anybody have non-fiction book recs?
i'm putting together a reading list for next year and i have a better chance at sticking to it if i genre hop and there's a woeful lack of non-fiction at the moment.
seen from Germany
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anybody have non-fiction book recs?
i'm putting together a reading list for next year and i have a better chance at sticking to it if i genre hop and there's a woeful lack of non-fiction at the moment.
June reads! Wow its July tomorrow 😅😅😅 crazy!
Shockingly the month that I read the most books in was February. Would have had 6 maybe but I socialized a bit.... I know horrible.
8 June 2017 - May Read Pile (There were more books but either they were library books or audiobooks)
June reads! Wow its July tomorrow 😅😅😅 crazy!
Shockingly the month that I read the most books in was February. Would have had 6 maybe but I socialized a bit.... I know horrible.
My January read pile! Misery was a reread.
2021 Books
Ruby Redfort Series 4
Ruby Redfort Series 5
Ruby Redfort Series 6
Maze Runner
Scorch Trials
Song of Achilles
Pride and Prejudice
Call of the Wild
Percy Jackson and the Lightning Thief
Percy Jackson and the Sea of Monsters
Percy Jackson and the Battle of the Labyrinth
Percy Jackson and the Last Olympian
The Lost Hero
The Son of Neptune
The Mark of Athena
Demigod Diaries
American Royals
Majesty
Great Expectations
#72 - As Luzes de Setembro
Apesar de não ter grande coisa de positivo a dizer sobre os antecedentes deste As Luzes de Setembro, fui bem sucedida na demanda de terminar esta "trilogia". E não, o uso das aspas não é acidental: chamar trilogia a um conjunto de livros desconexos, que contam histórias completamente diferentes e que não se ligam entre si é só meio parvo. Mas, conseguindo ultrapassar essa parte, As Luzes de Setembro revelou-se a melhor história dos 3. Talvez por ter sido a final, ou talvez por ter mais elementos que nos remetem mentalmente à saga do Cemitério dos Livros Esquecidos, este livro acaba por agradar mais que os seus predecessores. Não há nada a dizer sobre a escrita de Zafón. Como sempre, estamos onde ele está, e somos quem ele quer que sejamos. A história daqueles personagens é a nossa, e é tão fácil mergulhar nas suas palavras e no seu mundo que, muitas vezes, o fazemos sem perceber. A magia muito própria do escritor espanhol nunca deixa de me surpreender e, acima de tudo, nunca desilude. Por outro lado, não posso afirmar que a história é fantástica - mas Zafón também não parece ter pretensões de que seja. É, como o próprio nos indica no prefácio, uma história "juvenil", a pensar num público mais jovem, que vai, com toda a certeza, perceber e adorar a magia, mas não ligar ao que tanto nos interessa a nós, adultos: o coração da história, os como, onde e porquês de tudo, o princípio, meio e fim de uma trama que nos leva com ela sem pedir licença. E é, em suma, aqui que peca As Luzes de Setembro, faltando-lhe aquele je ne sais quoi, aquele algo mais que torna um livro bom, num livro fantástico. A verdade é que desfrutei deste livro. Não tanto como outros do escritor, é certo, mas o suficiente para que as falhas que descobri pelo caminho fossem mais um ponto e vírgula do que um ponto final. E entre frases e parágrafos, não consigo evitar encontrar sempre algo nas palavras de Zafón que me toca, me marca e me muda. Afinal de contas, não é assim que se sabe que lemos um bom livro? "Pasamos buena parte de nuestras vidas soñando, sobre todo cuando estamos despiertos."