I love Stellarlune and am so happy that Sophie and Keffe are FINALLY together. But there will always be something special to me about book 1-7 Sokeffe. Keffe liked her so much a Sophie was as oblivious as ever. But she still cared about him so much even if she wasn’t ready to admit to her feelings for him. The more I think about this I just get more excited for book 10 and I can’t wait to see what their relationship will really be like.
✦ Nome do personagem: Sophie Hwang.
✦ Faceclaim e função: @knhs2 - Instagrammer.
✦ Data de nascimento: 23/06/1994
✦ Idade: 29 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, coreana.
✦ Qualidades: Afavel, generosa e responsável.
✦ Defeitos: Depressiva, insegura e inconstante.
✦ Moradia: Mount Olympus.
✦ Ocupação: Artista plástica e modelo.
✦ Twitter: @MO94HS
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, HOSTILITY.
✦ Char como condômino: Sophie é o tipo de vizinha que qualquer um gostaria de ter: sorridente, prestativa, atenta as necessidades dos que vivem por perto. Companhia pra ir ao mercado? Ou talvez um açúcar emprestado? Bom, ela pode te ajudar. Por mais que não seja a pessoa mais firme nos seus proprios desejos ou opiniões, é uma pessoa fácil de lidar. As vezes ela pode parecer pouco receptiva, pouco contente, mas ela vai sempre disfarçar pelo conforto de todos ao seu redor!
TW’s na bio: Violência doméstica, agressão, mençao a distúrbio alimentar
Biografia:
A vida de Sophie Hwang deveria ser perfeita, desde os primeiros momentos. Nascida em berço de ouro, cravejado em diamantes cor de rosa. A família rica de Gangnam, formada por um grande empresário coreano do ramo imobiliário e uma modelo inglesa, era vista como o exemplo exato de perfeição. E muito antes que a pequena Sophie pudesse entender, muitas expectativas eram postas no seu nascimento.
Uma infância feliz, como a de um conto de fadas. Um pai que se esforçava para estar presente, uma mãe que estava sempre ali, dedicando-se 100% às filhas. Filhas, já que Sophie ganhava uma irmã aos 4 anos de idade. Amigos na escola, um cachorro correndo alegre no jardim, festas de aniversário lotadas e cheias de presente, um primeiro amor que seria guardado na mente pura de uma criança que era educada de uma maneira carinhosa, feita para apreciar o que realmente importava.
Mas é claro que histórias infantis que começam cor de rosa, tendem a desbotar.
A primeira rachadura em seu castelo de cristal veio aos 7 anos de idade, quando sua mãe partiu de repente. Se lembraria pra sempre da face chorosa da mulher enquanto entrava num táxi, para não mais ver as filhas por anos demais. Na época, Sophie era nova demais pra entender a traição do pai, e a dor que aquilo causava à mulher que havia abandonado tudo pra ser uma boa mãe. Foram poucos meses até que outra mulher estivesse dentro de casa, e uma questão de semanas até que fosse ela sendo mandada embora de casa, enviada a um internato Francês pelo seu pai, forçando-a a abandonar seus amigos, sua irmã; a única pessoa que te entendia e que amava incondicionalmente.
Anos duros, rígidos e cinzas. Raramente voltava pra casa nas festas, a não ser que seu pai desejasse ostentar o troféu que ela parecia ser. Não mais do que uns poucos dias, onde a memória do pai amoroso ia pouco a pouco se deteriorando, mas onde ela podia acompanhar de maneira precária a maneira como sua irmã crescia – ainda mais parecida com sua mãe do que ela mesma.
Uma faculdade de Artes, e uma carreira não planejada como modelo de beleza. Foi apenas depois de se formar, orgulhosa de si mesma, que a jovem Sophie voltou à Coreia do Sul, com muitos planos e sonhos. Havia escapado do controle do seu pai, finalmente.
Ou ela acreditava que sim.
O velho senhor Hwang mal esperava que ela se instalasse de volta ao seu país, antes de lhe presentear com um ultimato. Sua segunda rachadura. Os negócios iam mal, e ela deveria se casar com o filho de uma empresa "amiga". A negação feminina era imediata, mas Hwang tinha seus modos de obrigá-la.
"Se não for você, será sua irmã."
Uma frase, e Sophie aceitava assinar os papéis, desde que ele assinasse uma garantia de que sua irmã nunca teria o mesmo destino. Ele mandava a pequena Sienna pra longe, e Sophie quase se sentia feliz. Era muito mais fácil fingir felicidade com a sua irmã estando longe, do que lhe encarando os olhos.
Park MinHo era o filho mais velho da família que agora se unia aos Hwang no âmbito pessoal e profissional. Longe de ser feio, o homem se esforçava para conquistar a simpatia da jovem mulher. E ela, submissa àquela realidade, aceitava cada aproximação e investida com um sorriso comportado no rosto. Por anos, sendo agora ostentada pelo marido como seu mais querido troféu. Desfilando, objeto de admiração nas festas familiares e reuniões com empresários ainda mais ricos.
Refém.
Os anos passaram, contudo, e os murmúrios sobre a falta de um herdeiro surgiam. As tentativas de Minho resultavam em noites longas demais, seguidas de gritos e acusações quando as tentativas mais uma vez se mostravam inúteis. Nenhum médico era capaz de entender porquê uma mulher jovem e saudável era incapaz de gerar um filho. Até, claro, o dia que Sophie perguntou se o problema não poderia estar no marido.
A terceira e mais profunda rachadura nos alicerces da sua vida. O tapa que recebeu naquela tarde iria arder diariamente como um lembrete, dali em diante. Um lembrete e um aviso, para todos os tapas, empurrões e apertões que viriam, depois que o exame provou a infertilidade de Minho. Com a masculinidade ferida, diminuir Sophie se tornava um padrão, agredi-la era como seu passatempo. Os vizinhos comentavam as marcas pelo corpo feminino, que às vezes escapavam das roupas fechadas da mulher. Incomodado com a atenção indesejada, buscava outro lugar pra viver ao lado de Sophie.
Uma Sophie que ainda tentava, por muito tempo. Mesmo machucada, para além do físico. Quase sentia falta de quando ele a desejava; doía menos. Tentava manter o sorriso, e o carinho. Mas Minho fazia questão de lembrá-la como estava quebrada, feia. Feia com as marcas que ele causava. Feia porque, aos olhos dele, sempre havia um defeito: o cabelo não estava bem cuidado, deveria comer menos. E assim, ele buscava fora de casa o que já não era divertido na própria cama, enquanto ela deixava de comer e tentava a todo custo não desagradá-lo, já que agradar parecia impossível.
Recentemente, fecharam a compra de uma mansão no Acropolis Complex, pra onde Sophie está se mudando praticamente sozinha, uma vez que o marido vive viajando. Prefere assim; pode (tentar) focar no seu trabalho, na sua arte, ao invés de se preocupar com o quão agressivo ele pode se tornar a qualquer instante. Ainda assim, nunca sabe quando ele pode chegar de surpresa e lhe dar um novo presente de cor púrpura.
O quão difícil é manter um sorriso carinhoso, quando seu castelo de conto de fadas é substituído pelas paredes frias de um casamento vazio?
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