Problematic Fave: Penny Hu
Vou pedir desculpas e dizer que foi TUDO CULPA DO LK SENTADO NAQUELE VÍDEO.
Era pra ser uma tarde tranquila de quase final de semana para Penny, daquelas que ela não tinha mais nada pra estudar, nada pra fazer na rua, e podia ficar em casa fingindo que o resto do mundo não existia e que nada mais importava, até ela decidir que aproveitar a luz tarde ia ser uma boa pra tirar algumas fotos de lingerie e atualizar seu anúncio de acompanhante de luxo.
Algo que fazia parte do trabalho e ela fazia sempre, sempre que achava um conjunto romântico e cor-de-rosa bonito suficiente pra ela gostar e comprar, e sempre que ela realmente precisava se produzir na frente do espelho pra renovar seu acervo de fotos bonitas pra agradar os olhos de outras pessoas. Levou mais de uma hora arrumando tudo, incluindo um canto confortável em sua sacada pra isso, tendo plena consciência que não ia usar nem dez fotos das cem que ela queria tirar, até ouvir uma batida na porta e pensar duas vezes se devia abrir.
Ela tinha certeza que não estava esperando uma entrega, assim como tinha certeza que não eram suas vizinhas do lado e nem um outro morador daquele prédio antigo. Seus clientes não tinham permissão pra subir depois do lobby lá embaixo e duvidava muito de crianças enchendo o saco, então escolheu nem se incomodar. Até ouvir de novo, de novo e de novo como se a pessoa do outro lado estivesse desesperada.
Se vestiu com o primeiro moletom achado e que parecia cobrir até metade de suas pernas, antes de ir até a sala e se inclinar pra ver no olho mágico um rapaz que ela nunca tinha visto na vida, mas que parecia totalmente inofensivo, mas nem por isso ela soltou sua taser ao abrir a porta e começar a falar com ele.
— Se isso é sobre a Minnie, olha, eu acho que ela ainda tá na escola ou treino de líder de torcida. — O que era a opção mais plausível, já que esse pessoal que tinha sua vizinha adolescente como header sempre confundia as portas. Estava mais do que acostumada. — Eu vendo outro tipo de chá.
Depois disso, jurou que a próxima coisa que ia fazer era fechar a porta e deixar ele lá sozinho com todas aquelas informações, até parar pra analisar seu visitante indesejado com mais atenção.
A primeira regra que ela tinha, era de nunca levar meninos pra casa, fossem amigos ou clientes ou qualquer outra coisa, mas com aquele rostinho bonito e olhando pra ela como quem não tinha tido a intenção de perturbar, Penny de perguntava se ia ser tão ruim oferecer abrigo pra ele até Minnie voltar.
— Mas você pode entrar pra esperar, se quiser, eu não me importo e você não vai perder sua caminhada. — Emendou depois de um tempo, oferecendo um sorriso bonito e abrindo espaço entre ela e a porta. — A gente pode tomar outro, outro tipo de chá, se você quiser.
Porque outra regra que ela tinha, era de nunca, jamais, ficar com homens naquele apartamento que ela considerava seu templo de descanso e reclusão sagrada, então quando ofereceu para Yeosang Lee chá camomila e que eles podiam fazer na mini cozinha dela juntos, era mesmo sobre tomar chá de camomila e jogar conversa fora, até ela entregar uma xícara pra ele e se apoiar na bancada extremamente limpa entre os dois.
— Você vai se sentir melhor, confia. — Sabe-se lá Deus como eles tinham ficado tão perto um do outro de novo, a ponto dela conseguir ver qual tipo de castanhos eram os olhos dele, mas a proximidade tinha deixado ela tonta e muito, muito corajosa. — Se não for suficiente, eu posso te dar um chá.
Do tipo que ela oferecia de verdade, e se ele acabou aceitando, era porque queria mesmo, fazendo Penny quebrar sua última e principal regra no meio daquela cozinha: ela não beijava clientes, nem meninos que ela não conhecia, mas teve esse pensamento voando pela janela ao sentir os lábios dele nos seus e como foi praticamente possuída por eles até perder o ar. Ele beijava bem, ele sabia exatamente o que estava fazendo e ela se sentiu derreter contra sua boca de uma só vez.
Ela podia abrir exceções para Yeosang Lee naquela tarde, ela ia muito abrir todas as exceções que precisasse só pra ele.
No momento seguinte, eles estavam na cama dela, no quarto dela, depois de ter derrubado um monte de enfeites e quadrinhos pelo caminho e terminar com ela por cima em seu colo e ele gemendo por baixo, tentando tirar o casaco dela a todo custo até se deparar com o conjunto de lingerie cor-de-rosa, aquele conjunto de lingerie cor-de-rosa, que ele com certeza deve se perguntar se foi intencional.
— Mas não é, eu ia tirar umas fotos. — Ela diz com doçura, o puxando pra um beijo profundo e lento, antes de se afastar por ar e pra provocá-lo mais uma vez, esfregando a buceta nos jeans dele de um jeito quase desesperado. — Se eu soubesse que você ia bater na minha porta e me comer, eu ia ter atendido pelada.
Porque ele era gostoso, fofo e tinha tratado ela com muito respeito e consideração antes deles se beijarem, e se tinha uma coisa que deixava ela molhada (de verdade) e atraída (de verdade também), era um cara gostoso, fofo e educado que não a tratava como um suvenir mesmo depois dela dizer que era trabalho dela. Porra, ele merecia horas do tempo dela só de ter cogitado não entrar no apartamento, mesmo depois do convite, por ela estar sozinha. Consentimento era gostoso pra caralho.
Ela adorou se desfazer de todas as roupas dele e beijar cada centímetro de pele disponível antes de envolver o caralho dele com a boca, tomando o cuidado de beijar e sugar a ponta antes de começar a chupar todo o comprimento devagar, levando seu próprio tempo pra sentir o peso dele na língua e o quão duro ele se sentia dentro da boca dela.
— Você pode me tocar, sabia? — Penny diz com um sorrisinho convencido, punhetando o pau dele com uma mão, usando a outra livre pra desfazer o próprio sutiã depois de anos de prática. — Eu quero você me fodendo de todos os jeitos.
E como ela amava alguém que sabia puxar seu cabelo direito e fazer ela gemer pelo aperto de controle, a ponto dela o mamar de forma faminta, o levando até o fundo antes de bater com a ponta em seus lábios molhados e depois o bico dos seios pesados, envolvendo o cacete dele entre os volumes macios e quentes como parte do serviço, só porque ela sabia que era uma parte sua que agradava as pessoas e ela mesma sabia como fazer gostoso, apertando os seios com as mãos e criando o atrito perfeito.
Ouvir ele gemer deixava ela escorrendo pelas pernas, mas nada comparado ao quão bonito ele ficava enquanto fazia isso, assistindo o jeito que ela o chupava a cada movimento fora do aperto dos peitos dela, deixando ela mesma desesperada pra sentir ele na buceta. Ela quer ele gozando em cima dela, enchendo sua boca e peitos de porra, e não para de o chupar e esfregar até conseguir um jato quente, lambendo cada gota pra não desperdiçar, passando a língua pelos lábios antes de esfregar as pernas dele com as mãos delicadas.
— Eu disse que você ia se sentir melhor — sussurrou em um tom doce, como se fosse sobre o chá de camomila e não as coisas imundas que ela tinha acabado de fazer, ao se sentar no colo dele de novo e envolver seus ombros com os braços. — Mas sabe o que vai te deixar ainda melhor?
Ela prova que não esqueceu do cacete dele ainda duro e ereto, quando envolve o comprimento com uma das mãos e esfrega a buceta coberta pela calcinha fina nele, fazendo questão de olhar em seus olhos ao empurrar o tecido pro lado e encaixar no buraco encharcado, sentindo um arrepio percorrer todo o corpo dela assim que ela desce em cima dele e sua cabeça fica vazia com cada centímetro sendo empurrado dentro.
— Porra, você é tão… — Grande, definitivamente o maior e mais grosso que ela já tinha pegado, a ponto dela sentir as próprias pernas tremendo sem nem mesmo ter sentado completamente em cima dele, movendo os quadris devagar, o apertando e sufocando por dentro com força. — Tão, tão bom.
Era ainda melhor quando ela quicava rápido e forte nele, constatou isso bem rápido, depois de começar a subir e descer naquele pau duro com as mãos apoiadas nos ombros dele, tendo o momento de sua vida montando naquele homem gostoso e que achava ela uma grande gostosa também. Penny tinha certeza que aquela era a melhor foda da vida dela, só pelo jeito que ela não conseguia parar de sentar e gemer alto, sentindo sua buceta vazar de tão molhada e como os seios não paravam de pular na frente do rosto dele. Ela amava o aperto de posse dele em sua cintura, e depois como ele apertava sua bunda com tanta força, aproximando ainda mais os dois até sentir a boca dele na pele sensível dela, beijando, chupando e marcando tudo com os dentes.
Penny não só não se importa com ele a marcando, como tem certeza que não vai se preocupar com isso pelos próximos dias se continuar dando daquele jeito e como ela vai ficar exausta demais até pra sair de casa.
— Por favor, não para… Você é tão bom com a boca. — Tão bom que ela desacelera e usa uma das mãos pra acariciar os cabelos dele, enquanto o deixa afundar o próprio rosto nos peitos dela, rebolando devagar com ele profundamente empalado dentro, sentindo um prazer tão grande que acha que vai começar a chorar.
Aquilo fica mais íntimo do que ela espera, e quando percebe, está deitada na cama e por baixo dele, as pernas abertas e apoiadas uma em cada lado de sua cintura, enquanto ele afunda o caralho na buceta dela em um ritmo perigosamente lento e forte ao mesmo tempo, porque de repente eles não conseguem parar de se beijar enquanto fodem e aquela é a única posição e jeito que dá pra fazer os dois ao mesmo tempo. Penny acha uma delicia como ele não deixa ela sem beijos e nem implorando pela rola dele, porque consegue satisfazê-la com a língua acariciando a sua e metendo tão gostoso ao mesmo tempo que faz ela ver estrelinhas.
— Se continuar me comendo assim, não vou te devolver pra Minnie — Sussurra rápido e ofegante, a respiração tão superficial que ela esquece daquilo no segundo seguinte quando ele volta a investir estocadas mais rápidas e pesadas, arrancando todo tipo de gemido e gritinho manhoso dela. — Fode mais, não para de meter. Yeosang, por favor.
Era incrível como aquela era a primeira vez que ela dizia, ou gemia desesperadamente, aquilo pra valer e de verdade, desesperada ao ser atravessada e perfurada por ele até conseguir ouvir a umidade da própria buceta e como as bolas dele não parava de bater contra sua bunda. Ia ser a tarde mais longa da vida dela, mas porra, ia valer tanto a pena.
E era incrível como ela conseguiu levar ele até a porta depois de ter a buceta arrombada pelo menos duas vezes naquela tarde toda, se sentindo exausta mas também feliz e com a pele muito melhor, só pra se despedir de seu hóspede temporário com um beijinho na bochecha e um grande não quando ele tentou pagar pelo momento que eles tinham tido ali.
— Eu vou considerar isso como um encontrinho, a gente até tomou uma bebida antes de ficar — Penny diz com doçura, abrindo um sorrisinho meio fofo, meio triste também, porque sabia que eles nunca mais iam se ver. — Só para de usar essas porcarias… Você parece um cara legal. Eu tenho certeza que você é.
Ele com certeza ele era um filho bom, um amigo ainda melhor e ia servir de bom companheiro pra outra menina, ela tinha certeza de verdade, e era por isso que ela também sabia que eles nunca mais iam se ver.















