Sou eu que mando
Meu namorado sempre gostou de me fazer surpresas. A última delas, aliás, foi fazer sexo com minha prima numa festa em família na minha própria casa. O homem, ao que parece, quando se trata de sexo, é mais movido pelo instinto do que pela razão. Surgiu a oportunidade, então ele a agarra com unhas e dentes! O que mais me surpreendeu, no entanto, não foi a traição em si, mas a maneira como eu encarei aquela situação de um jeito a como nunca achei que agiria.
Tudo aconteceu há cerca de seis meses atrás de uma forma tão intensa e maluca que mudou completamente o modo como me relaciono com os homens... E com as mulheres também.
Todos estavam se servindo de comida e bebida enquanto o aparelho de som de meu pai tocava um forro no mais alto volume. Alguns de meus tios inclusive balançavam animadamente seus corpos ensaiando algum passe de dança a beira da piscina. Era uma algazarra só!
Eu estranhei um pouco ao notar que Cátia, minha prima, havia entrado no interior da casa com um ar um tanto estranho, mas não pude deixar de reparar que logo em seguida Marco, meu namorado, a segue na mesma direção. Algo me dizia para segui-los sem chamar a atenção. Foi o que fiz.
Tento refazer seus passos e imaginar aonde poderiam ter ido. Mais ao fundo da casa fica a dispensa, um compartimento praticamente isolado e sem qualquer movimentação. Tenho então a ideia de ligar a câmera do celular para registrar o que quer que eles tenham ido fazer ali. E não dá outra! Assim que abro a porta da dispensa imediatamente dou de cara com Marco de calça abaixada e penetrando avidamente minha prima por trás de um jeito tão gostoso que mesmo eu senti vontade de estar no lugar dela. Ambos olham para mim com o celular na mão, e sequer esboçam qualquer reação de surpresa e menos ainda se incomodam com o fato de eu ter aparecido ali de supetão para filmar os dois se agarrando. Embora aquela situação inusitada de pegar meu namorado com minha prima na dispensa de minha casa a princípio tenha me deixado bastante aborrecida, por algum motivo que desconheço me vi compelida a entrar naquela brincadeira. Mal percebo e me vejo entrando naquele espaço escuro e apertado e logo fechando a porta atrás de mim. Lá dentro, sem saber direito o que fazer, escuto Cátia dizer com voz de prazer: – Mete esse pau gostoso na minha boceta. Mete mais fundo, gato! Vai! Faz isso pra mim. Nessa hora sinto novamente meu sangue ferver e me dou conta de que meu namorando realmente está fodendo minha prima bem diante de mim e eu tendo de escutar isso daquela vadia. Imediatamente puxo seus cabelos com força deixando seu rosto bem próximo ao meu, mas para minha surpresa ela sorri um sorriso safado de quem na verdade está sentindo um imenso prazer de ser maltratada pela namorada enquanto é penetrada pelo namorado. Hora de mudar minha estratégia. Posiciono o celular e digo: – Repete. Agora olhando pra cá. Coloco o celular na cara dela. – Fode minha boceta com vontade, gato. Me fode gostoso. Ela repete sorrindo de prazer pra mim.
Naquele instante algumas ideias malucas começam a invadir minha mente. Sinto uma vontade intensa de maltratar minha prima de uma forma como nunca antes havia sequer imaginado. Afasto os dois ainda arfando de intenso prazer e a coloco de joelhos diante do meu namorado. Ele revela seu mastro duro completamente encharcado do gozo vaginal de Cátia. – Chupa o pau dele. Imediatamente ela abocanha o pênis de Marco como se estivesse chupando um imenso pirulito. Com uma das mãos seguro seus cabelos fazendo força para que ela engula cada vez mais profundamente em sua garganta a ponto mesmo de ela quase engasgar, enquanto que com a outra filmo aquela cena inesquecível. Então uma coisa curiosa vem a minha mente. Durante nossas conversas sobre sexo entre as meninas, Cátia chegou a revelar que nunca teve coragem de fazer sexo anal por que sentia medo de doer muito. Um sorriso brota em meus lábios com essa recordação. Digo para os dois que já basta e prontamente sou obedecida. Observo que ao retirar da boca o pênis de marcos está coberto de saliva. Aproveito para dar mais uma ordem: – Pega o pênis dele e esfrega no seu rosto. Cátia obedece minha ordem como uma serva obedece a sua senhora sem qualquer questionamento.
Chegou a hora que Cátia tanto temia. Sinalizo para que ela levante e fique novamente de costas para o Marco. – Quero que você meta todo seu pau bem no cuzinho dela com bastante força. Não é pra parar até que eu fale que é pra parar. Entendeu? Digo olhando pra ele severamente. Ele apenas concorda com a cabeça, mas sem me olhar nos olhos. – Quanto a você não quero que grite pra não chamar a atenção do povo lá fora. Ofegante ela concorda. – Mete tudo. Essa é minha ordem final.
Cátia inclina seu tronco para frente de modo que Marco encontre uma boa posição para penetrá-la. Ao abrir com força sua bunda ele consegue uma boa visualização do orifício rosado e estreito e virgem onde pretende deixar sua marca para o resto da vida de Cátia. No início há uma grande resistência. Ele aperta sua cintura para obter um melhor resultado na penetração enquanto Cátia começa a esboçar uma expressão de dor com aquela penetração forçada – Penetra com mais força. É pra doer mesmo! Digo de forma colérica.
Quando enfim ele a penetra, Cátia não resiste, e sou obrigada a soltar o celular no chão e tampar sua boca com a mão. Eu me posiciono na sua frente de modo que posso abraçá-la e tapar com firmeza sua boca para que não grite enquanto meu namorado a penetra com toda sua fúria por trás. Então eu a beijo longamente encerrando seu prazer sadomasoquista daquele dia. Eis uma ótima surpresa para nós três.
Autora: Isabela Silva













