Sam Kim é um cantor, compositor e guitarrista coreano-americano. Ele assinou com a Antenna Music, tendo terminado como vice-campeão do show de talentos K-pop Star 3. Ele fez sua estreia oficial em 10 de abril de 2016 com o EP I Am Sam, e em seguida com o álbum de estúdio Sun and Moon em 22 de novembro de 2018.
Discografia
Sun and Moon
Lançada: 22 de Novembro de 2018
Label: Antenna
I Am…
Literatura
Ryūnosuke Akutagawa – japoński pisarz, autor opowiadań, w tym Torokko.
Kenji Miyazawa – autor baśni i opowiadań dla dzieci, m.in. Noc na kolei galaktycznej i inne baśnie.
Manga i anime
Filmy animowane Hayao Miyazaki – klasyka japońskiej animacji.
Mangi – m.in. Penguin Highway, Made in Abyss.
Muzyka
Lata 70.–80.
Finger5 (フィンガー5) – japońska odpowiedź na Jackson 5, początkowo…
Hola! Un poquito tarde pero acá estamos con el video del 10mo aniversario de mi primer disco Desde la Multitud.
En este video te cuento las ideas que hay detrás de cada canción, quiénes me ayudaron a llevarlo a cabo y las novedades de este último tiempo. Como festejo de estos 10 años lancé una edición remasterizada del disco por Marte que pueden escuchar en todas las plataformas salvo Spotify y comprarlo aquí https://deseoymuerte.bandcamp.com/alb...
Además hice una edición limitada de Cassettes que podés comprar en el Bandcamp ♥
Encontrame en todas las plataformas (tiktok e insta) como @deseoymuerte Si querés apoyarme y saber más novedades: https://www.patreon.com/deseoymuerte
Muchas Gracias Sophia Di Girolamo por hacer de cámara y de apoyo moral ♥
✦ Nome do personagem: Ashton Maverick.
✦ Faceclaim e função: Dawn - Solista.
✦ Data de nascimento: 01/06/1994.
✦ Idade: 31 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coréia do Sul, sul-coreano.
✦ Moradia: Asphodel Meadows.
✦ Ocupação: Gerente no Dionysus Lounge.
✦ Bluesky: @ASH94AM
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, SMUT.
✦ Comportamento: Um eterno jovem adulto de risada alta e personalidade silenciosa, um grande observador, mas que age quando a impulsividade fala mais alto. Quando há tempo, pode ser encontrado na praça com sua leitura e poesia.
TW's na bio: homofobia.
Biografia:
📖 Origens e Ruptura.
Lee Myungjun cresceu em um lar cristão rigoroso na Coreia do Sul, onde sua identidade e sexualidade eram consideradas "erros confusos". A infância foi marcada por corais infantis e silêncios forçados enquanto questionava mentalmente a existência do Deus pelo qual sua família orava. Aos 14 anos, sua vida desmoronou: foi pego em um relacionamento íntimo com um colega de colégio, o que serviu de catalisador para a sua expulsão do núcleo familiar.
Aos 16 anos, já morava com tios, um arranjo mantido sob a condição de suportar humilhações e deboches diários. Para fugir desse ambiente opressor e garantir sua subsistência, ele conseguiu um emprego noturno em uma loja de vinis e livros usados. Esse se tornou seu primeiro santuário de rebelião, o local onde ele descobriu a literatura e a música que celebravam a liberdade e a transgressão, criando o primeiro vislumbre de uma identidade própria.
🗽 A Emancipação e o Novo Eu.
Aos 18 anos, o coreano conseguiu uma bolsa de intercâmbio universitário em Letras em um país ocidental mais liberal – uma fuga desesperada e vital. Longe da Coreia, ele pôde finalmente respirar e se reivindicar. O ato mais decisivo de sua emancipação foi a mudança legal de seu nome de Lee Myungjun para Ashton Maverick. O nome ocidental, que evoca cinzas, simboliza a fênix que renasce, um corpo que foi queimado pela vergonha, mas que se recusa a morrer. Foi ali que ele conheceu sua melhor amiga, uma jovem cantora, que se tornou seu único pilar de lealdade, que mais tarde iriam se transformar num duo.
Foi durante o intercâmbio que a poesia secreta se tornou performance de palco. Ashton descobriu que sua vulnerabilidade era sua arma mais poderosa. A dor, canalizada em versos cortantes, transformou-se em arte de denúncia, onde ele usava a nudez cênica como um exorcismo da vergonha imposta, reivindicando a alma que foi chamado de "erro confuso".
🏛️ O Presente em Gangnam.
O multi artista retornou à Coreia do Sul com sua amiga, não só por falta de opção, mas também por propósito. Eles escolheram morar no Acropolis Complex, em Gangnam-Gu. O condomínio com uma história de corrupção e de vizinhos com nomes estampados em títulos de notícias, espelha a jornada de Ashton: algo corrompido que foi reconstruído e batizado com o nome de uma cultura que valoriza a liberdade e a arte, em nítido contraste com seu passado.
Atualmente, ele não é mais um funcionário da livraria, mas sim o Gerente do Dionysus Lounge, um bar sofisticado do complexo. Este papel lhe confere autoridade e sofisticação, mantendo uma máscara de cortesia controlada e eficiência que é valorizada em Gangnam.
Sua posição não é apenas um emprego, é uma plataforma. O Dionysus Lounge, nomeado em homenagem ao deus da festa e do teatro, é o templo da sua nova fé. Como gerente, Maverick tem poder sobre o palco aberto do bar, garantindo que ele e outros artistas tenham um local para se expressar.
✦ Nome do personagem: Jeon Hansol.
✦ Faceclaim e função: Dongpyo - Solista.
✦ Data de nascimento: 05/05/2002.
✦ Idade: 27 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coréia do Sul, sul-coreano.
✦ Qualidades: Curioso, falante e resiliente.
✦ Defeitos: Impulsivo, teimoso e reservado com seus problemas.
✦ Moradia: Tartaros.
✦ Ocupação: Gerente no Nectar Cafe.
✦ Bluesky: @TT02JH
✦ Preferência de plot: ROMANCE.
✦ Char como condômino: Hansol é barulhento sem nem perceber. Vive esbarrando nos móveis e tropeçando no corredor, sempre com um pedido de desculpas pronto.
TW's na bio: abandono maternal, morte.
Biografia:
Hansol nunca foi o melhor aluno da sala, nem o mais popular. Suas notas eram medianas; às vezes acabava de recuperação, mas não se importava muito com isso, desde que conseguisse passar no fim. O que realmente importava para ele não era ser o destaque da escola, mas sim ser um bom neto.
Ele foi criado pelos avós maternos. Filho de uma jovem sonhadora e rebelde, Hansol teve a mãe presente apenas durante o primeiro ano de vida. Ela sempre falava em aventuras, em conhecer o mundo, e um dia simplesmente deixou de estar lá. Coube aos avós assumirem os cuidados do menino, e eles o fizeram com muito amor.
Conforme crescia, Hansol começou a sentir a ausência da mãe e a fazer perguntas. Sempre que perguntava por ela, os avós repetiam a mesma história: que estava trabalhando no exterior, que não podia voltar para a Coreia, mas que ainda o amava de longe. Mais tarde, pelas conversas descuidadas dos vizinhos, descobriu a verdade: sua mãe havia fugido com um circo. A revelação o abalou por um tempo, mas, no fundo, preferia acreditar na versão da avó, menos dolorosa, mais aconchegante.
A infância e adolescência de Hansol foram marcadas pelo carinho, mas também pelas responsabilidades. Seus avós já eram idosos quando ele era pequeno, e com o tempo as limitações da velhice ficaram mais evidentes. Ainda jovem, ele começou a ajudar em casa como podia, arrumando empregos de meio período e aceitando bicos para contribuir com as despesas.
O avô, apesar de não ter perdido totalmente a audição, tinha dificuldades em ouvir. Por isso, desde cedo, Hansol aprendeu a Língua de Sinais Coreana, como forma de se comunicar melhor com ele. Era um gesto simples, mas cheio de significado: sua maneira de retribuir o cuidado que sempre recebeu.
Aos 18 anos, depois de concluir os estudos básicos, Hansol acabou se dedicando quase por completo aos avós. Dois anos depois, perdeu o avô por causas naturais da idade. A avó, sua última companhia de família, resistiu por mais algum tempo, mas acabou partindo também quando Hansol tinha 22 anos. Apesar da dor da perda, ele sabia que havia vivido momentos felizes ao lado deles, e isso lhe dava algum consolo.
Sem outros parentes próximos, Hansol se viu praticamente sozinho no mundo. Decidiu, então, que era hora de recomeçar. Procurando por um lugar para morar, descobriu a Acrópolis. Logo se interessou por um apartamento e começou a deixar currículos em todos os lugares possíveis, aceitando o primeiro trabalho que o chamasse.
Hoje, Hansol vive de forma simples, sem grandes sonhos mirabolantes. O que deseja, mais do que tudo, é uma vida tranquila, estável, confortável, onde possa se sentir em paz.
🥇 Sobrevivente 2025 🗡️
✦ Ao final do jogo Em Busca do Assassino, no evento Make, Find and Be Scary realizado no mês de outubro de 2025, os cidadãos conseguiram prender o assassino e esse personagem foi um dos que ficaram vivos até o final.
✦ Nome do personagem: Bang Sungho.
✦ Faceclaim e função: Kang Daniel - Solista.
✦ Data de nascimento: 10/12/1995.
✦ Idade: 30 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coréia do Sul, sul-coreano.
✦ Qualidades: Brincalhão, comunicativo e carinhoso.
✦ Defeitos: Desleixado, inconsequente e volúvel.
✦ Moradia: Tartaros.
✦ Ocupação: Garçom - Ambrosia Garden.
✦ Bluesky: @TT95SH
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE.
✦ Char como condômino: Sungho pode ser bem barulhento enquanto vizinho, além de meio desligado do tipo que esquece as coisas em algum lugar; não é do seu costume ver alguém precisando e ajudar, mas não se nega se pedirem, é bem sorridente com os vizinhos e sempre faz boas piadas e tenta manter o bom humor.
TW’s na bio: acidente de carro, abuso de álcool e drogas, depressão.
Biografia:
“Accepting the absurdity of everything around us is one step, a necessary experience: it should not become a dead end. It arouses a revolt that can become fruitful.” — Albert Camus
Desde que nasceu já existia algo de diferente sobre sungho, ou pelo menos é isso que seu pai dizia conforme o ajudava a desde seus três anos de idade socar uma luva de treino. Seu pai, era treinador de uma academia de boxe e sua mãe professora de ensino infantil, e o rapaz realmente não tinha do que reclamar da sua criação ou da vida que levou durante sua infância ou adolescência. O coreano tinha de tudo: pais presentes, boa educação, hobbies saudáveis, corpo são e mente sã, ele era como deveria ser, como foi criado para ser.
Durante seu ensino o rapaz nunca namorou, seu foco mal era nos estudos, apenas queria saber de ter notas na média para não desapontar sua mãe e de resto vivia na academia treinando dia sim e dia também; tudo o que lhe importava era sucesso naquilo que sempre sonhou para si. Os anos se passaram e ele passou a vencer torneios amadores ou sempre conquistar boas posições até o dia em que finalmente conseguiria entrar no profissional e começar sua carreira com um nocaute, colocando seu nome nas manchetes sul coreanas.
Sungho não era bom, era excelente e era isso que todos ao seu redor diziam, a mídia sul coreana o tratando como aquele que podia reviver o boxe do país que um dia foi tão forte, seu pai lhe tratando como um gênio sem igual, patrocinadores, tudo aquilo começou a subir à cabeça do garoto que ainda tão novo começou a colher os frutos de uma vida nova regada ao luxo descuidado e desmedido. Ele sempre teve uma pessoa que tentou o manter com os pés no chão, mas era tarde demais para ele ligar para essas coisas.
Festas em dubai, porsche, jóias, apartamentos no exterior, ele tinha de tudo para somar com seu recorde imbatível de doze vitórias, dez nocautes e nenhuma derrota ou empate. foi quando ele decidiu que iria lutar pelo cinturão, algo que todos diziam que ele já devia ter feito a muitos anos enquanto lhe enchiam com sonhos e esperanças, mas era simplesmente cedo demais. ainda tão novo, desafiou o mundo e perdeu pela primeira vez, algo que realmente o chocou; era cedo demais. As noites regadas à bebidas, diversão e fins de semana lotados de luxúria o levarão a sua primeira queda, mas aquela também foi sua chance de aprendizado para mudar seus hábitos e voltar a focar naquilo que um dia ele perdeu de vista.
Aquela era a história perfeita de protagonista para o rapaz, isso é, até ele finalmente se sentir pronto para a revanche e — com ela marcada — ele se envolver em um acidente de trânsito que lhe machucou demais. No relatório médico foram apresentadas múltiplas lesões que o impediram de continuar no boxe profissional, se ele tentasse isso seria como colocar a própria vida em risco ainda mais que o normal, criando um grande atrito na vida do rapaz.
Seu pai se negou a continuar sendo seu treinador e isso começou a trazer atrito entre ele e sua família, ele voltou para o boxe profissional mesmo contra as indicações médicas, porém seu tempo de reação na época ainda não estava 100% e — para piorar — sua visão também havia sofrido um pouco de dano e agora ele já não enxergava os golpes como antes. O rapaz que antes era um prodígio viu seu recorde de 12-1 se tornar 12-4 e logo mais ninguém falava sobre ele, ou ao menos nunca em um bom tom. Após sua terceira derrota consecutiva, ninguém mais ligava para ele, seus patrocínios sumiram, ofertas de lutas já não eram tão interessantes e não demorou para ele perder quase todas as pessoas em sua vida, seus falsos amigos, a família que ele mesmo renegou, e enquanto se afastava de todos começou a se afundar mais e mais no álcool, drogas e a depressão simplesmente o corroeu até o ponto em que ele perderia quase tudo.
Foi no pior momento de sua vida que apenas aquele seu antigo amigo da época de escola, o melhor deles e que nunca ligou para seu dinheiro ou fama, o mesmo rapaz que apesar das dificuldades financeiras se recusava a aceitar demais dele embora sempre estivesse ao seu lado se mostrou realmente o seu melhor amigo. ele ajudou Sungho a controlar o pouco que restou de suas finanças, o colocou em reabilitação e o ajudou a se erguer o aceitando em sua casa quando o processo finalizou, o ensinou a cozinhar, a se conectar com novos hobbies e pouco a pouco ajudou o coreano a pôr a vida no lugar.
No fim, quase nada havia restado para Sungho, mas ele ainda teve o suficiente para comprar um apartamento para si em um condomínio bom, mas não dos melhores do qual um dia foi acostumado, mas isso não era um problema. Também usou parte do seu dinheiro para ajudar o seu melhor amigo a quitar a hamburgueria que ele tinha, e decidiu que arrumaria um emprego para viver uma vida honesta após isso. Desde então, se passaram alguns meses e após isso também aceitou que fosse morar consigo a irmã mais nova desse melhor amigo para que eles pudessem dividir as despesas, mesmo que ele ainda acredite e desconfie as vezes que Hyunsuk apenas quer alguém por perto para garantir que ele não vai entrar em um caminho de autodestruição novamente.
Mas no fim, mesmo que as drogas e as bebidas não estejam mais o matando, a depressão de estar longe dos holofotes, dos ringues e das lutas sempre foram demais para Sungho. Ao longo dos últimos meses ele cada vez mais se sentiu ansioso e necessitado daquela adrenalina que um dia teve, e em agosto de 2025 ele participou pela primeira vez de uma luta clandestina quando ele se viu realmente necessitado de dinheiro após um pequeno contratempo com as parcelas que precisava pagar em seu cartão, e apesar de ter prometido para si mesmo que faria isso apenas uma vez, a adrenalina que sentiu durante a luta, o sabor da vitória, todas aquelas coisas que ele tanto amou ter em sua vida o fizeram sentir aquele prazer de estar vivo mais uma vez, e agora o único momento em que se sente verdadeiramente feliz é quando está ali, lutando, arriscando não mais a sua carreira e sim sua vida.