Problematic Fave: Oli Yang
Deus me livre e guarde.
Nota de conteúdo sensível: sexo explícito.
Olhando do outro lado da sala de convivência dos alunos de Beauxbatons e se esforçando muito pra prestar atenção no que seu irmão mais novo fala, Oli percebe que não são os pensamentos duvidosos de Theo que o impedem de ficar preso naquela conversa — são sim —, mas sim a simples existência de sua namorada no ponto onde ele não consegue desviar, ouvindo e falando com os próprios amigos, como se não fizesse ideia do quanto ela era bonita fazendo isso.
Bonita demais pra ele ignorar.
— A gente pode falar sobre seu sonho esquisito onde Shiori te queimava vivo, depois…? — Pede educadamente pro irmão e com seu sorriso mais gentil, mas nem espera que Theo o dispense, porque no segundo seguinte, já está com um braço envolvendo a cintura de Lim e enterrando o rosto na curva de seu pescoço, inalando seu perfume doce como se ficar longe dela fosse uma tortura e ele estivesse mesmo sofrendo muito.
Tão difícil não sentir a mão dela em cima da sua, tão difícil não ouvir o que ela falava e como falava, e tão difícil ter que dividir a atenção dela com todo mundo, o tempo todo mas principalmente agora, que ele não se importa nem um pouco de dizer isso pra ela.
— Você quer subir comigo? — Pede em um tom doce, beijando seu rosto todo com delicadeza e como se suas intenções fossem as mais puras do mundo. — Preciso te mostrar uma coisa e acho que você vai gostar.
Mas ele era doce, e a maior parte do tempo suas intenções e coração eram mesmo puros, mas só daquela porta trancada pra fora e quando ele não tinha aquela garota em cima da cama dele, nua e levando seu cacete na buceta até no fundo.
Enquanto coloca as pernas de Lia apoiadas em seus quadris e ajeita o travesseiro fofo debaixo de seu corpo menor, Oli faz questão que ela saiba o que ele queria mostrar quando entrelaçou seus dedos juntos e a levou escada pra cima e longe da curiosidade de todo mundo, enterrando o pau fundo nela de novo, em uma estocada lenta mas muito firme, como se estivesse abrindo cada centímetro dentro dela e garantindo que ela sentia ele todo também.
— Você é tão bonita… Sempre tão bonita. — Sussurra com carinho, sentindo ela entrelaçar as pernas nele assim que seu corpo cobre o dela pra beijá-la com fome, puxando seu lábio inferior entre os dentes com força. — E tão gostosa também, meu amor.
Um dia, talvez, ele entenda que é muito mais sobre hormônios, mas ele tem certeza no ali e agora que é muito mais sobre ela e como aquela buceta o aperta e suga assim que ele segura a cabeceira com uma das mãos e começa a foder Lim de verdade. Estocando o pau nela com tanta força que o móvel se choca contra a parede várias vezes e sua namorada cobre a boca pra impedir os gemidos de saírem mais alto.
— Eu quero ouvir você, linda. — Oli diz com falsa doçura de novo, usando a mão livre pra segurar as da namorada juntas e em cima da cabeça, propositadamente metendo mais fundo e pesado nela. — Me deixa saber se você gosta quando eu te fodo assim.
Ele pode lidar com a reclamação de seus colegas mais tarde, assim como escolhe lidar com os mesmos colegas reclamando sobre terem ficado pra fora do alojamento depois, muito ocupado em fazer a garota amada gozar na rola dele até ficar tremendo e mole debaixo do seu corpo, mas ainda apertando em volta dele como se não quisesse que ele parasse.
Coisa que ele não pensou nem por um segundo.
— Porra, você senta tão gostoso. — E era a vez dele de ficar transtornado com Lia quicando em seu colo, levando seu pau pro aperto quente e molhado dentro dela enquanto esfregava os peitos empinados no rosto dele, subindo e descendo com a paciência de quem sabia que tinha aquele garoto comendo na mão dela desde a primeira vez que eles se falaram e ele tinha acabado de ficar solteiro. Dava pra ver no rosto dela, no jeito como ela rebolava com ele enterrado fundo, e como ela gemia de um jeito manhoso cada vez que Oli colocava um dos peitos dela na boca pra mamar. Ele gostava muito quando as coisas eram com ela.
E ainda mais quando descia um tapa pesado em sua bunda e ela tremia em cima dele, pedindo por mais e com aquela carinha de puta, o fazendo firmar os próprios pés em cima da cama antes de começar a estocar dentro dela de novo, tão rápido e firme quanto antes, mas segurando ela em cima dele com uma das mãos agarrando a cintura e outra possessivamente sobre sua bunda agora marcada e quente por causa do tapa.
Aquilo tinha que ser a melhor coisa do mundo, porque ele não se imaginava em qualquer outro lugar, derretendo de prazer e tesão por alguém além dela, engolindo cada um de seus gemidos com a boca, enquanto ela goza nele de novo e ele enche a camisinha com a própria porra depois dela quicar em cima dele de novo e bem rápido, até não sobrar mais nada.
E ele sente muito pelos amigos que continuam barrados fora daquele quarto, mas depois de jogar aquela camisinha fora e vesti-la com uma de suas camisetas mais confortáveis, o único lugar onde ele pertencer é naquela cama e com quase o corpo todo de Lia deitado em cima do seu, descansando plenamente depois de todo o sexo necessitado que eles fizeram e a segurando muito perto, com o nariz dele enterrado em seu cabelo e sua mão em cima da bunda dela de novo, num movimento de posse que ele mesmo não impede.
Vida melhor que ser colchão da própria namorada? Ele desconhecia.











