A casa está vazia
e talvez não há ninguém que possa entrar.

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A casa está vazia
e talvez não há ninguém que possa entrar.
as vezes
eu sinto
como se meu coração
ainda te pertencesse.
e aí
meu bem
já é tarde demais
o vazio toma conta
a saudade não abre espaço
e faz o meu peito arder
em plena terça fera
e agora
o que eu faço
com essa vontade que eu tenho de te ver
que é maior que carregar uma cidade
Inteira no peito
talvez
lá no fundo
uma parte minha sabe
que eu sempre vou te pertencer
e tu nem desconfia.
sabe, “eu cruzaria o oceano pra te ver se fosse preciso.
que não seja
mas se for
eu faço.”
tem gente que acha o “amor romântico” uma história, algo que os filmes inventam como fruto dos nossos desejos, pra preencher o vazio deixado pelos amores efêmeros que vivemos, pra corromper a nossa alma e nos tornar fracos .
talvez a tragédia de um amor não correspondido tenha os deixados mais frios
talvez seja mais fácil acreditar naquilo que doi tão profundo e paupável do que na súbita calmaria de quem chega do nada, se instala e quer fazer moradia.
eu não sei onde eu estava com a cabeça
certas coisas nunca mudam
a minha cabeça sempre vai ser quebrada
alguns pedaços continuar faltando
e o vazio toma conta como praga.
vez ou outra eu até acredito que
tudo bem, tá tudo bem
que o buraco no meu peito não existe mais
– que bobinho eu sou.
não tá nada bem.
as pessoas falam “eu tô aqui”
como se estivessem de verdade
todo mundo cansa e vai embora
“… ele nunca tá bem”
eu sei
eu também to cansado
as vezes até eu quero ir embora.
toda a experiência é a invasão de algo externo que nos atravessa.
sabe, “eu cruzaria o oceano pra te ver se fosse preciso.
que não seja
mas se for
eu faço.”
tem gente que acha o “amor romântico” uma história, algo que os filmes inventam como fruto dos nossos desejos, pra preencher o vazio deixado pelos amores efêmeros que vivemos, pra corromper a nossa alma e nos tornar fracos .
talvez a tragédia de um amor não correspondido tenha os deixados mais frios
talvez seja mais fácil acreditar naquilo que doi tão profundo e paupável do que na súbita calmaria de quem chega do nada, se instala e quer fazer moradia.
se for preciso eu cruzo o oceano pra tá contigo!