SOMOS MARCAS
Uma lágrima cai de um rosto vazio O interior rasga-se desde o estômago E junta-se ao líquido ácido Que destrói o pouco de vida que resta
As entranhas se contorcem O espírito clama por misericórdia A existência arranha as paredes do limite E a incerteza constrói traças
Os átomos do vivente se repelem A beleza do pulsar se estilhaça A molécula de vida se esvai Esvai... E (s) vai... E vai... E foi.
Findaram-se as respostas (e também as dúvidas).









