Já esbarrou com Baek Dami pelos corredores? Ela é veterana do segundo ano.Tem 17 anos, é membro dos clubes de Gastronomia e Música e é Base dos Cheerios.
— CURIOSIDADES
Muitas vezes quando não conseguia fazer algum doce na Sweet Dreams, pedia ajuda ao irmão, pois não sabe lidar com cortes de bolos, bico de confeiteiro e quantidade de açúcar. Pra ela, quanto mais doce, melhor.
Não gosta de ficar sozinha. Como cresceu cercada de pessoas com quem pudesse conversar, quando está sozinha, além de se sentir solitária, começa a ter profundos pensamentos que não a fazem bem.
É alérgica a qualquer tipo de pelo, por isso nunca teve um gato ou cachorro, apesar de amar todo e qualquer tipo de animal.
Gosta de fazer covers vocal de kpop, querendo um dia poder se tornar idol.
Apesar de ser um pouco cheinha desde sempre, nunca se incomodou com o seu peso e não liga quando a caçoam sobre o assunto.
Ajuda o irmão com a venda dos bolos na escola e oferece comida sempre que alguém precisar de alguma coisa, só não promete que vai sair alguma coisa boa.
— HISTÓRIA
Ninguém nunca imaginaria que Dami, antes mesmo de nascer, seria tão ansiosa e impaciente. A caçula dos Baek decidiu vir ao mundo um mês antes do planejado, nascendo prematura. Não foi nada fácil ver a garotinha presa no hospital sem poder ir para casa durante um bom tempo, mas assim que ela saiu, foi recebida com muito amor e carinho, pois era o que não faltava na família.
Os pais, pessoas muito humildes e trabalhadoras, tinham condições financeiras muito boas. Só que, para quem não os conheciam, achariam que os Baeks eram pessoas comuns, e não dona de uma grande confeitaria, a Sweet Dreams. Dami, apaixonada por doces, era fascinada quando via os trabalhos dentro da cozinha. A temperagem do chocolate, as técnicas de confeitos em bolos, biscoitos, doces… mais aquilo não era realmente a sua paixão. Desde pequena, a típica aquariana, acha que veio para esse mundo trazer alegria, felicidade e música. Por seus pais quererem deixar um legado para seus filhos, Dami sempre escondeu o seu desejo de estudar música. Estava convicta de que a confeitaria deveria ser seu futuro e que, por obrigação, teria que herdar para tocar junto com o irmão mais velho, Doyun.
Os filhos do casal Baek não se desgrudam desde que Dami se entende por gente. Em todos os momentos de sua vida, tinha o seu irmão ao seu lado, lhe apoiando e lhe dando amor. A garota o ama muito e teme que um dia ele se casa, vá construir um família e a esqueça. Claro que teria que fazer isso tudo também, mas o garoto era a pessoa que mais amava no mundo, então, se ela precisasse de alguém, teria certeza que que Doyun estaria lá para socorre-lá.
A pequena Baek era muito jovem quando se mudou de Busan para Seoul, por isso não tem o sotaque da cidade de onde nasceu. Teve que sair de sua cidade para que a loja fosse aberta. Não foi um choque muito grande, tirando a movimentação da cidade grande que não se comparava com seu bairro. A adaptação foi fácil para a garota, que sempre teve facilidade de se comunicar com as pessoas. A positividade de Dami era inabalável, contagiando as pessoas ao seu redor e, consequentemente, se tornando conselheira nas oras vagas quando alguém precisava dela.
Ir para um internato foi a decisão mais difícil que já teve que tomar na vida, tirando o fato de que ainda estava pensando entre gastronomia e música como profissão, por isso entro no clube do colégio, talvez assim tomasse uma decisão. Ficar longe dos pais que tanto ama não parecia ser uma ideia legal. Entretanto, fez esse pequeno esforço, sabendo que Doyun a acompanharia para ficar no colégio. No seu primeiro ano, foi estranho. Ficar dentro do internato, sem poder comer os doces que seus pais faziam, passear para ficar olhando roupas e acessórios… o que a ajudou e a incentivou em se acostumar, foram as cheerios. Mesmo sendo um pouco desastrada, Dami se desafiou e entrou para o time. Apesar de ser difícil aprender as coreografias, não se arrepende de ter o feito.
A sina fora desmanchada como um penteado após o baile, enterrada a sete palmos junto a um coração que não mais batia. E Maria se curvava, batendo as mãos em seus joelhos pálidos e esfolados, manchando-se ainda mais de terra. Aparentemente, esta já não conseguia mais chorar então pôs-se em retirada, permaneceu de guarda-chuva fechado embora as nuvens começassem a descarregar-se pelo chão, como se os pingos pudessem lhe lavar a alma e trazer a calma.
A noite vinha a qualquer custo e sentada sobre a mesa da cozinha, Maria lamentava a saudade. Resmungava. Demonstrava sua força, resignação outra hora, sua melancolia. Sua inconstância era permanente, não dada as circunstâncias. Ignorava ligações telefônicas e condolências vindas com as mesmas, embora tivesse verdadeiras três amizades, queria reservar esta dor só a si. O luto era subestimado. Preparou um café e com os olhos inchados revivia álbuns de fotografia. Se lembrava de João e os dois que sempre moraram um no outro, perderam o abrigo.
Uma ideia surgiu meio a insonia da noite, esta era aprimorada a cada vez que se revirava na cama e antes que o sol surgisse no horizonte Maria se destruía. Manchava os azulejos de vermelho com o sangue que lhe escorria dos pulsos e dançavam até o ralo.
No dia seguinte, sua mãe quem sujava os joelhos na terra. “Sua beleza vinha por sua capacidade de fazer as outras pessoas sorrirem, mesmo se ela estivesse triste. Vinha do fundo de sua alma.” Alguém discursava enquanto os mais próximos jogavam flores sobre seu túmulo. No fim, não havia três rosas, mas trinta. Algo incomodava, queimava sobre o coração de muitos ali. Maria também subestimava a amizade e o amoravida.
- Professora, aquele menino mandou te entregar esse desenho.
- Nossa, obrigada!
- Não, não foi eu que fiz, professora
- Não? Então quem fez?
- Ah, então pode ter sido eu, porque eu te amo muito! Amo tanto que eu casaria com você…. Se eu não tivesse namorada!
Detalhe: no prédio esta escrito o nome de outra professora.
Chateada :(