A descoberta de uma parte da própria origem — sabendo ela que muito ainda estava encoberto pela teia construída pelos próprios familiares — era suficientemente capaz de fazê-la esquecer-se que não se encontrava em Hyacinthum por motivos pessoais. Contudo, a resposta que dera à própria consciência, e às vozes interiores que se repetiam em alerta, fora um sorriso sugestivo para @penadinhc. Estava transitando pelas dependências da instituição quando o vira deixar uma de suas aulas. A monegasca entrara em uma sala vazia e quando o colombiano passara, puxou-o para dentro, fechando a porta atrás do corpo alheio, pressionando o outro contra a mesma. “Eu sabia que você viria.” O proferir da vermelha fora feito em um sussurro contra os lábios alheios, roçando-os com os próprios a fim de instigá-lo. A interação com Draco e como ela fora construída não começara naquele ponto, contudo, atualmente ela possuía um quê mais interesseiro. Outrora, era apenas um momento a fim de saber mais sobre o outro e suas relações com os demais nobres, já agora, Lloris desejava saber algo que a levaria para o que sempre desejou desde que era uma menina: saber quem havia matado seus pais. E Draco iria dar a ela isso. “Quanto tempo você passa cortejando essas garotinhas quando eu não estou por perto?”

















