Instinto selvagem Jessica ficou de quatro para ele. Até então ela esteve deitada sobre a cama só de calcinha, sonolenta, entediada. Mas como ele chegou inquisitivamente teve de assumir aquela posição de entrega do seu sexo. - Homens são todos iguais mesmo! exclamou para si mesma. - Só querem satisfazer seus próprios desejos. Jessica já não sentia a menor vontade de fazer sexo. Ainda assim, Lauro a deitou de costas, abriu suas pernas e inseriu firmemente seu pênis dentro dela. Porque era isso que ele fazia quando queria aliviar o estresse. Uma vez Laura sentiu uma imensa vontade de possuir uma faca pequena e bem amolada, que deixaria sob o travesseiro. Durante o sexo ficaria por cima, cavalgando em seu pau como uma vagabunda barata da noite. Faria com que ele alcançasse o êxtase e quando isso acontecesse lentamente estenderia seu corpo sobre o dele ao mesmo tempo que escorregava a mão por debaixo do travesseiro até alcançar a faca. Quando estivesse com o cabo firme em suas mãos e ouvindo seu grito de prazer cravaria a lâmina fundo em seu peito esquerdo. E outra vez e de novo e de novo... No caso de a lâmina ficar presa em alguma de suas costelas poderia experimentar estragulá-lo. Embora não fosse tão forte. Após tantas estocadas em seu peito estaria praticamente morto. Com as duas mãos prenderia firme seu pescoço e o veria agonizar com falta de ar até deixar de respirar por completo. Aquilo sim a excitava e não aquele pau meia bomba de Lauro entrando em sua vagina já sem totalmente sem tesão, apenas para a satisfação dele. Ela começou a sorrir. Primeiro bem baixinho e quase inaudível. Lauro tinha as mãos grandes e firmes pressionando sua cintura e não se deu conta. Mas a risada foi ficando mais alto a tal ponto que Lauro teve de interromper sua penetração na mulher. - Tá rindo de que? - Ele perguntou um pouco confuso. Mas ela não parava de sorrir de modo que estava ficando incontrolável. Lauro empurrou o corpo da mulher sobre a cama mas nem isso fez cessar a risada histérica da mulher. - Por acaso você está rindo de mim? Não houve resposta, mas apenas o riso incontrolável de Jessica. Aquilo irritou profundamente Lauro. Não podia permitir que mulher alguma zombasse dele. Do fundo de seu inconsciente brotou a imagem de uma garota. Certa ocasião de sua adolescência ela tinha pedido pra segurar seu pênis e ele consentiu. Achava que ia gostar de ter uma garota segurando pela primeira vez seu pênis. Mas para sua surpresa ela começou a sorrir descontroladamente de maneira muito semelhante a Jessica. Aquela também tinha sido a primeira vez que deu um soco na cara de uma garota. Depois disso ficou mais fácil. Mulheres de modo geral são bem fracas. - Esta vai ficar na minha estante principal. Ao lado das outras. - Disse Lauro ajeitando com cuidado o frasco. Lauro estava satisfeito, porque no formul dentro daqueles frascos de vidro as cabeças não sorriam dele. Pelo contrário, tinha um aspecto soturno que, de fato, o levava ao pleno gozo.
Autora Isabela-Silva












