Para mim um dos melhores sambas e desfiles... CARNAVAL CHEGANDO !!!!!
Beija-Flor 1989 "Ratos E Urubus... Larguem Minha Fantasia"
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Para mim um dos melhores sambas e desfiles... CARNAVAL CHEGANDO !!!!!
Beija-Flor 1989 "Ratos E Urubus... Larguem Minha Fantasia"
Roda de Samba conta a história dos sambas-enredo
Programa entrevista pesquisador de memória social e cultura brasileira Agência Brasil Publicado em 04/05/2025 - 10:53 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © Fernando Frazão/Agência Brasil “O samba enredo é condição primordial para o desfile das escolas de samba. Quem fornece combustível para a bateria é o samba.” Os compositores dos sambas “melhoram os enredos” do desfile de carnaval das escolas de samba.
As opiniões são do sociólogo Edson Farias, professor e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), autor dos livros “O Desfile e a Cidade: o carnaval-espetáculo carioca” e “Ócio e Negócio: festas populares e entretenimento-turismo no Brasil”, entre outras publicações sobre memória social e cultura brasileira.
Reprodução: “Quem fornece combustível para a bateria é o samba”, afirma o professor e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB) Foto – Arquivo Pessoal Edson Farias O acadêmico e intelectual é o entrevistado do programa Roda de Samba deste domingo (4), ao meio-dia, na Rádio Nacional. O programa destaca a importância de nomes como Martinho da Vila (Vila Isabel) e Zuzuca (Salgueiro) para as transformações que o samba-enredo ou samba de enredo na virada dos anos 1960 para a década seguinte.
Novos temas
Em sua avaliação, “os esquemas de pensar o samba-enredo vão se alterando nos anos 70”, quando emergem novas formas de compor o samba de carnaval para enredos com conteúdo diferente da temática nacionalista existente desde a era de Getúlio Vargas. Conforme Edson Farias, a adesão ao nacionalismo não foi mera imposição do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) no Estado Novo, mas uma atitude “negociada” pelos sambistas a partir dos anos 1940.
Reprodução: A partir dos anos de 1970 as escolas de samba passam a diversificar os temas de seus sambas. Foto- Tomaz Silva/Agência Brasil Trinta anos depois, os sambistas também foram protagonistas das transformações do desfile em espetáculo, que passa a ser televisionado. “A escola de samba e a televisão se encontraram em um momento crucial para ambas”, anota o pesquisador. Segundo ele, “a exuberância atendia a televisão”, e as transmissões pela TV ajudaram o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro a se afirmarem como “principal produto turístico” da capital fluminense. O Roda de Samba é veiculado aos domingos em rede nas oito emissoras da Rádio Nacional e posteriormente é distribuído na Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). O programa é produzido em parceria pela Agência Brasil e pela Rádio Nacional, e traz semanalmente entrevista com cantores, compositores, escritores, cineastas e intelectuais sobre o universo e o imaginário do samba. Serviço Programa Roda de Samba Quando: Todo domingo ao meio-dia Onde: Na Rádio Nacional da Amazônia (OC), de Brasília (AM e FM), Recife (FM), Rio de Janeiro (FM), São Luís (FM), São Paulo (FM) e do Alto Solimões (FM). Visite a página do programa: https://radios.ebc.com.br/roda-de-samba Edição: Marcelo Brandão
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Ana Maria Gonçalves celebra homenagem às mães negras na Portela
Reprodução: © Tânia Rêgo/Agência Brasil Obra Um defeito de cor é base do samba-enredo da escola este ano Publicado em 12/02/2024 - 09:23 Por Rafael Cardoso - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro ouvir:
“Saravá, Kehinde. Teu nome vive. Teu povo é livre. Teu filho venceu, mulher. Em cada um de nós. Derrame seu axé”.
No trecho do samba-enredo da Portela, Luís Gama, famoso advogado e abolicionista do século 19, celebra a história de luta da mãe. Africana escravizada ainda criança e trazida para o Brasil, Kehinde comprou a própria liberdade e participou de revoltas que deixaram um legado importante para o povo negro. O desfile da escola carioca na Sapucaí traz uma nova perspectiva do romance Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves, lançado em 2006, e que também dá nome ao samba-enredo. No livro, a mãe escreve uma carta para o filho que está perdido há décadas. O samba traz a resposta emocionada do filho. Uma história aprovada e elogiada pela escritora. “Eu achei muito bonito. O samba-enredo não é exatamente uma adaptação do livro. É uma conversa com a história que está sendo contada no livro, adaptada para uma realidade que a gente vive no país até hoje. Vai ser uma grande homenagem às mães negras, principalmente àquelas que, por vários motivos, não puderam criar seus filhos. Algo que a gente vê desde a escravidão”, disse Ana Maria Gonçalves, em entrevista à Agência Brasil. No romance, Kehinde, que assume o nome Luísa no Brasil, vive e testemunha experiências extremas de sequestro, escravidão, violência, estupros e mortes. Consegue voltar para a África em determinado momento da vida, mas nunca esquece do filho, vendido como escravo, de quem não tem mais notícias. Já idosa, cega e à beira da morte, decide voltar para o Brasil para encontrá-lo. Segundo a autora, levar parte dessa história para a Sapucaí é uma oportunidade de apresentar novos olhares e narrativas sobre a história da população negra no país. “A maioria dos carnavalescos é branca. E ao falarem da história do povo negro no Brasil, muitos acabavam apresentando questões muito estereotipadas. Eu, como mulher negra, estava extremamente cansada de ver apenas sofrimento na avenida. Ao se falar de escravidão ou de negro, só a parte ruim se destacava. Era navio negreiro, chicotada, castigo. E a gente tem muito mais a apresentar e a falar da nossa história”, defende Ana Maria. “É muito importante Um defeito de cor estar na avenida através da Portela, a escola mais antiga, a mãe de todas as escolas de samba, com dois carnavalescos negros que sabem do que estão falando. Torço para que tenha um grande sucesso e a gente possa contar cada vez mais com essa união de literatura e escola de samba nos próximos anos”, complementa a escritora.
Reprodução: A escritora Ana Maria Gonçalves durante gravação do programa Trilha de Letras, da TV Brasil, na biblioteca da Maison de France, centro da cidade. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil
Literatura e samba
No carnaval deste ano, pelo menos cinco escolas de samba do Grupo Especial buscaram inspiração na literatura na hora de montar as composições. Além da Portela, esse também foi o caminho escolhido por Salgueiro, Grande Rio, Porto da Pedra e Imperatriz Leopoldinense. Para Ana Maria Gonçalves, os dois lados têm muito a ganhar com essa união de letras e melodias. “O samba vai fazer com que mais pessoas se interessem em ler o livro. A literatura ganha por conseguir formar um público leitor que a gente não alcançaria se não fosse através do samba, da música e do carnaval. E o carnaval ganha com a possibilidade de renovação das histórias que vêm contando. E principalmente, ao trazer histórias como a do livro Um Defeito de Cor, que falam do povo negro do Brasil”, disse a autora. Desde que foi informada sobre o tema da Portela, Ana Maria Gonçalves passou a se envolver intensamente com a escola. Presenciou a escolha do samba e participou de quase todos os ensaios, que aconteciam de duas a três vezes por semana. E decidiu desfilar em uma das alas da agremiação. Ela sempre amou samba e acompanhou o carnaval carioca, mas nunca torceu para uma escola específica. Mas depois de todo esse processo, não teve jeito, se apaixonou pela Portela. Além do orgulho de ver a própria obra como referência de um samba-enredo, a escritora acredita que o desfile pode ser um passo importante para formar novos leitores e ampliar o alcance de pautas sociais fundamentais para o desenvolvimento do país. “A literatura é uma das artes mais elitistas, principalmente no Brasil. Uma grande parte da população não consegue comprar livros, porque são muito caros. Existe um mito de que o público mais simples ou mais pobre não quer ter acesso à literatura. Isso é uma grande mentira”, disse Ana Maria. “Acredito que o samba vai ajudar a popularizar uma série de pautas que a gente vem tratando em meios como a literatura, e pode chamar a atenção de outros carnavalescos. Popularizar a literatura é um dos grandes sonhos de todo escritor contemporâneo, que conta as histórias que eu conto”, acrescenta. Edição: Fernando Fraga
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Morre aos 66 anos Quinho do Salgueiro, cantor de sambas-enredo
Reprodução: © Instagram/@quinhodosalgueiro Ele lutava contra um câncer de próstata desde 2022 Publicado em 04/01/2024 - 09:22 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil* - Rio de Janeiro ouvir: O cantor Quinho do Salgueiro, intérprete de sambas-enredo do carnaval carioca, morreu nesta quarta-feira (3), aos 66 anos. Ele morreu no Hospital Municipal Evandro Freire, na zona norte do Rio, de insuficiência respiratória. Desde 2022, Quinho vinha lutando contra um câncer de próstata.
Melquisedeque Marins Marques foi o cantor da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, no carnaval campeão de 1993, com o famoso Peguei um Ita no Norte. Também participou do título salgueirense de 2009, com o enredo Tambor. Em seu perfil no Instagram, a escola de samba lamentou a morte de Quinho. Hoje o Salgueiro Chora! Com profunda emoção e um nó na garganta, comunicamos o doloroso adeus a Melquisedeque Marins Marques, nosso Quinho do Salgueiro, um gigante cuja ligação com o G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro transcendeu os limites da música e do carnaval. Quinho não foi apenas um intérprete talentoso; ele foi a voz que ecoou em cada conquista, em cada desfile, e que se entrelaçou intimamente com a alma do Salgueiro Quinho começou a carreira no bloco Boi da Ilha, que deu origem à escola de samba União da Ilha. Depois, passou a cantar junto com Aroldo Melodia, na escola da Ilha do Governador, até se tornar, em 1985, o intérprete principal da escola. “Ele é um grande exemplo, como intérprete, para mim. Foi um grande seguidor do meu pai, Aroldo Melodia, até virar uma estrela da Acadêmicos do Salgueiro. Ele deixa muitas saudades e vai fazer muita falta para todo o povo do samba”, disse Ito Melodia, intérprete da Unidos da Tijuca. Foi ele quem cantou o famoso samba Festa Profana, que levou a União da Ilha ao terceiro lugar do carnaval. “Melquisedeque Marins Marques era conhecido como Quinho do Salgueiro pelas belas páginas da história do Carnaval que construiu naquela agremiação. Só que o Quinho do Salgueiro também era filho da Ilha. Foi sob o pavilhão insulano que sua voz marcante se fez ouvir pela primeira vez para o mundo do samba”, publicou a escola em suas redes. Também participou do carnaval paulista, pela escola de samba Rosas de Ouro, em 2000. A agremiação de São Paulo também lamentou a morte de Quinho em suas redes, chamando-o de “um dos grandes puxadores de samba da história do carnaval brasileiro”. “Eu vi quando ele chegou para o carnaval, fazendo um grande sucesso. Se tornou um irmão e um grande amigo e parceiro. É uma grande perda para o maior espetáculo audiovisual do planeta, que é o nosso carnaval”, disse o cantor Neguinho da Beija-Flor.
Enterro
Seu corpo será velado na tarde desta quinta-feira, na quadra do Salgueiro, e sepultado na sexta-feira (5), às 13h, no cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador. Matéria ampliada às 10h23 para incluir informações sobre a causa da morte, no primeiro parágrafo, e sobre o enterro, no último parágrafo. *Colaborou a repórter Cristina Índio do Brasil Edição: Denise Griesinger
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Foi um rio que passou em minha vida e me coração se deixou levar 🦅💙 #coro #sambaenredo (em M&C Estudio Marechal Hermes) https://www.instagram.com/p/Cgu5xnTJb-5/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Com muita honra e grande satisfação estou concorrendo junto a grandes amigos e excelentes profissionais do samba gaúcho ao samba enredo 2022 da minha querida Escola Bambas da Orgia...um sonho realizado e escrito a muitas mãos! Obrigado em especial! @julianobcosta @suriel_ribeiro @charlescavaco @sbcbambasdaorgia @bateriatrovaoazul Apoio: @portadatocaestudio @clubedopandeiro @blocodoze_ #samba #carnaval2022 #bambasdaorgia #sambaenredo #compositores #liespa #escoladesamba #musicabrasileira #portoalegreédemais (em Porto Alegre - Rio Grande do Sul) https://www.instagram.com/p/CVbontmAciO/?utm_medium=tumblr
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@xandedepilares 🎵🎶 é #campeão 🏆 na #escoladesamba ⬛⬜◼◻◾◽▪️ @vaivaioficial 📣 com o 👑#sambaenredo: “TAMBOR AFRICANO, DE NEGRA BRAVURA E O MESMO TAMBOR DA SARACURA QUILOMBO DO SAMBA NÃO MORRE JAMAIS. EU SOU, EU SOU VAI-VAI” 🖤🤍🖤🤍🖤🤍🖤🤍🖤🤍🖤🤍🖤 Assessoria de lmprensa: @assessoria_jb 💢 #xandedepilares #vaivai #escoladesambavaivai #bixiga #saopaulo #sambodromoanhembi #carnavalpaulista #instalike #favoritesong #bestsong #followforfollow #follow4follow #instalikesandfollowers4u #instadaily @rocket_hastags #photooftheday #goodmusic #like4like #newsong #likeforlike #instagood (em Escola de Samba Vai-Vai) https://www.instagram.com/p/CTQ_JLHLKJ5/?utm_medium=tumblr