O último #TBT de hoje. Nem precisa de legenda 😅 . #propagandasantigas #vwfusca #fusca #propaganda https://www.instagram.com/p/B_nOFnaJo7g/?igshid=40qpprst8p0b

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O último #TBT de hoje. Nem precisa de legenda 😅 . #propagandasantigas #vwfusca #fusca #propaganda https://www.instagram.com/p/B_nOFnaJo7g/?igshid=40qpprst8p0b
O último #TBT do ano é uma homenagem ao nosso inesquecível Ayrton Senna, ainda jovem na época da Fórmula Ford. #maximusvistoriaspp #propagandasantigas (em Maximus Vistorias - Presidente Prudente) https://www.instagram.com/p/Br8hPRvDdBF/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1e7gkujqgak7c
Reclames do Plim Plim
Sei que cada profissão têm seus altos e baixos. Por exemplo, essa que exerço, a de escritor. Mas, na minha opinião, não existe profissão mais complicada que a do publicitário. Deve ser realmente difícil construir histórias em um curto espaço de tempo (no caso dos comerciais). Nunca estive em uma agência de publicidade, mas sei, por relatos de terceiros, que o dia a dia é totalmente corrido. Mas voltemos ao exemplo que dei. Existem ideias medíocres, ideias boas e ideias incríveis, daquelas que realmente prendem você na televisão.
Sei que aos poucos a televisão está perdendo espaço para a internet e as redes sociais, mas na minha infância era algo totalmente diferente. Relembro esse fato a vocês pois, recentemente, assisti a um comercial realmente nostálgico. O colorido se misturava ao preto e branco naquele momento. Tratava-se de um comercial da Sadia que visava comemorar os 73 anos da empresa. A cada fragmento do comercial, sentia que parte da minha história se misturava à história da marca. A publicidade sempre está presente desde a nossa infância.
Lembro com alegria dos diversos brindes que viraram meus brinquedos favoritos: os “Tazos” que vinham dentro dos pacotes de salgadinho, os bichos de pelúcia da Parmalat, as figurinhas no pacotinho de suco... Claro que era cansativo enviar cartas e mais cartas em troca dos brindes, mas no final, era gratificante. Voltando ao comercial, me lembrei da época mais mágica do ano: o Natal. O famoso “Peru de Natal” (jingle que se tornou um chiclete na cabeça de muitos) da Sadia sempre esteve (e ainda está) presente na mesa da ceia, fazendo a alegria de parentes e amigos.
A televisão era a vitrine dos nossos sonhos de consumo: os bonecos de ação, os brinquedos de montar, os video games. Isso mostra como a publicidade é um ofício complexo: não é fácil criar vínculos entre marca e consumidor por tantos anos. Sei que a forma como vi aqueles comerciais naquela época será algo distinto de como uma criança verá hoje em dia.
Ocorreram algumas mudanças daqueles tempos pra cá e apoio parte delas. Mas um detalhe não pode mudar: o poder da publicidade de usar a emoção a seu favor, atrair o público pelo coração, contar histórias maravilhosas em poucos segundos. Era isso que me atraía e espero que isso continue acontecendo com as novas gerações.
Aqui estão alguns dos comerciais citados na crônica:
1. Sadia - Há 73 anos cada dia + Sadia (2017)
2. Elma Chips - Tazo Mania (1997)
3. Parmalat - Mamíferos (1996)