Noi seminiamo ciò che raccogliamo … Noi raccogliamo ciò che seminiamo! Noi raccogliamo ciò che seminiamo. La legge di causa ed effetto. E noi siamo tutti sotto questa legge.
seen from Maldives

seen from United Kingdom

seen from Maldives
seen from United States
seen from United States

seen from Argentina
seen from United Kingdom
seen from China

seen from Malaysia

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Hungary
seen from Kazakhstan
seen from Italy
seen from Germany
seen from Maldives

seen from United States
seen from Kazakhstan
seen from China
seen from United Kingdom
Noi seminiamo ciò che raccogliamo … Noi raccogliamo ciò che seminiamo! Noi raccogliamo ciò che seminiamo. La legge di causa ed effetto. E noi siamo tutti sotto questa legge.
Theo con i capelli rosa affianco a Pioli pelato
Lenin mi accolse paternamente, mi fece sedere. Cominciò a interrogarmi con il suo tono da organizzatore nel modo più preciso. La domanda su come i contadini accoglievano la parola d'ordine "tutto il potere ai soviet" me la fece tre volte. Gli risposi che per i contadini ciò voleva dire che il potere doveva allinearsi alla coscienza e alla volontà stessa dei contadini. Lenin mi rispose allora: il fatto è che i vostri contadini sono contaminati dall'anarchia. È un male? gli risposi. Lenin mi chiese poi dei distaccamenti rossi, della loro lotta eroica contro l'occupante, della mancanza di sostegno dei contadini. Temo, compagno Lenin, che siate male informato, risposi. I vostri gruppi restano lontani dalle strade e non combattono nelle campagne, come potete pensare che i villaggi vi sostengano? Non li vedono mai. Lui si mise a ridere: voi anarchici scrivete e pensate al futuro, siete incapaci di pensare al presente. Risposi che ero un contadino illetterato, che mi era difficile discutere su una questione così importante, ma posso dirvi, compagno Lenin, che in Ucraina, nella Russia del Sud, come dite voi Bolscevichi, noi siamo immersi nel presente ed è attraverso di esso che noi cerchiamo di avvicinarci al futuro, al quale, è vero, noi pensiamo. E noi pensiamo molto seriamente.
(Nestor Machno)
Opinião: Académica.Futebol – passado, presente e futuro
No cenário político social 1974/75 pós revolução, nomeada em Assembleia Geral (A.G.) de sócios da então Secção de Futebol (S.F.) da AAC, surgiu a Comissão Administrativa (C.A.) que integrei a fim de substituir a então Direcção eleita, na sequência do seu pedido de demissão.
Uma estratégia circunstancial por questões politicas, tendo como objectivo o diálogo entretanto cortado com a Direcção-Geral da AAC e Conselho Desportivo, a fim de tentar salvar os direitos desportivos conquistados no então Campeonato Nacional de Futebol 1ª divisão (C.N.F.).
A Académica, assim era conhecida, respeitada e idolatrada, seria o maior “Clube”português , pois toda a gente era da Académica, fosse por opção pura, fosse como segundo Clube. Arrastava multidões. Enchia estádios. Dito isto, reflexo do que em 1974 foram as alterações operadas na sociedade portuguesa pós 25 de Abril, à então Secção de Futebol da AAC foi proscrita em Assembleia Magna dos estudantes da Universidade de Coimbra, a sua continuidade no referido C.N.F. da 1ª Divisão.
Por esta razão, foi criado o Clube Académico de Coimbra (C.A.C.) para, após uma complexa e prolongada batalha política e jurídica, vir a substituir no citado C.N.F./1ª Divisão a então Secção de Futebol da AAC.
Não pondo em causa a soberania da então A.M. condicionada às circunstâncias político sociais do momento, considerando os motivos evocados, a opção tomada terá constituído em termos sobretudo institucionais, um grave e injusto erro histórico.
Bastará consultar a informação da época ainda existente , além dos arquivos a Comunicação Social (C.S.), para concluir do então não profissionalismo dos seus atletas.
Anos após, numa realidade sócio Institucional já muito diferente, dissolver-se o C.A.C. entretanto surgido como alternativa, substituindo-o de novo pela figura e emblema da Associação Académica de Coimbra (AAC) sob a forma de Organismo Autónomo de Futebol (OAF), terá sido o segundo erro. Com efeito:
1 – Mais que a separação física, a saída da Padre António Vieira, isto é, da AAC, ditou relativamente a esta a perda da identidade que ainda restava.
2 – Assim, embora de forma não estatutária, o actual OAF enveredou agora sim, por uma profissionalização não assumida dos seus atletas , para cuja generalidade, num direito que aliás lhes assiste, a sua valorização como futebolistas é o seu objectivo principal, pois a Académica/OAF é para estes, um Clube como outro qualquer.
3 – Neste cenário de profissionalização decorrente da completa autonomia administrativa da Académica/OAF, relativamente à sede mãe, a AAC, o risco, que se confirmou, é poder surgir qualquer Direcção a “importar” e pretender impor os modelos de dirigismo instalados no actual “mundo do futebol”, os quais não se coadunam com a, identidade, imagem, estatuto, responsabilidade e representatividade da AAC.
Assim:
4 – Admitir transformar o actualmente já votado regime societário da Académica/OAF – Sociedade Desportiva Unipessoal por Quotas (SDUQ) – pelo qual os seus sócios já optaram, numa SAD, com a agravante de se objectivar vender o seu capital a terceiros – banco brasileiro neste caso – constitui um grave atropelo ético – moral e Institucional, não só relativamente à AAC, mas também a grande parte dos sócios e simpatizantes da AAC/ OAF, sobretudo dos que, como referido, votaram na actual Sociedade por Quotas. A este propósito veja-se o exemplo muito recente, do regressado Casa Pia à competição profissional, com os seus sócios a votarem também, mas até por unanimidade uma SDUQ em detrimento duma SAD
5 – Entre outros, ser SAD permite que, “colados” ao negócio, o símbolo, isto é, o emblema e o secular nome da Academia de Coimbra, passem a ser propriedade de terceiros, banco ou qualquer outro grupo económico ou mesmo pessoa singular, para os quais quer Coimbra, quer a sua Academia nada dizem.
6 – Considerando tão grave situação, à Direcção Geral da AAC não bastará a posição que já manifestou ao contestar e se demarcar por não se rever em tudo isto, mas no mínimo poderá ser aconselhável complementar esta posição, registando como seus os nomes e símbolos da AAC.
O que recentemente aconteceu com o Belenenses serve como exemplo de solução possível para este problema.
Quanto ao futuro da Secção de Futebol da AAC, dada a sua importância para a cidade de Coimbra na qual se integra, com o envolvimento da DG da AAC seria importante dar início a um debate, envolvendo simultaneamente a edilidade, os simpatizantes e a massa associativa da Académica/OAF, considerando os laços afectivos que sempre a ligaram e ligam à Academia de Coimbra e ainda a secular interacção e mesmo interdependência desta com a população.
O conteúdo Opinião: Académica.Futebol – passado, presente e futuro aparece primeiro em Diário As Beiras.
Opinião: Académica.Futebol – passado, presente e futuro
Luís Filipe Vieira: "Memória, presente e futuro, esta é a mística do Benfica"
O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, discursou na cerimónia de inauguração do monumento a Cosme Damião, fundador do clube, junto ao Estádio da Luz Luís Filipe Vieira: "Memória, presente e futuro, esta é a mística do Benfica"
"Presente e futuro" foram os temas da conversa com Moscovici
O ministro das Finanças, Mário Centeno falou "sobre o presente e sobre o futuro", na reunião bilateral com Pierre Moscovici. O ministro garante que não falou sobre sanções que se referem à "execução orçamental entre 2013 e 2015". "Presente e futuro" foram os temas da conversa com Moscovici
Ritrovarsi nel riflesso di un presente dai contorni di un passato frammentariamente sfumato, con lo sguardo dritto verso un futuro sempre più vivo e nitido.