Ă difĂcil admitir que, de todos os livros de fantasia, Sci-Fi, marketing, literatura clĂĄssica, romances, livros de receitas e Dungeons & Dragons, âI Feel Bad About My Neck â ou âMeu Pescoço Ă Um Horrorâ fale mais comigo. De certa maneira, autobiografias â que jĂĄ nem sei mais como escrever, mas confio no corretor ortogrĂĄfico â sĂŁo mais completas que grande parte das ficçÔes. Por isso, cheguei a conclusĂŁo de que, os livros de auto ajuda nĂŁo me ajudam, porque se tratam de narrativas fantĂĄsticas. Enquanto que os romances romĂąnticos sĂŁo overdoses do marketing, literatura clĂĄssica sĂŁo os novos Sci-Fi, D&D os manuais de culinĂĄria e os livros de receita a fantasia em sua mais pura forma. Mas, pelo menos, os livros de fantasia e ficção cientĂfica se tornaram os mais recentes livros clĂĄssicos. Contudo, a pior mudança que aconteceu em livros de todos os gĂȘneros e inimigo nĂșmero 1 dos preguiçosos (somos todos), Ă© o tamanho. A grossura. O efeito âtijoloâ das obras. Veja bem, eu sou uma pessoa que gosta de ler devagar. Se todo livro que comprasse tivesse a mesma largura que meu travesseiro, eu preferiria comprar um novo travesseiro. Ă menos provĂĄvel de que escorregasse â e, se escorregasse, menos provĂĄvel que me causasse um hematoma. E isso vale, tambĂ©m, para os audiolivros, que sempre foram divertidos por me deixarem jogar Playstation enquanto os ouço. Enfim, o meu ponto Ă©: nĂŁo importa o gĂȘnero, tamanho ou função que seus livros tenham. Enquanto houver cĂłpias de 130 pĂĄginas de Nora Ephron na sua coleção, vocĂȘ tem tudo. #noraephron #writer #escritoras https://www.instagram.com/p/CmuCpOiO7id/?igshid=NGJjMDIxMWI=