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@artpersona
backing vocals que dançam
André Dahmer
Adão
No ultimo domingo estive no Encontro Cineclubista no Centro Cultural Donana, onde foram discutidas algumas propostas para articular parcerias e criar metas. Ali vi muita gente apaixonada pela cidade e sua gente. Alguns dos que estavam lá, não eram de Belford Roxo, nunca foram ao Donana e ficaram maravilhados com o trabalho da Casa. Imediatamente criaram um carinho pelo nº 197 da Rua Aguapeí, que é algo que sempre percebo nas pessoas que não conheciam o local. Muito além do histórico de ser um dos berços do Reggae do Rio de Janeiro, o Centro Cultural Donana é um local onde abriga diversas atividades relacionadas as artes, cultura e educação.Mas acredito que é algo muito maior do quer um espaço cultural, vejo ali uma aura que não vejo em qualquer lugar. Existe um sentimento naquele local que é inspirador.
Tive a honra de participar de alguns projetos como o Cinerock, que foi um evento que provocou a volta do Donana. E o próprio Cineclube, que começou com uma proposta direcionada a um público adulto, mas que isso mudou a partir do momento em que as crianças da vizinhança, começaram a invadir as sessões.
Lá vejo amigos e irmãos que querem espalhar o melhor pra sua cidade, que são guerreiros que doam seu tempo e disposição para que haja alguma mudança e reflexão entre as pessoas.
Não conhece o Donana? "Prócure saber!"
Baby, i'm on fire!
Aprenda a encerrar uma conversa em 11 segundos
Sensualitè!
"Você está fazendo algo que ama?"
Este vídeo é o resultado de diversos estudos realizados pela Box1824 e é um projeto sem fins lucrativos ou comerciais. Box1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.
Babilônia sou eu!
Acredito que o exercício da espiritualidade pode melhorar a vida de qualquer um. E uma parte essencial pra isso, creio eu, é a meditação. Por isso tento organizar minha meditação em módulos temáticos semanais, o que rolou nessa última semana foram as relações de trabalho, ócio e qualidade de vida. Talvez tudo isso se deva ao fato de eu ter completado 1 semana como desempregado. E também de tentar de algum modo ver o lado positivo pra poder inspirar a mim, os que vivem comigo e também você que está lendo.
Esse modo de vida de trabalhar excessivamente, orgulho workaholic e consumismo desacelerado, tem nos feito pensar menos em questões mais essenciais. Digo isso por experiência própria, não tanto pelo consumismo, mas pelo fator workaholic. É muito difícil parar de trabalhar, ou pensar, quando se tem paixão por aquilo em que trabalha. Mas na maioria das vezes o ritmo acelera, vem as cobranças, prazo industrial e fins de semanas ensolarados em home office. Desse modo temos menos tempo para as relações afetivas, familiares, amigos e etc.
Tudo isso me faz pensar se vale realmente viver isso, passar a vida tentando construir uma carreira. Eu sei que no mundo em que vivemos isso conta para ser bem aceito, mas até onde uma boa carreira pode ser realmente relevante? É claro que é ótimo ter uma carreira, mas qual é o porquê de tudo isso? Será que queremos contribuir para algo maior, ou apenas queremos encher os bolsos?
Mas só teremos paz de verdade quando a Babilônia cair, tudo isso acabar e o dinheiro não ter mais importância. Até lá, a gente continua buscando dinheiro pra pagar as contas e se sobrar comprar uma cerveja.
No último post falei sobre como Pernambuco me instigava, tá ae mais um "porquê".
Cláudio Assis e sua "Febre do Rato".
Eu e Pernambuco
Se você tá achando tá achando que vou falar de alguma viajem que fiz pro Carnaval de Recife ou Olinda, tá enganado. E também não é sobre nenhuma menina com sotaque maravilhoso que conheci, ou alguma noitada comum da juventude moderna. Queria falar desse estado, que mesmo sendo longe e eu nunca ter ido lá tem me alimentado, instigado, inspirado e me fazendo ver as artes de outra forma.
O Fantástico Mundo de Otto
home
Fuzzcas!
Em Dezembro de 2011 tive o prazer (e a ralação) de tá produzindo a 4ª edição da Mostra Independente Cinerock, que além de uma lindíssima exposição de artes visuais e curtas de todo Brasil, contou com a participação de 4 bandas do Rio de Janeiro. Uma delas foi a galera do Fuzzcas.
Fiquei surpreso de deles se inscreverem, e não imaginava um line up sem eles. Logo foram selecionados e fizeram um ótimo show em Nova Iguaçu, cidade que ainda não tinham tocado. Lindo figurino, ótimas músicas e muita graça com Carol Lima (Voz), Leandro Souto Maior (Guitarras), Fabiano Parrancho (Baixo) e Lucas Leão (Bateria).
Aqui vai uma micro entrevista.
Art Persona:Como começou?
Carol Lima: Tudo começou quando nas nossas vidas surgiram bandas como os Beatles, Mutantes, Ronnie Von, The Who, que mais tarde nos inspirariam a trilhar o caminho que eles escolheram trilhar. Nos encontramos na vida e decidimos somar nossos super poderes e roquear juntos.
Art Persona: Como é tocar esse tipo de rock aqui no Rio?
Carol Lima: Chegamos em um ponto da nossa estrada musical em que entramos dentro de uma bolha e fazemos rock 'n' roll apenas porque queremos. Então todo restante acaba passando despercebido por nós.
Art Persona: Vocês estão gravando um clipe, certo? Vai ter algo especial de lançamento ou apenas lançar na rede?
Carol Lima: Vamos lançar o disco, será algo memorável pra gente, devemos fazer um show especial pra isso. Aí o clipe deve vir na cola do show! Quem sabe a gente não une os dois eventos? Estamos dando um passo de cada vez.
Art Persona: O batera de vocês (Lucas Leão), toca em diversas bandas. Queria saber como é a relação de vocês com outras bandas, se pensam em projetos juntos, para dividir o palco. Porque é meio que por ai que uma cena é feita e articulada, o que vocês acham disso?
Leandro Souto Maior: A gente não pensa, mas está aberto a projetos junto de bandas que gostamos, como Filhos da Judith, Beach Combers, Os Azuis, para citar algumas. Não sei se há fórmula para o surgimento de uma cena. Se fosse uma receita várias "cenas" estariam pipocando por aí.
Art Persona: Vi uma foto de vocês com o grande Erasmo Carlos. Conta como foi esse encontro.
Carol Lima: O Tremendão lançou um ótimo disco chamado "Rock 'n' Roll", e lá estávamos nós prestigiando o evento. Pedro Dias, que é produtor do nosso disco novo, é músico do Erasmo, e nos apresentou a ele, e acabamos registrando esse momento pra posteridade! :)
Fuzzcas na Rede: