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Borboletas no estômago
Sempre quando estou com você Borboletas no estômago Não sei o que fazer Borboletas no estômago Me entrego sem saber Ao rio do prazer Borboletas no estômago Que encontrei em ti sem querer
O parabéns de um grande amigo (que pôs um sorriso na minha cara)
"Tudo começou na... pera não lembro que série que você começou a falar comigo. Acho que foi na sétima. (Não foi na sétima, foi na oitava) Bom, de cara já pensei, que menina dahora. Era quieta. E legal. Não parava de falar de harry potter, e tinha começado a ler percy jackson. Nesse ano não era tão seu amigo. Você era mais amiga do fabricio. Eu era coadjuvante. Mas, na oitava, ainda era uma sombra. E de vez em quando você falava comigo. Foi na oitava ou no primeiro ano que chegou a Paula? (No primeiro) Não lembro k mas quando ela chegou você mudou muito. Nessa época já havia bastante amizade. E você começou a fazer outras. Mudou drasticamente. Cresceu. Mais ou menos...Mas hoje, acho que somos amigos né? (Óbvio né, guri!) E bom, como disse para a nayara uma vez: Eu tenho muito problemas mas tem pessoas que não importa o problema, que se eu ver, e ela abrir um sorriso, ou se quer falar comigo, Muda o meu dia. Eu chamo essas pouquíssimas pessoas de meu Sol móvel kk não que seja meu. Queria que fosse, assim seria muito feliz. Mas você é um sol enorme, de luz que não seria apagada nem por mil baldes de agua kk luz que cria alegria em mim. E me faz sorrir em uma manhã de segunda, um sorriso involuntário, mas com todo sentido. Que você é especial. Suas manias, seu jeito, suas chatices, e lilianzices, tudo por mais que seja chato, me faz pensar: que bom que te conheci. Não sou de falar muito. Mas quando falo não paro k realmente. Hoje, sua luz aumentou. E você esta banhando seus planetas em sua via láctea com seus raios de alegria e felicidade, e amor, paixão, e lilianzices kk obrigado pela sua existência, e parabéns por mais um ano dela. Não quero falar mais, porque vai achar que to apaixonado por você kkkkkkk mas admiro muito você. Obrigado. E parabéns."
Campinas, São Paulo - 30 de Julho de 2015
O QUE ACONTECE?
‘’O que acontece?’’ Ele dizia à mulher. Ao menos foi o que entendi pela leitura labial que fazia.
Ele. Que não sei o nome, sobrenome ou apelido, mas sei que é vivido. Óculos e indícios de calvície, alto e feição acolhedora. Tanto que até eu fiquei com vontade de receber aquele abraço que Ele dava na mulher com o rosto afundado em seus ombros e chorava. Na calçada a uma distância de mais ou menos uma pequena garagem do barzinho. ‘’Barzinho pobre’’, pensei, mas, repensei e não existem bares pobres. Devido ao grande numero de infelizes no mundo para afogarem suas magoas na bebida, ou até mesmo festeiros comemorando novos empregos no happy hour do sábado à tarde.
Mas isso não interessa. Interessa saber o porquê das lágrimas tal mulher, que não me convém descrevê-la no momento, derramava. Prefiro deixar em anonimato, como um mistério que para a sua tristeza, caro leitor, não revelarei. Morrerá comigo e com Ele.
‘’O que acontece?’’ repetia Ele inúmeras vezes.
Também gostaria de saber, mas não com o intuito de ajudar, pois, essa missão fora dada a Ele naquela situação. Gostar-me-ia apenas alimentar minha incessante curiosidade.
Quais eram os motivos de lágrimas quererem escorregar em sua face? Não sei, e não saberei, mesmo que ela em voz baixa e soluçante dissesse a Ele.
Do vidro para dentro só eu prestara atenção naqueles dois. Naquele casal de amantes, amigos, colegas juntados ou não pelo destino.
Finalmente ela limpou o rosto encharcado e sibilou algo.
Droga de transito, droga de ônibus que resolveram andar neste exato momento! Justo agora que Ele com ela captaram minha atenção em meio à reclamação de que não chegarei tão rápido em casa. Agora pergunto eu: O que acontece? O que acontece quando o ônibus começa a andar me levando para longe de meus desconhecidos?
Mistérios que morrerão com eles e não mais comigo.
Ocorrido na tarde do dia 15 de maio de 2015.
eu me arrependo
toda vez
que falo com ele
me olhas como
se fosse
uma mosca, um inseto
indesejável.
queria me igualar,
não à mosca,
mas a tal desprezo.
vou fugir
fugir pro desconhecido
e desconhecida
me tornarei
para ele
desconhecida eu apenas
serei.
your sex takes me to paradise
delírio prazer nossos corpos juntos minha pele se misturando com a tua a ideia de ser uma contigo e quando estou longe sinto como se tivesse sido trancada para fora do céu
Meu primeiro texto "aceitável". Tenho vergonha dele mas salvarei aqui.
Sonhar, uma palavra tão bela porém não sabia se poderia ter o luxo de sonhar. Desde pequena sonhara muito, nunca pensou que isso fosse ruim pois ouvira várias vezes que sonhar era bom. Era. Nunca avisaram que a realidade é dura e cruel, apenas com o tempo e com suas quedas aprendeu, de um jeito doloroso pode-se dizer. A menina que via tudo de um modo simples, que acreditava que tudo era possível foi embora deixando em seu lugar uma que desconfiava de tudo que a vida lhe oferecia, que via as coisas ao seu redor de outro modo. Parecia que nunca houvera esperança em seu coração. De tanto cair, acomodou-se com o lugar e por ali ficou. Lembrando-se de todos os seus sonhos e de tudo o que havia escrito, viu-se em lagrimas. Um misto de sentimentos invadira seu peito, como deixou que isso acontecesse? Em meio aos seus pensamentos encontrou aquela antiga menina cujo os sonhos e a esperança não morreram. De repente pensou na possibilidade de voltar atrás, pensou em uma segunda chance. Teria ficado louca? Talvez. Mas mesmo assim continuava disposta a mudar. De alguma maneira a esperança renasceu dentro dela. Estaria voltando aquela menina sonhadora? Provavelmente sim. Cansada das noites em claro chorando, cansada de suas feridas levantou-se do chão jurando que não desistiria nunca mais, poderia morrer lutando. Havia nela agora a vontade de viver e não apenas sobreviver, juntou todos os seus planos, sonhos e expectativas. Olhou os céus como se lá procura-se por forças e encontrou. Se sentia forte como nunca fora antes. Naquele momento teve certeza que seria feliz, e estava certa.
29/11/2013