Na aula do dia 18/04 aprendemos um pouco sobre os museus brasileiros. E quando falamos em museu no Brasil logo me vem a mente o Museu Nacional no Rio de Janeiro e é sobre ele que falarei nesse post.
O Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é a mais antiga instituição científica do Brasil. Sua inauguração se deu em 1818, possuindo esse ano 201 anos de história. O edifício é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde 1938
Entretanto, antes do museu se tornar museu ele era a residência da família real portuguesa e depois da família imperial brasileira, até ser destinado ao uso do museu, em 1892. .
Assim como os primeiros museus criados pelo mundo, o Museu Nacional também foi criado com a intenção de propagar e difundir a educação, cultura e a ciência.
A história triste do museu:
Infelizmente, na noite do dia 2 de setembro de 2018, um incêndio de grandes proporções tomo conta do Museu Nacional. Muitos artefatos, materiais, fosseis e a própria estrutura do prédio foi devastada e consumida pelas chamas. Mas não foi só o fóssil humano mais antigo das Américas, que foi queimado, nem só o esqueleto do maior dinossauro montado que existia na América, que foi queimado. Nem foi apenas o trabalho de vários pesquisadores que foi consumido pelas chamas. No incêndio que destruiu quase totalmente o Museu Nacional, o fogo levou parte da nossa história, da nossa memória – não só brasileira, mas mundial.
Um museu está presente para contar uma história, mostrar e denunciar uma visão de mundo. Não está ai apenas para expor objetos. E no momento em que uma história é perdida assim, em chamas, certamente é uma tragédia. E quando olhamos a história dos museus brasileiros estudada na ultima aula, observamos como a desvalorização da história brasileira não é algo que se ocultou apenas no passado. Ela também está sendo ocultada quando um museu brasileiro pega fogo por negligência, e isso é uma tragédia para o mundo inteiro.