𝐄𝐋𝐄𝐀𝐍𝐎𝐑 𝐀𝐑𝐔𝐍𝐃𝐄𝐋𝐋 & 𝐀𝐋𝐄𝐗𝐀𝐍𝐃𝐄𝐑 𝐁𝐑𝐀𝐃𝐃𝐎𝐂𝐊
what if he's written "mine" on my upper thigh only in my mind? one slip and fallin' back into the hedge maze ( oh, what a way to die )
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𝐄𝐋𝐄𝐀𝐍𝐎𝐑 𝐀𝐑𝐔𝐍𝐃𝐄𝐋𝐋 & 𝐀𝐋𝐄𝐗𝐀𝐍𝐃𝐄𝐑 𝐁𝐑𝐀𝐃𝐃𝐎𝐂𝐊
what if he's written "mine" on my upper thigh only in my mind? one slip and fallin' back into the hedge maze ( oh, what a way to die )
𝐉𝐎𝐍𝐀𝐓𝐇𝐀𝐍 𝐊𝐈𝐋𝐋𝐈𝐀𝐍 & 𝐈𝐒𝐀𝐁𝐄𝐋 𝐑𝐈𝐕𝐄𝐑𝐀.
the mark they saw on my collarbone, the rust that grew between telephones, the lips i used to call home so scarlet — it was maroon
send a 📸 to see 3-5 pictures that my muse has/has taken of your muse(s) / isabel & jace
📸 to see 3-5 pictures that my muse has/has taken of your muse(s): jonathan killian & isabel rivera.
❛ how can you simply be friends with someone when every time you look at them, you’re thinking about how much more you really want ? ❜ // mia & ellie
embora considerasse mudanças como um acontecimento raro em seu cotidiano, sempre planejado e tão regrado quanto seria possível sem eliminar os resquícios de liberdade a que seu título a permitia ter, as situações envolvendo sua vida pessoal se encaixavam como uma perfeita exceção à regra. estava longe de ser uma surpresa para eleanor que pessoas deixassem a sua vida com a mesma facilidade com a que haviam surgido e, após, vinte e duas primaveras, não era mais nenhum espanto a temporariedade que a presença de outros em sua vida costumava ter. se mantinha praticamente habituada a apenas agir com a costumeira indiferença quando alguém a abandonava, ou simplesmente se afastava quando conseguia o almejado ao manter uma relação com uma pessoa com um posto tão importante na sociedade quanto a princesa. até mesmo era boa em enganar a si mesma quanto a genuína mágoa que cada afastamento a causava, uma nova lâmina adentrando o seu coração sempre que seus maiores medos se concretizavam e se enxergava sozinha novamente. o que mantinha acesa a chama de esperança de eleanor, entretanto, era a constância de uma relação específica durante todos aqueles anos: a com sua melhor amiga. mia e eleanor não passavam de crianças ao entrarem na vida uma da outra e, sem explicação ou razão maior, haviam se tornado a rocha uma da outra, o porto seguro durante anos turbulentos que sequer poderiam sonhar enquanto tão jovens. estar junto de amélia talvez fosse a coisa mais fácil que eleanor fizera em toda a sua vida. não teria escolhido nenhuma outra pessoa para ter ao seu lado durante os momentos de maior incerteza em sua vida, nem para compartilhar de todas aquelas alegrias subsequentes que, numa incontável variedade de momentos, eram fruto justamente da presença de mia. a princesa faria de tudo pela melhor amiga, e o que a tornava mais afortunada era não possuir dúvidas da reciprocidade alheia. compartilhava de suas angústias como se fossem dela própria, sentia-se tomada pela raiva quando mia era atingida pelas injustiças que a rodeavam por algo além de sua responsabilidade; não era difícil ler a amiga suficientemente bem quando a conhecia como a palma de sua mão. o que, naquela noite, tinha a sua provação novamente ao compreender sem dificuldades sobre o que se referia durante seu desabafo. ou, melhor, a quem.
❝ no one has ever made me feel the way you do. ❞ // alec & eleanor
eleanor sempre fora uma pessoa pragmática, que não gostava de sentir que estava dando múltiplas voltas no mesmo lugar sem atingir resultado algum. a ideia de se envolver com causas perdidas nunca fora de seu agrado, se sentia uma tola ao não saber como lidar com as situações mais adversas. gostar de zonas de conforto era simples, e imaginar-se em um cotidiano que acabaria se tornando mundano, estático, sempre parecera ser o melhor que conseguiria encontrar na situação que a sua posição social oferecia. com o início da temporada social, por conseguinte, tivera ainda mais convicção de que era o ideal se colocar na posição de aceitar a opção mais razoável que aparecesse para um casamento, que enfrentar o medo constante e tentar encontrar um suposto amor arrebatador e que não estava destinada a ter em sua vida.
💍 : our muses are mistaken for a couple by someone else . ( clary & nick )
resposta em sequência
“ i’m not really good at this sort of thing. i never really had much luck with relationships before but i wanna make it work. i want us to work. ” // malee & carter
desde os anos da infância, andrews sempre fora alguém que gostava de ter um mínimo de organização, estrutura, em sua vida, um hábito há muito concebido através dos ensinamentos em específico pelo seu pai. embora houvesse falhado em incontáveis aspectos de manter aquilo em sua vida, ainda mais ao ter em consideração o seu histórico caótico de relacionamentos durante os trinta e seis anos de sua vida, o cirurgião tentava controlar o que ainda conseguia garantir que não acabaria estragando por sua própria conta; em seu trabalho, por exemplo, buscava ser impecável, mesmo sabendo o quão tendencioso a ser um viciado em trabalhar estava justamente por ter como figura paterna o homem que menos conseguia equilibrar vida pessoal e profissional que já conhecera em sua vida. de toda forma, o que conseguia, se importava de ainda tentar manter em ordem, mas a entrada da klahanchi outra vez em sua vida fora um testemunho necessário para compreender e assumir a voz em seu interior que afirmava constantemente que simplesmente não adiantaria tentar programar tudo. nada sairia como planejava. e, naquele caso, o homem teria que reconhecer o quão era positivo se encontrar notando aquilo.
❛ can we just have one more kiss. ❜ archie&meg
a pergunta que deixou os lábios masculinos não tardou a arrancar um sorriso de margaret, cujo fôlego mal tinha sido recuperado depois dos bons minutos trocando beijos escondidos com o dankworth. nem gostaria de ter interrompido aquele contato entre ambos, contudo, os passos suspeitos que vinham para perto da varanda em que estavam imediatamente haviam feito com que se afastassem, ainda que seja lá quem estivesse andando para fora do salão de baile tivesse arrumado outro canto para usurpar. “para a sua informação, eu não disse que deveríamos voltar para as danças somente com o objetivo de conseguir um beijo de despedida… caso seja o que o senhor esteja pensando nessa sua cabecinha. estou ouvindo essas engrenagens rolando aí.” comentou com o usual bom-humor, se divertindo com a ideia. contudo, nem deveria ter passado para o archibald a possibilidade de que ela só estivesse sugerindo aquilo com segundas intenções, somente os pensamentos de margaret que iam muito à frente da realidade na maioria das vezes.