Eu tenho uma teoria de que quando Deus me criou, ele pensou assim: “essa menina vai gostar mto de outra criação minha q já existe na terra” vulgo Haechan
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Eu tenho uma teoria de que quando Deus me criou, ele pensou assim: “essa menina vai gostar mto de outra criação minha q já existe na terra” vulgo Haechan
ㅤㅤℬetween the 𝓣highs | lee haechan
[જ⁀➴ ♡] contém: haechan × f!reader, namoradinhos, slice of life, sugestivo, 0.6k palavrinhas e acho que é só isso!!
[જ⁀➴ ♡] notinha da gabz, sua best preferida: eu precisava MESMO escrever uma coisinha com meu homem lindo!! espero que vocês gostem!! 💚
— Eu sei, eu falei com ele ontem e… — Haechan te olhou por cima do celular. Ele estava jogando, pra variar, te esperando sair do banho para se juntar a ele na cama espaçosa. Você se sentou de frente para as pernas esticadas dele, um creminho corporal em mãos. — Faz massagem, môr!
— Será que você tá merecendo, ursinho? — você questionou de propósito, com as sobrancelhas arqueadas.
Haechan esboçou um biquinho, concordando com um balançar de cabeça. Você sorriu, colocando uma quantidade de hidratante nas mãos antes de tocá-lo nos pés.
Haechan costumava ser tão manhosinho que gemeu só com o mínimo dos toques.
— Caralho, amo suas mãos — disse, te olhando nos olhos.
Na verdade, nem era para ele estar na sua casa numa quarta-feira à noite. Vocês tinham que acordar cedo no dia seguinte e sempre acabavam ficando acordados até tarde quando estavam juntos, fosse porque Haechan tinha encontrado um joguinho multiplayer novo, ideal para casais, porque você queria finalizar aquela série com ele ou simplesmente porque queriam namorar.
Naquela noite, a terceira opção era a mais válida, considerando que Haechan havia colocado na Alexa aquela playlist intitulada por ele mesmo de “pra fazer amor”, e sua respiração falhava toda vez que suas mãos subiam dos pés para as pernas, espalhando o creme inocentemente.
Mas ele te conhecia melhor do que ninguém para saber que não existia nada de inocente na forma como você se comportava. No modo como tinha demorado no chuveiro, como ficou pelo menos uns dez minutos procurando aquela babydoll que você tinha certeza de que seu namorado adorava — embora, em algum momento, Haechan inevitavelmente fosse tirá-la, é claro.
Você se curvou na direção de Haechan, alcançando as coxas bronzeadas dele. Apertou-o com as palmas das mãos bem abertas, e Haechan deu um sorrisinho, segurando seu queixo para beijar sua boca devagarinho.
— Amo suas coxas.
— E o que tá entre elas? — Haechan questionou em um sussurro, os olhos parcialmente fechados, o rosto próximo ao seu graças ao beijo.
Você amava aquele rostinho. As pintinhas o tornavam ainda mais charmoso. Para você, Haechan parecia ter saído de alguma exposição de arte. Agora ele era seu; você podia assiná-lo, pintá-lo da forma que bem entendesse. E não dizia isso por si mesma: Haechan te concedia essa permissão toda vez que te olhava.
— Não sei, não…
Haechan te colocou no colo dele, afastou uma mecha do seu cabelo para o lado e te encarou. Adorava aqueles momentos, na intimidade do seu quarto, quando não deviam ser nada além de duas pessoas apaixonadas. Haechan procurava aquela sua pintinha ínfima na pálpebra inferior, enquanto você examinava aquele rosto de tirar o fôlego pela milionésima vez.
Aquele safado era o cara mais bonito sobre o qual seus olhos já tinham tido a oportunidade de recair.
— Quer que eu coloque na sua boca pra você relembrar?
— Haechan! — você riu, desferindo um tapinha fraco no peitoral dele.
Haechan mordeu sua bochecha — vantagem de ser bochechuda — só para te provocar, as mãos acariciando suas costas de um jeitinho gostoso, atencioso como ele sempre era contigo.
— Você é muito fofo pra falar tanta putaria.
— Só com você, môr.
Ele depositou um beijinho no seu ombro, afastando a alcinha do pijama para ter maior alcance da sua pele deliciosa. Você buscou pela boca dele de novo, movendo o quadril na direção dele para senti-lo melhor.
Haechan sorriu, um sorriso libidinoso, enquanto se esticava com você ainda no colo para apagar a luz pelo interruptor perto da cama.
— Valeu pela massagem. Mas agora quero suas mãos em lugares mais interessantes, môr…
Haechan pendeu a cabeça para trás. Não precisou te guiar; você sabia exatamente o que ele queria.
— Desse jeito mesmo, boneca.
©GABZSUN. todos os direitos reservados.
⸝⸝gostosa do ∗∗∗∗∗∗∗ | gabriel fernando
──────conteúdo: haechan (gabriel fernando) × f!reader, amiguinhos ficantes meio namoradinhos, sugestivo, br!au, ~1k palavrinhas e acho que é só!!
──────notinha da sun, sua preferida para todo sempre: pra variar escrevi essa com “tem café” do gaab, acho que já escutei essa música pelo menos, no mínimo, umas milhões de vezes, sempre lembro do haechan porque o gabriel fernando surgiu do gaab e a voz do gaab é a voz do haechan, ninguém tira isso da minha cabeça KKKKKK no mais é isso, espero que vocês gostem!! 🙈
— Gab, é a sua vez, cara, presta atenção — Hyuck desviou o olhar de você para Jaemin, ao seu lado, que falou sorrindo. Seu joelho encostava no dele; na verdade, estavam próximos pra caralho, e Haechan se sentia surpreendentemente incomodado. Tinha sido ele quem sugerira o encontro em casal, tinha sido ele quem sugerira ir até o apê dele porque já era tarde, nenhum motorista do Uber aceitava a corrida, estava caindo uma tempestade e a casa dele era a mais próxima do restaurante em que estavam. A parceira dele, uma garota com quem ficara algumas vezes e conhecia superficialmente, já tinha sacado.
Haechan estava caidinho por você. Tinha medo de admitir — afinal, fazia tempo que ele não tinha uma relação com uma mulher que fosse além da transa.
Com você era mais. Muito mais.
Hyuck retornou os olhos para você depois de jogar uma carta +4 — e, inclusive, você era a próxima a jogar. Deu um sorrisinho na sua direção, mas não era porque estava te ferrando no Uno; na verdade, ele estava adorando te admirar com uma camiseta antiga dele, o cabelo começando a encaracolar por estar molhado, o rímel borrado.
Tinha um sorrisinho sacana adornando os lábios bonitos, porque sua aparência poderia ser o equivalente a você… você depois de fazer amor. Com ele. Só com ele.
— Vai, compra seis, o Jaemin jogou +2 antes — você revirou os olhos, o que só serviu como material fresco para as fantasias de Gabriel, como praticamente todos os amigos cariocas dele o chamavam. Hyuck precisava te tirar dali, precisava te levar pro próprio quarto — o lugar sagrado onde ninguém entrava, pelo menos não alguém que ele quisesse comer. As fodas casuais de Haechan eram sempre fora do apartamento: num barzinho, num quarto de motel… mas você fazia com que ele tivesse vontade de fazer o certo, de te beijar devagar enquanto conhece seu corpo aos pouquinhos, pondera sobre onde tocar primeiro, cria um mapa mental de sensibilidade — pra saber onde você mais gosta de ser tocada, onde provoca um arquear, mesmo que sutil, onde arrepia, onde faz cócegas.
— Vamo ter que parar esse jogo, tão mandando mensagem no grupo. É aquela porra de projeto de novo, ____.
Você abriu a boca pra dizer algo — “deixa eles resolverem” estava na ponta da língua —, mas Haechan te olhava daquele jeito que dizia que existia algo a mais, enquanto estendia a mão pra você se levantar. Você o fez, segurando a palma estendida no que durou um átimo de segundo, o suficiente para o seu corpo esquentar violentamente.
O plot twist é: queria Hyuck tanto quanto ele te queria.
Só vocês dois não enxergavam a ânsia doentia de um pelo outro.
— O Jaemin é legal, né?
— É — você assentiu.
Era a primeira vez entrando no quarto dele. A primeira vez que Haechan fechava a porta atrás de você e te encarava, a luz acesa como você, irradiando calor, o coração trabalhando duas vezes mais, como se estivesse próxima de uma parada.
— Posso testar uma coisa?
Ele se aproximou, e você recuou um passo de forma automática. Haechan avançou mais um passo, e você retrocedeu. Ficaram nessa brincadeirinha sutil entre olhares, sorrisinhos e passos, até você esbarrar na cama — sem ter pra onde ir. Seu limite. Encurralada.
— Meu bem, escuta o que vai acontecer — Haechan segurou seu rosto. Ele não era exatamente alto, mas havia uns bons dez centímetros de diferença entre suas alturas. Você anuiu. Naquele momento, seu amigo da faculdade podia pedir, com jeitinho, para você agir feito uma cadela — e você o faria, porque seu cérebro tinha uma nova fixação: de sorrisinho fácil, que falava fazendo beicinho e era manhoso pra caralho.
— Vou inventar uma desculpinha, você vai ficar aqui me esperando. Já parou de chover, o Uber vai buscar o sonso do Jaemin e a minha colega e…
Você esperou, ansiosa. Mesmo tendo pegado chuva, Haechan ainda tinha aquele cheirinho frutado do perfume. Ele conseguia sentir sua essência também — no colo, nos seus cabelos molhados. Gostaria de se ajoelhar, te adorar com a boca, ver você se desesperar por uma sensação que percorre o corpo inteiro e que você jamais sentira.
Ele genuinamente queria ser o seu primeiro. E, quem sabe, o único.
— E aí eu vou te beijar desse jeito — Haechan gostou do tom rosáceo que se espalhou nas suas bochechas quando os lábios dele encontraram os seus num selinho inocente — e depois um pouquinho mais forte.
Ele arfou quando você encontrou o caminho para debaixo da camisa dele, sorriu na sua boca, indecente, como se toda aquela noite fosse uma preparação para aquilo.
— E aí a gente vai se pegar gostoso.
Dessa vez foi você quem sorriu. O beijinho tinha te deixado molinha, a respiração ligeiramente irregular, os dedos tateando a pele dourada dele.
— Me fala que você quer isso — Haechan pediu, os olhos dedicados aos seus, o polegar acariciando sua bochecha, o quadril encaixado contra o seu de uma forma meio obscena, do jeitinho Gabriel de ser.
— Eu quero. — Você anuiu com a cabeça, os olhos provavelmente brilhando. Beijou-o mais algumas vezes, de levinho, com a língua. Usou seus poucos conhecimentos no assunto, mas era natural beijá-lo — como se fosse uma necessidade biológica ter a boca do Hyuck contra a sua. Definitivamente, você não tinha ideia de como viveria depois daquilo.
— Puta merda, acho que tô duro.
— Com uns beijinhos?
— Minha filha, você já se olhou no espelho? Tá vestindo a porra de uma camiseta velha e tá uma gostosa do caralho.
— Fala de novo.
— Gostosa do caralho? — ele pendeu a cabeça um pouquinho pro lado, como um cachorrinho confuso, e você sorriu, anuindo. Deu dois tapinhas no peitoral dele, incentivando-o a prosseguir com aquele plano inicial que envolvia os dois sozinhos e muita pegação.
— Eu já volto, gostosa.
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can someone write a patient!reader x psychiatrist!haechan or the other way around i am BEGGING
paixonite de academia | lee haechan
conteúdo: sim, o don lotário do the sims (vocês vão entender), haechan × fem!reader, fluff, engraçadinho e acho que é só!!
notinha da sun: como já era de se esperar, eu fiquei doida por esse vídeo KKKKKK o haechan é um palhaço e eu amo ele, então eu me vi na obrigação, como haechan biased (é assim que fala? i think yes) de escrever uma coisinha a respeito. é isto, uma beijoca na tua bochecha 🫵💋
Trabalhar como recepcionista numa academia tinha seus prós e contras. Os prós eram simples: um bíceps exposto depois de uma nota ruim já era suficiente para melhorar o seu humor; as interações com clientes e funcionários eram leves, quase sempre agradáveis. Às vezes, te chamavam de “risadinha” — não só porque você era naturalmente sorridente, mas porque, vez ou outra, deixava escapar um risinho meio porquinha, sem perceber.
Os contras, por outro lado, eram inevitáveis: se comparar com mulheres de corpos impecáveis que passavam por você o tempo todo… e desenvolver uma nova paixonite a cada semana.
Na última, tinha sido Kihyun.
— O Kihyun não vem? — você perguntou a Johnny, os olhos inquietos varrendo a porta de entrada, como se ele pudesse surgir a qualquer segundo.
Johnny negou com a cabeça, e foi o bastante para você murchar.
Para quem olharia hoje?
────o gabriel fernando é brasileiro, crl!
༝ conteúdo: fake chat, br!au, haechan as gabriel fernando, +18 e acho que é só!!
༝ 𝚞𝚖 𝚋𝚛𝚒𝚗𝚍𝚎𝚣𝚒𝚗𝚑𝚘 𝚙𝚛𝚊 𝚟𝚌𝚜, 𝚙𝚒𝚛𝚊𝚗𝚑𝚊𝚜!
mr. lee | lee donghyuck
[☀️] notinha da sun: vocês já tão cansadas de saber, mas eu nunca me canso de falar o quanto eu acho esse homem delicioso. eu gostei disso, (uma novidade porque na maioria das vezes odeio o que escrevo KKKKKKK) então me digam se realmente tá bom ou eu só me passei mesmo. amo vocês, beijos!! 💋
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— o tio adicionou o pózinho mágico da sininho, tá? — donghyuck entregou o milkshake colorido nas mãos da menininha que esbanjava um sorriso com direito a janelinha, tinha acabado de entrar no café, adorava aquele lugar não só porque seu namorado delicioso trabalhava lá como o barista mais suculento que você já teve o prazer de ver, mas também porque tinha uma energia inegável dos hard rock cafés de 2007 em que bandas indies tocavam e se tornavam virais nas rádios é isso tinha sido há mais de uma década.
quando ele te viu, de roupa casual e umas quatro sacolas nos braços, pediu imediatamente sua pausa de 15 minutos para jeno, aproveitando que o café estava com um movimento fraco naquele horário pré-almoço, correu pra te ajudar, deixando um beijo na sua boca e um aperto na sua cintura com a mão boba.
— jaehyun, o cardiologista, me deu o dia de folga hoje. você acredita? numa sexta-feira! — ele sorriu pra você, porque você também estava feliz e sem perceber dava pulinhos descontidos, hyuck tomou as sacolas dos seus braços e te incentivou a caminhar na frente dele, afinal você conhecia o caminho até a sala de descanso, mas na verdade ele só queria contemplar sua bunda naquele jeans novo, teve que se segurar pra não deixar um tapinha, as sacolas impediam o movimento.
— e você foi às compras, amor? — te sentou na mesa que todo mundo fazia as refeições, mas foda-se também, você era tipo isso pra ele, todas as noites, sempre que podiam, quando um dos dois estava triste, quando os dois estavam tristes, com raiva ou felizes, com raiva era o mood preferido de donghyuck, não podia negar que não gostava dos dias em que ele acordava um pé no saco e te irritava, muito, meu Deus você ficava gostosa pra cacete.
— aham. comprei meias novas pra você, detesto quando teu pé gelado encosta no meu de noite, comprei aquele casaco lindo que tava namorando há um tempão e... comprei umas coisinhas pra gente — você procurou nas sacolas sem prestar muita atenção no que tocava porque hyuck te tocava, com a boca, no seu pescoço, os beijinhos estalados ecoando no cômodo, você sabia que ele queria aproveitar aqueles quinze minutos da melhor forma: namorando, de amasso contigo, te apertando, sorrindo daquele jeito nada inocente pra ti.
— olha — entregou o presente pra ele, as bochechas aquecendo, desviando o olhar para a tatuagem no braço dele, fez há 1 ano, quando uma amiga em comum de vocês vulgo a melhor escritora de livros eróticos do mundo, e com algumas tatuagens aqui e ali, duvidou que ele conseguiria fazer alguma algum dia, e hyuck odiava ser desafiado, odiava mais quando alguém o desafiava e ele não vencia no final. segurou sua mão tão forte enquanto o tatuador torturava-o com uma agulha que você teve que se conter pra não rir.
mas adorava quando ele fechava os olhinhos forte, a respiração acalorada, o suor descendo pro...
— é um calendário... — você anuiu enquanto donghyuck virava as páginas, o sorriso lascivo aumentando aos poucos no belo rosto — princesa, é um calendário de posições.
— é... eu achei que seria legal pra gente testar coisas novas, mas eu entendo se você... — hyuck te calou com um beijo, gostoso, molhadinho na medida certa, a língua dançando na sua boca enquanto as mãos afastavam mais suas coxas pra ele se enfiar no meio, só parou quando você arfou ofegante, o peito indo e vindo num ritmo alucinado.
fazia 5 meses que se mudaram pro mesmo apartamento, sua família detestou a ideia porque achava que para vocês morarem juntos, tinham que se casar primeiro, com algum afinco conseguiram convencê-los sem que o lee passasse a ser odiado por toda sua família, contanto que você não engravidasse estava tudo certo e era metódica o suficiente para não esquecer do anticoncepcional e demais métodos contraceptivos. sua família devia saber, vocês eram dois adultos com um tesão insuportável, mas ficariam espantados com a frequência e as... novidades que acrescentavam no ato a casa comprinha sua.
— eu curti. hoje é dia... 10? porra — mostrou pra você a imagem ilustrativa dos bonequinhos, você riu, dando tapinhas no seu namorado porque aquela era sua forma particular de se livrar do constrangimento, acima de tudo, fazer sexo com donghyuck era divertido, como todo sexo deveria ser — acho que tenho toda essa flexibilidade.
— eu não duvido — o olhar dele encontrou o seu, pecaminoso, brilhando, curvou seu corpo devagarinho na mesa, seus colegas de trabalho odiariam saber daquilo, de que donghyuck elevava a sua blusinha, beijava sua barriga, subia até o seu pescoço, beijando, te atormentando com o fato de que cada coisinha que ele fazia, incluindo todo o cardápio do café, com exceção dos doces, era extremamente delicioso, irresistível, provocava um sorrisinho bobo em você.
— e tem mais... — ele tirou o rosto do seu pescoço, te encarando vermelhinho e surpreso, você riu, afastando-o antes que começassem algo inapropriado naquele cômodo. claro que donghyuck odiou, ficou te encarando com aquela carinha aborrecida, deixou um beijinho inocente nos lábios dele, sentindo quando colocou a mão no bolso traseiro do seu jeans só pra te deixar pertinho dele.
— não posso te mostrar aqui... você vai ver depois do jantar, prometo — dessa vez foi você quem fez beicinho, ele sorriu, anuindo com a cabeça.
— você ainda me mata, senhora lee.
sementinha | lee haechan
lee donghyuck × fem!reader // br!au // bem sugestivo // w.c: 0.6k // haechan eu te amo com tudo que existe em mim, meu Deus
notinha da sun: eu não ia deixar passar o dia do meu homem sem uma dedicatória, né??? KKKKKKKK eu amo esse homem, amo mesmo, eu fico devastada toda vez que lembro que nunca vou ver ele pessoalmente a um palmo de distância de mim KKKKKKKK meu coração dói. mas enfim, é isso!! amo vocês, beijocas!! ❤️
— tá gostoso? — você perguntou pra Haechan em relação ao bolo que fizera especialmente pra ele, um pouquinho pra você também, considerando a massa de baunilha e o recheio de morango — ou uma tentativa disso. Tentou usar geleia da fruta, mas não deu muito certo, então teve que apelar para uma estratégia mais artificial, usando Nesquik. Felizmente, tanto você quanto ele eram amantes de bicho de pé, o docinho de festa, é claro.
— não precisava ter se dado ao trabalho, mô! — você assentiu para a fala dele. Realmente poderia ter comprado um bolo pronto, mas era o aniversário do amor da sua vida, e são poucas as vezes que o destino te dá a chance de viver ao lado da sua alma gêmea. E vocês eram amantes um do outro, estava nas cartas — e também no jeitinho que seu coração errava a batida quando ele te olhava.
De qualquer jeito: feliz, triste, irritado, chateado, frustrado ou com tesão. Esse último era o seu favorito — Haechan sabia. Talvez por esse motivo reservasse aquele olhar pra quando estavam sozinhos, no seu ou no apê dele, num motel aleatório — completamente ideia dele, porque você ficava imaginando a limpeza do lugar e o tanto de sêmen que talvez não tivesse sido tão bem limpo assim.
Aí Haechan te distraía com o sêmen dele mesmo.
Sorriu pra si mesma com o pensamento, porque claramente era algo que ele diria.
— hm, depois de você, é a melhor coisa que já provei — você riu, lambendo o cantinho do lábio dele, sujo de chantilly. Estava espremida entre Haechan e a mesa da sua cozinha. Haechan gostava mais do seu apartamento do que do enorme dele, e apesar de espaçoso, o seu era minúsculo em comparação. Haechan devorava o segundo pedaço do bolo, enquanto o outro braço continuava te prendendo no colo dele.
— concede um desejo de aniversário pra mim hoje? — questionou com aqueles olhos brilhantes, a franja quase cobrindo-os. Te dava um pouquinho de agonia, não ia negar, mas ele ficava lindo suado, com os fios grudados na testa, a respiração ofegante, o sorrisinho de canto atrevido enquanto você...
— tá pensando besteira, né, safada?
— não tô, não.
— tá sim. E é sobre isso mesmo o meu desejo — Haechan deixou um beijo na sua bochecha, afastou o prato do bolo pra dar atenção só pra você, a mão meio gelada tocando suas coxas descobertas, adentrando o seu blusão.
— sabe, eu tô com 26 agora. Tanto eu quanto você temos carreiras estáveis, consequentemente salários estáveis — trilhou um caminho delicioso de beijinhos doces no seu pescoço, te deixando a fim com a fala sussurrada e melodiosa. Sabe de uma coisa? Haechan falava gemendo quando queria, e aquilo dava tesão demais.
— quero um filhinho seu. Talvez dois, mas aí a gente tem que avaliar as possibilidades de você ter gêmeos — você olhou pra ele. Haechan realmente era ótimo com crianças. Você conseguia vê-lo como um pai perfeito. Por Deus, até essa visualização te deixava molhada. Devia ser pecado alguém te deixar com tanto tesão como aquele homem fazia, não devia? Acho que devia ser, pra falar a verdade.
— um bebê?
— dois, se a gente tiver sorte — ele sorriu, lindo, a pele brilhando, o lábio superior com resquícios do doce rosinha. Queria engoli-lo — já tinha feito isso algumas vezes.
— vai gostar de mim inchada?
— eu gostaria de você até se você fosse uns 30 anos mais velha do que eu. Gostaria de você se você fosse um cara. Eu reencarnaria quantas vezes fossem necessárias só pra ficar com você — você sorriu, roubando um pouquinho do chantilly que usou pra decorar o topo do bolo, acima da mesa, só pra sujá-lo na bochecha e lamber devagarinho, pra provocar. Haechan sorriu também, deu dois tapinhas na sua coxa num sinal explícito pra que você se levantasse, e quando o fez, ele envolveu as mãos ao redor do seu rosto, te beijando com uma doçura desmedida, os olhos nos seus.
— vem, vamo pro quarto.
— sim, senhor — você assentiu, abraçando-o, embalando os seus corpos num balanço suave, sem intenção de sair dali. Na entrada da cozinha, num sábado à noite, quase madrugada, Haechan te deixando quentinha por dentro e definitivamente por fora.
Donghyuck deixou um beijinho casto na pontinha do seu nariz.
— a gente vai fazer amor com tanto amor hoje que vou plantar uma sementinha aqui — espalmou sua barriga, e você riu porque ele era cafona demais pra alguém que nasceu nos anos 2000.
— eu tô sentindo que vai ser 2 — você respondeu, e ele fechou os olhos satisfeito, balançando a cabeça, se sentindo vitorioso.
— puta merda, eu te amo, amor!