so anyway i think that in the Evil Monarchy Ending, eleanore just kind of keeps chloris's corpse with her. like joanna of castile.

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so anyway i think that in the Evil Monarchy Ending, eleanore just kind of keeps chloris's corpse with her. like joanna of castile.
PSA: the EU "rejected barcode flag" was never meant to be a flag, just a symbol for branding purposes.
from /r/vexillology Top comment: Still an abomination
I demand better images when I search 'clown fashion'! These are rubbish!! They don't work for my purposes!!
i feel like i'm gonna have to start establishing some more fucking subtags. there is simply Too Much about modern technology to complain about within a single tag 😔
added the united airlines widget to my homescreen to count the hours until chicago………. yo quiero……. no…. yo NECESITO.
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Purposes. - I - Insegurança, Raiva e Curiosidade
Waterloo Road – Segunda-feira, 08h00min da manhã.
_Boa sorte. – Andrew disse de dentro do carro quando Samantha fechou a porta.
_Eu vou precisar. – Disse ajeitando a mochila nas costas.
Com um ultimo aceno, Andrew deu partida no carro e a menina subiu a rampa para o pátio do novo colégio. Alguns alunos ainda transitavam por ali, apesar do horário, que para os britânicos, já era considerado atraso.
As diversas adaptações pro uniforme vinho e amarelo que lhe lembrava de Harry Potter fez com que ela se sentisse estupida por apenas ter entrado em seu suéter vinho, saia preta e colocado aquela gravata que ela considerava ainda mais estupida.
Assim que chegasse em casa resolveria aquilo.
Apesar de ter entrado no segundo mês de aula e ninguém saber de onde ela surgiu, passou completamente despercebida por todos e agradeceu por isso.
Havia passado um bom tempo da noite anterior decorando o caminho que faria para a primeira aula a fim de não se perder, já conhecendo seu pai e sabendo que chegaria em cima da hora.
Então, encontrar sua aula de geografia não seria difícil.
Quando se encontrou parada na porta da sala de geografia, algo completamente inapropriado aconteceu. Sua vontade foi de dar meia volta e ir correndo para casa, e ela chamou aquilo de "coisa ruim" e ignorou, dando duas batidas fracas na porta fechada e abrindo-a em seguida.
_Bom dia, posso ajudar? – A mulher de cabelos pretos perguntou e a turma inteira virou sua atenção pra ela. A "coisa ruim" ficou mais forte.
_Você é a Senhora Fitzgerald, certo? – Perguntou em voz alta enquanto por dentro se perguntava o que era aquilo dentro de si, repassou todas as suas pesquisas sobre a vida humana e chegou à conclusão de que aquilo era um sentimento, enfim.
_Sim querida, está perdida? – Olga se aproximou da porta.
_Primeiro dia de aula. – Falou.
_Ah sim, qual seu nome?
_Samantha.
_Pois bem, entre e encontre um lugar, Senhorita?
_Day. – Ela disse ainda desacostumada com as manias de formalidade inglesa mesmo depois de tantos anos.
Entrou na sala ignorando os olhares e se sentou na única cadeira vazia ao fim da sala ao lado de um rapaz que usava óculos e tinha olhos azuis. Largou a bolsa cheia de livros ali e começou a revirá-la a procura do que iria precisar naquela aula, então o caderno azul brilhou ali dentro.
_Bem-vinda a Waterloo. – O menino lhe sorriu solidário e ela abriu um sorriso ensaiado em resposta.
_Obrigada.
Olga revirou um monte de papeis e encontrou a folha de aviso da nova aluna.
Samantha Day, menina difícil, de acordo com o que Vaughan disse durante o processo de transferência da garota.
_Seja bem-vinda, Srta. Day. Poderia se apresentar para seus novos colegas?
_Claro Sra. Fitzgerald. – Ela disse com uma voz dócil que não se encaixava com sua personalidade gelada e se levantou da cadeira.
– Eu sou Samantha Day, alguma pergunta em especial?
_De onde você é? – Perguntou um menino de traços que lhe lembrava dum muçulmano. – Você tem um sotaque forte.
_Brasil. – Disse simples já querendo se sentar e tirar a atenção de si. Aquela coisa ruim veio forte de novo quando os murmúrios se agitaram em curiosidade pela nacionalidade da nova colega.
_Espero que goste daqui, sou Abdul. – O menino que perguntou anteriormente se apresentou com um sorriso.
_É um prazer. – Abriu um sorriso forçado e Olga chamou a atenção para si. Iniciando realmente a aula.
Samantha se sentou e agora que ninguém prestava atenção nela, abriu o caderno azul bem diferente da apostila. A palavra INSEGURANÇA quase pulou para fora da lista.
INSEGURANÇA
Substantivo feminino
1. Ausência de segurança, periculosidade. 2. Sensação ou sentimento de não estar protegido, seguro. 3. Falta de confiança em si mesmo, em suas próprias qualidades ou capacidades.
Sorriu de verdade ali, fora o primeiro da lista. Mesmo tento sido algo ruim.
Desde que começou o novo tratamento, era a primeira vez que tinha atividades em sociedade e já vira surtir efeito, esperava que com o passar dos dias descobrisse o que todas aquelas palavras pelas quais era obcecada significavam na prática.
_Acho que não é a apostila que pedi pra abrir, Day. – A professora lhe chamou a atenção.
_Desculpe Sra. Fitzgerald. – Ela falou constrangida e abriu a apostila na pagina que o menino ao seu lado tinha aberto.
A aula seguiu com alguns múrmuros periódicos abaixo da voz da professora. Quando o sinal da troca de classe tocou, uma menina de cabelos escuros chamou a atenção para si e para a novata.
_Hey Samantha, qual é o seu problema? – Perguntou num tom de deboche.
_E você seria? – Respondeu com outra pergunta.
_Lisa. – Uma morena que estava sentada na mesa ao lado da sua murmurou.
_Lisa, certo? Se o problema é meu, não acho que seja da sua conta. – Respondeu pegando sua mochila e levantando da cadeira.
_Quem você pensa que é?
_Se você não tomar cuidado, posso ser seu maior pesadelo. Mas não se preocupe comigo, sou só a novata, não boto medo em bullys. Supostamente. – Piscou e saiu da sala enquanto os alunos presentes na sala debochavam de Lisa que provavelmente estava sem resposta.
_Samantha? – A garota que estava na mesa ao seu lado chamou quando Sam estava na frente de seu armário guardando os materiais que não usaria. – Sou Carrie.
_Olá.
_Ignore a Lisa, ela está chamando atenção porque o amorzinho dela está ignorando-a.
_Eu ia ignorar de qualquer forma. Colegiais não botam medo em ninguém. – Respondeu revirando os olhos e Carrie riu.
_Cuidado pra ela não enfiar sua cabeça na privada, ela supostamente faz isso com garotinhas indefesas.
_Olha pra mim. Eu pareço indefesa?
_Com esse uniforme de Maria Mijona? Sim. – Falou rindo e Sam lhe acompanhou.
_Vou dar um jeito nisso amanhã. Não posso deixar que a bully pense que sou uma pobrezinha que ela pode pisar.
_Já tem alguém pra se sentar no almoço?
_Eu sou a favor de sentarmos em mesas, você sabe...
_Você entendeu. – Falou rindo.
_Olha só, as estranhas já são amiguinhas. – Lisa passou debochando.
_Mas que incrível, as vacas daqui falam! De onde eu venho elas só mugem.
_Samantha! – Carrie repreendeu rindo alto.
_Olha aqui garota. – Lisa se aproximou afrontando.
_Olha aqui você, eu acabei de chegar e você já veio me encher. – Samantha terminou de dar os passos até que estivesse frente a frente com Lisa. – Sua vida é assim tão ruim que você não pode cuidar só dela? – Perguntou fingindo pena. – Fique longe do meu caminho.
_Veja com quem fala. – Lisa partiu pra cima de Samantha com raiva e a pegou pelos cabelos. Sam nem pensou duas vezes, apenas fechou a mão em punho e acertou em cheio o nariz de Lisa que se afastou sentindo o impacto.
_Fique longe do meu caminho. – Repetiu virando as costas e seguindo no corredor para a aula que agora seria de ciências. – Vejo você no almoço, Carrie.
Mal parou na porta do laboratório e seu nome foi chamado no alto-falante. Cool. Foi chamada da direção.
Revirou os olhos e deu meia volta. Caminhou por entre os alunos até a sala do diretor, e parece que as noticias correm rápido por aqui já que todos olhavam pra ela. Entrou no hall da diretoria e encontrou a secretária que se lembrava do nome e a cumprimentou.
_Bom dia Sra. Donneganl.
_O Sr. Fitzgerald já está te esperando. – Ela falou e indicou a porta.
_Bom dia. – Ela cumprimentou o diretor que estava sentado em sua mesa de frente pra Lisa. – Ah, isso.
_Srta. Day, esse tipo de comportamento é inadmissível nessa instituição.
_Sabe o que fez isso acontecer, Senhor?
_Lisa disse que você a atacou.
Sam respirou fundo e se sentou na outra cadeira em frente à mesa.
_Pois bem, eu vim pra esse colégio porque ele é conhecido como um dos mais acolhedores e pessoas como eu, deveriam se adaptar mais facilmente aqui, porém seus alunos parecem não saber o que é isso e são hostis e debochados, como o caso da vaca aqui do lado.
_Olha como fala comigo! – Lisa gritou e Samantha ignorou.
_Senhor Fitzgerald, você viu meu histórico e sabe que esse tipo de coisa nunca aconteceu antes. E tenho certeza que se alguém – lançou um olhar significativo pra garota ao seu lado – ficar fora do meu caminho, não acontecerá novamente.
_As duas, detenção depois da aula.
_Que ótimo primeiro dia. – Samantha falou e ajeitou sua mochila. – Posso ir agora? O laboratório de ciências fica um pouco distante e não quero me atrasar de novo.
_Claro. – O diretor dispensou-a. – Lisa vá pra enfermaria cuidar desse nariz.
Day saiu da sala e foi até o banheiro, prendeu o cabelo num bolo de qualquer jeito e abriu seu caderno. A palavra que lhe chamou atenção dessa vez foi RAIVA.
RAIVA
Substantivo feminino
1. Infect vet. doença infecciosa aguda causada por um vírus da família dos rabdovírus, transmitida ao homem pela mordida de animais infectados (cão, gato, lobo etc.), caracterizada por lesões do sistema nervoso central que provocam convulsão, tetania e paralisia respiratória; danação, hidrofobia. 2. Acesso de fúria; cólera, ira.
Pensou então que havia algo errado. Em apenas um dia, dois sentimentos, ambos ruins. Seria com ela o erro? Precisou de 17 anos da sua vida para descobrir um tratamento que surtisse efeito sobre seu transtorno antissocial e agora que a eletroconvulsoterapia estava funcionando, só sentia coisas ruins.
Ignorou aquilo e enfiou o caderno de volta na bolsa, saiu do banheiro e seguiu para o laboratório do professor D'Olivera. Quando entrou pra sala alguns alunos já estavam ali, mas não viu Carrie em lugar nenhum, sentou-se numa mesa ao lado da janela e ficou encarando o tempo nublado lá fora. Pensando no que havia acontecido no espaço de tempo que tinha uma aula. Puxou o caderno da mochila e marcou as duas palavras.
Carrie realmente não estava nessa aula, notou quando o professor fechou a porta e ela olhou ao redor encontrando a turma completa.
_Então, você quem deu um soco na minha irmã? – O rapaz sentado ao seu lado na mesa perguntou quando notou que ela saiu do transe que se encontrava.
_Se você for irmão daquele ser desprezível. É, fui eu.
_Sou Lenny.
_Samantha.
_Cabelo legal pra quem deveria querer passar uma boa impressão no primeiro dia de aula. – Comentou com um riso.
_Não sou impressora, quem quiser gostar, estarei de braços abertos, caso contrário, eu não dou a mínima também.
_Uh, personalidade forte. – Outro menino se intrometeu.
_E você seria? – Sam perguntou virando o olhar pra ele.
_Dale, a seu dispor. – Fez uma reverência e sorriu em seguida.
_Você não é o menino da bicicleta? Sua cara nas fotos do jornal era mais engraçada. – Ela tirou sarro e ele riu.
_Não me lembre daquilo, nunca saí tão zoado em uma foto.
_Tem certeza? Não parece ser tão difícil.
_Ouch. – Lenny alfinetou.
_Humor ácido.
_Não tá sendo um bom dia. Mas levem na brincadeira. – Ela se desculpou e apertou o suéter em volta do corpo, pensou que ele seria suficiente, mas estava congelando.
_Você tá passando bem? Parece que tá no polo norte.
_Onze anos morando aqui e eu ainda não me acostumei com o clima. Que saudade do meu inferninho.
_Inferninho? – Lenny perguntou achando graça.
_Apelido carinhoso pro meu país. O verão daqui é o inverno lá.
_Vocês não derretem, não? – Dale perguntou assustado já que pra ele o clima quente ali era suficiente.
_Quase. – Ela riu do susto dos rapazes. – Depois mostro uns vídeos de como é lá.
_Mostra agora. – Ele pediu.
_Jackson, ainda é segunda, deixa pra me tirar do sério a partir de quarta-feira. – O professor pediu e ele revirou os olhos.
_E bem vinda, senhorita Day, espero que não nos traga problemas. – D'Olivera disse demonstrando que sabia do acontecido.
_Claro Senhor D'Olivera.
As aulas que antecediam o intervalo do almoço se passaram sem grandes acontecimentos, apenas que Sam e Lenny conversavam como se conhecessem há anos já que tiveram mais aulas juntos.
_Vai almoçar com a gente? – Ele perguntou pra menina enquanto saiam da sala juntos.
_Uma menina me chamou pra almoçar com ela, Carrie, conhece?
_Ah, então vamos, Carrie e eu estamos juntos. – Lenny falou guiando-os até o refeitório.
_Hm, então meu novo amigo tem uma namoradinha? – Ela alfinetou.
_Não vai demorar muito até você conseguir um namoradinho também. – Piscou insinuante pra menina que fechou a cara.
_Namoradinhos não acontecem comigo, Lenny, sou imune a isso.
Entraram no refeitório de mesas azuis e aquilo fez a menina estranhar, já que era a primeira escola colorida que via, parecia um jardim de infância e ela se sentiu tola. As diversas cores no interior do prédio a fazia se sentir como uma criança aprendendo a identifica-las da mesma forma que estava fazendo com sua nova situação. Tudo pra ela era novo, o ambiente, as pessoas, as sensações.
_É o que veremos. – Ele falou enquanto estavam na fila. E ela realmente queria ver, queria ser uma pessoa normal.
Pegaram seus almoços e quando se viraram pra encontrar Carrie, Samantha viu que Dale estava sentado numa mesa sozinho.
_Qual é a dele? – Ela perguntou.
_Ele sempre se senta sozinho.
_Sério? Ele tem medo de pessoas? Pareceu tão normal na aula de ciências.
_Ele é normal, só meio antissocial.
_Quero saber mais sobre isso. – Sam falou genuinamente curiosa sobre alguém pela primeira vez na vida.
CURIOSIDADE
Substantivo feminino
1. Característica ou qualidade de curioso. 2. Desejo intenso de ver, ouvir, conhecer, experimentar algo geralmente novo, original, desconhecido.
_Vejo que já conheceu o Lenny. – Carrie perguntou quando se aproximaram dela.
_Seremos melhores amigos. – Ela falou rindo, mas não se sentou.
_Argh, vai lá logo. – Lenny falou revirando os olhos.
_Onde? – Carrie perguntou desinformada.
_Dale.
_Tem certeza que já não afrontou Lisa o suficiente?
_O que ela é dele? Ela tem monopólio por todo mundo aqui? Credo.
_Ex.
_Ah, pensei que era laço sanguíneo também. – Ela revirou os olhos.
_Se você quer ir, vá, adoraria ver você batendo nela de novo. – Carrie pediu.
_Não posso bater em ninguém. Mas vocês não se importam?
_Não, quem sabe ele não vira sociável no almoço?
_Hm, me desejem sorte então.
_Boa sorte. – Carrie falou fazendo uma careta e Sam foi ate a mesa do rapaz.
_Então na aula de ciências você fala pelos cotovelos e no almoço é antissocial? Que personalidade bipolar, Senhor Jackson. – Falou parando de frente pro menino.
_Oi. – Ele cumprimentou a menina com um meio sorriso. _Posso? – Apontou a cadeira de frente a ele.
_Claro.
_Então, porque não senta com ninguém pra almoçar?
_Comer é uma das coisas mais nojentas que os humanos fazem, não entendo porque não nos escondemos pra comer.
_É um bom ponto de vista. – Day falou mexendo a comida no prato, não estava com fome naquele dia em particular, talvez por mais uma vez estar numa escola cheia de garotas magras e dessa vez esperar por aceitação.
Insegurança piscou de novo em sua mente.
Iniciaram um tópico qualquer e nenhum dos dois realmente comeu. Mas ambos repararam nisso, só não disseram nada. Silenciosamente chegaram num acordo de não contar a ninguém.
Os pratos revirados porém sem nem uma grama a menos foram devolvidos num carrinho de pratos sujos e o sinal da penúltima aula tocou.
_Qual sua aula agora? – Samantha perguntou empurrando a cadeira de volta ao lugar.
_Guy.
_Que aula é essa? – A menina fazia uma careta.
_GPD.*
_É a minha também.
_Então vamos, te mostro o caminho, novata.
_Xenofóbico escolar. – Ela apontou fazendo drama o fazendo rir e seguiram pra sala.
_Na verdade eu fui o ultimo a chegar aqui.
_Não é mais.
_Como veio parar na Waterloo? – Ele perguntou enquanto entravam na sala.
Lisa estava no canto da sala e quando notou que os dois entraram juntos na sala fechou a cara, já pensando em como colocar a nova aluna no lugar dela e de preferencia bem longe de Dale. Afinal, não é porque eles estavam "dando um tempo" que outra iria tomar seu posto. Muito menos essa vadiazinha que se sabe lá de onde veio.
_Tenho uns parafusos a menos que nem todo mundo aqui.
_Quem disse que eu tenho parafusos a menos? – Dale rebateu.
_Seu almoço. – Ela falou e o viu travar. – Mas seu segredo tá seguro comigo, só não vá longe demais.
_O mesmo pra vale pra você.
_Ah, isso não chega nem perto do meu verdadeiro problema. – Ela respondeu e Guy fechou a porta da sala iniciando a aula cortando o assunto dos dois que não tardaram a voltar a conversar em murmúrios fazendo Lisa ficar ainda mais incomodada com a presença da garota nova.