23/07/2015 -12:32- quinta
Estava relendo meus textos e vi que as vezes é bem confuso o que eu escrevi, ainda mais se o texto for grande. Ai #chateada
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23/07/2015 -12:32- quinta
Estava relendo meus textos e vi que as vezes é bem confuso o que eu escrevi, ainda mais se o texto for grande. Ai #chateada
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Então é assim? Você se doa, se entrega e é em troca é pisada e totalmente quebrada? Pois assim foi, me doei de corpo e alma para te ver feliz, para ver pelo menos um sorriso brotar de seus lábios, para ver seus olhos brilharem como da última vez; eu consegui porém, ao invés de continuar o meu trabalho, sua avareza não me deixou seguir. Após descobrir do que era capaz, você me despedaçou e me deixou para trás, como uma cerveja aberta que é jogada no lixo por ficar quente ou uma planta de uma casa antiga na qual costumava observar e hoje já não existe mais. Você me despedaçou, me destruiu, fez o que podia para me ver no chão. Tudo bem, cheguei ao meu limite, cheguei ao fundo do poço, mas agora não será mais assim. Me devolva cada hora contando piadas bobas esperando apenas um sorriso, me devolva cada minuto cantando e dançando como uma grande idiota apenas para te ver feliz e principalmente, me devolva todos os segundos de afeto, carinho, toque ou qualquer coisa que demonstrasse o que sinto por você. Me devolva meus cds dos Beatles e minha camisa do Pink Floyd, devolva também minha coleção de fã de Harry Potter e meu notebook; quer saber, fique com tudo, o que são essas coisas depois do que me fez sofrer, fique com tudo. Só lhe peço que tome cuidado, eu perdi toda a dignidade diante você, mas dessa vez eu volto mais forte, e você pode não saber e talvez nem eu saiba, mas, que tal descobrirmos do que sou capaz?
Viu o que tu fizestes? Acabou com toda a minha inspiração, tirou de mim toda a capacidade de pensar em algo produtivo, tudo o que eu sei fazer agora é me sentir assim, vazia, quebrada, tão cheia de nada. Comecei a escrever uns textos esses dias, mas agora não passam de rascunhos, intermináveis rascunhos... Se meu cérebro está assim, ''incapaz'' de terminar um texto, pensar em algo que faça alguém refletir, ou sei lá, eu não gosto nem de imaginar como é que meu coração está. Tudo o que eu sei agora é que, tem mais você em mim do que parecia ter.
E indesejadas lágrimas insistiam em correr sob o meu rosto fazendo borrar o meu sorriso falso. Falso sorriso, porém parecia ser o suficiente para que as pessoas ao meu redor acreditassem que eu estava bem. Falso sorriso, mas o suficiente para evitar aquela cansativa pergunta "você está bem?", como se alguém se importasse. O meu sorriso era falso, mas as lágrimas eram verdadeiras, e cada lágrima que caia sob o meu rosto tinha um motivo: angústia, saudade, vontade, arrependimento, mentiras, você. Sim, o maior motivo dos meus sorrisos, até então, acabava de se tornar um dos motivos das minhas indesejadas lágrimas. Sabe, eu gostaria muito de não ter fraquejado e não ter deixado essas lágrimas escaparem, mas é que chega um momento que não tem como prender o choro, as forças somem e então suas fraquezas se vão juntamente com as lágrimas, com isso ganho uma sensação de alívio, temporário, mas é alívio. A questão é: Como alguém que me fazia tão bem, agora me causa enjoo? Simplesmente quando você descobre que metade do que aquela pessoa te dizia era composto por mentiras e como qualquer pessoa, estou farta de mentiras. Eu não sei se tudo que você me dizia não passou de mais um desses seus joguinhos com sentimentos dos outros ou se realmente sentia algo por mim, mas o que me dói de verdade, que arranca um pedacinho de mim toda vez que é lembrado, toda vez que toco na ferida é saber que a mentira realmente era você, a pior mentira de todas. E você não tem noção do quanto isso me machuca.
Pô, Carol
O problema sou eu, eu não consigo voltar a ser o que era, e muitas vezes isso machuca, porque antigamente eu não ligava para o que os outros achavam, quer dizer, ainda não me importo, mas as palavras machucam, meu coração já fui tão perfurado, já foi tão desgato de tanto amar e ser rejeitado, usado e depois jogado fora..
Babilônia sou eu!
Acredito que o exercício da espiritualidade pode melhorar a vida de qualquer um. E uma parte essencial pra isso, creio eu, é a meditação. Por isso tento organizar minha meditação em módulos temáticos semanais, o que rolou nessa última semana foram as relações de trabalho, ócio e qualidade de vida. Talvez tudo isso se deva ao fato de eu ter completado 1 semana como desempregado. E também de tentar de algum modo ver o lado positivo pra poder inspirar a mim, os que vivem comigo e também você que está lendo.
Esse modo de vida de trabalhar excessivamente, orgulho workaholic e consumismo desacelerado, tem nos feito pensar menos em questões mais essenciais. Digo isso por experiência própria, não tanto pelo consumismo, mas pelo fator workaholic. É muito difícil parar de trabalhar, ou pensar, quando se tem paixão por aquilo em que trabalha. Mas na maioria das vezes o ritmo acelera, vem as cobranças, prazo industrial e fins de semanas ensolarados em home office. Desse modo temos menos tempo para as relações afetivas, familiares, amigos e etc.
Tudo isso me faz pensar se vale realmente viver isso, passar a vida tentando construir uma carreira. Eu sei que no mundo em que vivemos isso conta para ser bem aceito, mas até onde uma boa carreira pode ser realmente relevante? É claro que é ótimo ter uma carreira, mas qual é o porquê de tudo isso? Será que queremos contribuir para algo maior, ou apenas queremos encher os bolsos?
Mas só teremos paz de verdade quando a Babilônia cair, tudo isso acabar e o dinheiro não ter mais importância. Até lá, a gente continua buscando dinheiro pra pagar as contas e se sobrar comprar uma cerveja.
Acho que nunca vou ficar bem,acho que nunca vou saber quem eu sou realmente mesmo la no fundo sabendo,algo em mim não quer demonstrar,algo que impede,não quero agradar pois ser agradável me da ânsia, não quero ser normal pois quem é normal me cansa.(larifarina)
E era como se eu pudesse garantir que era para sempre. Era como nada atrapalharia.
Frios e vagos. Era isso que eramos um para o outro. Vagos, por um sentimento que um dia ocupara por completo, onde agora, tudo que resta são algumas histórias. Histórias que me fizeram perder o sono por noites inteiras, porque me faziam sorrir, faziam um bem que eu não era capaz de explicar a ninguém. Histórias que agora, não nos tem valor algum. Talvez tenha sido o tempo, talvez tenha sido as diferenças, talvez tenha sido algo momentâneo. Talvez, quem sabe, na verdade, não importa. [...] Eu, entorpecida por mais um copo de álcool em meu organismo, alisava meus cabelos e me perguntava se realmente chegou ao fim. Eramos tão unidos e separados perderíamos os sentidos. Tanto que eu perdi o meu, abusando sempre, extravasando, até incomodando e sendo rude com que não merecida. Cúmulo da escrotidão... Acredite, por ter chegado enfim ao fim, eu posso respirar. E, dizer que o problema era ele ou eu seria muito fácil, dizer quem foi o culpado. Ambos não saberiam como reagir, certo? Mas, se eu tivesse pensado nisso antes, talvez, hoje eu não estivesse arrependida do que fiz, por perder amizades por falta de auto-respeito. Por ter sido fraca, e achado que eu poderia correr da dor, afogando-me em álcool e cigarros. Pensado que o problema não era eu ou ele, e sim, os dois juntos. [...] As revoltas de um passado perdido realmente me atormentam. Fazem com que eu volte atrás, e me façam repensar em tudo que eu poderia ter evitado. Eu me impediria, juro que sim. Me impediria de depois que tudo se foi, eu não me sentisse que ele levou tudo... Nada foi levado. Eu simplesmente deixei ir. Ir a minha responsabilidade, o meu respeito próprio, a minha amiga. E dói, saber que algo bom não se pode voltar. É difícil de aceitar que a culpa foi minha. Não vale a pena perder uma amizade, por nada. [...] Pra aprender, a forçar-me a sorrir, a encarar os meus problemas, eu tive que ficar sozinha. Gritei, chorei, xinguei todo mundo, mas to aqui, forte de novo. E então, é daí que eu tive que parar de reclamar dos problemas, por afinal, a cada vez, eu fico mais forte.