(...) depois do entardecer, nos sentamos num banco e ela tinha as pernas tão curtinhas que não conseguia tocar no chão. Com as pernas cruzadas, ficava balançando-as para frente e para trás e foi a coisa mais bonita que vi no dia. Fiquei assim, parado, olhando. Um aperto no lado do coração e pensando: pois é, eu só consigo amar você.
( Azedume )









