"Sòcol de pedra del arbre de la Plaça Major. Segle XVII". Llançà. Girona. Catalunya. 21/08/2021. Foto de Pepín.
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"Sòcol de pedra del arbre de la Plaça Major. Segle XVII". Llançà. Girona. Catalunya. 21/08/2021. Foto de Pepín.
Embutido das montanhas capixabas é tema do Caminhos da Reportagem
Reprodução: © TV Brasil/Caminhos da Reportagem O socol chegou ao Brasil trazido por italianos Publicado em 27/11/2022 - 08:36 Por Agência Brasil - Brasília ouvir: Nas viagens pelo país para conhecer os produtos que têm o selo de indicação geográfica (IG), a equipe do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, desta vez foi até as montanhas capixabas para conhecer o socol, um embutido que veio com os italianos, foi modificado no Brasil e conquistou os paladares mais sofisticados.
Foi na região da cidade de Venda Nova do Imigrante, no Espírito Santo, que o programa conheceu produtores e negócios que mantêm a tradição e histórias que vieram com os seus antepassados.
Reprodução: TV Brasil/Caminhos da Reportagem A família Falqueto tem uma fábrica de socol artesanal há 10 anos. Mas a tradição já vem há mais de 130 anos, de geração em geração. Thais Falqueto hoje está à frente do negócio e disse que o processo de produção de um socol dura de três a quatro meses. Primeiro, a carne do porco é salgada por dias, depois lavada e preparada para a maturação, onde fica pendurada em salas em temperatura ambiente para que um fungo natural da região participe do processo.
Preço
Reprodução: TV Brasil/Caminhos da Reportagem Desde que o selo da IG foi conquistado pela região, Thais sentiu a valorização e a procura pelo produto certificado. “A gente estava vendendo ele aqui a R$ 65, hoje a gente vende a R$ 125 o quilo do nosso socol”, relatou. Seis produtores obedecem aos padrões do selo, que autoriza o uso de apenas esses ingredientes no socol: lombo de carne suína resfriada, peritônio suíno, sal, pimenta-do-reino e alho. O socol veio do ossocollo, um embutido italiano feito a partir da carne de pescoço do porco. Ele foi modificado para o gosto brasileiro, feito do lombo do porco, uma carne menos gordurosa. “O socol é feito de uma carne mais leve, adaptado dos nossos antepassados que chegaram ao Brasil”, disse Lorenzo Carnielli, que é de uma das famílias mais tradicionais na produção do socol. Quem passa pela região fica com um gosto de Itália no paladar. Com a produção do embutido, vieram os pratos que o utilizam como ingrediente. No café e adega Tio Vé, a família Falqueto criou o brioche de socol, feito com ingredientes produzidos na propriedade da família. Já no Restaurante Nossa Vida, o destaque é a bruscheta dell'immigrato, prato com polenta e socol, criado pelo chef Renato Santos. Ouvir histórias das origens de famílias tradicionais, como os Angelim e os Briochi, além de provar tudo o que é feito nas propriedades e participar de festas que movimentam a região, são experiências que a cidade de Venda Nova do Imigrante proporciona aos visitantes. Além disso, é possível fazer turismo de aventura, como passear de quadriciclo no Ecoparque Pedra Azul, e ver paisagens deslumbrantes como a Pedra do Lagarto. A equipe do programa aproveitou esse roteiro gastronômico e de paisagens exuberantes para conhecer locais de destaque, como o Khas Café. Na propriedade, além de provar o socol dos melhores fabricantes da região, é possível ter experiências sensoriais com o café produzido ali, além de fazer um piquenique no meio de um campo de lavanda, com vista para as serras capixabas. No Caminhos da Reportagem desta semana, é possível conferir essas histórias e muito mais, no episódio Socol, o embutido das montanhas capixabas, que vai ao ar neste domingo (27), às 22h, na TV Brasil, emissora da EBC. Clique aqui e saiba como sintonizar a TV Brasil
Ficha técnica
Reportagem - Flavia Peixoto Reportagem cinematográfica - Sigmar Gonçalves Auxiliar técnico - Alexandre Souza Produção - Claiton Freitas e Carol Gonçalves Edição de texto - Carina Dourado Edição de imagem e finalização - André Eustáquio Apoio edição de imagem - Márcio Stuckert Arte - Julia Gonçalves Edição: Kleber Sampaio
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Da Itália, um produto que virou tipicamente brasileiro
Reprodução: © TV Brasil/Caminhos da Reportagem Programa Caminhos da Reportagem mostra amanhã produção de socol Publicado em 26/11/2022 - 11:17 Por Flavia Peixoto e Carina Dourado - Repórteres da TV Brasil - Brasília ouvir: Uma tradição italiana que, ao vir para o Brasil, se adaptou e se tornou um produto único no mundo. O socol é um embutido que pode ser usado como metáfora para a história dos imigrantes que chegaram no Espírito Santo, se estabeleceram nas montanhas capixabas e se moldaram aos costumes brasileiros.
O produto é derivado de outro muito consumido na Itália, o ossocollo. Ambos são feitos de carne de porco: o de lá, do pescoço do animal, rico em gordura; o daqui, do lombo, uma parte bem mais magra e de maior aceitação. O socol tem desde 2018 o selo de identidade geográfica (IG), como indicação de procedência, destacando a tradição e qualidade do produto feito no noroeste do município de Venda Nova do Imigrante.
Reprodução: Para fazer o socol o lombo do porco fica três dias em salmoura, depois é envolto em uma membrana chamada peritônio e, em seguida, é pendurado para maturar por meses - TV Brasil/Caminhos da Reportagem Uma singularidade do produto feito na região é um fungo encontrado ali, que no caso do socol é essencial para maturar a carne. “A região de Venda Nova do Imigrante foi protegida porque só aqui acontece essa mágica, esse processo de socolização”, explica Alexandre Cesquim, presidente da Associação de Produtores de Socol local. A família de Thais Falqueto faz artesanalmente o socol da marca Tio Vé, nome que vem do apelido do pai dela, Elvécio. O lombo do porco fica três dias na salmoura, depois é envolto numa membrana chamada peritônio e, em seguida, é pendurado para maturar por meses. “Isso vem da tradição da família da minha avó, por parte de pai, era a forma de conservar a carne. Nós continuamos essa tradição de mais de 130 anos”, diz a produtora. A produção só é feita entre maio e outubro, os meses mais frios do ano. Apenas nesse período se desenvolve o fungo benéfico para o embutido, que deixa a maturação da carne mais lenta, mas não causa nenhum odor ou sabor, por causa da membrana que o protege. “O fungo verde, às vezes o fungo branco, é benéfico para o socol. Já o fungo amarelado altera o sabor, o que acontece no verão”, conta Thais.
Reprodução: O produto da tradição italiana se adaptou à região e se tornou um produto único no mundo TV Brasil/Caminhos da Reportagem
Rota gastronômica
Há dez anos, a família abriu o negócio que, além do socol, inclui uma cafeteria e adega. Um tipo de atrativo que é visto entre outros produtores: além da produção do socol, muitos mantêm também uma loja na propriedade, onde o visitante pode conhecer quem faz e saber mais da história e tradição da família. Isso fez com que a região de Venda Nova do Imigrante virasse uma rota gastronômica para quem passa pelas montanhas capixabas, onde há também cafés e restaurantes especializados. Uma das pioneiras no agroturismo da região é a família Carnielli, que viu a oportunidade de ampliar as vendas a partir do socol. O produtor Lorenzo Carnielli lembra que quando era criança, os turistas perguntavam por mais produtos: queriam levar café, queijo e fubá para fazer polenta. “Hoje, a gente tem socol, linguiça, queijos, doce de leite, cafés especiais das montanhas do Espírito Santo e, aos poucos, a experiência ficou completa”, afirma.
Reprodução: Produção do socol é feita nos meses mais frios do ano, entre maio e outubro - TV Brasil/Caminhos da Reportagem Lorenzo é da nova geração de produtores de socol. Assim como muitos jovens, saiu da cidade para estudar, com outros sonhos. Mas resolveu voltar e aplicar o que aprendeu como engenheiro de produção na propriedade da família. Implantou uma mini usina hidrelétrica, a partir das quedas d’água que existem no local. “Já geramos 70% da energia elétrica que consumimos na fazenda”, diz. Na família Angelim, foi Karla que quis conhecer o mundo fora de Venda Nova do Imigrante. Foi para Vila Velha, fez faculdade de economia, se casou, mas depois sentiu falta das origens e da família. “Sempre tive vontade de levar para a frente nossa história, dos nossos nonos, do meu pai, isso me dá muita alegria”. Esse sentimento é passado para a marca da família, que tem como slogan da Angelim Socol “um pedaço da nossa história”. O marido de Karla, Alexandre Cesquim, é o presidente da associação local que reúne oito produtores, dos quais seis já têm o direito de utilizar o selo da IG por obedecer padrões de qualidade. “A IG anda de mão dada com a cultura, se você não tiver história, a IG não reconhece a notoriedade”, explica. Ele afirma que o selo trouxe fama ao produto: “quando as pessoas têm essa referência, já dizem ‘eu vou lá em Venda Nova visitar o agroturismo do município e vou também atrás do socol’, o que agregou mais valor a ele”.
Reprodução: A produção do embutido atrai turistas em um roteiro gastronômico nas montanhas do Espírito Santo TV Brasil/Caminhos da Reportagem
Novas oportunidades
Junto com o roteiro gastronômico, outras atividades se desenvolveram com a demanda do próprio turismo. O empresário Ricardo Girardi viu isso acontecer: “nos últimos dez anos, está havendo essa migração da agricultura familiar para o turismo, até com a ajuda do Sebrae, o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa”. Com essa expansão, ele viu a oportunidade de criar o Ecoparque Pedra Azul Aventura, que oferece passeios com quadriciclos, a hospedagem em chalés e camping. O local do ecoparque é estratégico, na rota do Lagarto, de onde é possível contemplar três parques: Pedra Azul, Forno Grande e Pico da Bandeira. Ricardo também foi estudar fora e voltou, mas acredita que agora o cenário é diferente para as próximas gerações. “Com os restaurantes, cafés gourmets, reconhecidos em todo o Brasil, acabou um pouco desse processo de os filhos saírem, porque estão surgindo várias atividades na região”, conclui. O programa Caminhos da Reportagem vai ao ar neste domingo (27), às 22h, na TV Brasil. Edição: Graça Adjuto
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Risoto ao funghi com socol: receita
Risoto ao funghi com socol: receita
Se tem uma coisa que amo comer, é tal o risoto! Hoje você vai conferir a receita de risoto ao funghi com socol.
O socol é um produto típico da região de Venda Nova do Imigrante/ES.
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