We're playing the same game every night. || {Aloy&Sofia}
Foi depois de fazer Bodyshot em Dusana que ele percebeu que a bebida seria uma boa saída para aquela noite. Principalmente com Sofia ignorando-o desde então, agindo como se ele não estivesse lá. Desde então, Aloy bebera quase duas garrafas de whisky e uma de vodka sozinho. Estava quase desistindo do jogo quando Argus desafiara Sofia a fazer um bodyshot e vê-la escolher uma garota aleatória ao invés dele, só fez com que a vontade de ir embora crescesse. Se levantava para terminar a bebida e então a garrafa apontara para ele. Ele havia sido desafiado, com a possibilidade de escolher quem seria a garota que ele beijaria. A primeira opção que lhe veio a mente fora Sofia. Mas ela não fumava. E quando demonstrou que cogitava outras garotas, a mexicana pareceu retomar o controle de Aloy. Pobre garoto se achava que a bebida o faria retomar o controle de si e de seu coração. E então, depois do desafio cumprido, para a surpresa de todos na sala, lá estava Sofia, se entregando para Aloy em um beijo quente novamente. Era como uma montanha russa. Era como eles funcionavam.
O maior problema era que aquela era uma montanha russa cotidiana. Um jogo que jogavam todas as noites, de diferentes formas. Sofia convidara-o para o quarto, e claro que ele não iria recusar em hipótese alguma. O desejo, meio a confusão de sentimentos que Avalon oferecia - com o portal, o suicídio dos gêmeos e a viagem repentina de Aloy para casa - queimava junto a saudade em seu peito. Daquela forma, logo que a mexicana deixou a sala, Aloy se levantou e seguiu seu exemplo. Em poucos minutos, caminhava a passos rápidos até os aposentos que tão bem conhecia. Bateu na porta algumas vezes - uma batida ritmada e costumeira que denunciava que era ele - e assim que Sofia abriu a porta, ele a tomou nos braços e a beijou com urgência, adentrando o quarto. Fechou a porta atrás de si, jogou o sutiã que segurava em algum lugar e girou bruscamente, a fazendo bater com as costas na parede, enquanto as mãos deslizavam habilmente pelo corpo dela. Em um ato rápido, segurou suas coxas e a puxou para o colo, apenas a prendendo ainda mais contra a parede. Rompeu o beijo e deslizou os lábios para seu pescoço, distribuindo chupões leves em meio a mordidinhas. - Você não pode brincar comigo daquele jeito e sair impune... - Sussurrou em seu ouvido, sugando o lóbulo de sua orelha. - Lá fora pode ser a sua área. Mas aqui dentro, é a minha.
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