Era escruciante para a francesa não poder de fato enxergar aquilo de que tanto comentavam. Afinal, ela vivia em meio ao breu, logo a menção a tal forma gasosa de mesma tonalidade não se fazia concreta diante à semideusa. Logo o incomodo se fazia presente, expressado pelo pé esquerdo que batia incessantemente contra a grama úmida. Pensava estar sozinha em seu próprio amontoado de pensamentos, demorando em notar a leve marca de uma silhueta próxima de si. Era vaga, e Rina nem mesmo seria capaz de reconhecer quem a quem pertencia. “Então... É tipo uma névoa muito escura? Estou tentando visualizar mas é literalmente impossível.” Inquieta terminara por levar sua destra até o colar que pendia em seu pescoço, deixando uma de suas pulseiras de bronze celestial gelarem sua pele.











