Phantom returns to Norway!
Based on the creative team it will be a revival of the 2018 production - now the Middle Eastern/European tour.
(Picture from scenekvelder)

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Phantom returns to Norway!
Based on the creative team it will be a revival of the 2018 production - now the Middle Eastern/European tour.
(Picture from scenekvelder)
The Romanian / Norwegian / Greek / Middle East + European Tour version is really starting to hit many countries and cities now. Along with some photos of the current cast (from the respective webpages I have linked to underneath), here's a complete overview to where it has played so far, and where it will play in 2024-2025 (*):
PHANTOM OF THE OPERA, BUCHAREST, ROMANIA
Director: Stephen Barlow
Sets and costumes: Andrew Riley
Choreography: Ewan Jones
Light design: Howard Hudson
Musical director: ?
PHANTOM OF THE OPERA, OSLO, NORWAY:
Director: Stephen Barlow
Sets and costumes: Andrew Riley
Choreography: Ewan Jones
Light design: Howard Hudson
Musical director: Atle Halstensen
...are we still sure Oslo is doing their own version? The creative team looks awfully lot like the Romanian one. I doubt they’re all totally reinventing their work with Phantom, so it seems Oslo is doing the Romanian non-replica version. Then again, the Romanian version features the Phantom as a marksman...Gotta love that. HAHAHA!
So word on the street now is that Phantom Oslo is going to build their own sets...
I think I prefer that. With the director for the Romanian production on board, I feared they would copy the Romanian design and staging. Whereas the sets are great, I wasn’t sold on the directing, and I didn’t really fancy many of the costume choices and details.
Missoni Elissa!
“Row, row, row your boat gently down the stream…”
Fifty Shades of Grey moments
Edwardian Carlotta / Punk Piangi / Modern-day ballerina costume mashup
The dreaded black/white/metallic Masquerade costumes (and yes, that IS Raoul in that dotty costume):
Strangling Raoul in the boat (…WHAT EVEN?!?):
And last, but certainly not least, the very short and random, but slightly uncomfortable promo video which for the most showed a sleeping/unconscious Christine in bed, with a man approacing her:
There’s few things I genuinely liked about the Romanian production in terms of costumes and specific staging ideas. So I’m a happy camper if the Oslo production doesn’t duplicate THAT, at least.
It struck me that it’s odd Norway and Romania gets the same director, seeing how Maria Bjørnson was half Norwegian and half Romanian. Yet NONE of her ancestral countries honour her by actually using her design. If nothing else, what a total waste of a brilliant promo possibility…
So I’m not really getting any wiser on the Oslo production of POTO. But one thing is for sure: Stephen Barlow, who directed the Romanian production back in 2015, is also the director in Oslo.
But from all sources it seems they’re doing their own costume and set design, not replicating the Romanian one or other non-replica versions out there. Which makes things all the more scary... But also intriguing.
The price tag is some 80 million Norwegian kroner, of which around 25% is royalties to Really Useful/ALW.
And last but not least: there’s open auditions happening in Oslo in early May.
Sob as luzes neon, STEPHEN HARRISON BARLOW caminha pelas ruas de Bradcliff. Este portador do gene X possui 24 ANOS e se encaixa na chamada FACÇÃO 1. Aparentemente, Stephen é um PRODUTOR DE EVENTOS na Mutter Erde e encontramos muita semelhança com ALEXANDER KOCH.
The most important thing to him, though, had always been free will, the ability to be his own master.
ESTAS SÃO AS HABILIDADES DE STEPHEN:
ESCUDO PSÍQUICO: A capacidade de ser imune, ou altamente resistente, a qualquer tipo de ataque psíquico e invasão mental, incluindo poderes empáticos, psíquicos ou psiônicos, além de hipnoses, manipulações, ilusões e situações enganosas. Telepatas ouvem apenas o barulho estático da mente daquele protegido, e os usuários também são capazes de ampliar o escudo de proteção de si mesmos para demais pessoas, e de detectar e escapar de falsas realidades.
AQUI ESTÃO OS ARQUIVOS QUE CONTÉM SEU HISTÓRICO:
Stephen lembrava-se perfeitamente do dia em que seus pais trouxeram a nova integrante da família. O garoto, até então filho único, estava sozinho na casa dos Barlow, localizada na Irlanda, quando o som do carro na garagem lhe fez descer as escadas depressa, somente para então encontrar os pais com uma garota magricela e loira nos braços, desacordada. A notícia era apenas uma: Stephen havia ganhado uma irmã adotada.
Antes da chegada de Evening, o filho dos Barlow havia sido criado com tudo o que desejava ao seu alcance. Não era exatamente como se seus pais fossem milionários, mas o fato de terem somente uma criança ajudava a não deixar que nada faltasse para o garoto de cabelos e olhos escuros. Aquilo poderia ter feito de Stephen uma criança mimada, birrenta, que exigia aos céus e mares pelos produtos de seus desejos, mas a educação que tivera nunca permitira que aquele traço aflorasse, e como um garoto educado, humilde e prestativo, Stephen crescera.
Sua mutação surgira antes que a irmã fosse adotada. Desde criança, Stephen tinha perfeita noção do que seus pais podiam fazer, e da condição mutante que escondiam do mundo. Eles eram uma família fantástica, ambos dotados do gene X que ganhava notoriedade afora, era de se esperar que o único filho herdasse aquela condição especial, também. E fora em algum ponto da transição do menino para a pré-adolescência que os poderes se mostraram. Havia sido difícil detectar qual era a habilidade de Stephen, visto que não havia reações físicas, mas bastaram alguns testes para que descobrissem o escudo magnífico que poderia criar para se defender mentalmente. A descoberta fora o que bastara para impulsionar um plano secreto para seus pais. Eles iriam criar Stephen de um modo, e adotar uma segunda criança mutante para ser criada da maneira oposta. E assim descobrir como ambos se sairiam no fim.
O menino nunca soubera como os pais haviam descoberto Evie e sua natureza mutante, mas quando a menina loira chegou a sua casa, Stephen passou a noite inteira ao lado dela, aguardando que ela acordasse, quase ansioso demais para descobrir o que ela fazia ali. E quando Evening finalmente abriu os olhos, a verdade ficou clara: Eles não eram, ou jamais seriam, tão parecidos assim.
A partir daquele momento, tudo mudou entre os Barlow. Seus pais eram como cientistas secretos, e sem o conhecimento de qualquer instituição ou pessoa além daquele núcleo familiar, começaram um plano de treinamento. Os dois filhos seriam treinados para um único propósito: Aperfeiçoarem e se tornarem donos de suas mutações para que estas fossem usadas cada uma de um modo. Stephen, com sua criação otimista e carinhosa, era treinado para aceitar os humanos e a dualidade da existência mutante. Evening, com seu passado cruel e mutação destruidora, seria criada para exterminar e odiar qualquer um que não partilhasse de seu gene X.
As diferenças entre os irmãos cresciam a cada segundo. Eles eram fisicamente diferentes e seguiam ideologias opostas. Evie era criada para matar, enquanto Stephen era criado parasobreviver. Sobreviver em um mundo onde sua raça causava controversas, e onde sua única habilidade era se defender de ataques. Curiosamente, um poder que bloqueava por completo a habilidade que a própria irmã adotiva possuía. Era como se ambos tivessem sido moldados desde o nascimento para serem opostos, porém, diferente do que era esperado até por seus pais, o que Stephen criou por Evie não fora um ódio descomunal, mas uma empatia que nem mesmo ele entendia. Eles brigavam, discutiam, protagonizavam episódios feios dentro de casa, mas o laço que os unia ainda era forte, e Stephen crescia desejando arrancar aqueles sentimentos negativos da irmã com suas próprias mãos, e mostrar para ela que o mundo poderia, sim, lhe oferecer coisas positivas.
Seu sonho, contudo, fora destruído no dia em que a irmã partiu. Após anos de treinamentos pesados que esgotavam ambos, mas haviam servido para torná-los os melhores em suas mutações e capazes de controlar e explorar cada desdobramento destas, Evening partira da casa dos Barlow. Sem avisar, sem deixar nenhum bilhete sequer. Sem a irmã, o rapaz voltou a ser o único filho do casal de mutantes.
Seu primeiro impulso fora abandonar a casa e partir atrás de Evie, mas sabia que aquilo não era possível. Para começar, ele sequer sabia qual o paradeiro dela. Escolhendo ficar, Stephen aproveitou o tempo secretamente programado que lhe restava em casa para aprender mais sobre sua mutação e melhorar sua condição física para cobrir o que seu escudo não alcançava, e garantir que, quando enfim partisse atrás da irmã, fosse capaz de defender a si mesmo e a ela.
O período que ficou somente com seus pais abalou a integridade que antes moldava a personalidade de Stephen. Após a partida de Evie, dúvidas e questionamentos começaram a surgir, sobretudo quando diziam respeito ao porquê de tudo aquilo, dos anos de testes aos quais eram submetidos, das diferenças de criação por parte dos pais. Mas Stephen sempre recebia a mesma resposta: Eles não eram capazes de segurá-la. E, fingindo conformar-se, o rapaz entendeu que a casa onde vivia era uma ilusão, portanto, fazia parte de seus poderes libertar-se daquilo. Aprendeu a moldar-se naquela situação, e futuramente em qualquer outra que se colocasse, para que pudesse escapar da melhor forma.
Stephen nunca passou a odiar seus pais de fato pelo que fizeram com ele ou Evening, porém a falta de respostas e razões que justificassem tudo o que acontecera na vida eles lhe fizeram recair no amor intacto que antes nutria. Ainda os respeitava, e sua índole consolidada ao longo do ano se mantinha fiel na crença de que humanos não podiam ser ruins, se os próprios mutantes eram capazes de enganar os seus. Stephen ainda era um idealista, sonhava com um mundo pacífico entre as raças, mas havia aprendido o que se tornaria sua arma mais importante: Aprendera a questionar. A não aceitar respostas prontas, e buscar por verdades, razões sólidas e racionais por trás das constituições das coisas. Só podia confiar inteiramente em sua mutação e, como tal, ele seria seu próprio regente, seu mestre.
Também era noite quando o último filho dos Barlow partiu, com uma mochila nas costas contendo seus pertences mais essenciais, e o único desejo de ir para onde a irmã ia. Havia boatos acerca de um lugar para mutantes, mas Stephen desconfiava da falta de verdades concretas. Todavia, mesmo naquele mar de incertezas, aquele era seu único ponto a seguir e fora com uma pontada de esperança que se dirigiu a sede do governo mais próxima na cidade irlandesa, e se entregou como objeto de estudos. Até ali ele era diferente da irmã, espontaneamente revelando sua identidade para ser levado sem lutar ou resistir.
Os testes confirmaram a habilidade de bloqueio psíquico de Stephen, e seu destino foi designado como a cidade de Bradcliff. Com a promessa de estar em um ambiente seguro para ele e os demais mutantes, o rapaz partiu, esperando que pudesse encontrar sua irmã lá e construir, ao lado dela, um mundo menos caótico onde haveria pessoas em quem confiar. E se ela não quisesse confiar nos outros, bem… Ainda sim lhe restaria ele.
SEU COMPORTAMENTO TAMBÉM FOI ANALISADO:
(+) analista, comunicativo, educado, prestativo, protetor;
(-) desconfiado, desorganizado, inconveniente, imprevisível, teimoso.
DURANTE A ESTADIA NA CIDADE, STEPHEN MANIFESTOU CONEXÕES COM OUTROS EXPERIMENTOS:
A irmã adotiva, Evening Barlow, é a razão que o trouxe a Bradcliff, porém as diferenças entre facções e territórios tornou a aproximação dificultosa, ainda que Stephen não tenha desistido de encontrar-se com a irmã e desfazer os mal entendidos do passado familiar na Irlanda.
Conheceu Liesel Wagner no primeiro ano em que chegou a Bradcliff, e foi durante uma visita à loja da moça que uma conversa os aproximou em interesses e potenciais; desde então Stephen trabalha com Lizzy na preparação e cobertura do Erde für das Leben, assim como demais eventos da Mutter Erde.
I don't know if this could be the reason for all the silence from Romania regarding PotO but I have this feeling Stephen Barlow changed quite a lot of details (I have no idea if they were relevant or not to the actual story) but I mean, we're talking about the same guy who, the last time he directed something in Romania, he moved Rigoletto from 16th century Italy to 1920s Chicago with casinos and gangsters.
But I mean, the Estonian team did something similar with their non-replica production. They moved the story from late 19th century Paris to early 20th century post-war time Estonia. But they still shared the progress through photos, interviews, video snippets etc. I think the Romanian production just… saw everything delayed, so sharing photos wasn’t their main priority. The opening of the new operetta house was delayed, the website was delayed, I assume they’ve worked around the clock to get things up and running. And since the tickets more or less sold themselves, there was no need for promo photos to push the tickets. They still haven’t gotten photos up in the gallery in the official site, and their Facebook only has a handful of photos (the majority posted on Tumblr was from other sources). But I don’t really think the issue is in eventual changes made, more in knowing that they're heading for a limited 7-10 performances run and tickets are selling well. Official site: http://www.opereta.ro/spectacol/fantoma-de-la-opera
Kiri Te Kanawa, Exultate jubilate,Mozart
Greenwich Naval College, Stephen Barlow, 1991
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