Prinz Rabastan Wöfflin, der erst Kind die Hause Wöfflin 10 Schichten
Say it like you mean it BONES become D U S T Gold turns to rust
CAMADA UM: O LADO DE FORA
Nome: Rabastan Gerard Tearsheet Aihan Mikhail Wöfflin.
Cor dos olhos: Azul-claros. Em determinados momentos, quando particularmente estressado, a coloração das íris escurece na direção de um azul-escuro.
Estilo do cabelo/cor: Os cabelos castanho-escuros tendem a apresentar aspecto revolto, como se o Wöfflin sequer tivesse se dado ao trabalho de penteá-los ao pular da cama. Rabastan não costuma se importar com o corte de cabelo, ou mesmo a quantidade de gel que deve passar sem que ofenda as regras de etiqueta da Corte, portanto simplesmente deixa o cabeleireiro real fazer o que deseja com as madeixas escuras. Quando mais novo, ademais, o Wöfflin apresentava-se sempre com o cabelo à altura dos ombros, deixando com que os cachos espessos, e, à época, bem mais claros, se contraíssem e se esticassem ao sabor do vento e de seus ensaios de corrida.
Altura: 1,86m.
Estilo de se vestir: Não que se preocupe muito com os trajes, mas o suíço sempre está vestindo calças de alfaiataria e ao menos uma blusa social --- por certo, é considerado um crime não ostentar ao menos um blazer e uma gravata de seda quando não está trajando o jaleco, mas o Wöfflin se desfaz das reclamações com um simples abano insolente. Nos diversos trabalhos que teve o prazer de participar, entretanto, trocou de muito bom grado os sapatos italianos por um tênis confortável e um jaleco manchado --- ossos do ofício. Já viajou a muitos lugares, e a pobreza da população o ensinou, da pior forma possível, que as futilidades exigidas dentre os azuis são simplesmente volúveis demais para tentar se manter de acordo com os padrões. Questão de sensibilidade ou não, nunca pareceu de bom tom atender Vermelhos famintos trajando um sapato que compraria a refeição familiar mensal de pelo menos cinquenta famílias. Ademais, sempre ostenta um infame bigode, que iniciou como um protesto em face do pai, mas se tornou algo semelhante a uma marca registrada para o Wöfflin mais velho, não que muitos apreciem o visual mais... Proletário.
Melhor característica física: Wöfflin acredita que, a depender do tom empregado, pode mudar o estado de espírito de outros, diminuindo sofrimentos desnecessários. Quando atende algum paciente, busca ser o mais calmo e prestativo, suavizando a voz fortemente marcada pelo sotaque suíço. É por meio deste contato que ampara os pacientes, acalmando-os e explicando cada ponto. Claro, Rabastan sabe que tem uma compleição forte e, em último caso, atraente --- fruto de anos de esforço junto a ela, bem como à dieta balanceada ---, mas não seria sincero se simplesmente dissesse que prefere os músculos à voz grave, que poderia gritar com rispidez em um momento, mas no seguinte se tornar em um sussurro acolhedor.
CAMADA DOIS: O LADO DE DENTRO
Seus medos: Incrível que pareça, o príncipe possui das mais diversas fobias --- a diferença elementar recai sobre sua capacidade em controlá-las, na medida do possível ---, mas apenas uma o incapacita de fato. Rabastan não suporta palhaços, barulho de chicoteamentos e tampouco ambientes enclausurados --- bônus se houver altura envolvida. Aprendeu a lidar com as próprias preferências com o passar dos anos, mas sobre ele paira a fobia particularmente incapacitante de se tornar pai no momento errado, de uma maneira completamente imprevisível e, por esse motivo, força-se a optar por métodos contraceptivos dos mais diversos. Imaginá-la carregando uma aberração da natureza é insuportável, e Rabastan perde noites a fio calculando as possibilidades de que isso ocorra algum dia.
Seu guilty pleasure: Noite de poker entre os funcionários de Hyacinthum, com certeza. Rabastan pode se afastar da quantidade de obrigações e se permitir ao menos um breve período de paz enquanto tenta enganar os colegas de profissão. Claro, poder fumar o charuto tem algo a ver com o guilty pleasure, bem como a quantidade cavalar de cerveja que os cinco entornam no período de sete horas.
O que mais te irrita: Não é algo que o irrita, de fato, mas que o enfurece a nível celular: injustiça. Há muito se despiu de qualquer tentativa de manter um mínimo de condescendência ante os conselheiros do Rei, ciente de que acabaria quebrando os ossos de cada um dos velhos duques que compunham o Pequeno Conselho. Herdou de Whilhelmina a empatia pelos menos afortunados, e ser obrigado a escutar as sandices que gostariam de empregar no pequeno reino da Suíça para aumentar os lucros das multinacionais era simplesmente desumano. Em momentos de fúria, entretanto, o controle caro pelas palavras se perdia, e o moreno sempre encontrava as palmas das mãos sangrando ante a pressão exercida pelas unhas.
Sua ambição para o futuro: Pretenderia dizer que erradicaria a fome no mundo, mas mesmo Rabastan não é idealista o suficiente para acreditar que um futuro como este seja possível --- ao menos na sociedade em que vive. Dito isso, acredita que até os quarenta anos tenha completado as pesquisas necessárias para se convencer de que pode seguir em frente e ser feliz com a pessoa escolhida. Rabastan também tem planos ferrenhos em criar uma organização mundial --- e não apenas nacional, como a idealizada por sua mãe --- que atenda às populações mais carentes, em um trabalho conjunto dentre todos os Estados do globo para humanizar o atendimento médico e torná-lo não tão somente mais eficiente, como também mais aprofundado. Atualmente, sabe que está enxugando gelo com as ações praticadas aqui e acolá, mas, com alguma sorte, talvez algo possa mudar.
CAMADA TRÊS: PENSAMENTOS
Seu primeiro pensamento ao acordar: Definitivamente, Rabastan não é uma pessoa matutina, entoando diversos palavrões quando o alarme toca e ele está confortável demais enrolado no próprio cobertor, ou em outro alguém. A relação com a cama é quase obscena, para ser sincero, e o príncipe resmunga todas as vezes em que é chutado dela, seja com carinho, ou, mais recorrentemente, com rispidez.
Seu pensamento mais decorrente: “Eu estou sóbrio demais pra essa merda” --- pensou Rabastan antes de suspirar e pegar um copo de scotch para lidar com as conversas diárias.
No que você pensa antes de dormir: Católico aficionado que é, não pode deixar de rezar o terço todas as noites, pedindo perdão por seus pecados todas as vezes em que cerra os olhos para dormir, sozinho ou não. Ademais, repassa grande parte dos acontecimentos do dia, buscando algo.
Você acha que a sua melhor qualidade: Empatia.
CAMADA QUATRO: O QUE É MELHOR?
Encontro a dois ou com mais casais: A dois. De vida pública, já bastam as aparições obrigatórias da Família Real Suíça. Não gostaria de dividir sua atual parceira com mais ninguém, especialmente porque não seria considerado de bom tom serem vistos juntos em uma situação de teor romântico. Entretanto, encontros com mais casais eram relativamente divertidos, quando Rabastan ainda se dava ao luxo de tê-los.
Ser amado ou respeitado: Respeito sem amor é medo --- e medo geralmente está ligado a um sentimento revanchista que pode culminar em desastres. Amor sem respeito não conta com valor agregado verdadeiramente útil. Não teme Louis, mas tão somente o respeita por amá-lo como seu pai, e, em igual medida, respeita e ama a sua mãe como a uma santa da Igreja Católica, acreditando que Whilhelmina está acima do bem e do mal. Portanto, Rabastan gostaria de conjugar ambos os sentimentos, buscando o equilíbrio entre eles.
Beleza ou cérebro: Atitude, mas, em termos mais práticos, cérebro. Uma mente afiada pode ser o melhor dos afrodisíacos, enquanto a beleza sem conteúdo é superficial e enganadora.
Gatos ou cachorros: Cachorros. Wöfflin tem ao menos cinco cães em sua residência na Suíça. Ademais, é alérgico a pelo de gato.
CAMADA CINCO: VOCÊ…?
Mente: Todos os dias.
Acredita em si mesmo: É complicado definir as camadas de insegurança que permeiam a personalidade de Wöfflin --- a maior parte delas incutida pelo pai, quando Rabastan decidiu que não seguiria a carreira a qual tinha sido destinado desde o nascimento ---, mas após anos de pesadelos e manchas roxas, provou a si mesmo que poderia, de fato, ser alguém de quem o pai teria orgulho... Eventualmente. Gostaria de dizer que as palavras e socos de Louis não o machucaram, mas Rabastan poderia sentir até hoje o traumatismo fantasma --- mais psicológico do que tudo --- aonde o pai o atingiu. Sabia que o Rei sentia afeto por todos os filhos, mas a forma de demonstrar era tão torta quanto um galho retorcido. Atualmente, entretanto, acredita mais em si mesmo do que antigamente.
Acredita no amor: Sinceramente? Sim. Não tem muitos problemas em dizer que acredita no sentimento, ao contrário da maior parte de seus colegas, que aparentam verdadeiro pânico ao mencionarem a palavra.
Deseja alguém: Que tipo de pergunta é essa? Quem não deseja alguém, hoje em dia?
CAMADA SEIS: JÁ FEZ…
Esteve em um palco? Já participou de vários eventos junto aos pais, subindo em palanques com facilidade com o passar dos anos. Não obstante, quando pequeno, participava de diversas peças nas imediações do Palácio em Zurique, interpretando homens como Alexander Hamilton --- Bridget, sua madrinha, e a mãe eram verdadeiras cidadãs de RANU, e o príncipe cresceu com as mais diversas apresentações dignas da Broadway ---, e mesmo Romeu, contracenando com Raphaela quando a irmã mais nova adquiriu idade suficiente para decorar as falas. Ambos eram um desastre, mas ao menos Rabastan se divertia, e Bridget vibrava ante os acertos do afilhado.
Experimentou drogas: Algumas vezes, sim. Não é um hábito recorrente, mas Rabastan aprecia um bom charuto cubano, quando a situação demanda, e também não possui restrições quanto a cigarros em geral.
Mudou sua personalidade para se adaptar a alguma situação: De fato, foi um dos motivos pelos quais se afastou dos deveres como herdeiro. A todo momento, o príncipe era obrigado a engolir calado os mandos e desmandos da Corte suíça. Pode-se dizer que sua rigidez principiológica não conversou particularmente bem com seus deveres como futuro monarca. Atualmente, exibe a única personalidade que consegue se encaixar em sua mente sem que se sinta um covarde: a própria.
CAMADA SETE: FAVORITOS
Cor: Branco.
Animal: Leão.
Filme: Saving Private Ryan.
Jogo: Polo e, em segundo plano, Corrida de Cavalos.
CAMADA OITO: IDADE
Dia do seu próximo aniversário: 06/03 (Peixes com Ascendente em Áries, Lua em Câncer).
Quantos anos você vai completar: 33 anos.
Idade com que perdeu a virgindade: 16 anos.
Idade importa? Não. Existem mais fatores a serem considerados em uma relação do que a idade.
CAMADA NOVE: NUM GAROTO OU GAROTA
Melhor tipo de personalidade: Assertiva, independente, intuitiva e direta. Rabastan gosta de mulheres fortes, e que saibam se rebelar pelo que acreditam, ainda que isso custe um olho roxo ou dois. Mulheres práticas, quase pragmáticas, tendem a contrabalancear os ideais oníricos do Wöfflin, e ele aprecia esse contrapeso mais do que pode entoar em palavras. Humor negro também é um afrodisíaco quase instantâneo, especialmente em tempos de crise. Aspectos mais autoritários, apesar de serem totalmente contrários à personalidade do moreno, podem funcionar, dado o conjunto de todos os fatores envolvidos, e ele não pode se esquecer, jamais, do senso de perigo envolvido em qualquer de suas relações --- Rabastan simplesmente ama andar na corda bamba, ainda que sua alma esteja condenada ao Inferno.
Melhor cor de olhos: Escuros.
Melhor cor de cabelo: Castanho-escuros.
Melhor coisa para se fazer com parceiro: Ele poderia dizer sexo, porque realmente não é algo a se desconsiderar quando tudo dá certo --- e tudo pode ir pelos ares, caso Rabastan não calcule bem as palavras ---, mas há algo mais íntimo em simplesmente sentir a respiração passar da descompassada para a calma em questão de minutos após o sexo. Saber que ela se sente segura o suficiente para dormir consigo parece simplesmente certo e, definitivamente, não acontece com todas.
CAMADA DEZ: TERMINE A FRASE
Eu amo: Webby, Huey, Dewey, Louie e Donald, seus cães. Respectivamente, tratam-se de uma Pastor-Alemão, um Collie, dois Huskies-Siberianos e um São Bernardo, sendo que Webby é a mais velha, contando com dez anos, e Donald, ainda um filhote de meros cinco meses.
Eu sinto: Fome. O. Tempo. Todo.
Eu escondo: Segredos que jamais devem ser ditos em voz alta, sob hipótese alguma.
Eu sinto falta de: Raphaela.
Eu desejo: Uma família um pouco menos complicada.








