Howdy! I'm now taking asks for characters in my Kirby fanfiction, These Creatures I've Seen.
What do you mean by taking asks?
You can send asks directly to any character in TCIS by sending me an ask, but addressing it to a character. (e.g: Hey, Genesis! How are you doing?)
I am also taking asks about TCIS, if you want to know anything from the author's perspective (me!) Just make sure to clarify this in your ask.
What can I ask?
You can ask the characters anything as long as it's not inappropriate. However, I can't guarantee they'll know the answer to everything. If you ask me... there are some things I can't tell you, though (don't want to spoil the fic!)
Additional Information
• Most answers will probably come with an additional sketch or doodle, but I can't guarantee this.
• This is not a way to get me to draw your characters. Please don't.
• I am still taking AU asks (e.g. @stardustshimmer's dream circus)! Please clarify if it's for the au.
• This was inspired by @ask-prismaknight, @ask-selene-and-wisp and @askcastella! Go check them out, and send them your asks as well!
• All TCIS stuff is tagged underneath #tcis! I will also start tagging it under #these creatures i've seen.
More information on the characters under the cut:
Genesis
Genesis (they/them) is a nervous therapist that recently arrived in Dream Land. They were originally from the new world, and have been hosting free therapy sessions at their home in Nutty Noon. They are... very concerned for their patients.
Kirby
Kirby (he/him) didn't really want to go to therapy, but hey! There's free snacks! He loves to try and help Magolor with his theme park. He's just... going to ignore that one nightmare. Yeah. That's not concerning at all...
Bandana Waddle Dee
When Bandee (he/him) found out about the therapy sessions, he (with the help of the Star Allies) forced Kirby, Meta Knight and King Dedede into it. He's... kind of scared of the aftermath, but it'll be worth it.
King Dedede
When Bandee originally approached Dream Land's king about therapy, he said no. But he will admit, it's helping with the aftermath of his various possessions... a bit. He/Him.
Meta Knight
Meta Knight (he/him) goes everywhere with his trusty sword, Galaxia, who is normally full of wisdom and advice. But when it advised him to go to Genesis's first session... well. That's when he got a bit skeptical.
Dark Meta Knight
DMK (he/him) is just as unhelpful as always. Meta Knight's dark reflection has spent his time upsetting his fellow Allies, and talking to a strange contact... wait. Is that Fecto Elfilis?!
And, of course, there's all the other characters- Magolor, Marx, Taranza, Susie, the Three Mage Sisters, Elfilin, Gooey, all the Animal Friends, Adeleine, Ribbon, Skirby, Prince Fluff, Leon, Caroline, Sillydillo, Fluerina, and all the Waddle Dees, as well as the head helpers from each species.
Nome: Baek Junho
Faceclaim: Lee Jongwon, Ator
Data de nascimento e idade: 12.12.1992 — 31 anos
Gênero: Masculino
Etnia e nacionalidade: Sul-coreano, Coreia do Sul
Moradia: Gangnam-gu
Ocupação: Professor de Ciências, TCIS
Qualidades: Comprometido, Tolerante
Defeitos: Autoritário, Avarento
User: @bks_junho
TW: Acidente, morte
A mansão dos Baek sempre era movimentada e repleta de barulho. Fosse pelos filhos do casal, os empregados que trabalhavam ali, ou até mesmo pelos milhares de animais de estimação da família. Portanto, o filho mais jovem dos quatro do casal, cresceu acostumado a tudo quanto era perturbação, ele mesmo não sendo um filho exemplar – mas quem poderia julgá-lo? Era apenas uma criança. No final das contas, pode considerar que teve uma boa infância, repleta de tudo que fosse do bom e do melhor, o amor incessante dos pais, irmãos que paparicavam seu caçula como se fosse um brinquedinho, estudar na melhor escola que o dinheiro poderia pagar e boas amizades que cultivou no decorrer dos seus primeiros anos de vida. Não tinha muito sobre o que reclamar – e quando pensa nas facetas de todos os seus anos nessa nave mãe, duvida muito que como criança teria a capacidade de reclamar sobre algo.
Apesar do dinheiro, foi ensinado a prezar por ele e ter uma boa educação financeira. Obviamente, no decorrer do seu crescimento, Baek Junho tinha as suas crises de rebeldia e descontentamento, como qualquer adolescente. Questionava a riqueza que o cercava, as expectativas que seus pais depositavam nele e a pressão para ser o “filho perfeito” que a sociedade esperava de alguém de sua posição. No entanto, esses momentos de desafio também o ajudaram a desenvolver uma visão mais madura da vida. Enquanto lidava com as expectativas de sua família, Junho também aprendeu a valorizar os laços familiares e a importância de manter uma forte conexão com seus irmãos.
Durante a sua adolescência, se tornava cada vez mais próximo de interesse pela área de biológicas, e ao se graduar no colégio, ingressou no curso de Ciências Biológicas da Yonsei. A alegria de estudar ali era palpável para Junho desde o primeiro dia. Ele se destacou em suas disciplinas, participou de projetos de pesquisa e colaborou com outros alunos igualmente dedicados. Sua determinação e amor pela área lhe renderam reconhecimento acadêmico e uma rede de contatos sólida, tendo saltado para o mestrado em biologia marinha logo após o final da graduação. Continuaria como pesquisador na universidade, no entanto, sua perspectiva de vida mudou ao perder os pais em um acidente de carro quando tinha 24 anos de idade. A perda de seus pais fez Junho repensar suas prioridades e perspectivas de vida. Embora sua paixão pela biologia marinha e pela pesquisa científica ainda estivesse viva, ele teve que equilibrar essa paixão com suas novas responsabilidades. Ele tomou a difícil decisão de adiar temporariamente seus planos de pesquisa acadêmica e concentrou-se em ajudar a cuidar dos seus avós, e com o tempo, à medida que a situação financeira da família estabilizou, Baek Junho começou a considerar a possibilidade de retomar sua paixão pela pesquisa em biologia marinha. Ele não queria abandonar seu amor pela ciência e sabia que poderia equilibrar suas responsabilidades familiares com seus objetivos acadêmicos.
Apesar de o que queria de fato era continuar a atuar como pesquisador, acabou se tornando professor substituto de ciências na TCIS. A sua vivência e tolerância aos comportamentos das crianças e a forma de acalmá-los acabaram por garantir uma vaga interina na instituição. A vida foi e voltou para ele, mas, se sente feliz trabalhando no lugar.
Nome: Bae Thomas
Faceclaim: Jacob, The Boyz
Data de nascimento e idade: 14.02.1997 — 26 anos
Gênero: Masculino
Etnia e nacionalidade: Sul-coreano, Canadá
Moradia: Yongsan-gu
Ocupação: Professor de Inglês, TCIS
Qualidades: Criativo, Honesto
Defeitos: Preguiçoso, Ansioso
User: @bks_thomas
TW: Morte
Bae Thomas nasceu debaixo de um inverno de congelar os ossos, no Canadá. Seus pais respiraram aliviados quando o bebê foi colocado nos braços da mãe após a gravidez de risco.
Apesar das complicações, Thomas nasceu saudável e sem qualquer tipo de complicações, apenas com o pedido de cuidado por parte do médico já que os invernos costumam ser rigorosos naquele país; mas nem mesmo o inverno foi capaz de parar aquela criaturinha, pois o canandence se mostrou ser uma criança muito curiosa e inteligente.
Porém, como de se esperar na vida de um adolescente, a fase rebelde veio com tudo e Thomas passou a andar com más companhias, suas notas diminuíram bastante, ele chegava tarde em casa e vivia fugindo dos castigos que a escola impunha na tentativa de ajudar os pais quando o assunto era disciplina.
Cansados de tanto brigar com o filho único, decidiram que era melhor que ele morasse com a sua avó, pois a senhora morava na Coreia do Sul e lá, como os pais esperavam, o adolescente seria obrigado a se comportar, pois começaria uma vida nova e faria novos amigos.
De malas prontas, Thomas foi para o aeroporto a contragosto, ciente de que a sua vida se tornaria um inferno e que ele viraria um cuidador de idoso.
É claro que amava sua avó, adorava passar as férias com ela, mas o Canadá era o seu lar, tudo o que mais gostava estava ali, perdido no país frio e não em outro lugar; mas ao contrário do que imaginava, viver na Coreia do Sul, em Yongsan-gu com sua avó, não tinha sido um bicho de sete cabeças. Pelo contrário, sua avó era a melhor pessoa do mundo e por mais que sua saúde não fosse uma das melhores, ela sempre levava o neto para passear, assim como permitia que o mesmo desse festas dentro de casa, mesmo que o barulho a deixasse louca no final das contas.
Thomas achava graça quando a senhora Bae resolvia que era uma boa hora para beber e acompanhar o neto, até mesmo na época que ele começou a sua faculdade e em algum momento se tornaria professor; ela não sabia se o neto realmente tinha dado tanto trabalho quanto os pais falavam, pois tinha sido um menino de ouro mesmo que ele escapasse de vez em quando, passando a noite fora de casa fazendo sabe-se lá o quê.
A morte chegou para a avó de Thomas que acabou ficando com tudo. A casa, o carro, todo o dinheiro no banco. Ela tinha deixado tudo para ele, motivo que o fez negar o convite dos pais para que voltasse a morar no Canadá. Ele já estava com a vida feita, tinha um emprego e tinha os seus alunos que não deixaria de uma hora para outra. Era o começo de uma nova fase em sua vida e por mais que o luto ainda estivesse presente ao seu redor, o canadense sempre sorria ao se lembrar da avó.
OOC: +18
Triggers: Maus tratos aos animais
Temas de interesse: Todos
Nome: "Thuanthong" Rattanakosin Phuttharaksa
Faceclaim: Mile Phakphum, Ator
Data de nascimento e idade: 05.03.1991 — 32 anos
Gênero: Masculino
Etnia e nacionalidade: Tailandês, Tailândia
Moradia: Gangnam-gu
Ocupação: Professor do Ensino Fundamental, TCIS
Qualidades: Leal, Determinado
Defeitos: Narcisista, Vingativo
User: @bks_thuanthong
TW: Drogas, tiroteio, violência, abandono familiar e preconceito
Once upon a time...
A família Phuttharaska era a maior máfia da Tailândia, muitos morriam de medo até mesmo da sombra dos assassinos mais vingativos que aqueles habitantes poderiam ter o desprazer de conhecer. Cada um deles fora destacado por atrativos únicos seja pelo gingado, maldade, vingança ou a inteligência sagaz que organizara os crimes mais fudidos do país; ninguém conseguia os prender a ponto de fazerem uma aliança com a “justiça” com muitos infiltrados. Alguns poderiam ter fugido do legado da morte da família, é verídico, porém aqueles que experimentaram o gosto de sangue jamais voltaram atrás; jamais aquela humanidade tão inocente infantil poderia ser sinônimo deles.
Haviam filhos de sangue, adotados, primos distantes e os capangas fiéis que estavam sempre lá para servir a família seja por uma dívida eterna, admiração ou ambição financeira. Após a morte do chefão e aposentadoria de Indra, os negócios ficaram a cargo de Arun e Asuran eram os mais velhos do casal que mais metia medo em todo o globo. Não tinha nenhuma porra de discriminação naquele lugar, Phailin Phuttharaska, esposa de Indra, comandou por muito tempo antes de se aposentar e deixar os filhos no comando.
Enquanto na família Rattanakosin, encontrávamos uma história distinta: o responsável da geração, avô de Ploy, era um homem humilde e trabalhador. Era pobre, sonhava com grandeza e buscava formas de melhorar de vida. A meta de vida de Niran era que sua família pudesse construir o maior hospital da história de Bangkok! Não possuía a escolaridade completa, contava histórias únicas e importantes nas refeições em conjunto.
Eram muito unidos, não havia segredos e todos se apoiavam. A neta mais velha de Niran, Ploy Rattanakosin, decidiu que faria de tudo para conquistar e realizar o grande sonho de seu avô. Estudiosa e justa, estudava com uma bolsa de estudos que garantia 100% de gratuidade — e assim perdurou até sua entrada na Harbour Space University.
[...] Em 1980, o destino faria Ploy Rattanakosin e Arun Phuttharaska se encontrarem.
Havia um tiroteio na área, boatos corriam soltos que os mafiosos estavam para serem pegos e a população torcia que fossem julgados a pena de morte. Arun e Asuran eram os chefes da operação, cada um ficara responsável por um grupo e o irmão mais velho de Asuran decidiu se infiltrar no hospital como médico. Seus capengas conseguiram vestimentas adequadas, no entanto, não poderiam ser pegos e a vigilância no hospital era reforçada — quaisquer policiais que rondassem o bairro reconheceriam os malfeitores.
Ploy estranhou o movimento inusitado no local de trabalho, indagou-se se eram novos funcionários por estarem perdidos e nitidamente nervosos. Como gostava de ajudar o próximo, de prontidão fora até um homem agitado e repousou a mão em seu ombro afim de chamar-lo atenção.
— Com licença, senhor…? Você é o novo residente solicitado? Me parece perdido.
Arun gelou.
Seu sangue parou de circular por segundos e a respiração não saia.
— Ahn? Se eu sou…? Sim, sim, sou eu. Estava buscando a minha mentora.
A infância do tailandês era conturbada, não conseguiam fincar raízes nos bairros próximos do trabalho de sua mãe. Inúmeros eram os moradores que não curtiam o estilo de vida e posicionamentos de Arun nas reuniões de condomínio, em reuniões da escola e as caminhadas noturnas não auxiliavam no julgamento alheio. Ele que uma vez fora tão justo e “juiz”, ganhara tudo de volta ao deixar a vida de crimes. Thuanthong não conseguia desenvolver um ciclo social ou amizades pelo receio dos pais dos possíveis “coleguinhas” pelo histórico do pai. Seu pai era fichado, cumpriu 10 anos da cadeira por tráfico de drogas e formação de quadrilha — o que o fez se tornar o “mal exemplo”.
Os ignorantes ignoravam a real essência do pequeno menino: era o oposto do pai da época. Era uma criança empolgada, entusiasta e comunicativa, amava atenção como todo serzinho humano e tinha seu pai como grande herói. Não compreendia o motivo da aversão dos demais, sabia que seu pai não faria mal a nem uma mosca. Infelizmente, acostumou-se a brincar sozinho com bolas, jogos de RPG e se refugiou nos livros.
Quando completou 16 anos, seus pais resolveram contar a verdade sobre a história de como se conheceram, o que Arun havia realmente feito — sua magnitude — e que já havia pago pelo crime na cadeia. Esse fora o estopim. Thuanthong se fechara, se rebelou e anunciou que sairia de casa, após não dividiria a mesma casa com um criminoso. Os espirituosos diriam que herdou o senso de justiça do pai e o caráter do avô, aparentava que duas pessoas distantes habitavam dentro de um corpo e mente tão imaturos. Assim o fez, o filho mais velho do casal saiu de casa e fora morar com seu avô por alguns meses. Os familiares sabiam que Thuanthong deveria pensar bastante e muitos observadores julgaram que a reação fora “muito melhor” que a esperada — afinal, aguardavam um surto psicótico da parte do jovem.
Ploy e Arun enviavam mensagens, ligavam e tentavam desenvolver sua relação com o filho, no entanto, ficaram sem respostas por anos. Por uma condição e por ter dado a palavra de homem, Arun jurou não pisar mais no distrito que conhecera Ploy até que seus sogros o perdoassem. Niran não gostava do genro, fazia questão de deixar explícito o desgosto a cada conversa ou menção do marido da filha mais velha em quaisquer assuntos. A única coisa que admitia era que cuidava bem de seu neto, não alimentava a índole podre de seu pai e rezava todo dia à Buda que continuasse assim.
Após aquele dia, Thuanthong entendia as falas do avô, era como se um novo mundo lhe tivesse dado um soco no estômago e feito sua boca sangrar. A vida foi passando, caminhando e sua personalidade tornou-se um reflexo misto de seus pais sem que ele soubesse. Quando completou 22 anos, decidiu cursar Pedagogia e se dedicar à Educação, afinal, sempre lhe foi de seu interesse estudar, ensinar e possuía uma vontade interior de trabalhar na Reeducação dentro do Sistema Prisional. Não comentava ou trocava sequer uma mensagem com os pais haviam anos, mas buscava conhecer e saber deles por debaixo dos panos.
Em 2015, adentrou na Arsom Silp Institute of Art, localizada em Bang Khun Thian, Tailândia. Os cursos são projetados para integrar teorias e práticas da vida real. A cada período acadêmico na Rung Aroon School, os alunos terão a chance de observar, praticar e obter habilidade profissional. Eles farão viagens de estudo para observar o método de ensino em outros estabelecimentos de ensino. Vários dispositivos inovadores, que atendem ao desenvolvimento da primeira infância, tais como música, movimento corporal (educação física, artes e atuação) e ensino multi-série serão instruídos no programa de Estudo Infantil.
Anos e anos se passaram e Phuttharaska se tornou um verdadeiro apaixonado pela Educação e sabia que a sala de aula era o seu lugar. Queria ser diferente de seu pai e era, porém não existia coragem dentro de si para retornar o contato. Amava seu pai e amava sua mãe, e se amava muito mais. Caso fosse necessário escolher alguém, escolheria ele mesmo — afinal de contas, não desenvolvera células de altruísmo e bondade pura em seu organismo como sua mãe.
Aprendeu a ser ganancioso, buscava sempre pelo melhor porque merecia o melhor e tal querer o fez trabalhar, caminhar e estudar em diversos locais e alguns renomados e reconhecidos mundialmente. Uma instituição, em especial, o chamou atenção: TCIS — TAEJOON INTERNATIONAL SCHOOL; em SEOUL. Para sua alegria e ambição, fora aceito e iniciará mais um capítulo inédito de sua vida!
Nome: Shim Jihye
Faceclaim: Taeyeon, SNSD
Data de nascimento e idade: 09.03.1989 — 34 anos
Gênero: Feminino
Etnia e nacionalidade: Sul-coreana, Coreia do Sul
Shim Jihye era uma cantora talentosa e carismática que alcançou grande sucesso em sua carreira como cantora em um grupo musical. Ela tinha uma voz incrível e era adorada por fãs ao redor do mundo. Durante sua jornada como cantora do grupo e, mais tarde, como solista, conquistou inúmeros prêmios e o reconhecimento da indústria musical. Porém, a fama e a pressão da indústria, após longos anos, começaram a pesar sobre a cantora. Ela estava constantemente sob os olhares do público e da mídia, e isso afetou profundamente sua saúde mental. A pressão para manter sua imagem perfeita, a falta de privacidade e o ritmo frenético de sua carreira a exauriram emocionalmente.
Um dia, durante sua terceira turnê mundial, Jihye sofreu um colapso emocional no palco. Ela não conseguiu terminar o show e foi levada às pressas para um hospital. Esse momento foi um ponto de virada em sua vida, pois percebeu que precisava fazer uma pausa para cuidar de si mesma e buscar um equilíbrio em sua vida.
Após um período de reflexão, Jihye tomou uma difícil decisão de deixar a carreira musical para trás. Ela sentia que precisava redescobrir quem realmente era, além da artista que o mundo conhecia. Jihye sumiu dos holofotes em busca de paz e reencontro consigo mesma.
Atualmente, a ex-cantora leva uma vida mais tranquila e discreta em Seul. Ela trabalha como professora de música na TCIS, compartilhando seu talento e paixão pela música com as novas gerações. A experiência que teve como cantora a tornou mais compreensiva e empática com seus alunos, e ela busca inspirar seus estudantes a seguirem seus sonhos sem deixar que a pressão os prejudique.
Embora tenha deixado a fama para trás, Jihye ainda canta ocasionalmente em pequenos eventos locais, onde pode se conectar com a música de uma forma mais pessoal e significativa. No entanto, ainda lida com os vestígios do estresse e da ansiedade que a acompanharam durante sua carreira de cantora. Por vezes, ela se vê lidando com inseguranças sobre sua voz e talento, receio de ser julgada ou de não estar à altura das expectativas dos outros. Esses sentimentos surgem quando ela está prestes a cantar em público ou quando alguma oportunidade musical significativa se apresenta em seu caminho. Jihye também sente falta de estar nos holofotes e da emoção de se apresentar em grandes palcos. Às vezes, ela se questiona se tomou a decisão certa ao abandonar a carreira musical, mas sua saúde mental e a busca por uma vida mais autêntica são prioridades em sua jornada de autodescoberta.
Nome: Kim Moon-Young
Faceclaim: Kim Goeun, Atriz
Data de nascimento e idade: 17.09.1994 — 29 anos
Gênero: Feminino
Etnia e nacionalidade: Sul-coreana, Coreia do Sul
TW: Uso de drogas, alcool, prostituição, morte, agressão, abandono parental, furtos
A história que o senhor Kim contou para a filha é diferente da realidade. Seus pais não eram casados, nunca tiveram envolvimento romântico. Kim não é nem seu pai biológico. Tantas camadas de mentira que a verdade parece inalcançável. Mas ela existe e é uma só: Ji-eun fora enganada, tirada de sua cidade e da família com a promessa de uma vida melhor. Mas acabou virando prostituta, coagida e ameaçada com o bem estar de sua família, ela ficou. Pareceu aceitar a desgraça e se deixou levar por drogas, álcool e o que quer que os homens quisessem fazer com uma jovem da sua idade.
No quarto de uma pousada com a ajuda das funcionárias do local. Ji-eun chegou a ser socorrida, mas morreu a caminho do hospital por complicações no parto. Ou da gravidez complicada. No medo e do estresse que passou na gestação. Dos problemas que o corpo fraco já tinha. Como não tinha dinheiro, ninguém nunca se importou em descobrir o verdadeiro motivo. Ambas as irmãs foram oficial e legalmente retiradas, com a determinação judicial de que deveriam ser adotadas em conjunto, suas chances de saírem do sistema adotivo eram minúsculas. Ainda assim, Kim Moon-Young, arisca e retraída, não precisava de nada além da figura fraterna para sobreviver.
E foi assim que Moon-Young e sua irmã cresceram: achando que eram de Busan, e que se mudaram para Seul porque o pai recebeu uma oferta de emprego melhor. Moon-Young se tornou uma mãe para a sua própria irmã muito nova. Responsável e inteligente, na escola, ela não suportava a forma como as outras garotas viviam por ter uma condição financeira melhor, mesmo assim, ela fazia questão de esconder o seu lado problemático e a relação complicada com a família. Para as outras estudantes do segundo ano do ensino médio de uma escola pequenininha em Busan, Kim Moon-Young era filha de algum empresário rico da capital. Estavam longe de levar uma vida boa, mas as dificuldades eram tão costumeiras que não conheciam outro caminho. Mesmo estando sempre cercadas de bêbados, agiotas, pratos sujos e uma casa velha e quase inabitável. Eram essas suas lembranças da infância, e se tivesse que agradecer alguma coisa, era que, pelo menos, nunca teve problemas para se manter longe de problemas.
Por um tempo até deu certo, se as tentações da cidade grande não tivessem tomado conta da cabeça de seu pai. Logo já não aparecia mais em casa com frequência nem mandava tanto dinheiro pra casa, gastando em bebida e no seu mais novo vício em jogos ilegais. Não é preciso dizer que as esporádicas visitas à Busan resultavam em brigas entre Minho e Moon-Young que muitas vezes iam além da agressão verbal, até o dia em que seu pai cansou de brincar de casinha e foi embora, as abandonando sem um tostão pelos próximos meses. Se não fosse pela maturidade de Moon-Young, ela e a irmã já estariam morando na rua, vivendo de migalhas e pequenas moedas perdidas nas ruas.
Conforme o tempo passava, os horários dos bicos que ela conseguia não conseguiam mais encher a barriga vazia dela e da irmã. Mas até o último momento persistiu com a ideia de que preferiria ser alguém na vida ao invés de seguir o caminho do pai, ela negava qualquer tipo de ajuda, fez tudo sozinha. Os anos não foram nada fáceis, ela era intensamente humilhada pelas colegas de trabalho e os seus magníficos sapatos Chanel. Por qualquer pessoa que pudesse pagar uma refeição sem ter que soar por aquilo, mesmo que na maioria das vezes o problema não fosse diretamente com ela. A velha e maldita sociedade capitalista conseguiu prendê-la. Aquilo que começou como um pequeno furto para encher a própria boca, virou uma atividade diária.
O assunto tornou-se pauta após uma reunião com funcionários, onde os responsáveis de cargos maiores tiveram um diálogo sério com os empregados destes, informando a situação. Os mesmos se viram assustados, e interligaram os pontos, vendo que de fato havia um motivo para tamanha introspecção da “colega de trabalho” deles. No dia seguinte, Moon-Young foi demitida. Naquele dia frio de novembro, enquanto atravessava a rua, o corpo sem vida de sua irmã fora encontrado num beco a poucas quadras de distância do apartamento em que moravam. Suicídio. A perda a atingiu como um trem descarrilhado. Era estranho o jeito que se sentia, extremamente triste pela ausência da única amiga, a primeira e única pessoa que ela confiava, e a única com que ela se importava. Agora mais que nunca, ela estava realmente sozinha.
Atualmente se perguntarem para Moon-Young, ela não tem nenhuma recordação de seu pai ou de qualquer abuso mas definitivamente se lembrava da irmã, lembra de estar junto á ela, andando pela casa aos pedaços da avó, tentando coletar tudo que uma criança de 13 anos podia achar necessário pra fazer uma cabana, onde as duas morariam juntas. Aquela época, apesar de todos os pesares da crise financeira, foi a mais feliz de sua vida.
Nos trabalhos que arranjava, agia como a pessoa mais dócil do mundo com os colegas, mas as pessoas sabiam bem de todos os problemas que ela causava por não ter a aparência, nem a conta bancária correta e, por mais que tentassem humilhar ela sobre isso, parecia ser algo que estava muito além de Moon-Young. Antes mesmo dos 20 anos já tinha largado os estudos e não apenas se metia em trabalhos avulsos, mas foi parar na delegacia por suspeita de roubo, mais de uma vez. Depois de dezenas de rejeições, entrou do outro lado da vida mostrando-se fiel a todos os seus segredos.
Confortável com tudo o que era sujo, ilegal, e tão moralmente errado que fazia sentido vir do lugar que veio. Fazia todo tipo de trabalho sujo, se envolvendo com transferências ilegais, roubo, gangues, tráfico internacional, mas o que Moon-Young podia dizer com todas as letras de que gostava mesmo, era de ensinar. Isso mesmo, ensinar. Por algum tempo ficou trabalhando em escolas, até que um dia surgiu a oportunidade que não poderia perder, e isso não fazia apenas pelo dinheiro que ganhava, parecia ter uma predisposição natural em ficar meio á os livros. E, caramba, como amava livros velhos, câmeras desgastadas e uma taça de vinho. Ainda pega objetos “emprestados”, porém ninguém pode provar nada.
OOC: +18
Triggers: N/A
Temas de interesse: Angst, Crack, Friendship, Hostility, Shipping, Violence