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Grupo4
Grupo 4.
Caroline Costa Franco
Maria Eduarda Borges
Maria Eduarda Reis Lima
Larissa Ferrari
Leticia Candelaria
ARQUITETURA NO PAPELÃO E SUAS DEFINIÇÕES 1.DEFINIÇÃO DO PAPELÃO: O papelão é um tipo mais grosso e resistente de papel, geralmente utilizado na fabricação de caixas, podendo ser liso ou enrugado. É produzido dos papéis compostos das fibras da celulose, que são virgens ou reciclados.
Por este motivo o papelão e seus produtos são frequentemente alvo de processos de reciclagem, gerando toda uma indústria deste processo, desde sua coleta até sua logística e reprocessamento na indústria de produção de papelão.
O tipo mais comum de papelão é o papelão ondulado, composto de três camadas. Tomando como exemplo uma caixa de papelão, teremos a camada mais externa, que tem função de proteção e revestimento. A camada intermediária, também conhecida como "enchimento", é a camada mais volumosa, geralmente composta de um papel grosso disposto de forma ondulada. Finalmente, temos a camada mais interna, com função de revestimento da mesma forma que a primeira camada, porém sendo de um material com menor espessura.
1.1 PAPELÃO ONDULADO:
O papelão ondulado geralmente é composto por 3 elementos:
-Capa externa (ascendente)
-Miolo (entrelaçada)
-Capa interna (fechadura)
As capas são também chamadas "forros". As placas assim formadas são então cortadas e moldadas em uma variedade infinita de formas e tamanhos para transformarem-se em caixas e componentes internos de caixas. O sentido da ondulação é relacionado com o bom desempenho do papelão, referindo-se a sua resistência à perfuração.As ondas é a forma a qual o miolo é feito, sendo responsável pelo reduto do papelão. Caixas desse tipo são recomendadas para estocagem.Para saber quantas caixas podem ser empilhadas sem que o produto sofra estragos, você deve saber o nível em que o produto está classificado dentro das estruturas.
1.2 COMO É FEITO :
O papelão com qualidade, feito sob as exigências da NBR-5985 é composto por 03 partes coladas: Duas capas, que são as partes lisas das extremidades e o miolo, feito de forma ondulado localizado entre as capas. Essa parte é responsável por dar sustentação ao produto absorvendo parte do choque sem deixa-lo exposto a perfurações e deformações. Assim como diversos produtos, existem diferentes tipos de papelão, que podem ser feitos com mais de 2, 3 ou 4 capas e miolos – dependendo da finalidade – em que as ondulações podem ser feitas de materiais diferentes, com mais ou menos espessura. Cada estrutura de papelão formada para uma finalidade específica, pode ser resistente a esmagamentos, a compressão de colunas e pilhagem e arrebentamento.
1.3 TIPOS DE PAPELÃO
Trata-se de quantos papelões são unidos para dar resistência à caixa de papelão. Quanto mais faces unidas, mais peso a caixa suporta. Veja abaixo os tipos de parede:
Face Simples: Estrutura formada por um miolo (elemento ondulado) colado a uma capa (elemento plano);
Parede Simples: É uma estrutura formada por um elemento ondulado que está colado dos dois lados de um elemento plano;
Parede Dupla: Quando a estrutura é formada por três elementos planos colados a dois elementos ondulados de forma intercalada;
Parede Tripla: Quatro elementos planos colados em três elementos ondulados de forma intercalada;
Parede Múltipla: Estrutura formada por cinco ou mais elementos planos que ficam colados a quatro ou mais elementos ondulados de forma intercalada.
1.4 RESISTÊNCIA
Primeiramente, a caixa de papelão deve estar totalmente preenchida para poder ser empilhada sem que haja o estrago da embalagem; Depois deve ser observado em qual estrutura a mesma esta localizada – se em Estrutura PS ou Estrutura PD; Cada fabricante tem uma tabela informando as especificações do seu papelão fabricado, essa especificação é baseada nos testes de resistência a que o produto na posição vertical é submetido. E em alguns casos, para a fabricação de embalagens também, tem-se os teste feitos na posição horizontal, o chamado compressão de resistência de embalagem. Em algumas embalagens, as ondulações ficam na horizontal, o que não dá muita resistência a mesma. Caixas fabricadas nos padrões do tipo E, por exemplo, são as mais resistentes, quando se trata da embalagem de produtos pesados ou de lugares que podem furar a embalagem.
2.0 HISTÓRIA DO PAPELÃ0
A história do papelão ondulado tem mais de 100 anos. Ele surgiu do uso do papel e da necessidade de embalar e proteger as coisas.
2.1 CRONOLOGIA DO PAPELÃO
10856: os ingleses Healey Allen obtiveram uma patente para o primeiro uso do papelão ondulado. O papel foi alimentado um a um em uma maquina de mão simples feita de dois rolos corrugados. O resultado foi um papel corrugado e agradável. Foi aplicado em forro de chapéus.
10871: o primeiro uso do papelão ondulado para empacotar foi para um americano chamado por Albert L Jonhs que conseguiu uma patente para usar o papelão ondulado para embrulhados coisas frágeis como vidros e garrafas.
10874: também nos Estados unidos Oliver Long patentiou o conceito de unir uma folha lisa ao papel corrugado para dar mais força e resistência nesse material.
1881: O papelão ondulado era visto pelos fabricantes dos EUA como um novo conceito para embalar. Eles concentraram-se para desenvolver um novo maquinário Thopson com a companhia ne Norris criou a primeira maquina para fabricar papelão face-simples e a apresentaram para os europeus.
1895: Os europeus produziram suas maquinas de produção de papelão ondulado a nível de empresa. A primeira onduladeira foi desenvolvida por Jefferson T. Ferres da Sefton cia. Industrial.
3. RECICLAGEM:
A reciclagem é uma maneira de reaproveitar as matérias primas que são descartadas e transformar em um material para um segundo uso após o termino do primeiro. Pode ser transformado em um novo produto com utilidades semelhantes ou completamente diferentes ao anterior. Reciclar significa diminuir a quantidade de resíduos produzidos pelo homem e mesmo tendo em comum o mesmo objetivo, é importante não confundir com reutilização, já que essa não o transforma em produto novo.
Os produtos destacados na hora de reciclar são o metal (alumínio, prego, arame, cobre), plástico (garrafas, sacos, sacolas, copos, embalagens), vidro (potes, garrafas, cacos) e papel (jornais, revistas, papelão, cartões). Quanto ao papel, que é fabricado principalmente pela madeira, o objetivo da reciclagem é evitar o corte de árvores, que em grande quantidade causam um efeito imenso no meio ambiente.
Muitos efeitos positivos são causados pelo processo da reciclagem, a diminuição da poluição da água, redução da acumulação de resíduos, melhoria da qualidade de vida da população e geração de empregos são algumas dessas inúmeras vantagens.
3.1 ARQUITETOS E DESIGNES QUE UTILIZAM RECICLAGEM:
Domingos Totora é um designer mineiro que cria moveis e objetos de papeis reciclado. O artista plástico descobriu alguns anos atrás que podia transformar caixas descartadas em uma massa tao resistente quanto a madeira quando faz uma mistura com cola e agua.
Shigeru Ban arquiteto japonês ganhou o premio Pritzker considerado por muitos “O Nobel da arquitetura”, ele constrói casas de papelão para desabrigados e refugiados conseguindo criar residências de baixo custo.
O arquiteto suíço Christian Kerez pensou em projeto de habitação popular desenvolvido para a favela de paraisopolis na zona sul de São Paulo e virou uma atração do pavilhão central da bienal de arquitetura de Veneza, Itália, mesmo ainda sem ter saído do papel.
https://www.google.com.br/ampls.casaclaudia.abril.com.br/moveis-acessorios/as-peças-de-papelão-reciclado_de-domingos-totora/amp/.
4. MAQUETE
4.1 ESCOLHA DO PROJETO INSPIRAÇÃO:
Primeiramente, nos pensamos em trançar pequenas placas de papelões, pois achávamos que com as treliças do papelão iria resistir ao peso, porem percebemos que a sustentação desse projeto não seria viável. Então decidimos achar algo suspenso como inspiração o pergolado de madeira usados em áreas externas de residência.
4.2 MATERIAIS:
Os materiais utilizados para confecção do projeto:
1 placa de papelão (2.0x1.0); subdividida em 10 cortes (30x10); 52 cortes (15x4)
10 tubos de cola quente
4.3 ESTRUTURA :
Utilizamos o método de encaixe, que nos proporcionou uma maior rigidez, evitando o desgaste do material em relação ao peso e com a pequena diferença na distancia entre elas ajudou a dar maior suporte ao equilíbrio. Com o uso de pequenas placas onde supostamente poderia dobrar para obter maior resistência. Colocamos o papelão na vertical e percebemos que a ondulação colabora na sustentação em relação ao peso.
4.4 PROBLEMAS DA EXECUÇÃO
Um dos grandes problemas de projeção do trabalho foi a tamanho que afetou na estrutura da sustenção que deveria ter sido projetada 30 cm a mais de cada lado. Também deveríamos ter feito o que fizemos na parte de cima, fazer na parte de baixo.
5. COMO O MATERIAL SE COMPORTA
O papelão deve ser protegido de toda a umidade, como chuva, neve, água de condensação, água do mar, níveis extremamente altos de umidade relativa ou superfícies úmidas. A umidade relativa ótima é de 50% em clima tropical e 65% em clima temperado.
Designation
Humidity/water content
Source
Relative humidity
65 - 70%
[1]
Water contente
8 - 14%
[1]
Maximum equilibrium moisture content
70%
[1]
Esse material é feito principalmente a partir de fibras vegetais, é higroscópico e tem tendência para inchar. O armazenamento ou cuidado inadequado da carga pode resultar em alterações dimensionais (inchaço), distorção (ondulação) e redução de força (ruptura). Este dano é irreversível, uma vez que a secagem leva à deformação devido a tensões internas e a manchas (anéis de secagem) ou ao rompimento / fissuração dos rolos.