Brasil Game Show anuncia 11ª edição, com diversas vantagens para caravanas
Por: Mayara Helena
Foto:Divulgação
Depois de atrair grande publico de gamers, geeks e fãs de tecnologia, em outubro desse ano, a Brasil Game Show (BGS), maior feira de games da América Latina, acaba de anunciar sua 11ª edição, que acontecerá entre 10 e 14 de outubro de 2018, no Expo Center Norte, em São Paulo.
No site (www.brasilgameshow.com.br/caravanas/) uma área exclusiva para interessados em organizar e participar de caravanas, já podem se preparar. Divididas em três categorias: Prata, Ouro e Diamante, há diversas vantagens, entre elas, estão a possibilidade de comprar até 50 ingressos com o mesmo CPF e receber credenciais VIPS para curtir todos os dias.
Na opção Prata, as caravanas precisam ter de 15 a 20 pessoas e o organizador recebe um kit com ingresso para um dia do evento e uma camiseta oficial. Já as caravanas Ouro são para grupos de 31 a 45 pessoas e os benefícios são um passaporte VIP para todos os dias de BGS e uma camiseta. Por fim, aqueles que conseguirem reunir um mínimo de 46 pessoas se enquadram na opção Diamante, que dá direito a duas entradas VIPs e duas camisetas. Vale ressaltar que os organizadores das caravanas devem ter mais de 18 anos.
Além disso, a 11ª edição da Brasil Game Show já teve sua primeira atração internacional confirmada: Katsuhiro Harada, diretor de Tekken, uma das mais icônicas séries de jogos de luta. Ao longo dos próximos meses, muitas novidades serão divulgadas.
Serviço – BGS 2018
Quando: 10 a 14 de Outubro (1º dia exclusivo para imprensa e business)
Onde: Expo Center Norte
Endereço: Rua Jose´ Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, Sa~o Paulo – SP
Horário: 13h às 21h
Ingressos (Primeiro lote)
-Individual (meia-entrada) – R$ 55 (ingresso individual para 1 dia de evento aberto para público – 11, 12, 13 ou 14 de outubro)
-Individual Fast Pass (meia-entrada) – R$110 (ingresso individual para 1 dia de evento – 11, 12, 13 ou 14 de outubro, com entrada 1 hora antes do público geral)
-Passaporte (meia-entrada) – R$165 (acesso a todos os dias de evento abertos ao público – 11, 12, 13 e 14 de outubro)
-Premium – R$499 (acesso a todos os dias de evento, incluindo o dia exclusivo para imprensa e business – 10, 11, 12, 13 e 14 de Outubro)
enviado por: Marcie Gottschalk da Social Media na Adtail
Não existe fórmula para criar conteúdo online relevante, mas atenção e estudo são fundamentais. Estar sempre atento ao público e na adesão dos seus materiais são pontos importantes. A partir dessa análise contínua é possível definir o que está dando certo, o que necessita de ajustes e o que precisa de novas estratégias e abordagens. Cada dia mais pessoas e corporações se adequam aos modelos de marketing de conteúdo. Não à toa: de acordo com o Economist Intelligence Unit, até 2020, 80% de toda a informação consumida no mundo será digital.
Com um cenário promissor, é necessário aproveitar todo o potencial que esse segmento pode oferecer, garantindo sua presença no mercado em longo prazo. Apesar de parecer simples, criar material de qualidade exige planejamento, análise e conhecimento:
1. Conheça seu público
O primeiro passo é a definição de personas, ou seja, o público-alvo. É pensar com quem você quer falar ou já está tratando e saber o que essas pessoas consomem, quais as suas realidades, gostos e interesses. A partir dessas informações é possível definir qual a melhor abordagem para se manter engajado com sua audiência.
2. A escolha das mídias
Um estudo realizado pelo Google e Advertising Age revelou que mais de 90% dos consumidores entrevistados se comunicam com marcas e empresas no ambiente virtual. Com a grande adesão das mídias, é comum que as companhias acreditem que estar presente em diversas redes é sinônimo de bom resultado, o que nem sempre ocorre dessa forma.
A definição de quais mídias serão usadas depende de três fatores: a estratégia, o tipo de relação que a companhia quer construir e quais são os resultados esperados. Ao utilizar o Facebook e o Instagram, por exemplo, é preciso criar um diálogo descontraído e próximo do público. Já no LinkedIn, o tom deve ser maduro e voltado a questões profissionais e corporativas. No caso de blogs, os posts devem ser mais extensos e especializados, enquanto o e-mail marketing é uma boa solução para estabelecer comunicação personalizada, oferecendo dicas, notícias e novidades.
Apesar de cada mídia possuir uma proposta específica, é imprescindível ressaltar que elas podem ser combinadas para acompanhar todo o ciclo de relacionamento.
3. Muito além do texto
Depois de definir quem é o seu público-alvo e qual a melhor forma de se comunicar com ele, chega o momento da definição do conteúdo. É possível falar sobre produtos, serviços, visão e valores da empresa, dicas de boas práticas, novidades e lançamentos, temas relacionados com sua área de atuação, notícias de mercado, datas comemorativas e bastidores do dia a dia da marca.
Alguns temas podem ser utilizados em mais de uma rede social, sendo necessário que ocorra o ajuste da linguagem e formato para a comunicação em cada um dos meios. O texto digital deve ser fluído e leve, com uma boa escolha de palavras, parágrafos não muito compridos e formatação agradável, para facilitar a leitura. Construir um formato de linguagem própria, que seja reconhecida pelo público durante as postagens, é uma boa maneira de fidelizar os consumidores nos seus materiais e mídias.
Meetups: como esses encontros podem beneficiar sua equipe de tecnologia
conteúdo: Rafael Cichini
foto: Business Insider
O Meetup (termo originado no Vale do Silício utilizado para nomear reuniões informais) é uma plataforma que permite organizar situações descontraídas para as mais diversas áreas. Porém, a indústria de tecnologia é a que mais utiliza a ferramenta entre seus profissionais. De acordo com a Meetup International, 48% dos encontros são sobre tecnologia. Atualmente, são mais de 10 mil grupos voltados para a área e mais de 4 milhões de membros ativos, sinalizando o crescimento da prática entre profissionais dessa comunidade.
Diversas empresas apoiam esse tipo de situação, abrindo suas portas para uma grande variedade de profissionais, visando a troca de experiências por meio da interação direta, o que resulta em colaboradores cada vez mais capacitados e assertivos.
Quem soma, multiplica
A curiosidade e a procura por atualização constante de seus conhecimentos são características muito valorizadas nos profissionais de tecnologia. A participação em meetups é uma alternativa para manter-se em dia com os assuntos mais falados e tendências de mercado. Reunidos para discutir e apresentar temáticas diferentes, mas de interesse comum, é possível promover a troca de conhecimento individual, compartilhando boas práticas, insights e cases de sucesso.
Com uma visão ampla e diversificada, os colaboradores ficam mais bem preparados para adversidades e situações diferentes, podendo assim, gerar resultados melhores para empresas e clientes.
Inovação e relacionamento
Já existem empresas que frequentemente hospedam e incentivam seus colaboradores a participarem de eventos. Ao realizar parcerias e convidar executivos para palestrar, sempre existe o momento de troca de cartões e e-mails com pessoas que eventualmente podem precisar das soluções que sua companhia oferece, gerando uma excelente fonte de networking.
O futuro se mostra extremamente promissor para a área de tecnologia e os segmentos relacionados. O conceito de fazer parte da comunidade pode ser aplicado em diversas outras áreas, resultando em uma melhora geral na qualidade dos serviços e produtos oferecidos.
artigo por: Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech.
Caminhamos para um estilo de vida on demand. Já podemos dizer que somos uma nação de nativos da era digital, na qual as pessoas veem como essência da vida a relação com o universo digital e é possível buscar opções de serviços quando, como e de onde elas quiserem.
É provável que, no futuro, poucas ofertas não sigam esse modelo sob demanda. Um setor que tem demonstrado um crescimento exponencial nesse sentido é o mercado de educação e capacitação online, por conta do rápido avanço das tecnologias utilizadas para gerar a melhor experiência e interação nos cursos, onde o aluno estiver.
Para 2017, podemos esperar uma oferta cada vez maior de conteúdos que podem ser consumidos de forma rápida, simples e pessoal por meio de EdTech - Education Technology (em português, Tecnologia para Educação). EdTech é a unificação das últimas tendências tecnológicas para criar um processo de educação online mais dinâmico, atrativo e efetivo.
Entre essas tecnologias temos bons exemplos, que vêm ganhando espaço quando se pensa em estratégias para a educação online:
· Realidade virtual: solução inovadora que funciona como um convite à imersão em um ambiente virtual.
· Realidade aumentada: permite a geração da realidade física por meio de dispositivos que processam e exibem as informações.
· Gamification: componente importante para garantir o engajamento, estimulando comportamentos estratégicos e pré-mapeados com o objetivo de alcançar resultados em curto e médio prazos.
· Big Data e Learning Analytics: quando aliadas, podem mapear novos tipos de aprendizagem e ajudar a identificar os materiais mais adequados às necessidades de capacitação.
· Internet das Coisas: objetos e dispositivos que se conectam para coletar e trocar dados pela Internet.
Todos os esforços de tecnologia voltados para a educação poderão revolucionar o setor. De acordo com o futurista do DaVinci Institute, Thomas Frey, até 2030 as maiores empresas na Internet serão empresas educacionais das quais ainda não ouvimos falar. A visão dele para 2030 é de que haverá cursos online de forma massiva. Só que, ao invés de instrutores humanos, eles serão robôs bastante inteligentes, que irão personalizar os planos de aula para cada aluno. Essa customização das aulas permitirá que os alunos aprendam de forma muito mais rápida do que se tivessem que competir com outros 19 alunos pela atenção do professor.
Diante desse cenário, é provável que o uso de tecnologia para a educação se torne cada vez mais relevante, com modelos de treinamento atrativos, que gerem engajamento, maior desempenho e satisfação. Inclusive, já é possível prever o interesse de empresas privadas nessa tecnologia, mas também dos governos interessados em melhorar os níveis de educação em seus países.
Afinal, além da absorção do conteúdo em si, é possível notar que o bom uso da tecnologia na educação e na capacitação aumenta a captação de alunos, reduzindo a evasão dos cursos online e incrementado os índices de satisfação e de qualidade das iniciativas.
Para os próximos anos, podemos aguardar uma verdadeira revolução no setor, uma vez que muitas instituições já se preocupam com o processo de ponta a ponta, aplicando ao sistema o que há de mais moderno em tecnologia. No centro dessa revolução, é certo que teremos EdTech.
Quando era criança a maior sensação era tirar fotos, quase todo mundo gostava de tirar essas preciosas lembranças para colocar em suas casas. Naquela época parecia que as fotografias tinham um valor sentimental e ver um álbum de família era como se viajássemos no tempo.
Mas nada era mais simbólico que as propagandas da marca Kodak, o mundo das fotos era de propriedade da Kodak, as máquinas analógicas, os filmes e até mesmo as lojas onde se revelavam as fotografias tinham o logo marca.
Esse universo descrito a cima seria absurdo para as gerações atuais, afinal com a chegada de celulares com câmera e máquinas ultra potentes, hoje esse mundo seria impossível.
Até o início do século XX tirar uma fotografia era uma aventura, exigia tempo e dinheiro. Tempo porque levava muito tempo para que ela saísse no papel e dinheiro porque as câmeras eram caras demais. Foi então que George Eastman criou em 1888 a marca Kodak que de ali para frente viria a revolucionar.
A Kodak criou a primeira máquina digital para se tirar fotos, além disso criou tipos específicos de papeis e rolos de filmes para que a foto saísse na melhor qualidade. A marca chegou a ser usada por vários diretores de Holywood para fazer tomadas de filmes.
Podemos dizer que ela popularizou a fotografia, todo mundo agora podia tirar suas próprias fotos. Era o momento dourado da Kodak.
Mas como nem tudo é ouro nessa vida, as fotos tinham lá seus problemas. O fato de esperar 60 minutos para revelar imagens era chato pacas, além de que pagar por quantidade de fotos, no caso existia filmes que faziam 18,24 e 36 poses, esta última custava um absurdo e caso a pessoa não gastasse as 36 poses era preciso que o filme se acabasse para então se revelar.
Foi aí que a Kodak não percebeu a chegada da Era Digital, onde tudo ficava mais rápido, até mesmo para se revelar fotos. O que a empresa fez? Nada. Preferiu continuar do mesmo jeito, afinal a tradição é o mais importante.
Todavia a humanidade andou em termos tecnológicos, a Kodak até tentou investir em impressoras e máquinas mais avançadas, mas o principal problema da marca era que ela desistia facilmente de inovações, até hoje ela é lembrada como uma empresa que não deve ser seguida em termos de ideal de desenvolvimento.
Hoje diante a revolução de celulares, máquinas e outras formas de armazenamento de fotos, a Kodak não sobreviveria. Se tivesse sido mais esperto (a) a Kodak, como era no passado, poderia ser ainda símbolo de fotografias.
A lista poderia ser imensa; ser dona de equipamentos próprios, lançar máquinas para amantes de fotos, aplicativos para fotos como o Instagram e outros que exploram retoques para uma imagem perfeita, enfim infinidades de coisas.
A Kodak faliu em 2012. Mas ela fica em nossas memórias e nos dá o seguinte conselho; sobreviver é preciso e inovações são demais importantes.
Grandes lembranças e péssimos recordações minhas da Kodak, já perdi as contas das vezes que eu apanhava quando eu abria as máquinas de foto para ver os filmes funcionando, isso resultava na dor de perder minhas fotos favoritas e as cintadas que levava de minha mãe.
Hoje reflito; o que a pobreza digital não fazia com a gente né?
Se tivesse sido mais esperto: Bockbuster X Netflix
por: Pedro Felipe
Já dizia minha avó; não espere o futuro chegar, comece a pensar hoje. A coluna “ Se tivesse sido mais esperto” se dedica a ver que olhar o futuro é por demais necessário, especialmente quando falamos em tecnologia que muda todos os dias.
Em nosso primeiro embate temos duas das primeiras distribuidoras de vídeo que marcaram a história.
Eu confesso que na minha infância, meu sonho era ter uma carteirinha da Blockbuster, mas como ficava do outro lado da cidade esse sonho nunca se realizou e também porque na época era coisa de rico, imagina alugar uma fita por cinco reais enquanto ali na locadora da esquina eram dois reais!
A Blockbuster ficou famosa por seu inúmero catalogo de fitas VHS durante a década de 80 nos Estados Unidos, depois nos anos 90 chegou a vários países como o Brasil. Assim sendo, se tornou a maior rede de locadoras de filmes e games do mundo.
A invenção do jovem David P. Cook que a criou em 1985 parecia ser um mar de dinheiro visto que a marca era imbatível. Mas o tempo passa e o mundo gira, novas tecnologias surgiram e as fitas VHS e DVDs se tornaram obsoletos, com a chegada das Tvs a Cabo e piorou mais ainda com a revolução que a internet provocou, o império começava a ruir.
No entanto em 1997, quando a Blockbuster ainda reinava uma certa empresa chamada Netflix surgiu como uma singela distribuidora de DVDs. A marca entreva diversos títulos através dos correios em lares americanos.
A entrada dos anos 2000 aniquilou as fitas VHs e com os DVDs o mesmo destino ocorreria. Que faria a Netflix? Colheu o milho que brotava naquele momento, passou a distribuir seus filmes por streaming, novidade de 2007.
Consistia em um pacote pago para se assistir vários títulos através da internet e com o avanço dessa tecnologia, ficou mais fácil aproveitar uma sessão de filmes.
Enquanto isso a Blockbuster morria como uma planta no deserto. Aí surge a questão e se a Blockbuster tivesse aproveitado todo o seu nome e grandiosidade para apostar no streaming? Até tentou, mas nada a impulsionou. Poderia ter sido a salvação da lavoura se a persistência tivesse ido mais longe.
A Netflix foi a que se deu bem com toda essa história, hoje além de distribuidora também é produtora fazendo filmes, series e variedades, até novela estão em seus planos. Se tornou uma empresa bilionária que hoje possui o mesmo status da velha Blockbuster de tempos atrás.
Se tivesse sido mais esperto (a), a Blockbuster poderia estar hoje pálio a pálio com a Netflix. Enquanto isso o meu sonho de criança de ter uma carteirinha da Blockbuster também morreu quando eu soube que ela parou de existir, pelo menos aqui no Brasil.
Quem liga? Como diz o slogan da Netflix “ Com a Netflix, você tem o controle” hoje eu tenho o meu próprio controle e sou rico (só que não), uma vingança a Blockbuster que era coisa de rico, mas que ainda vive em minha memorias de criança.
Estamos as beiras da próxima grande feira de tecnologia, a MWC ( Mobile World Congress) e nela teremos alguns bons lançamentos, entre eles teremos possivelmente o Black Berry Mercury, LG G6, Nokia 6, Moto G5 ,Huawei P10 and P10 Plus e algum Sony Xperia .
Com inúmeros lançamentos para o começo de março o que esperamos? A mesmice, a realidade que quando o assunto é o desenho dos aparelhos atuais, eles são “quase todos iguais”, a traseiras podem ser de vidro ou alumínio chapado, as vezes com suas curvas para melhorar a pegada, botão traseiro para impressão digital, aparelho grande com mais de 5’, fino e por ai vai.
Se colocar todos de costas sem os logos, pessoas que não são integradas nesse universo, podem confundir alguns chineses com o iPhone e outros acharem todos iguais. Google Pixel que aprece um iPhone, que parece o HTC M8, que lembra a Samsung e os asiáticos são “tudo junto e misturado”.
Durante os anos 2000, os aparelhos não eram tão poderosos como hoje, mas definitivamente eram criativos. A exemplo o Nokia Tatanium 8910i , ele era revestido de um preto fosco com dois botões na lateral que ao serem pressionados subia o aparelho. Perfeito para brincar de sabre de luz.
O também Nokia Twits gerou tendências na época, o aparelho não abria para cima ele girava em 180°, Definitivamente era interessante e muitos queriam ter um.
Outro que vale a menção e não era Nokia, foi o Sony Sony Ericsson W380i Walkman, que trazia na parte traseira controle para músicas e também controle de gestos. Na escola certamente seria “o cara” com um desses.
Claro que atualmente nós temos aqueles frescores que enchem os olhos, um desses é o Motorola Moto Z, com suas capas modulares, os shilds. O Mi Mix, da Xiaomi trouxe para o mainstream um aparelho praticamente só tela e pretende expandir o tamanho dela referente ao corpo no seu sucessor.
Contudo continuamos com ações pontuais, por mais que atualmente os celulares estão cada vez mais poderosos, aqueles velhinhos dos anos 2000 continham criatividade e ousadia em seus desenhos.
Publicidade do Governo através de Youtubers, pode?
por: Pamella Scramin
Um anúncio causou certo impacto na internet essa semana, o canal do Youtube “Você Sabia”, comandando por Lukas Marques e Daniel Molo, fez um vídeo onde comentava, favoravelmente, a reforma do ensino médio. O conteúdo em si parecia mais um do canal, até ser noticiado que na verdade foi se tratava de propagada não explicita do Governo, onde eles foram pagos com R$ 65 mil para a construção do vídeo.
A discussão gira em torno do fato de ser uma propaganda, de ser no youtube e de não ser explicita. Os apresentadores do canal em nenhum momento avisam que se trata de uma espécie de “publieditorial”.
O Governo contrata empresas para suas publicidades, assim como outra companhia qualquer, existem comerciais na televisão, nas rádios e os veículos se animam quando tem, pois normalmente é um pagamento bom.
Com o Youtube seria diferente? Não.
Há muito tempo que o Google tenta fazer com que as empresas veem o Youtube como um lugar para colocar sua publicidade direcionada facilmente ao público alvo, assim empresas de carros podem procurar Youtubers que falem sobre carros, de telefonia sobre Youtubers de tecnologia e assim por diante. Cada canal quer ser tratado como uma empresa, que de fato são.
Assim o Governo contratou uma empresa com público alvo ao qual gostaria de atingir, jovens que prestam o ensino médio. Mas e o erro não foi no Governo contratar uma empresa para fazer a propaganda, foi o veículo em questão não avisar de que se tratava de uma.
Este tipo de ação que ocorre põe em cheque toda a credibilidade que cada canal da plataforma busca, não avisar que foram pagos para falar sobre o assunto se tornou o erro crucial do “Você Sabia”, eles poderiam de fato concordar com a proposta da reforma, poderiam sim se declarar a favor e ponderar seus argumentos como foram feitos, mas o público gostaria de saber que além de concordarem, o Governo incentivou com dinheiro.
“A gente já ia fazer um vídeo sobre o novo ensino médio. Como recebemos a proposta, decidimos aceitar”, disse Molo.para A Folha, a declaração do jovem ainda conta com a explicação de que a produtora por trás deles,Digital Stars, fez todo o arranjo para a concretização do negócio, assim como de outro qualquer.
Agora o questionamento que se faz é de quem tomou a inciativa de não comunicar sobre a propaganda enrustida. Seria pedido do Governo? Seria ingenuidade dos apresentadores? Ou seria ponderação da produtora? Na realidade não importa de onde veio a inciativa, a culpa recairá sobre o Lucas e Daniel que de certa forma deveriam saber como a internet se comporta, e o ar de “fomos enganados” paira por todos os cantos.
Posteriormente após a veiculações do fato, o vídeo foi alterado com uma viso de “contém promoção paga”, contudo o estrago mair já foi concretizado. Em pouco tempo o caso será esquecido, mas para aqueles que acompanham o canal talvez gere desconfiança, a falha não está em fazer propaganda ou no Governo incentivar canais do Youtube a fazerem suas publicidades, mas ponderar de que se trata de uma, deixa o universo “internetes” menos agitado.