Sem paz, sem amor, sem teto, caminho pela vida afora. Tudo aquilo em que ponho afeto fica mais rico e me devora.
- Rainer
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Sem paz, sem amor, sem teto, caminho pela vida afora. Tudo aquilo em que ponho afeto fica mais rico e me devora.
- Rainer
A Giulia juntou nossos dedos e pediu pra tirarmos aquela foto, eu imagino oque ela queria com aquilo. Não faço idéia. Mas as vezes a gente não precisa saber pra fazer.
Feira das Yabás celebra Dia do Trabalhador no centro do Rio
Programação une samba, ancestralidade e gastronomia Cristina Índio do Brasil - repórter da Agência Brasil Publicado em 01/05/2025 - 09:20 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © Fernando Frazão/Agência Brasil Nada melhor do que comemorar o Dia do Trabalhador em um encontro com muito samba e comida saborosa como frango com quiabo, feijoada, rabada, tripa lombeira, angu à baiana e macarronada com carne assada. Neste 1º de maio, a Praça da Pira, em frente ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no centro do Rio, vai receber a Feira das Yabás. Já são nove edições no local, mas essa é a primeira que vai ocorrer no Dia do Trabalhador.
Criada em 2008, pelo cantor e compositor Marquinhos de Oswaldo Cruz, para valorizar as matriarcas chamadas tias e consideradas as Yabás, a Feira celebra a cultura afro-brasileira e as tradições dos bairros vizinhos Oswaldo Cruz e Madureira, na zona norte do Rio. A região é berço de escolas de samba como a Portela, cuja quadra sedia as edições da feira no segundo domingo de cada mês. “A feira é uma espécie de síntese do que eram os quintais. Nem restaurantes vendem o que elas fazem. A gente não leva o fast food para lá, não é nada disso. A gente leva senhoras, donas de casa, que fazem essa cultura do quintal suburbano onde tinha o samba. Elas levam essa cultura para lá do jeito que fazem em Madureira e em suas casas, da forma que era feito, e eu subo no palco para fazer uma roda de samba bem de quintal”, disse o compositor em entrevista à Agência Brasil. Para Marquinhos de Oswaldo Cruz, fazer a Feira das Yabás na área da Praça da Pira é uma forma de recuperar território que foi de seus ancestrais. “Aquela região ali era onde a população afrodescendente morava até o início do século passado, e essa população foi expulsa dessa região. E esses excluídos foram morar na Grande Madureira, onde acontece a feira das Yabás. Fazer a feira naquela região é uma espécie de reocupação de um território sagrado através da cultura dos removidos. Para a gente, é de uma importância imensa. Tem uma questão de território e de ancestralidade que é muito forte em fazer ali também”. “O que me faz bem feliz é ver meu povo lá de cima (Oswaldo Cruz e Madureira) descer para vir para centro da cidade. Muitos deles ficam ali a vida inteira e não saem de lá. Muita gente não conhecia o CCBB e passou a conhecer. Em troca, quantas pessoas foram para Madureira ver a feira das Yabás porque foram ao CCBB? Essa troca é muito legal. É o dia em que a cidade se encontral”, observou. O sambista analisou o que mantém viva a Feira das Yabás, perto de completar 17 anos neste mês de maio. “Não é só fazer um evento. É fazer algo em benefício, em luta dessa cultura tradicional. A gente não simplesmente recebe dinheiro para um evento e larga de mão. A gente tem toda uma luta de manutenção de uma tradição. Depois da Feira das Yabás, quantas feiras de gastronomia e música apareceram? A feira das Yabás deu o pontapé inicial”, comentou. Quando começou na quadra da Portelinha, os pratos preparados pelas tias eram a feijoada da Neide e macarronada feita pela Tia Edite. A partir daí Marquinhos conseguiu um patrocínio, e a Feira das Yabás conquistou as ruas próximas à quadra da Portela, já entregando para o público outros pratos da tradicional comida da região. “Foi assim que nasceu a Feira das Yabás”, pontuou, acrescentando que houve a adesão de outras tias, como a Selma, filha do mestre Candeia, que fazia a comida preferida do pai, carne seca com abóbora. “Tem a Jane, que é famosa vendendo jiló. O Luiz Carlos da Vila tinha morrido, e ela é viúva e não tinha como sobreviver. Eu disse para ela montar uma barraca, e isso é bem do samba. É coração de mãe, sempre cabe mais um. Na maioria, são de familiares que tinham importância muito grande naquela região”, contou sorrindo.
Reprodução: A Feira das Yabás, patrimônio cultural imaterial do Rio nas ruas de Oswaldo Cruz, zona norte Fernando Frazão/Agência Brasil
Samba do Trabalhador
O público vai poder se divertir com uma programação extensa. Além das barracas com as comidas feitas pelas tias, Marquinhos de Oswaldo Cruz vai apresentar a sua tradicional roda de samba. A agenda tem ainda, às 14h, a Roda de Conversa com o tema: Mercado de Trabalho na Economia Criativa, comandada pelo carnavalesco, professor e apresentador Milton Cunha. E, se as atividades são para homenagear o personagem do dia, a partir das 18h50, a última atração será com um convidado especial: o cantor e compositor Moacyr Luz e o seu Samba do Trabalhador, conhecida roda de samba que ocorre nas segundas-feiras no Clube Renascença, no Andaraí, zona norte do Rio. Criada por Moacyr Luz, a reunião ocorre neste dia porque é o único da semana em que os músicos não trabalhavam, e, assim, podiam se divertir juntos. “Nada melhor que, no Dia do Trabalhador, ter um Samba do Trabalhador. Moacyr é um guerreiro nesta história também, junto às nossas trincheiras na luta pelo samba. Moacyr é amigo, parceiro”, concluiu. Marquinhos revelou que a Feira das Yabás em Madureira infelizmente não poderá ser no Dia das Mães. Então, a edição de maio vai ocorrer no dia 18, quando será comemorado o aniversário de 17 anos.
Programação da Feira das Yabás
- 13h - DJ Café - 14h - Roda de Conversa com Milton Cunha - 14h50 - Marquinhos de Oswaldo Cruz e banda - 16h DJ - Café - 16h20 - Marquinhos de Oswaldo Cruz e banda - 17h30 - DJ Café - 17h50 - Marquinhos de Oswaldo Cruz e banda - 18h30 - DJ Café - 18h50 - Moacyr Luz e Samba do Trabalhador - 20h - Encerramento Edição: Vinicius Lisboa
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Trem do Samba vai fazer festa neste sábado em Oswaldo Cruz
Encontro tradicional do Rio vai partir da Central do Brasil Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil Publicado em 07/12/2024 - 10:37 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © Henrique Esteves/Trem do Samba/Divulgação Em comemoração ao Dia Nacional do Samba, 2 de dezembro, o Trem do Samba, encontro tradicional do Rio de Janeiro, vai partir mais uma vez da Central do Brasil, no centro da cidade, rumo a Oswaldo Cruz, bairro da zona norte que, ao lado de Madureira, é o berço da Portela e do Império Serrano, duas agremiações com forte história ligada ao samba.
Nesta 29ª edição do evento, a animação começará às 15h com um show no palco Monarco montado na Central do Brasil, com a presença do cantor e compositor Marquinhos de Oswaldo Cruz, o idealizador do encontro, das velha guarda da escolas de samba Vila Isabel, Salgueiro, Mangueira e Império Serrano, e das Matriarcas do Samba, entre outros.
Reprodução: Marquinhos de Oswaldo Cruz comanda o Trem do Samba - Foto: Henrique Esteves/Trem do Samba/Divulgação
Inspiração
O Trem do Samba é inspirado na viagem de trem que Paulo da Portela, fundador da escola de samba, e outros sambistas, faziam no início do século 20, para fugir da repressão da polícia ao gênero musical. Justamente no mesmo horário que eles seguiam para Oswaldo Cruz, às 18h04, a comemoração vai continuar com rodas de samba no interior de trens que levarão o público ao fim do trajeto. “É uma reafirmação de uma luta persistente. Todo lugar onde as pessoas são colonizadas, se acaba com o idioma. Vieram para o Brasil talvez até milhares de etnias diferentes de seres humanos escravizados e, segundo alguns historiadores, a essência disso, porque eram muitas línguas, está muito no candomblé da Bahia e no samba do Rio de Janeiro. Imagina um país inteiro cantar samba. Tem uma coisa assim de ressignificar muito forte, porque musicalmente é o idioma do país”, explica Marquinhos de Oswaldo Cruz em entrevista à Agência Brasil.
Reprodução: Trem do Samba conta com mais de 20 rodas de samba - Divulgação Trem do Samba/Henrique Esteves
Festa
O samba vai se espalhar também pelas ruas de Oswaldo Cruz com muitas atrações em mais de 20 rodas de samba. “O cara vai de trem, daqui a pouco ele senta em um outro lugar, pega o cavaquinho, e começa a fazer uma roda de samba também. É muito legal. A tendência é que aumente mais e tenha sempre essas rodas. Vira a noite desse jeito. É como se você fosse para o Maracanã e tivesse direito de entrar no campo e chutar a bola para dentro do gol. É mais ou menos isso”, disse Marquinhos. Haverá ainda três locais de apresentações de shows, um na Rua Átila da Silveira, onde foi montado o palco Tica Doca; na Portelinha com o palco Manaceia, e na Rua João Vicente, com o palco Candeia. Os três vão receber artistas como Pretinho da Serrinha, Moacyr Luz e o Samba do Trabalhador, Dorina e Mulheres na Roda de Samba e Toninho Geraes. “Eu vejo o Trem do Samba hoje como o maior festival de samba de raiz do país. É a primeira vez que estou participando. Estou muito honrado e muito feliz em poder fazer parte desse time. Quero agradecer ao Marquinhos de Oswaldo Cruz e a toda a produção pelo convite e agradecer também a todos os músicos que foram antes de mim, lá no início, tocando dentro do trem para hoje a gente chegar no festival com vários palcos. Muita gente tocou dentro do trem para isso. Estou muito feliz e gostaria de dizer também, para finalizar, que este movimento todo do samba é um ato de resistência da cultura popular do nosso país”, disse Pretinho da Serrinha à Agência Brasil.
Público
Segundo Marquinhos de Oswaldo Cruz, em 2023, cerca de 116 mil pessoas participaram da festa, que este ano pode superar essa marca. Como o público aumenta a cada ano, a concessionária SuperVia, responsável pelo serviço de trens no Rio de Janeiro, montou um esquema com 14 composições para a ida e a volta de Oswaldo Cruz. A primeira, especial apenas para convidados, levará Marquinhos de Oswaldo Cruz e os integrantes da velha guarda das escolas de samba. As outras vão partir às 18h24, 18h44, 19h04 e 19h24 com grupos distribuídos pelos trens animando a viagem.
Reprodução: A cada ano o público cresce com o projeto Trem do Samba - Divulgação Trem do Samba/Henrique Esteves As composições sairão da plataforma 2 da Central do Brasil. Para o idealizador do Trem do Samba, junto com o público, o projeto cresceu durante os anos e atualmente emprega 1.500 pessoas. A passagem pode ser adquirida com 1kg de alimento não perecível, e deve ser entregue na bilheteria da Central do Brasil entre 13h e 19h. Para o retorno, a passagem deve ser comprada com antecedência ou utilizar o RioCard Mais. “Se percebe o crescimento também porque o Trem do Samba a vida inteira foi um evento pela luta do samba tradicional, sem fazer juízo de valor de ninguém. É um evento que se canta samba tradicional. Hoje, o que prolifera é uma meninada que já passou pelo Trem do Samba, fazendo roda de samba pela cidade”, comentou Marquinhos de Oswaldo Cruz, acrescentando que o samba fez escola.
Trens extras
Para a volta das rodas de samba, a concessionária planejou viagens extras com trens saindo em direção à Central do Brasil, às 23h40, 0h20 e 1h10.Em direção à Japeri (0h, 0h40 e 1h20), e a Santa Cruz, interligado ao ramal Deodoro (23h50, 0h30 e 1h). Em Oswaldo Cruz vão parar somente os trens da festa. Nos outros trens, os passageiros da grade regular partindo da Central do Brasil que quiserem ir para Oswaldo Cruz terão que seguir até Bento Ribeiro, por uma questão de logística, e embarcar na próxima composição no sentido oposto para retornar a Oswaldo Cruz. A SuperVia sugeriu que o público do Trem do Samba programe as viagens por meio do Planeje sua Viagem no seu aplicativo ou, em caso de dúvidas, deve fazer contato com a Central de Atendimento pelo número 0800 726 9494. Edição: Fernando Fraga
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Rota do samba quer atrair turistas estrangeiros para subúrbio carioca
Roteiro inclui locais ligados à história do samba em Oswaldo Cruz Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Publicado em 01/12/2024 - 15:21 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © Fernando Frazão/Agência Brasil O bairro de Oswaldo Cruz é um local simbólico do samba carioca. Terra da Portela e do ícone Candeia, a região da zona norte carioca fará parte de uma nova rota turística da cidade do Rio de Janeiro, que busca, entre seus objetivos, atrair visitantes estrangeiros.
O Caminho do Samba será lançado nesta segunda-feira (2), Dia Nacional do Samba, pela Embratur, a agência brasileira de promoção internacional do turismo, e pela prefeitura da capital fluminense. A rota destaca dez locais conectados à história dessa expressão cultural carioca situados no bairro, entre eles a quadra da Portela, a estação de trem de Oswaldo Cruz e a feira das Yabás (que reúne comidas típicas e rodas de samba nos segundos domingos de cada mês), além das casas de Candeia, Tia Doca e Dona Ester. “Quase todos os bens da gente são simbólicos, são imateriais. Aqui não tem um castelo. E essa Rota do Samba é legal porque as pessoas vão visitar e conhecer a história, uma história que não é contada. Ela demarca determinados lugares que são tão importantes, quanto Oswaldo Cruz é, para a história da música brasileira”, afirma o cantor e compositor Marquinhos de Oswaldo Cruz, curador da Rota do Samba. Segundo a Embratur, o objetivo é promover este patrimônio cultural brasileiro e atrair mais turistas estrangeiros para o país, promovendo assim a economia local. “A gente fez capacitação de guias e estudantes de turismo, que foram treinados para representar as rotas e o afroturismo, reforçando o papel cultural e econômico do samba e promovendo a economia local”, afirmou o presidente da Embratur, Marcelo Freixo. Segundo ele, foram desenvolvidos mapas interativos, audioguias e roteiros bilíngues autoguiados, além de aplicações de realidade aumentada. “E teremos passeios gratuitos guiados para estrangeiros, permitindo vivências autênticas pelas rotas do samba, com suporte de audioguias e narrativas históricas acessíveis por QR codes”, explicou Freixo. Placas informativas com QR Codes do Projeto Aqui tem História junto com o Rio de Memórias tornarão acessível e perene no percurso das rotas esse conteúdo da curadoria sendo disponibilizados QRcodes para acesso aos textos e histórias de cada ponto histórico. “A rota é incrível e vai a lugares onde muito pouca gente sabe da história, como o Bar do Nozinho, onde ninguém imagina que Walt Disney tomou uma cerveja com Paulo da Portela e tirou dali a inspiração para criar o personagem Zé Carioca”, contou Marcelo Freixo. Edição: Valéria Aguiar
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A Águia da Portela paira sobre a Avenida mais uma vez! @oficialportela está completando um centenário de muito samba e tradição. 🎵 Márcia e Renato Lage estão a cargo do enredo pela terceira vez consecutiva. A obra desse ano se chama “O Azul que Vem do Infinito” e é uma manifestação de auto-exaltação, que leva o público a explorar suas fundações. ✊ A homenageada é nada mais, nada menos do que a história da escola. Ela é contada através do olhar de 5 baluartes: seu fundador Paulo da Portela, a porta-bandeira Dodô, o ex-presidente Natal, e os compositores David Corrêa e Monarco. 📌 A história também se mantém presente em carne com o resgate de personagens icônicos como as porta-bandeiras Irene 15 e Andrea Machado. @biancamonteirooficial é sua rainha de bateria e @gilsinhooficial70 seu intérprete. 📸 @alexandremacieira / Riotur . . . The Eagle of “Majestosa” do Samba hovers over the Avenue once again! @oficialportela is completing a centenary of lots of samba and tradition. 🎵 Márcia and Renato Lage are in charge of the school’s plot for the third consecutive time. This year's work is called “O Azul que Vem do Infinito” and it is a manifestation of self-exaltation, which takes the public to the past. ✊ The honoree is nothing more, nothing less than the history of the school. It is told through the eyes of 5 strongholds: its founder Paulo da Portela, the flag bearer Dodô, former president Natal, and composers David Corrêa and Monarco. 📌 History is also present in the flesh with the rescue of iconic characters such as flag bearers Irene 15 and Andrea Machado. @biancamonteirooficial is the drum queen and @gilsinhooficial70 the interpreter. #portela #oswaldocruz #madureira #zonanorterj #carnavalrio2023 #samba #riodejaneiro Reposted from @riotur.rio (em Sambódromo da Marquês de Sapucaí) https://www.instagram.com/p/CoTvp53O2Vs/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Hoje, no Palácio 450, em Oswaldo Cruz, está sendo lançado o projeto da Nova Intendente! A Prefeitura, através da Riotur e da subprefeitura da Zona Norte, fará uma recolocação e reestruturação do Carnaval da Intendente. A nova pista manterá o comprimento original, mas será pintada de branco, terá uma largura maior, um sistema de som completo, nova iluminação e cabine dupla de jurados. Além disso, serão feitos um lounge, camarotes, praça de alimentação, frisas e novos esquemas de ida e volta dos carros alegóricos e de trânsito especial. Tudo pensado para uma boa funcionalidade dos desfiles, muita festa para os foliões e maior conforto para os moradores. 📸 @alexandremacieira / Riotur #intendentemagalhaes #novaintendente #vilavalqueire #oswaldocruz #cascadura #zonanorterj #riodejaneiro #carnaval #carnavalrio2023 Reposted from @riotur.rio (em Palacio Rio 450) https://www.instagram.com/p/Cnh8_69O9Hi/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Pizzaria em Oswaldo Cruz Entregamos em Sua Casa! 21995846819 | 3092-6651 | 3259-4488 Serviço de Pizza Delivery em Oswaldo Cruz Pizzaria Pizonis - Pizzaria Próxima de Você - Delivery de Pizza Região de Atendimento Praça Seca ✓ Vila Valqueire ✓ Sulacap ✓ Marechal ✓ Pechincha ✓ Freguesia ✓ Taquara ✓ Mato Alto ✓ Campinho ✓ Oswaldo Cruz ✓ Madureira ✓ Bento Ribeiro ✓ Curicica ✓ Merk ✓ Cardápio da Pizzaria 🍕 Sabores de Pizzas Preços | Pizza + Refrigerante Sabores Média / Gigante Mussarela Mussarela e orégano Calabresa Calabresa defumada, cebola e orégano Calabresa c/ Catupiry Calabresa defumada, cebola, catupiry e orégano Portuguesa Cebola, pimentão, tomate, calabresa, azeitona, ovo, presunto e orégano Presunto c/ Catupiry Mussarela, presunto, catupiry e orégano Presunto Mussarela, presunto e orégano Catupiry Mussarela, catupiry e orégano 4 Queijos Mussarela, parmesão, provolone, catupiry e orégano Palmito Mussarela, palmito, tomate e orégano Pizonis Mussarela, champignon, palmito, tomate e orégano Frango c/ Catupiry Mussarela, frango, catupiry e orégano Champignon Mussarela, champignon e orégano Napolitana Mussarela, tomate e orégano Bacon Mussarela, bacon e orégano Alho e Óleo Mussarela, alho dourado e orégano Minas Mussarela, catupiry, queijo minas e orégano Hot Dog Mussarela, calabresa, cebola, pimentão, azeitona e orégano Bela Calabresa, presunto, catupiry e orégano Sardinha Mussarela, sardinha e orégano Milho Mussarela, milho e orégano Lombo Canadense Mussarela, lombo canadense e orégano Marguerita Mussarela, manjericão, tomate, queijo ralado e orégano Tomate Seco Mussarela, tomate seco e orégano Barbaridade Mussarela, frango, catupiry, bacon, champignon, alho e orégano Frango Mineiro Mussarela, frango, catupiry, bacon, queijo minas e orégano Toscana Mussarela, calabresa, azeitona, bacon e orégano Americana Mussarela, tomate, bacon e orégano Salaminho Mussarela, salame, azeitona preta e orégano Carne Seca Mussarela, carne seca, catupiry e orégano Camarão Mussarela, camarão e orégano Peperone Mussarela e Peperone 🍕 Sabores de Pizzas Doces Sabores Média / Gigante Confete Mussarela e Chocolate e Confetes Prestígio Mussarela e Chocolate e Coco Chocolate Mussarela e Chocolate Romeu e Julieta Mussarela, queijo minas e goiabada Banana Mussarela e banana caramelada Opções extras Estas opções estão fora da promoção e terão cobrança extra. Pizza Personalizada do Seu Jeito Sabores Personalizados Borda Recheada - Aplicação de Catupiry – Requeijão - Adição de Cheddar