Se você vem, me faz tão bem Ter teu amor transformando o que sou Me leva além do que se tem Me faz viver muito mais do que se vê ♫♪

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Se você vem, me faz tão bem Ter teu amor transformando o que sou Me leva além do que se tem Me faz viver muito mais do que se vê ♫♪
Sou o desejo incorrigível de sorrir, a busca tão indiscutível por sentir. Um incompleto irresponsável pronto pra te dizer sim
Ei, o tempo já passou, a música acabou e eu estou aqui esperando. Vem, me mostra um pouco mais, me traz a tua paz e quebra um pouco do meu silêncio. Faz minha dor ir embora, traz Teu amor sem demora e diz pra mim tudo o que eu preciso saber
Tanlan
O som que vem deste lugar me lembra a Tua voz
Tanlan
Tanlan - Vaidade
Sou a criança que chorou logo ao nascer O velho homem que morreu sem perceber Eu sou o pó que se levanta de manhã e à noite, se foi Sou a vontade incontrolável de chorar A liberdade indesejável de errar Eu sou um pouco menos do que eu quero E muito mais do que não Sou o desejo incorrigível de sorrir A busca tão indiscutível por sentir Um incompleto irresponsável Pronto pra te dizer sim Um hábito inútil, sem sentido, um vapor Um indiscreto transitório, um louco sem pudor Mas a vida ainda vale a pena A vida ainda vale a pena Eu sou o livro cuja capa não se pode ler A dor e toda graça do que é viver Eu sou o que sobrou de uma lembrança A arrogância de ser Sou egoísta e tento te dizer que não O meu cinismo só revela a omissão De quem assiste a um desfile triste Um clichê em vão A vaidade das vaidades, um vazio sem fim A busca da realidade é o que me trouxe aqui
O amor há de ser a maior aventura
Tanlan
Não sou mais eu que mando em mim sou teu até o fim Mesmo quando eu não quiser ouvir sei que está Esperando pra que eu possa ver A beleza que vem de Você.
Tanlan.
Eu sou um livro cuja capa não se pode ler, a dor e toda a graça do que é viver. Eu sou o que sobrou de uma lembrança, a arrogância de ser. Sou egoísta e tento te dizer que não, o meu cinismo só revela a omissão de quem assiste a um desfile triste, um clichê em vão.
Tanlan, “Vaidade”.