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“Hooray For Me” Pulley Together Again For The First Time [2001]
Rancid - ...And Out Come The Wolves
..And Out Come the Wolves è il terzo disco per i californiani Rancid.Prodotto dal duo Brett Gurewitz-Jerry Finn e pubblicato dalla Epitaph Records questo seminale lavoro si presenta come manifesto pluripremiato del frizzante movimento Ska-Punk e Street-Punk della West-Coast. Il capitolo più fortunato del gruppo di Berkeley è una bomba che sancisce l’ascesa di tutta la scena, il successo…
Great skate-punk/pop-punk band from Perth, Australia. I just posted the tab I wrote for it on ultimate-guitar. So check it out if you need a new song to play. I’ll be posting more from them soon.
So... es sind immer noch Punkrock Wochen im Blog. Hier einmal FIDLAR - Wake Bake Skate.
Fidlar ist eine amerikanische Skate-Punk und Garage-Punk Band, die es noch gar nicht solange gibt. 2009 haben sie sich gegründet und seitdem 1 Album produziert. Wir können gespannt sein aufs nächste, das hier ist zumindest schonmal sehr gut. Ein weiterer EP Tipp vom Album: No Waves
Ein Wunschhit. Mit dem Kommentar: "Das ist der perfekte Melodic-Punkrocksong. Ohne Scheiss, der Song ist perfekt. Auf der Checklist der Dinge, die ein Stück Punkrock haben muss, hakt der alles aber auch wirklich alles ab. Und das ganze Lied handelt nur vom Saufen! So'n Ding haut man nur raus, wenn man sich Mitte der 80er gegründet hat. Klar werden dich alle alten Punkhasen mit dem unvermeintlichen "deren altes Zeug war doch vieel besser!" Spruch dissen aber sorry, das ist einfach nicht wahr!" Danke Tobias Also dann. Auf geht’s. Prost.
Funk, kuduro, tecnobrega, carimbó, indian style… não há batida periférica que o DJ e produtor Jaloo não seja capaz de domar, reconstruir, misturar, digerir e devolver às pistas na forma de belos remixes e mashups. Suas versões, para faixas de nomes como Rihanna, Björk e Miley Cyrus, resultam num fluente casamento do convencional pop gringo com o calor tropical. Prova disso é este sensacional mashup que ele fez combinando elementos de "Pretin", da Flora Matos, com "Trouble Again", da M.I.A.. Rola até uma vibe meio dub no negócio. Groove da mais fina estirpe pra derrubar qualquer fronteira sonora:
Os primeiros 10 segundos de "Malditos Skatistas" já entregam o espírito do ainda embrionário projeto do Chuck Hipólitho (Vespas Mandarinas) com o Mozine (Läjä Rex, Mukeka di Rato) e o Capilé (Sugar Kane). Punkeragem rasgada fodida, espírito das ruas total. Mais roots do que isso, impossível, acho que só voltando no tempo pra curtir os primeiros shows do Grinders. Você escuta o som e dá vontade de sair mandando wallride na parede do quarto! Sem contar que a letra é de uma poética skate-punk das mais genuínas:
Menos cabeçudo e mais fluente do que suas experiências anteriores nesse campo, o projeto mundotigre, set de eletrônica do Maurício Takara, resgata aquela coisa de fazer eletrônica dissociada do conceito usual de dance music. Interativo e sensorial, seu processo de criação é marcado pela maneira como ele manipula os equipamentos em suas apresentações. O Maurício, conhecido por seus inúmeros projetos, mas principalmente por tocar bateria no Hurtmold, aqui, não usa computadores, edição ou finalização nas músicas, tanto nos shows como nas gravações. Tudo é criado a partir de sequenciadores, samplers, bateria eletrônica e efeitos. Os rumos de cada uma das nove faixas do álbum Portão são dados ocasionalmente, a partir da sensibilidade do músico diante das múltiplas opções oferecidas pelos equipamentos. Minuciosos improvisos dão vida a composições sequenciadas e agradáveis de ouvir:
Lágrimas de Sangue e Fezes é o sugestivo e intrigante nome do novo trabalho do Bemônio, o projeto drone-sludge-doom-dark da dupla carioca Paulo Caetano (synth, samplers, drum machines) e Gustavo Matos (bateria). A novidade, segundo o Paulo, é que este é o primeiro álbum em que os artistas colaboradores participam como membros da banda, e não apenas como convidados. Ou seja, todo mundo que eles chamaram, além de tocar nas gravações, também contribuiu na idealização e construção da obra. São eles o Eduardo Manso (Babotnik, Tono, Babe Hitler), Marcos Campelo (Chinese Cookie Poets) e Alex Zhem (Sobre a Máquina). "O nome fala da passagem de ano, que terminou e começou muito pesado para mim", desabafa Paulo, explicando a temática do álbum. "Lágrimas de Sangue e Fezes se traduz em sentimentos que, muitas vezes, se combinam, mas que geram certas barreiras". Saudade, raiva, arrependimento e tristeza. A densidade de emoções complexas converte-se na mais pura viagem sonora, perturbadora e climática, na interpretação do Bemônio. São três guitarras, synth, voz, sax e bateria, neste disco onde entraram duas faixas com climas distintos. "Sangue", conceitualmente, traz o clima da saudade e o arrependimento de alguém que se foi; "Fezes", interpreta a raiva e a dor de "não ter feito o melhor como um filho", nas palavras do Paulo:
<a href="http://bemonio.bandcamp.com/album/l-grimas-de-sangue-e-fezes" data-mce-href="http://bemonio.bandcamp.com/album/l-grimas-de-sangue-e-fezes">lágrimas de sangue e fezes by BEMÔNIO</a>