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Phobias
One of the most famous dive sites in the Southern Pacific was also put into the Top 10 Dive Locations in the World' by U.S. Divers magazine. The name is Rainbow Reef and it definitely lives up to it with the large array of colorful and not so colorful arrangements of coral. The Rainbow Reef is located in the Somosomo Strait between two of Fiji's largest islands, Taveuni and Vanuva. The entire reef system surrounds many of Fiji's shore in the fringing formation with some flat-topped platform and barrier reefs as well. With 1,200 different kinds of fish for 467 species of mollusks and 298 species of hard coral, it has many interesting dive sites that are popular for natives and tourists alike. It has also been called the soft coral capital of the world due to how many species of soft coral are located there, being fed by the Somosomo Strait that passes through it.
Of the many dive sites that can be found in the Rainbow Reef, the Great White Wall is the most well-known. The Great White Wall was named as such because of the vast amount of white and very light blue coral covering the entire thing. Along this white wall are a number of tunnels and caves as well as a dive threw that goes 80 feet down. When you get really close to the coral on the wall, it isn't actually white. The true color ranges from light purple to light blue, pink, and sometimes orange. From afar, the white is overpowering of the oranges and pinks, but in some areas the orange and pink are just bright enough to be seen from a distance. The deeper your eyes follow the wall into the abyss, the more lavender the wall looks until it is just blackened shadows. As for sea life surrounding the magnificent place, soldierfish, squirrelfish and fairy basslets can all be found hiding and swimming around the white looking coral.
The second most popular dive site within the Rainbow Reef of Fiji is a place called Potluck. When diving down to this particular spot, the area is filled with fish from Jacks to small Barracudas and large schools of Parrot fish. The Parrot fish are more colorful here than in other places as they even have pure purple Parrot fish. The ever changing species and numbers of fish throughout the days and seasons are what made this area into the Pot Luck. The area's dept ranges from 8 to 27 meters throughout the area and has three bommies or coral columns. As you swim around this area you will see a fair amount of staghorn coral, table top coral, and some giant clams as well as fans throughout the dive.
As for known information on the Rainbow Reef, there isn't much in comparison to other ones around the world. Many of the scientists who study the Somosomo Strait and reefs around Fiji are also avid divers. Of the multiple species they study, two of the most recent have been the Butterflyfish and different species of sharks. The reason they study the Butterflyfish is because of how many of them are around the world as well as usefulness as an indicator species for studying the reefs. They show up most often when the ecosystem of a reef is healthy and large in size. There are 116 species of Butterflyfish around the world and 6 of those reside in Fiji. As for the shark count, around 800 sharks were accounted for in the last census, averaging one shark per dive. 5 species were recorded in the reef waters including the whitetip reef shark, tawny nurse shark, leopard or zebra shark, blacktip reef shark, and grey reef shark.
All in all, the Rainbow Reef of Fiji seems like a very interesting place to dive with all the different various colors, shapes, and varieties of coral as well as fish alike. Personally, I was excited to read, watch, and learn about the Rainbow Reef because ever since I was a little girl I had seen Fiji on a map and decided I wanted to go there one day. After finding out more about it over the years, I wanted to travel there even more. Now that I have found out more about the diving experiences there as well as the grand views that can be seen, I would love to visit after acquiring my diver's certificate so that I can see all that I've read and wrote about.
[ sources ]
Acessibilidade e Educação
Cada vez mais o ser humano vive em ambientes artificialmente edificados, nos quais inclui-se sua moradia, seu trabalho, o transporte que utiliza e, inclusive, seu lazer.
Este ambiente deveria ser amplamente acessível, de tal modo que pudesse ser utilizado com segurança e eficácia pelo maior número possível de pessoas, sejam deficientes ou não. Este conceito implica que se deve ampliar o termo "estándar", utilizado no desenho em geral, utilizando o conceito de maneira que dentro dele tenham lugar a diversidade de pessoas que habitam ou utilizam um determinado entorno.
Hoje, sem muita diferença dos séculos passados, seguimos edificando nossos espaços para um ser humano padrão, ignorando dimensionamentos e exigências diferenciadas - seguimos construindo nossas cidades “como se não existissem os surdos, os idosos que, com a idade caminham devagar e com dificuldade,los cegos, as pessoas com muletas, as crianças...”
Mas as barreiras existem e alcança a todos – a diferença é que e algumas delas são parcialmente solucionadas, às vezes, eliminadas para alcançar todas as pessoas (como subir ao 20º piso de um edifício sem o auxílio de um elevador?). Outras barreiras são ignoradas pois dirigem-se a uma parcela deste universo. Mas não há como negar que se corredores amplos, corrimãos duplos nas escadas, pisos antiderrapantes são necessidades para as pessoas com deficiência, as crianças e os idosos, facilitam a vida de todas as pessoas.
Portanto, falar de acessibilidade não significa pensar “somente” nas necessidades das pessoas com deficiência, e nas necessidades dos idosos. Ao contrário, falar em acessibilidade é projetar de forma inclusiva pensando em qualidade de vida para toda a população.
Identificar barreiras e eliminá-las é um processo longo que passa por várias etapas, destacando-se entre elas a capacitação e a sensibilização dos profissionais que lidam com público, o sentido de eliminar preconceitos, criando uma nova consciência que valorize e integre o o ser humano por suas capacidades e que não o menospreze por suas deficiências.
O panorama descrito aparece no ambiente escolar da maioria dos estabelecimentos escolares do Brasil.
Vencidas as barreiras administrativas, em teoria, todo o aluno aprovado e regularmente matriculado estará livre para freqüentar as aulas numa escola da rede pública ou privada. Porém, muitos alunos seguirão enfrentando barreiras para prosseguir nos seus estudos mesmo que, atualmente, a inclusão faça parte de todas as propostas educacionais democráticas que objetivem favorecer e estimular a participação de todos na vida em sociedade.
O desenvolvimento desse processo transformador que propõe a educação inclusiva passa por várias e diferenciadas etapas, todas tão importantes quanto os resultados finais a serem alcançados:
§ o treinamento de professores e funcionários para enfrentar os novos desafios que se apresentarem,
§ o desenvolvimento e utilização de técnicas, materiais e equipamentos apropriados para um novo tipo de ensino,
§ a adequação dos espaços físicos das instalações escolares para possibilitar a livre circulação de todos pela eliminação das barreiras ambientais existentes.
Paralelamente a todas essas etapas, não pode ser esquecida a sensibilização/conscientização da comunidade escolar – professores, funcionários, alunos e pais – no sentido de evitar desigualdades, eliminar preconceitos, criar uma nova consciência que valorize e integre o ser humano por suas capacidades e que não o exclua por suas deficiências. Sem nenhuma dúvida, será entre um grupo majoritário de alunos ditos “normais” que as crianças com deficiência passarão a maior parte do tempo de seu horário escolar e onde realizarão a maior parte de suas interações, inclusive no que diz respeito à possibilidade de estabelecer relações sociais.
Dessa forma, a intervenção na escola com vistas à inclusão deve não somente realizar um trabalho importante no sentido de trazer os alunos com deficiência à essa realidade mas deve, ao mesmo tempo, intervir na formação de seus companheiros de classe como recurso imprescindível para uma educação integrada. O desconhecimento e a falta de informação por parte dos alunos ditos “normais” – e, certamente, de toda a comunidade escolar – das sensações, limitações e dificuldades vividas pelas crianças com deficiência leva, muitas vezes, à superproteção ou, ao contrário, ao rechaço dessas crianças no grupo majoritário dificultando e, muitas vezes, impedindo que os altos objetivos da educação inclusiva sejam alcançados.
Cada escola se inclui numa cidade e seus serviços. No entanto, mesmo quando a edificação é acessível, há dificuldades em se chegar a ela. O entorno urbanístico costuma apresentar barreiras e não há transporte público acessível adequado. Observam-se iniciativas desarticuladas e falta de comunicação entre as Secretarias de governo, que se refletem em perda de tempo, verba e qualidade referentes à implantação da acessibilidade.
Ressaltamos a importância da implantação de uma política integrada para acessibilidade, promovendo interface entre os setores do Governo Federal, Estadual e Municipal e seus departamentos, permeando as diversas áreas como urbanismo, edificações, transportes e tecnologia, buscando realizar ações complementares. O transporte público acessível aparece como questão premente e complexa devido aos investimentos necessários e infra estrutura precária atual.
Para isso, propõe-se o desenvolvimento de um “Programa de Acessibilidade Escolar” para as escolas da rede pública estadual a ser construído em conjunto pelas instâncias coordenadoras da Secretaria da Educação, pelas instituições de atenção e reabilitação de deficientes e pela comunidade de cada escola.
Esse programa teria como objetivos:
1. educar para a tolerância e para o respeito às diferenças;
2. modificar idéias preconcebidas, muitas vezes incorretas;
3. fomentar atitudes positivas de colaboração, de cooperação e de participação;
4. criar situações que levem cada um dos alunos a conhecer-se e a conhecer o outro, aprendendo melhor as informações provenientes dos sentidos e as características diferenciadas do corpo humano;
5. propiciar ao conjunto de alunos e demais integrantes da comunidade escolar o conhecimento das necessidades e dificuldades vividas pelos alunos com deficiência para que as relações se estabeleçam com atitudes solidárias e tratamento adequado, construindo coletivamente as decisões de eliminar barreiras – inclusive físicas – da estrutura da rede escolar;
6. despertar para a necessidade da descoberta de formas criativas de superação das dificuldades.
Em cada eixo aqui levantado, mais e mais aspectos poderiam ser apontados. Entretanto, optamos por finalizar aqui o presente artigo, na esperança de que pelo menos estes já suscitem reflexão suficiente relativa ao papel da educação dentro de uma perspectiva de inclusão. Afinal, considerando a própria definição de inclusão com a qual trabalhamos, nenhum artigo dará conta de todos os aspectos que geram exclusões: porque inclusão, é processo; processos são construídos e não dados aprioristicamente; como tal, são, portanto, infindáveis. Neste sentido, não há um ideal de inclusão ao qual se chegar, mas pelo qual lutar. Sempre. Cabe à educação o levante, pelo menos no tocante a esses três eixos, da sociedade brasileira em direção à promoção de culturas, políticas e práticas cada vez mais inclusivas.
Autor: Rosalia Holzschuh Fresteiro - Arquiteta e apaixonada por educação e acessiblidade.