o que fica do que passa | Teresa Silva e Filipe Pereira
Existe uma abertura e revelação do âmago que está bem preso. Somos guiados pelo interior das nossas frustrações e contemplações. Elas progressivamente tornam-se claras e distintas e a nossa visão (luz cénica) amplia-se perante o espectro nada político de tal reconhecimento e nudez. O fauno vem guiar-nos nessa evasão orgasmicológica que a teresa chora, somos desafiados a halucidar e elucidar todas as desgraças pessoais das iterações “amorosas”. Orgasmificação momentânea, olhar as situações como experiências cósmicas; não ter medo da nossa experiência pessoal? Pensá-la muito interiormente, tão interior que fale de tudo.
IMAGINÁRIO INTRAPESSOAL ESTÁTICO
Não ter medo de cantar(?!), gritei mas não saiu, decido chorar.
E de tudo o que passou o que é que ficou mesmo? apenas a informação/concordância que um nicho* é muito forte e relevante num todo enorme extensivo (artesanal,concreto,0,sexual,sofro_celibatário)
*abelha, semente, propensão









