remmick ⊰⊹ฺ
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Sinners Premiere — Mexico (2024)
Eu deixava ele penetr... digo, entrar na minha humilde casinha
Pecadores, 2025.
aqui apenas dublado.
PEGA A VISÃO!
Um hot de Pecadores no mesmo cenário do filme, com as seguintes mudanças: no clube, ao invés da Mary ser a primeira transformada, é o Fuligem, e ao voltar, ele leva o leitor pro armazém (não sei q canto era aquele) e eles transam ali, com o leitor sendo transformado no final (leitor passivo pls). Basicamente uma releitura da cena do filme
Só tava com a mente na putaria, mas enquanto digitava fui percebendo q é algo bem trágico? Aí já não é comigo, fica pra vc solucionar kkkk
Ê boy, que idéia deliciosa cara, espero que goste desse capítulo meia boca, bem meia boca mesmo, e mandem mais ideias porque a mãe aqui tá sem idéia, e pode ser de qualquer coisa, é só ver minha masterlist e mandar de acordo com o fandom e gênero que você gosta. E eu não quero pegar prompt, pq a maioria é muito genérico (eu sendo uma pessoa genérica). Ah, Fuligem endiabrado na imagem pq foi a única que achei daorinha dele sendo vampiro, e eu também escrevi algo meio Dark no meio de tudo porque querendo ou não, é...mas também não é o Fuligem. Afinal ele tá sendo controlado pelo Remmick e blá blá blá. (Desculpa pelos erros 💔 prometo revisar depois)
O Toque Se Torna Fome
Avisos: Leitor Submisso (Emocional e Fisicamente), Submissão emocional crescente, Perda de identidade (Por parte do Fuligem), Horror simbólico e sensorial (Não tem susto, mas sim desconforto emocional), Clima crescente de paranóia e desconfiança, Non-Con (Não consentido, mas não é em questão sexual e sim da transformação), Manipulação afetiva, Angústia, Obscenidade +18, Vulnerabilidade Emocional, Sangue, Gore (Meio descritivo).
Personagem: Elias "Fuligem" Moore.
Leitor Masculino!
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Sinopse:
Fuligem sumiu no meio da festa e voltou estranho, você não sabe o que aconteceu lá fora, só sabe que ele te quer por perto, e você aceita, mesmo quando começa a ter medo, mesmo quando percebe que tem algo errado demais com ele, e com você também.
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O som era alto, dava para ouvir do lado de fora do lugar, mas era uma parte deserta e rural, para não incomodar moradores locais e nem atrair a atenção da Klan.
A batida era alta, pulsando dentro da sua garganta, do seu peito e entre as tuas pernas.
A luz vermelha e a fumaça se espalham pelo teto industrial como uma névoa. Há uma sensação de abafamento, de calor, de vida, de corpos dançando, de línguas se enrolando e de mãos deslizando como serpentes.
Você está ali, no meio disso tudo, jogando com alguns amigos e esperando por ele.
Fuligem, ou melhor, Elias.
O nome queima atrás da sua nuca desde que ele sumiu na noite com aquelas três pessoas esquisitas.
Desde que ele te olhou e disse “me espera aqui”.
Com aquela voz rouca que você nunca sabia se era de cigarro ou de luxúria.
Mas você esperou.
Horas? Minutos? O tempo já tinha se dissolvido no álcool barato e no batidão sujo que fazia o chão vibrar.
Seu olhar subia para a parte entreaberta da sala vendo as pessoas da festa, você não sabia se era emoção da sua parte, mas você não conseguia evitar ficar preocupado com o sumiço do homem.
Ele estava armado, era alto, forte e tudo mais, só que mesmo assim você ainda achava perigoso.
“Qual é, cara? Vai jogar ou não?” Um dos homens mais velhos perguntou, fazendo você sair do transe e jogar outra carta na mesa.
Aqueles três apareceram inesperadamente, você nem mesmo tinha ideia de como eles chegaram ao local, afinal, os convidados foram chamados pessoalmente, sem pedidos espalhados para evitar chamar a atenção indesejada.
E então um som de assobio se faz no local, e ao erguer o olhar das suas cartas, você vê Elias.
Ele passou pela porta e falou com algumas pessoas. Os olhos dele pararam em você, fazendo sua garganta fechar. Você não sabia por que estava tão nervoso assim.
O homem o chama com a cabeça para sair dali e você se levanta, deixando as cartas e o seguindo para fora da sala.
“Ei, então, o que houve?” Você perguntou baixinho e ele ergueu sua mão e colocou algo nela, revelando algumas moedas de ouro “Nossa! Como?”
Ele apenas fez um som de concordância que veio do fundo da garganta.
“O quê? Eles querem alguma bebida com isso aqui ou algo do tipo?”
Ele apenas concordou novamente.
“Tem certeza? Bom uh, vá lá fora e fale para eles fazerem algo, porque…” sua voz foi silenciada pelo homem que colocou a mão na sua nuca, uma sensação morna, você não sabia se era a mão dele ou seu próprio corpo.
Ele te puxa pelo colarinho, você atravessa a multidão com ele, a música vira ruído de fundo, as pessoas nem notam ou talvez notem e gostem do que veem.
Porque você parece um cordeiro indo com um lobo, mas sorrindo, querendo.
Você percorre o corpo dele com seus olhos, a camisa dele estava manchada, meio aberta, olhos mais escuros, mais fundos.
Mais…mortos?
Provavelmente era só paranóia sua, você ficou tão nervoso quando ele saiu sozinho para conversar com aquelas pessoas que até mesmo sua bebida que você terminava em segundos, havia esquentado.
Mas agora ele estava aqui, na sua frente, e bem como nunca.
“Só fica calmo tá? Percebi que você tá nervoso, Fumaça não está aqui e nem viu a gente” O homem falou como se fosse óbvio.
“Ah? Não, não é por causa dele”
“Qualquer coisa que seja” Ele sussurrou “Fique calmo”
“Tá bem, eu só…fiquei nervoso ao ver você indo sozinho com aqueles três” Sua voz saiu quase em um murmuro, ele novamente segurou sua nuca e te puxou rudemente para um beijo.
Os lábios do homem pareciam te devorar inteiro, ele beijava seu pescoço e chupava o local com força, provavelmente iria ficar marcas, mas nada que você não pudesse cobrir com a gola da roupa depois.
As mãos dele foram rápidas para desafivelar seu cinto, você soltou um gemido envergonhado, arrancando um rosnado baixo do homem.
“Elias, você….rosnou?” Sua voz saiu ofegante, ele não deixava aberturas para perguntas ou ao menos olhar para ele.
Mas então o olhar dele encontrou o seu.
“Rosnar? Tem certeza que não está muito bêbado, querido?” Ele perguntou baixinho e deu um selinho nos seus lábios.
Querido?
Elias encosta a testa na sua, você sente o cheiro dele, doce, quente, algo errado, algo novo, algo que te faz querer cair de joelhos.
E sem dar tempo para uma resposta, ele segurou seus ombros e te empurrou para baixo levemente, te fazendo ajoelhar na frente dele, do mesmo jeito que você imaginou, era como se ele tivesse lido seus pensamentos.
Elias era tão bonito, seus olhos e rosto transbordavam desejo e outra coisa que você não sabia explicar o que era, mas você se sentia bem, porque ele estava direcionando tudo aquilo para você, todo o desejo no olhar e nas expressões faciais, todos os toques desesperados.
Era tudo direcionado a você.
Com a respiração presa na garganta, você viu Elias lamber os lábios, abrindo o cinto e o zíper.
O tempo pareceu passar mais devagar enquanto Elias gradualmente abaixava a calça e a boxer, revelando seu pau grosso.
Olhando para ele, Elias deu um sorriso travesso enquanto segurava firmemente seu membro ereto com a mão livre, acariciando-o deliberadamente à sua frente.
"Vamos amor, não posso esperar a noite toda" Elias murmurou para você, com o tom transbordando de expectativa.
Não querendo dificultar ainda mais, você se inclinou para mais perto, apoiando as mãos nas coxas dele enquanto começava a lhe dar leves lambidas na cabeça avermelhada do pau do homem.
Satisfeito com sua obediência, Elias acariciou seus cabelos com a mão livre, apreciando a sensação enquanto observava cada movimento seu.
Conforme o tempo passava, sua exploração se expandia, cobrindo o eixo dele com sua saliva e gradualmente o levando para dentro da sua boca, usando a língua para acariciar e provocar a cabeça sensível.
“Desse jeito..." Elias gemeu de prazer, cativado pelo movimento da sua boca.
Impacientemente, o homem te puxou mais para dentro, deslizando todo o seu comprimento em sua boca quente, empurrando suavemente os quadris.
Conforme ele empurrava mais fundo, seu nariz roçava nos pelos pubianos dele, e ele empurrou o pau para o fundo da sua garganta.
“Porra, eu tenho tanta sorte de ter você” elogiou Elias, enquanto aumentava a intensidade das estocadas, fazendo você engasgar levemente ao se afastar.
No entanto, a resistência se mostrou inútil enquanto ele te segurava firmemente, lágrimas brotando em seus olhos enquanto você tentava controlar seu reflexo.
Controlando sua cabeça sem esforço, ele agarrou seu cabelo, usando para guiar seus movimentos em seu pau como se você fosse um brinquedo.
Olhando para você, Elias gemeu de prazer enquanto se inclinava sobre sua cabeça, usando sua força para mantê-lo firme no lugar enquanto fodia sua garganta.
Os sons de suas chupadas e engasgos ficaram mais altos, levando o homem a querer gozar mais rápido.
"Vou gozar nessa sua garganta" Elias rosnou enquanto tentava se enfiar mais fundo, fazendo você apertar os olhos, fechando eles com força.
Ele estava sendo muito rude, muito rápido, mas algo que você não podia negar era que você estava amando cada segundo.
Agarrando-se às calças dele em busca de apoio, você se preparou ao sentir o pau dele se contrair.
"Não deixe cair uma gota sequer" Elias exige, enfiando mais algumas vezes em sua garganta antes que seu pau se rompa, sua cabeça jogada para trás de prazer, enquanto ele finalmente goza, enchendo sua boca, fazendo você engolir cada gota habilmente.
"Porra, você é tão bom..." O homem te elogiou mais uma vez, retirando o pau ainda duro e puxando seus cabelos delicadamente para avaliar sua concordância.
Com lágrimas escorrendo pelas suas bochechas, você olhou nos olhos dele, finalmente engolindo o resto de seu esperma antes de tossir e recuperar o fôlego.
Enxugando suas lágrimas, Elias acaricia suas bochechas, o polegar traçando o contorno do seu lábio, com uma força sutil, ele guia o polegar entre seus lábios, apoiando no centro da sua língua.
Enquanto segura seu queixo, Elias olha em seus olhos.
"Ainda não terminei com você..." Ele afirma, com um sorriso ameaçador crescendo em seu rosto.
“Por que você está sorrindo assim?” Você perguntou e o sorriso dele ficou mais doce.
“Eu amo você”
“O que?” Seus olhos se arregalaram incrédulos, ama? Ele te ama? “Como assim? Você nunca disse…”
“Eu sei, mas vamos ser honestos agora sim? É a nossa chance de falar o que temos guardado há tempos, você…não quer?” A voz dele saiu meio magoada, fazendo você se sentir péssimo.
“Não! Não, me desculpa, eu quero ser honesto” Você concordou rapidamente “É que veio do nada, então achei estranho mas…eu amo você também” Você falou olhando para o chão.
Fazendo o sorriso sinistro de Elias passar totalmente despercebido.
O homem então segurou seu braço e te levantou em um solavanco, encostando você em uma mesinha que tinha alí, ele então abaixou sua calça com cueca e tudo empurrando sua costas para você ficar empinado para ele.
A mão dele agarrou seu pau que já estava duro e necessitado há um tempo, um gemido rouco saiu de sua boca, fazendo você baixar a cabeça envergonhado.
“Shh, amor, não quero que eles venham aqui e estraguem a nossa diversão..." ele riu baixinho, você sabia que a música alta estava abafando tudo, mas mesmo assim a fala dele fez você fechar a boca.
E fechando os olhos, você tentou abafar os gemidos, mas ele não permitiu, ele estava brincando com você, queria que você não chamasse atenção…mas estava fazendo de tudo para que mais sons saíssem de sua boca.
Elias colocou a mão na sua garganta, apertando suavemente.
"Mantenha esses olhos abertos, querido, olhos em mim..." Elias exigiu, usando o polegar para estimular a cabeça necessitada de seu pau, continuando a te masturbar vigorosamente.
Por que ele está dificultando tanto? Ele queria que vocês fossem pegos?
Mordendo o lábio, você se esforçou ao máximo para abafar os gemidos enquanto Elias alimentava seu corpo com prazer em grandes ondas.
Conforme a tensão aumentava dentro de você, você começava a mexer as pernas e a enrolar os dedos dos pés.
Elias percebeu e começou a te masturbar com força, sabendo que você estava prestes a gozar.
Você estava tão perto do êxtase quando ele parou abruptamente, tirando a mão da sua ereção.
"Ainda não!" Disse ele, apertando um pouco sua garganta antes de soltar, fazendo você olhar para trás.
Então, ele começou a se despir lentamente, revelando seu corpo musculoso, jogando o terno e o paletó no chão, você finalmente pôde ver seu corpo, Elias era bem definido.
Você não conseguia deixar de se sentir frustrado por um homem como ele ter sido abençoado com um corpo assim, era tão injusto o quão gostoso ele era.
Você ficou lá, observando atentamente enquanto Elias desabotoava descia mais sua calça empurrando-a impacientemente para baixo junto com sua cueca para deixar seu pau mais livre para movimento.
O homem cuspiu nos próprios dedos, provocando sua entrada antes de enfiar lentamente até o fim quase atingindo sua próstata, não era a primeira vez que vocês transavam, mas você ainda não estava acostumado, os dedos dele já te satisfaziam muito e te preenchiam totalmente.
Então imagine o que o pau dele podia fazer, seu quadris se moveram e você tentou se ajustar mas, você foi rapidamente dominado por Elias, que envolveu a mão em volta de sua garganta, forçando-o de volta para a mesa, enquanto sua outra mão trabalhava te masturbando com força, o homem dedilhava seu buraco com precisão.
Mais e mais gemidos saiam de sua boca, você não conseguia ficar quieto, mas ele também não estava ajudando em nada.
"Fique parado, amor" ele apertou sua garganta firmemente como um aviso.
Os dedos que estavam te masturbando foram retirados lentamente de dentro de você te fazendo soltar um suspiro com o vazio que ele deixou.
Elias apertou sua cintura e se posicionou, ao sentir o calor de sua cabeça, você sabia que não estava totalmente preparado.
O homem observou atentamente enquanto ele lentamente inseriu a ponta, colocando a mão em sua bunda, ele empurrou para frente abruptamente, seu pau te preenchendo completamente e te fazendo ofegar.
"Porra, querido" Ele disse enquanto empurrava lentamente, observando-se desaparecer dentro de você.
“Elias…é demais” você gemeu, ainda não acostumado com o tamanho dele.
Mas Elias não se importou nem um pouco enquanto começava um ritmo brutal de estocadas profundas.
Fechando os olhos com força, foi estranho tê-lo dentro de você com tanta rapidez, mas logo seus movimentos trouxeram prazer quando ele atingiu seu ponto G e beijou sua próstata a cada estocada.
Você odiava que ele pudesse lhe trazer prazer assim, sendo tão rude, e incapaz de se conter por mais tempo, você começou a gemer, e Elias respondeu silenciando você, cobrindo sua boca e nariz com a mão e intensificando seu ritmo brutal em seu buraco apertado.
"Hah, aposto que seu ex-namoradinho nunca se compararia a mim" ele provocou, dando-lhe uma estocada forte a cada palavra.
Pensamentos sobre John invadiram sua cabeça, e você se perguntou por que ele estava mencionando ele do nada? E com raiva de si mesmo pelo fato de Elias estar certo, ele nunca foi capaz de agradá-lo, não assim.
O homem rosnou baixinho, inclinando-se ainda mais para perto de você, ele colocou a mão sob a parte de trás de seu joelho, empurrando para cima da mesa, abrindo mais você e iniciando uma série de estocadas brutais.
Este homem ia te matar com o pau dele.
Elias se chocava contra sua próstata a cada estocada, se deleitando com os gemidos que saíam de sua boca e os ruídos vindos do seu buraco guloso.
Seus olhos começaram a revirar devido à falta de ar e ao prazer intenso, a sensação dentro de você se intensificou, uma mistura de prazer e dor, céu e inferno, incapaz de emitir um som, mas sentindo tudo.
"Isso mesmo amor, goze em todo o meu pau, e depois disso….iremos ficar juntos, a gente vai ficar junto, vai ser melhor pra você" ele rosnou de uma maneira mais animalesca te fazendo franzir as sobrancelhas e fechar os olhos fortemente.
Você sentia algo quente escorrer dos seus ombros e descer pelas suas costas, ele pressionava o nariz contra seu pescoço, respirando pesadamente e inalando seu cheiro com força.
E como se fosse uma deixa, seu pau se rompeu, o orgasmo te invadindo enquanto você tentava exalar um gemido, deus olhos reviraram para trás enquanto sua entrada o apertava com força, sem nunca querer que ele fosse embora.
Elias lambeu os lábios, apreciando o aperto delicioso que seu buraco lhe dava, porém, ele estava longe de terminar.
Ele saiu do seu corpo exausto e descobriu sua boca, fazendo você ofegar como um peixe fora d'água.
Sem lhe dar muito tempo para se recuperar, Elias te puxou e te deitou em um monte de panos que tinha alí, te fazendo ficar de frente para ele.
Ele tirou sua calça totalmente e jogou para o lado, abrindo suas pernas, e agarrou um punhado do seu cabelo e puxou para trás.
Com a outra mão, ele levantou seus quadris e abriu ligeiramente suas coxas, criando um arco profundo em suas costas.
"Assim mesmo" elogiou Elias, apertando a gordura da sua bunda.
Sem hesitar, ele rapidamente se realinhou e entrou em seu buraco dolorido mais uma vez.
Você estava cansado demais para se mexer, enquanto Elias manobrava um dos seus antebraços e o acima da sua cabeça.
Você se sentiu um idiota por achar que ele tinha terminado com você antes, ele nunca se conformava com uma rodada só.
O pau dele encontrou todos os pontos certos dentro de você mais uma vez, estabelecendo um ritmo implacável.
Com o rosto molhado de lágrimas de prazer, seus gemidos safados abafados, Elias riu baixinho.
"Sabe amor, você é incrível, e é meu….só meu" Ele rosnou, enfatizando cada palavra com uma estocada ainda mais forte.
Tudo o que você conseguia fazer era gemer como um animal no cio, sua bunda emitindo ruídos obscenos, com o tempo, os grunhidos de Elias se aprofundaram, seu foco se intensificou.
Inclinando-se um pouco mais fundo, ele se abaixou, estimulando seu pau que estava vazando pré-gozo, algo que você nem havia percebido até ele tocar, te excitando ainda mais.
"Eu sei que você pode gozar mais” Ele sussurrou no seu ouvido, suas mãos se soltaram do aperto dele e abraçaram suas Costas fortes, arranhando com força descontando todo o prazer que ele estava lhe proporcionando.
“Não consigo" Você gemeu de frustração, lutando para falar, suas palavras abafadas pela sua respiração ofegante e pelo ritmo das estocadas dele.
Infelizmente, Elias estava certo, seu corpo não te ouvia mais, sucumbindo ao prazer, um orgasmo alucinante tomou conta de você, seu buraco se apertou avidamente em volta do pau do homem, puxando ele para mais perto de seu próprio orgasmo.
Sentindo o aperto que você tinha em seu pau, Elias se enrolou com força, empurrando desleixadamente enquanto se concentrava em seu orgasmo.
“Você consegue, querido" ele rosnou, seu pau agora se contraindo dentro de você, em uma estocada final, Elias empurrou contra sua próstata, um rosnado baixo escapou dele quando ele finalmente gozou dentro de sua entrada.
Você sentia sua bunda arder, mas não por causa da penetração e sim pelo fato de que Elias estava segurando com força.
Muita força.
Você sentia as unhas dele arranharem e praticamente rasgarem sua carne levemente, te fazendo gemer de dor.
“Elias! Ei….isso dói” Você gemeu tentando empurrar ele, suas pernas se fecharam quando ele se retirou de dentro de você.
Você segurou o rosto dele e ele te encarou, um brilho sinistro em azul se formava em suas íris.
Seus olhos se arregalaram e você rapidamente lembrou das histórias que Annie te contava.
Não.
Não.
Não podia ser, ele não.
“Elias!” Você empurrou ele com força o fazendo tombar um pouco para o lado, mas ele rapidamente se recuperou e foi para cima de você.
Você tentou se virar para levantar mas ele ficou por cima de você, o peito dele pressionando contra suas costas enquanto você estava preso de bruços, entre ele e o chão daquele lugar.
O pânico tomou conta do seu ser, você tentou se mexer mas parecia que tinha uma parede pesada em cima de você, seus solavancos não causavam nada nele.
O homem rosnava e você conseguia ver a saliva dele caindo ao lado do seu rosto, fazendo seu rosto se contorcer em nojo e desespero.
“Eu tentei….eu tentei me controlar, mas você não ajudou” Ele falou de forma incoerente, rosnando e babando ainda mais “Mas isso não importa agora, nós vamos ficar juntos de qualquer maneira, eu, você, Remmick e os outros.”
Remmick?
Quem era Remmick?
Aquele esquisito que estava lá fora?
“Elias, porra, me solte!” Sua voz saiu em um desespero anormal, lágrimas finas brotando no canto de seus olhos, você não podia se dar ao gosto de chorar agora, não nessa situação.
Um forte cheiro metálico, misturado com suor, invadiu seu nariz.
Os olhos dele brilharam em azul de novo, que penetravam o fundo de sua alma, ele então abaixou a cabeça.
Preso no chão, você sentiu um rasgo na altura do seu pescoço, depois uma enxurrada úmida escorreu pelo seu pescoço e ombro, sujando o chão.
Você se debatia, se contorcia, tentava empurrar o corpo de Elias que te prendia no chão.
Você estava com a visão turva e quando mais você se mexia, mais a dor aumentava, você tentava não prestar atenção no som de algo sendo mastigado, se não você iria surtar de vez.
Mas você tinha certeza que aquilo que estava sendo mastigado era seu pescoço.
Porra.
Você ia morrer.
“Elias…me solta” sua voz saiu em um sussurro que adentrava os ouvidos surdos.
O homem rosnava como um animal, e você simplesmente desistiu.
Ficando quieto.
Deixando ele se deliciar com sua carne e seu sangue.
Sua mão fraca se ergueu e segurou a cabeça do homem, que te abraçou com mais força enquanto fincava os dentes ainda mais fundo, se é que isso era possível.
Você tossiu, e tossiu, vendo sangue sair de sua boca, e você sentia o lado da sua garganta estar praticamente aberto.
Lágrimas escaparam de seus olhos e os mesmos se fecharam lentamente, você não queria, mas sentia a escuridão te invadindo.
“Você está a salvo agora…eu salvei você…e irei salvar todos os outros” A voz de Fuligem saía ofegante, como se estivesse fora de si.
Essas foram as últimas coisas que você ouviu do homem, antes de sucumbir em um vazio profundo, se deixando levar pelo cansaço e pela fraqueza.
@baruque-yo
Pecadores (2025)
Sinners ver mais+(more)
posters by: @totoart_mx; Alessandro Montalto; Cole Vierra; Jason Westlake; Rafael Caban @justralphyyy; Shawn Mansfield @shawnmansfieldart; thedanbit; Matt Taylor @matttaylordraws
Jamás el cielo comprenderá cómo dos pecadores insensatos como tú y yo logramos escapar más allá del paraíso y del mismísimo Edén con tan solo una llamada y unas risas nocturnas en medio de la noche desolada; creando luz allí donde solo abundaba la oscuridad, aun cuando no teníamos ni un solo fósforo entre las manos. ¿Acaso la esperanza nació del vacío de nuestros corazones, que sin querer comenzaron a latir al mismo ritmo? No lo sé, dímelo tú. Dime si podremos volar tan alto sin caer en el intento; si estas brasas arderán para nunca apagarse y si llegaremos a reinar sobre nuestro propio mundo inventado, uno donde el dolor jamás consiga alcanzarnos. Un mundo donde nosotros mismos no necesitemos preguntas, y mucho menos respuestas, porque todo ya se conoce; y el silencio reina por encima del sonido de pronunciar aquello que ambos sabemos, pero que nadie más logra comprender.
Beyond Eden, Beyond Us — from Letters Never Meant for Heaven