Ela queria viver na praia, onde haveria paz, onde a luz macia seu rosto tocava, onde a brisa leve a alma dela preenchia. E ela era feliz, até vir a primeira onda.
Tulipa
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Ela queria viver na praia, onde haveria paz, onde a luz macia seu rosto tocava, onde a brisa leve a alma dela preenchia. E ela era feliz, até vir a primeira onda.
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Hola! Soy Lesly Moyano @electrodomestico y durante tres días estaré a cargo de la cuenta de @everydaymujeres . Un dato importante: para compartir su trabajo pueden usar el hashtag #everydaymujeres . Las imágenes que voy a compartir parten de un eje importante: mi linaje. Mi linaje es como un montón de raíces fuertes que tejen muy profundamente en mi pecho la tierra que me sostiene: Mujeres que respeto profundamente y con cuya luz escribo imágenes de historias de amor, valor, valentía y libertad. Ella es la @carcollazos, mi prima hermana, hija de la hermana mayor de mi padre. Juntas empezamos una exploración sobre las emociones, la separación, la libertad, lo que significa haber crecido en una cultura donde el destino era el matrimonio, descubrir que la maternidad es un acto independiente del mandato, y resignificar el presente, los sueños y el futuro desde pequeños ejercicios creativos que, la verdad, han sido refrescantes para ambas. Yo desde mis ojos y la Car desde el sentir de su cuerpo. Explorando y dejándonos llevar por el paisaje, el aire, el sol, el agua, la vida, la interacción entre nuestros corazones y energía. Esta serie se llama #sinestesias Nos miramos con la Car, y yo siento como si viera el reflejo de mi misma. #mujeresenlos40 #everydaymujeres #everydayeverywhere #apote #cochabamba #bolivia https://www.instagram.com/p/CJZjXrzgxcB/?igshid=in5sp57kqxix
Hola! Soy Lesly Moyano @electrodomestico y durante tres días estaré a cargo de la cuenta de @everydaymujeres . Un dato importante: para compartir su trabajo pueden usar el hashtag #everydaymujeres . Las imágenes que voy a compartir parten de un eje importante: mi linaje. Mi linaje es como un montón de raíces fuertes que tejen muy profundamente en mi pecho la tierra que me sostiene: Mujeres que respeto profundamente y con cuya luz escribo imágenes de historias de amor, valor, valentía y libertad. Ella es la @carcollazos, mi prima hermana, hija de la hermana mayor de mi padre. Juntas empezamos una exploración sobre las emociones, la separación, la libertad, lo que significa haber crecido en una cultura donde el destino era el matrimonio, descubrir que la maternidad es un acto independiente del mandato, y resignificar el presente, los sueños y el futuro desde pequeños ejercicios creativos que, la verdad, han sido refrescantes para ambas. Yo desde mi cámara y la Car desde su cuerpo. Explorando y dejándonos llevar por el paisaje, el aire, el sol, el agua, la vida, la interacción entre nuestros corazones y energía. Esta serie se llama #sinestesias Extracto sobre los sentimientos y pensamientos de la Car al ver estas fotos. “El llegar a ese lugar si me daba mucho miedo porque es muy alto pero ya cuando he bajado y me he abrazado me he sentido así ah aliviada porque ya estaba segura pero cuando he abrazado he sentido que era tan frío, he empezado a sentir mucho más frío de cuando mis pies estaban en el agua del río y he empezado a sentir que ahí realmente me estaba congelando mi cuerpo, el tubo estaba helado y escuchaba ahí que pasaba el agua por ahí, entonces decía con razón esta tan frío. Pero me daba seguridad de estar ahí así echada y abrazada aunque era helado, helado, helada esa superficie.” #mujeresenlos40 #everydaymujeres #everydayeverywhere #apote #cochabamba #bolivia https://www.instagram.com/p/CJZhPSdAVYw/?igshid=ozl32yyw4260
Nos Palmares Pintura: Aquarela sobre papel Arches, med: 56cmx76cm Coleção Palmares, para o salão Em Torno de Zumbi dos Palmares, MAC USP, 1996 -- Núcleo Ance&tral 1 dúzia de asas de algodão branco 6 negros pássaros mãos passistas nos trastes violinos paulistas teclados, cuícas das avenidas de minhas mitocôndrias Os pés descalços pedalam as galés em abraços veleiros altos suada cara vela 6 Palácios da Alma, no palco Ganga Zumba chega em trajes galácticos Nos 6 &orrisos ondas Atlânticas arvoredos egípcios caboverdeanobantos Os pelos estão à vista em cada barba dos 6 renascidos daquele primeiro dia quando? quando foi mesmo, quando? (Ah, o calendário do Mar é mole?) Pudera! hmmmm, foi naquele dia em que Zumbi era concebido no ventre da Mãe Terra.
Regina Gulla, em tempo de novembro, mês da Consciência das Cores Primais, universais, juntinho do Coletivo Roda Gigante, na Casa do Núcleo.
Sábado, dia 08 de setembro de 2012
Oh, diário! Imploro-te o favor de relevar meu drama hoje e de pularmos as típicas cordialidades nossas. Digo-te apenas, são 1:10 de uma ainda recém-nascida madrugada cheia de orvalho.
Acabo de voltar do capítulo de um livro, não sei exatamente qual. Ainda estou meio perdida entre o que é e o que não é real, ainda meio zonza. Acabei de tomar meus remédios da alergia pois o contato com a poeira me deixou a pele irritada.
Tudo bem, começarei do começo pois estou apenas exalando meus sentimentos sem nenhuma explicação!
Nossa história começa há algumas semanas, talvez um mês, não sei bem especificar. Era uma noite de sexta feira e eu preparava meu sono para um dia seguinte de aulas, quando um sinal de satélite veio pousar em forma de texto na tela do meu celular. Impossível não responder ao chamado do teu nome, ainda mais vindo de um número desconhecido... Cai na tentação de perguntar quem desejava minha ilustre atenção. Sim, Oh, amigo diário!, sim era ele! O mais doce pesadelo de qualquer coração, aquele que só o subconsciente tem coragem de amar. Meu vício verde, oh diário! Passei aquela noite em claro, meus olhos simplesmente se negaram a fechar e meu coração se negou a bater menos rápido.
Ele começou cheio de mistério, tímido talvez. Não demorou para que minhas ingratas memórias começassem a me atormentar, me assombrar enquanto eu estava sozinha. Mas eu tinha de ser forte, manter a promessa que sempre espero cumprir: não ceder! Tinha de acreditar fielmente que minha garrafa de Whisky já tinha se esvaído e a ressaca também já tinha passado.
Mas é claro que não, não se acabaram nem a bebida e nem a ressaca! Nos encontramos uma semana depois da mensagem, almoçamos. Percebi algo de não tão familiar naquela tão conhecida figura, alguma coisa diferente que ainda não decifrei... Por algumas horas acreditei que ficaríamos por aquilo mesmo, um nada demais - estava vencendo a briga entre as duas forças dentro de mim! Oh, que felicidade! - . Mas, como sempre, quando pisquei me vi em seus braços, seu abraço quente e reconfortante, protetor e estonteante (aliás, me diga amigo diário, o que nele não é estonteante?!). Apenas um beijo, ou uns. E fui-me meio sem saber o que sentir.
Não ficaríamos apenas naquele beijo mal dado, mal aproveitado, mal prolongado, isso é óbvio. Mas parece que cada vez que voltamos, a força magnética que une espíritos e corpos se intensifica e cisma em nos unir com mais rapidez e mais força - ou, pelo menos, devo dizer sobre mim... Faz com que EU o ame mais e mais rápido, com que EU o deseje mais e mais sinceramente.
Bom, nos encontramos mais algumas poucas vezes. Nos amamos e odiamos, como se dez anos se passassem em duas semanas. E hoje, depois de uma semana sem vê-lo (que mais me pareceu uma eternidade), nos encontramos pela quinta vez, se não menos. Íamos ao cinema, mais típico e clichê impossível! Entretanto extremamente viável e útil... Mas é claro que, nesta vida de roda-gigante, o destino improvisa e nos arranca do previsto.
E agora começa o capítulo do meu livro, ou do livro que algum outro alguém escreveu e cá estou eu a vivê-lo.
Tudo estava bem, mas não estava perfeito. Sabe quando sente-se que não será ruim, mas não será maravilhoso? Corri pra me arrumar e pensar numa desculpa convincente para fazer aquilo a que meus pais se opõem. Me atrasei. Ah, como detesto atrasar-me! Mas o motivo vale todo o trabalho...
Encontrei meu vício na esquina, sorrindo verde pra mim. Ou melhor, roxo! Entramos no carro e fomos rumo à um pequeno detalhe desapercebido, uma luz acesa na casa antiga. O cenário era tão impensável que só consigo compará-lo com a cena de um filme: uma casa vazia, com apenas suas paredes, armários fora de lugar, poucos pregos e sacos no chão, uma mesa, cortinas, espelhos e poeira. A luz que vinha de fora, meio barrada pela cortina, parecia a lua cheia que passa, curiosa, por uma brecha de telhado. Os armários espalhados ofereciam todo o apoio que as paredes não aguentassem sustentar. E era isso e apenas isso que precisávamos para amar-nos.
Meu corpo fundiu-se com as paredes e confundiu-se com os espelhos, rolei como a poeira por todos os cantos da casa e adentrei cada porta dos armários. Nossos corpos se fundiram e se confundiram, rolaram um sobre o outro e adentraram os nossos segredos mais íntimos.
Saí de lá com as pernas estremecidas, com o pensamento nele, com o cheiro doce e verde impregnado em cada centímetro de pele que possuo, com o gosto dos beijos, com o pulmão sem ar, com o toque dele no meu quadril e no meu cabelo, com a voz nos meus ouvidos, as promessas na minha esperança, com a respiração dele na minha nuca. Saí de lá sem coração, mas o amando mais do que nunca.
Cheguei em casa ainda estasiada, e aqui estou, a escrever-te compulsivamente para que, por hoje, possa dar meu último respiro desperto e cair em sonhos altos... Prometi contar-te, amigo, a história com mais clareza. Não sei se bem, mas com muito sentimento o fiz. E agora, perdoe-me, mas não tenho forças ou sanidade sentimento-mental para continuar acordada. Voltarei a sonhar com meu livro, meu filme, meu vício.
Ironias do destino... olha só o som que mais tenho ouvido nestes últimos dias... "A Vida é Loka nego!!!" "ah pena não saber..."
Dia 02- O significado atrás de seu nome no Tumblr
Escolhi esse nome porque acho a grafia diferente, a pronúncia bonita e, principalmente, pelo significado, que é basicamente uma mistura de sensações. Acho que tem a ver com blog.
Sinestesia (do grego συναισθησία, συν- (syn-) "união" ou "junção" e -αισθησία (-esthesia) "sensação") é a relação de planos sensoriais diferentes: Por exemplo, o gosto com o cheiro, ou a visão com o olfato. O termo é usado para descrever uma figura de linguagem e uma série de fenômenos provocados por uma condição neurológica.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinestesia
Condição neurológica em que o estímulo de um dos sentidos provoca percepção em outro; figura de linguagem que relaciona planos sensoriais diferentes.
http://pt.wiktionary.org/wiki/sinestesia
Consiste em aparecer numa expressão, sensações percebidas por diferentes órgãos do sentido. A água que ouviste/ num soneto de Rilke (audição) os ínfimos rumores no capim/ o sabor do hortelã (essa alegria)(gosto) a boca fria da moça maruim (tato) na poça/ a hemorragia da manhã (visão)...
www.lpeu.com.br/a/Conceitos-de-figuras-de-palavras.html
Uma ligação automática de um sentido para outro. Por exemplo, quando o som da voz de uma pessoa faz com que você se sinta bem.
www.golfinho.com.br/artpnl/glossari2.htm
A pele vira porta-bandeira, quando porta impressões (...)
Michel Serres