sementinha | lee haechan
lee donghyuck × fem!reader // br!au // bem sugestivo // w.c: 0.6k // haechan eu te amo com tudo que existe em mim, meu Deus
notinha da sun: eu não ia deixar passar o dia do meu homem sem uma dedicatória, né??? KKKKKKKK eu amo esse homem, amo mesmo, eu fico devastada toda vez que lembro que nunca vou ver ele pessoalmente a um palmo de distância de mim KKKKKKKK meu coração dói. mas enfim, é isso!! amo vocês, beijocas!! ❤️
— tá gostoso? — você perguntou pra Haechan em relação ao bolo que fizera especialmente pra ele, um pouquinho pra você também, considerando a massa de baunilha e o recheio de morango — ou uma tentativa disso. Tentou usar geleia da fruta, mas não deu muito certo, então teve que apelar para uma estratégia mais artificial, usando Nesquik. Felizmente, tanto você quanto ele eram amantes de bicho de pé, o docinho de festa, é claro.
— não precisava ter se dado ao trabalho, mô! — você assentiu para a fala dele. Realmente poderia ter comprado um bolo pronto, mas era o aniversário do amor da sua vida, e são poucas as vezes que o destino te dá a chance de viver ao lado da sua alma gêmea. E vocês eram amantes um do outro, estava nas cartas — e também no jeitinho que seu coração errava a batida quando ele te olhava.
De qualquer jeito: feliz, triste, irritado, chateado, frustrado ou com tesão. Esse último era o seu favorito — Haechan sabia. Talvez por esse motivo reservasse aquele olhar pra quando estavam sozinhos, no seu ou no apê dele, num motel aleatório — completamente ideia dele, porque você ficava imaginando a limpeza do lugar e o tanto de sêmen que talvez não tivesse sido tão bem limpo assim.
Aí Haechan te distraía com o sêmen dele mesmo.
Sorriu pra si mesma com o pensamento, porque claramente era algo que ele diria.
— hm, depois de você, é a melhor coisa que já provei — você riu, lambendo o cantinho do lábio dele, sujo de chantilly. Estava espremida entre Haechan e a mesa da sua cozinha. Haechan gostava mais do seu apartamento do que do enorme dele, e apesar de espaçoso, o seu era minúsculo em comparação. Haechan devorava o segundo pedaço do bolo, enquanto o outro braço continuava te prendendo no colo dele.
— concede um desejo de aniversário pra mim hoje? — questionou com aqueles olhos brilhantes, a franja quase cobrindo-os. Te dava um pouquinho de agonia, não ia negar, mas ele ficava lindo suado, com os fios grudados na testa, a respiração ofegante, o sorrisinho de canto atrevido enquanto você...
— tá pensando besteira, né, safada?
— não tô, não.
— tá sim. E é sobre isso mesmo o meu desejo — Haechan deixou um beijo na sua bochecha, afastou o prato do bolo pra dar atenção só pra você, a mão meio gelada tocando suas coxas descobertas, adentrando o seu blusão.
— sabe, eu tô com 26 agora. Tanto eu quanto você temos carreiras estáveis, consequentemente salários estáveis — trilhou um caminho delicioso de beijinhos doces no seu pescoço, te deixando a fim com a fala sussurrada e melodiosa. Sabe de uma coisa? Haechan falava gemendo quando queria, e aquilo dava tesão demais.
— quero um filhinho seu. Talvez dois, mas aí a gente tem que avaliar as possibilidades de você ter gêmeos — você olhou pra ele. Haechan realmente era ótimo com crianças. Você conseguia vê-lo como um pai perfeito. Por Deus, até essa visualização te deixava molhada. Devia ser pecado alguém te deixar com tanto tesão como aquele homem fazia, não devia? Acho que devia ser, pra falar a verdade.
— um bebê?
— dois, se a gente tiver sorte — ele sorriu, lindo, a pele brilhando, o lábio superior com resquícios do doce rosinha. Queria engoli-lo — já tinha feito isso algumas vezes.
— vai gostar de mim inchada?
— eu gostaria de você até se você fosse uns 30 anos mais velha do que eu. Gostaria de você se você fosse um cara. Eu reencarnaria quantas vezes fossem necessárias só pra ficar com você — você sorriu, roubando um pouquinho do chantilly que usou pra decorar o topo do bolo, acima da mesa, só pra sujá-lo na bochecha e lamber devagarinho, pra provocar. Haechan sorriu também, deu dois tapinhas na sua coxa num sinal explícito pra que você se levantasse, e quando o fez, ele envolveu as mãos ao redor do seu rosto, te beijando com uma doçura desmedida, os olhos nos seus.
— vem, vamo pro quarto.
— sim, senhor — você assentiu, abraçando-o, embalando os seus corpos num balanço suave, sem intenção de sair dali. Na entrada da cozinha, num sábado à noite, quase madrugada, Haechan te deixando quentinha por dentro e definitivamente por fora.
Donghyuck deixou um beijinho casto na pontinha do seu nariz.
— a gente vai fazer amor com tanto amor hoje que vou plantar uma sementinha aqui — espalmou sua barriga, e você riu porque ele era cafona demais pra alguém que nasceu nos anos 2000.
— eu tô sentindo que vai ser 2 — você respondeu, e ele fechou os olhos satisfeito, balançando a cabeça, se sentindo vitorioso.
— puta merda, eu te amo, amor!














