era com os músculos dos braços latejando, as batatas das pernas doloridas, o nariz sujo de farinha e a dignidade estraçalhada no chão que sunmi levantou uma das mãos pesadas para abrir derrotadamente a porta da casa de @thebakeryerin “aish, me desculpe pela hora... não sei o que tinha na cabeça pra não ter passado aqui mais cedo e pedido ajuda antes de quase explodir a minha cozinha” em condições normais de temperatura e pressão ela não entraria na casa da outra sem bater, mas yerin já tinha dado aval pra isso ao confirmar que a ajudaria com aqueles cookies e ela, honestamente, não conseguiria ficar mais um segundo em pé com aquele monte de ingredientes pesando em sua outra mão cansada “provavelmente nada, o mesmo nada que eu tinha quando resovi falar pra minha chefe que sabia cozinhar... tem certeza que eu não vou te atrapalhar, né?”















