📁 ╱ trad.: mantenha em mente: está tudo bem (...) ❜ ― ! 🎶 x 📻
quando? presente, especificidade não importa.
onde? prefeitura.
com quem? @gcn-kwangsu
prévia. o déjà vu é mais que isso quando terminam presos no cômodo pequeno. os medos parecem não ter mudado: seriam os mesmos demônios de antes? a forma de lidar com o final, porém, mudou um pouco: cresceram.
No show particular, com um modelo de guitarra Fender invisível, a plateia não importa muito, porque Bo Yun era o guitarrista e o único espectador. Só assim para o tempo passar rápido no antes e o durante da missão que tinha resolver na prefeitura. Odiava esses tipos de deveres de cidadão, eram nesses momentos que sonhava com anarquia - desejos passageiros e completamente irracionais que só havia dividido uma vez; com uma pessoa, quando pensamentos bobos assim podiam ser ditos em voz alta ou escritos com letras garrafais na camisa.
Não era em quem um dia teve como amigo que pensava naquele momento, no entanto. Não quando tinha uma fila para enfrentar e um número para tentar ouvir por cima da música nos fones. Levam minutos que parecem eternidade até ter tudo resolvido e poder fingir que a bunda não terminou quadrada pelo tempo sentado nas cadeiras desconfortáveis. Foi com o final de Black Butterflies and Déjà Vu que ele conseguiu ouvir algo do lado de fora do mundinho. Algo que vinha do banheiro qual havia tomado a direção.
— na sua casa também tá tendo esse negócio de cheiro de enxofre? vi minha vó comentando com uma amiga dela no telefone e ela me disse que cheiro de enxofre é coisa do demônio, que é pra fazer sei-lá-o-que que passa. pensei que os bichões fossem ter cheiro de pimenta e doritos.
vez que a Voodoo Doll se desfaz, a jornada até o Inferno começa. Numa selva escura e cheia de feras onde os moradores de Gaecheon encontram o espírito de Caronte, que se dispõe a ser seu guia. Na entrada do inferno, sem portas nem cadeados, há uma advertência: “Deixai toda a esperança, ó vós que entrais”.
Em viagem, seguindo junto à Caronte por um rio de lava, os moradores levados ao submundo passam por dois momentos antes da chegada efetiva ao que pode caracterizar-se como Inferno. A primeira é chamada "Ante Sala do Mal”, pois nela os indecisos e covardes confessam seus atos em vida. Geralmente, aqueles que não vão nem para o Céu e nem para o Inferno ficam presos nessa sala. Nela, os que passam são submetidos a picadas de enxames de vespas e o sangue que sai das picadas mistura-se a lágrimas, escorrendo até os pés, que são roídos por vermes até que todos os seus atos falhos sejam confessados.
Somente após essa purificação, os corpos podem seguir para a próxima provação. Os condenados cruzam um rio pantanoso e cinzento, conduzidos por Caronte – o barqueiro dos mortos na mitologia grega. “Almas ruins, vim vos buscar para o castigo eterno!”, anuncia, descendo o remo nos que hesitam em embarcar. Começa a descida pelos nove círculos infernais!
O PRIMEIRO CÍRCULO.
Chamado também de Limbo, o Primeiro Círculo é habitado por aqueles que em vida foram virtuosos, usando deste status para se vangloriar e estar acima dos outros. É o lar dos Corregedores e aqui não há sofrimento nem lamentação: apenas suspiros e desesperança. Os que viveram antes de Cristo aqui também habitam, sendo estes os filósofos, matemáticos e pensadores da grande Era Grega.
Para os recém-chegados, não pensem que darão de cara com Platão, este e alguns outros nomes já foram arrebatados direto aos Céus. Após isso, as almas do primeiro círculo aguardam o próximo abate, garantindo que seus nomes estejam na lista através de jogos de adivinhação desonestos e dessa forma os visitantes são recebidos. A figura altiva transpõe a frente do porto onde o barco atraca, deixando os moradores que dão adeus à Caronte. Com uma saudação solicita, Demócrito de Abdera os recebe e, para que possam ultrapassá-lo, é necessário saber a resposta:
“Sem asas voa,
Sem vozes uiva,
Sem dentes, mordisca,
Sem boca murmura.”
INFORMAÇÕES OOC:
O primeiro momento no inferno foi liberado e para entrar neste nível, é necessário que duas pessoas dentro da barca respondam este post com a alternativa correta para a resposta. Esperaremos até às 22h para que os players nas contas dos seus personagens que foram ao inferno respondam, caso não seja respondido, todos os presentes poderão rodar 1d20 com acréscimo do seu modificador de Percepção, a resposta será enviada para os dois maiores números.
Interações dentro deste universo estão liberadas e vocês podem usar todo caminho feito até agora para iniciar. Não se restrinjam somente ao desafio, ele é um bônus que irá liberar uma interação específica e narrada entre os dois com Demócrito, que será interpretado pela moderação.
INFORMAÇÕES GERAIS:
A vida continua seguindo no plano carnal de Gaecheon. Aqueles que tinham algum jogo aberto tanto na linha de tempo normal quanto no drop, podem continuar com as respostas, lembrando de duas coisas: novos jogos para os encarnados serão de exclusividade para outros encarnados, como teremos momentos específicos para o contato entre os dois lados, não é possível abrir jogos atuais com os que estão em sua Odisseia pelo Inferno, mas o contato com os corpos ocos podem ser tratados por meio de narrativas pessoais feitas pelos encarnados. novos jogos com o tema do drop não podem mais ser abertos em circunstância alguma, mas para aos que interessarem um desenvolvimento maior do universo, serão liberadas narrativas em primeira pessoa e criação/postagem de headcanons à sua escolha.
Eventos e atualizações também serão lançadas para os encarnados, por isso, nossa postagem será dividida tanto em tags quanto em horários. A manhã será destinada ao mundo dos vivos e a noite, ao mundo dos mortos. Eis as tags à serem usadas à partir de hoje para dividir quem está no plano carnal e quem não está:
📁 ╱ trad.: procurando por miséria, ela me encontrou (…) ❜ ― ! 🎶 x 📻
quando? faz um tempinho, mas não muito longe.
onde? onde corpos são achados.
com quem? @gcn-hakkun
prévia. a curiosidade matou o gato, mas o bicho tem sete vidas e bo yun ainda não ascendeu à qualquer tipo de estado felino, ou seja, só tem uma vida mesmo. além disso, é bonito demais para levar um golpe de seu próprio agente particular. mas papo sério: nada é pior que desconfiar de quem nunca imaginou que precisaria.
Ultrajante! Absurdo! Doloroso, deprimente, triste para caramba... Por que Hakkun não estava atendendo suas ligações? Bo Yun grunhiu e guardou o telefone de segunda mão pela quarta vez no bolso do avental que usava. Estava ajudando o pai de uma das (várias) vizinhas descarregando caixas para a vendinha dele, que ficava em outro bairro. Pior que não conseguia nem reclamar pelo corte no dedo, pois havia sido culpa sua esquecer de colocar as luvas e, principalmente, não queria reclamar para o senhor de mais de oitenta anos de idade, que levantava os caixotes de madeira com tanta facilidade que Bo Yun desconfiava de algum tipo de mutação.
Precisava confirmar que poderia contar com Hakkun para os descontos nos chocolates. Eles seriam presentes para gente demais para comprá-los sem descontos. E talvez, só talvez, uma carona também estivesse envolvida.
Foi quando terminou por ali e voltou a pegar o celular, que Bo Yun encontrou quem queria. Mas o mais velho estava longe e, se Bo Yun pudesse assumir considerando que gritou por ele, Hakkun estava também concentrado demais em seja-lá-o-que estava para fazer. Ou só muito surdo (a idade bate de diferentes formas). Bo Yun se despediu rápido do senhorzinho, que em retorno ao favor, entregou o curativo qual Bo Yun meteu no bolso do avental que esqueceu de tirar para alcançar Hakkun.
Os pés trotaram quando percebeu o lugar qual Hakkun adentrou. A mente foi rapidinho não só para as notícias no jornal, como para Kwang Su - pensou, por um segundo e sem querer, no que o amigo sentiria ou poderia chegar a ver se entrasse ali. Ele engoliu um bolo de saliva e esfregou as mãos na calça, esquecendo completamente do corte em seu dedo. Mas ao menos lembrou do avental, embora já não fizesse diferença tirá-lo. Bo Yun puxou o ar e seguiu os passos para dentro.
A claridade era o suficiente para precisar de muita pupila dilatada e rezar por pouca paranoia. Felizmente, após alguns passos - e conseguia ser muito discreto quando conseguia -, ele avistou Hakkun. Sem pensar, louco para não precisar mais andar por ali sozinho (não por medo, mas desconforto), se aproximou de Hakkun sem abrir a boca.
prévia. fall out boy deveria ser chamado para compor a música tema do próximo seriado bruxo da história. o bruxo? bom, a bruxa eles já estavam equipando com seu gato preto.
Mais um dia e, naturalmente, mais outra cena de Bo Yun tocando sua guitarra fender invisível. Era de dar orgulho ao seu mestre Joe Trohman¹ como arrasava nas cordas enquanto balançava a cabeça e acompanhava Dance Dance do Fall Out Boy no fone de ouvido. Os vizinhos já estavam acostumados com a ceninha do menino empolgado, que outrora, na adolescência, sempre deixou claro o gosto por músicas que pareciam não combinar com a pinta de príncipe. Felizmente, ele também era a prova de que dava para ser emo no Spotify e flowerboy na vida real.
Foi o caminho todo alternando entre guitarra e bateria (os bancos do ônibus eram ótimo para isso). Para ele era tão natural, tudo muito bem feito, que a última nota foi dada bem quando chegou ao destino. Daí, deu para tirar o fone dos ouvidos e meter sorrisão para Cordelia.
— Iae, Loirinha! — Bo Yun jogou para ela um saquinho de jujuba que havia trazido no bolso. Esqueceu de mandar o pense rápido antes de jogar. — Bora lá? Está tranquilo essa hora.
neste capítulo, a falta do que fazer levou o jovem para mais um de seus retiros espirituais em meio ao campo de mugunghwa, na encosta do hill-san. para a sua sorte, acabou encontrando o seu velho conhecido, @gcn-kwangsu se juntou ao seu piquenique.
you said the gun was mine but i got smarter // harder // in the nick of time — honey, i rose up from the (( dead ))
repetia sem parar o quanto precisava de férias. cada dia acabava se odiando cada vez pelo seu estado constante de irritação; poderia ser chamado de distúrbio se medissem os níveis de estresse que ia na pequena curva de cada sorriso. ao som de taylor swift, ele fazia umas interpretações enquanto cortava o pedaço de bolo, murmurando o verso da música ao estar distraído, até levá-lo para sua companhia.
“juro que não está envenenado!” brincou, jurando de dedos cruzados. nisso, se ajeitou na toalha que cobria o gramado e tomou o próximo pedaço para si, dando uma mordida pequena para continuar a motivação da reunião: fofoca realmente edificava relações. “diz o restante, ele só falou isso e foi embora?”
neste capítulo, o novo dono de uma ferrari na ilha precisa dos seus amigos para ajudá-lo a escolher a melhor personalização, ninguém melhor que @gcn-boyun para impedir suas loucuras.
all the riches baby don’t brig what loves can bring — if i was a rich girl i’d have all the m o n e y in the (( world ))
a roupa exagerada dizia para onde iriam e o que fariam quando moon o buscou em sua casa, visando pegar um uber em direção ao cassino que havia realizado o sonho que sequer sabia que tinha. escolher o carro, foi o que disseram quando ligaram para o sino-americano e, se esperavam que seu pedido fosse menos do que paris hilton pediria, o conheciam muito mal.
no caminho, sua imaginação voou desde a pedraria que teria o carro em cada retrovisor, até o volante felpudo que não saberia se serviria para exibir ou realmente se deslocar. ainda bem que seu amigo estava ao seu lado, alguém precisava parar a diva interior e o colocar no eixo.
“tá bom, eu não sei dirigir, mas o quê isso me impede de andar com um carro bonito por aí?” questionou dentro do uber que os levava até o ponto onde tudo começaria. com os seus braços cruzados e um bico nos lábios, fazia a manha conhecida. pelo espelho interno, conseguiu ver o motorista o olhar com rejeição e, no ato, ele se tornou mais arisco. “me fala sua ideia, bonitão.” se referiu aquele sentado ao seu lado.