E pela manhã, eu acordo pensativo, como se eu a fosse encontrar na escola, como se eu fosse vê-la em qualquer lugar. Mas não vou. Saudades de quem ainda não, de quem ainda não abracei, de quem não morde e nem beslisquei. Nossa, saudades já é um saco, sentir saudades que quem está longe é ruim, nem mesmo por saber que está em meu coração, não me torna mais próximo dela. Saudades das horas no celular, da voz dela que me chamava de baixinho, sendo que sou maior que ela. Da teimosia, das gordices pelo telefone. Como eu ficava bobo, extasiado... Feliz. São coisas assim, Como uma mensagem desesperada por nada, checar a caixa de entrada, mesmo sem ter crédito pra responder. Mesmo sem assistir sua dança, imagino seu bailar sutil. Ah... Minha biaxinha, minha eterna baixinha, a qual nunca quero longe de mim, embora a distância já a tenha tomado. Mas sei que vou econtra-la, abraça-la e mudar o rumo dessa história!
Para lissa. Gilberto jr










