue el momento de la inundación del Nilo. Las otras dos temporadas fueron Peret, la temporada de crecimiento, y Shemu, la temporada de cosecha.
Los antiguos egipcios llamaron al rico suelo negro de las inundaciones el “Don del Nilo”. Hoy, la Presa de Asuán evita que el Nilo inunde las ciudades modernas. Los antiguos egipcios llamaban al Nilo “Aur”, que significa “negro” y proviene del suelo negro. Los egipcios midieron la altura de la inundación anual usando un Nilómetro. Esto los ayudó a determinar qué tan buenos serían los cultivos ese año. La causa de la inundación cada año eran las fuertes lluvias y la nieve derretida hacia el sur, cerca de la fuente del Nilo. Los antiguos egipcios creían que la inundación fue causada por las lágrimas de la diosa Isis mientras lloraba por su esposo muerto, Osiris.
El río Nilo y sus orillas son abundantes con muchas variedades de vida animal. Estos incluyen el rinoceronte, el pez tigre africano (la “piraña de África”), monitores del Nilo, enorme bagre Vundu, hipopótamos, ñus, babuinos, ranas, mangostas, tortugasmy más de 300 especies de aves. Cientos de miles de aves acuáticas pasan sus inviernos en el delta del Nilo. Esto incluye las concentraciones más grandes del mundo de gaviotas y charranes whiskered. Posiblemente el animal más conocido, y el más temido, es el cocodrilo del Nilo. Este temible depredador tiene la reputación de ser un devorador de hombres y con razón. Los cocodrilos del Nilo pueden alcanzar longitudes de 18 a 20 pies, y a diferencia de sus primos estadounidenses, pueden ser bastante agresivos con las personas. Las estimaciones dicen que alrededor de 200 personas al año son asesinados por estos reptiles, de acuerdo con National Geographic.
Viajes a Egipto – El Nilo desde historias de faraones a cocodrilos devoradores de hombres El río Nilo jugó un papel importante en la configuración de las vidas y la sociedad del antiguo Egipto.