guys tenho q confessar eu sempre achei o mc Lan estranhamente atraente, podem julgar mas na minha cabeça ele tem um charme
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guys tenho q confessar eu sempre achei o mc Lan estranhamente atraente, podem julgar mas na minha cabeça ele tem um charme
Bardzo trudno jest mówić o ludziach, którzy umarli młodo: umierając, pozostali młodzi na zawsze
Eu adoro filmes, series ou livros que as IAs são malvadas ou não agem do jeito que deveriam, tipo o hal 9000 de 2001, o AM de IHNMAIMS (I have no mouth and I must scream), caine de digital circus :D
#QueroMaisMusicaPortuguesa
Depois da quota obrigatória de 30% de música portuguesa nas rádios ser abandonada pelo ministro da Cultura, surge o movimento #QueroMaisMusicaPortuguesa. Este movimento conta com uma petição com mais de 2,000 assinaturas e o apoio de inúmeros artistas portugueses como Rui Veloso, Luísa Sobral, Luís Represas, entre outros.
Podem perceber melhor sobre este movimento com este vídeo do Expresso:
Alegando que “não há produção suficiente de música portuguesa para assegurar estes valores”, o presidente da Associação Portuguesa de Radiodifusão também se apresentou contra o aumento da quota.
Hoje deixamos algumas sugestões de música portuguesa, provando que existe muita e boa música no nosso país, que pode satisfazer todos os gostos.
Para fãs de thrash metal apresentamos os promissores Warout com a recente Addicted to Violence, uma bomba ao vivo! (Data de lançamento: 6 de Janeiro, 2023)
Os transmontanos Whales Don’t Fly, no género do Metal, iniciaram em 2018 e lançaram o primeiro álbum em 2022. Uma viagem que vale a pena fazer, do início ao fim (Data de Lançamento: 6 de Fevereiro, 2022)
Também de raízes transmontanas, os Soul Despair são uma banda promissora no MetalCore. (Data de Lançamento: 14 de Abril, 2023)
Outras bandas dentro do género que vale a pena ouvir: Seventh Storm, Jarda, Toxikull, Ledderplain, Moonspell, Tara Perdida, Apotheus
Vamos dar uma voltinha até ao rock, com os mirandelenses Dan’s Revival, que remetem para o rock dos anos 60. (Ano de Lançamento: 2019)
No folk rock temos os brigantinos Yvette Band com o novo álbum Co[N]tradição.
(Desculpem, isto está a tornar-se uma ode a Trás-os-Montes)
Os Diabo na Cruz, que continuam a deixar saudade.
No indie rock não podemos deixar de mencionar os já conhecidos Capitão Fausto e Ornatos Violeta
No pop rock/ punk rock os Baleia Baleia Baleia continuam a dar cartas com o álbum Suicídio Comercial lançado em 2022, considerado um dos melhores do ano.
No rock alternativo, Persona 77 lançaram o mais recente EP em 2022.
Paraguaii, First Breath After Coma, The Miami Flu, The Poppers, Fugly, Grandfathers House, Bed Legs tudo nomes de bom rock indie português
Os portuenses Jupiter lançaram hoje (14 de abril, 2023), Diamante em Bruto, um estilo funk/groovy “à moda do Porto”
No campo instrumental, já conhecemos Homem em Catarse
Os tops nacionais não mentem com vários artistas portugueses na lista, demonstrando que o público português gosta da música que por cá se faz:
Bárbara Bandeira, Carolina Deslandes, Diogo Piçarra, Slow J, Bárbara Tinoco, D.A.M.A., Miguel Araújo, António Zambujo, são apenas alguns nomes que estão uma e outra vez entre os mais ouvidos no nosso país
Lo-fi beats? Também temos
Com raízes no R&B, Lo-fi e rock, os vimaranenses The Midnight Spot surgiram há alguns anos e finalmente lançaram dois singles em 2021. Fica aqui um deles.
Chegamos finalmente ao rap e hip hop, com nomes como Sam the Kid, Plutónio, Wet Bed Gang, Boss AC, Da Weasel que são já parte do nosso vocabulário.
Bezegol, que dispensa apresentações e rótulos (esta com Rui Veloso, que dispensa ainda menos de apresentações) - Aqui
Não esquecendo a música popular, que não é só pimba, deixamos algumas sugestões engraçadas para fazer um bailarico à moda portuguesa.
Canedo // Galandum Galundaina
Quem nunca dançou esta música de braço com um amigo que atire a primeira pedra.
Ainda há muitos portugueses que acreditam não gostar de música nacional porque “não gosto de pimba”. Temos que deixar umas palavras de agradecimento ao pimba, mesmo assim, por todas as festas da terrinha, todos os finos derramados, os sorrisos rasgados e a certeza de que cada verão português vai deixar saudade até ao próximo.
O fado, é obviamente, um dos géneros mais característico do nosso país, apesar de não ser o favorito de toda a gente. Mesmo assim vale a pena ir a uma casa de fados e apoiar a nossa economia local, ou ir à Monumental Serenata em Coimbra chorar com os amigos.
Povo que lavas no rio // Amália Rodrigues
Canção do Mar // Dulce Pontes
Além de vários outros artistas aqui não mencionados (tentámos dar palco aos menos conhecidos, não querendo esquecer os nomes de renome no país), se esta lista ainda não te foi suficiente para despertar a curiosidade (esperamos que não), podes ouvir mais música portuguesa aqui:
Qual a sua opinião ?
Hoje em dia, vivemos em uma sociedade que muito aponta e julga as escolhas alheias. Preconceitos estabelecidos por essa sociedade corrompida pelo capitalismo, torna-se, dia após dia, algo natural.
Precisamos nos posicionar para quebrar esse tabu de rotulação.
Eu quero ser quem eu escolher, sem precisar da aprovação de nenhuma outra pessoa além de mim mesma. Só preciso de RESPEITO. Respeito esse que dou e luto para conquistar, em nome de todo público que passa por esse tipo de situação. Sejam trabalhadores do entretenimento adulto, o público LGBT, Portadores de necessidades especiais físico ou mentais e até preconceito estético.
Eu poderia passar horas aqui falando de alguns, mas ainda assim não definiria todos. Veja alguns tipos de preconceito:
Discriminação .
Homofobia .
Racismo.
Transfobia.
Xenofobia.
Machismo.
Feminicídio.
Intolerância Religiosa.
Nanismo.
Sabia desses? Pois então, sejamos mais empáticos e respeitosos uns com os outros.
“Nunca julgue um livro pela capa.”
Racismo
Um título puro e “simples” para ser lido e para ser entendido na essência da palavra, no entanto, muitas pessoas ainda não entendem o que significa, o que representa e o que provoca para quem sofre, tanto no dia-a-dia quanto no decorrer de sua vida, acreditando e aceitando a “normalidade” do preconceito enraizado na sociedade como um tumor benigno que sempre esteve lá, em seu lugar, às vezes escondido, às vezes a vista de todos, mas que finge não incomodar.
O racismo estrutural continua entranhado na sociedade brasileira e pulsa latente nas veias, nos corações e nos cérebros dos que praticam sem o menor pudor, sem a menor vergonha.
Cada vez mais exacerbados, seja por qualquer motivo ou por razão nenhuma, eles atacam, xingam, diminuem ou partem para as agressões tanto verbais quanto físicas, acreditando na impunidade que a justiça brasileira insiste em não aplicar, acarretando mais e mais “passadas de pano”.
A normalização do racismo estrutural é tão prejudicial quanto a não aplicação das leis, que deveriam ser mais severas para que todos observassem e sentissem na pele que a cor da pele não importa, muito menos define o caráter de alguém. Não adianta vir com a desculpa esfarrapada que o racista “surtou, não tomou seus remédios, ou simplesmente, não fez por mal”. É hora de partir para o embate verbal, pelas vias legais, sem violência física, mas mostrando a indignação de quem sofreu e ainda sofre e que não ficarão mais calados.
Chega de considerar o racismo como um probleminha, vitimização ou “mimimi”, como muitos dizem. Já passou da hora de aceitar baixar a cabeça e acreditar que um dia passará. É mais que necessário tomar atitudes legais, construindo políticas que funcionem de fato e cobrar dos governos, sejam eles de direita, esquerda ou centro, uma melhor educação nas escolas e dentro das casas, juntamente com as famílias, para que as futuras gerações criem consciências críticas realmente, e não aceitem o preconceito racial em hipótese alguma. Sejam crianças, brancas, pretas, pardas, etc.
O racismo dói nos pretos e pretas, mas deveria doer em todos.
créditos:
Crime aconteceu no começo da tarde de domingo, no Flamengo. Mulher foi presa em flagrante