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From Tata Group @tatacompanies @ratantata A chairman, an aviator & India’s 1st private pilot licence holder, Jeh gave wings to India’s civil aviation industry with the inauguration of Tata Airlines in 1932. Soon, he took over as the youngest chairman of Tata Sons in 1938, & thus began a new era. #JourneyOfJeh #ThisIsTata https://t.co/8VscnAQd5O https://www.instagram.com/p/CC_NA-tHsAw/?igshid=4u0wzor9bdjj
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“Eu não podia esperar por você pra sempre, né? Eu vou me casar. Ele é bom e me ama de um jeito doce e sincero. Talvez, me ame até mais do que você dizia me amar. Não sei. Mas sinto. Ou quero sentir. Agora, tanto faz. Ele conta fatos engraçados e me faz rir levemente. Tudo bem que você sabia me fazer gargalhar mesmo sem dizer nada, mas ele se esforça para ver a minha felicidade. Ele é fiel e sempre deixa claro que nunca irá me trair. Eu odiava a insegurança que sentia quando você não estava ao meu lado. Ele não tem medo de gatos como você. E até propôs que comprássemos um em nossa nova casa. Sim, a gente mora junto. Ele tem um bom emprego e agora eu trabalho também. Estou naquele hospital que sempre te falei, mas você nunca lembrava qual. Parecia que não prestava atenção nas coisas sobre a minha faculdade. Ele não conhece metade das músicas que a gente cantava juntos. E isso é bom, porque em nenhum silêncio de domingo, ele cantarola algo que me faça lembrar de você. Mas devo assumir que ainda sinto a tua falta. Principalmente nos dias frios. Ou nos dias de sol. Ou nos dias de nada. Quando eu saio com ele e ficamos até o fim dos eventos, lembro de como eu e você não conseguíamos ficar tanto tempo em meio ao público. A gente sempre dava um jeito de voltar correndo para o nosso pequeno sofá-cama. Lembra? Eu não. Passaram alguns anos e soube que você se apaixonou por algumas meninas pelo caminho. Eu estou ficando velha e preciso criar a minha família. Preciso continuar os meus próprios sonhos – aqueles que nem lembrava ter antes de você chegar e tornar tudo “nosso”. Eu não podia esperar por você pra sempre, droga. Mas eu tentei. Eu quis telefonemas após eu desligar o telefone. Eu quis visitas após bater a porta na tua cara. Eu quis palavras doces após xingamentos desnecessários. Eu quis você em tantos caras com cabelo bagunçado que até perdi a noção dos meus próprios gostos."
(desconhecido)
Sem Nome
Você precisa fazer alguma coisa, as pessoas dizem. Qualquer coisa, por favor, as pessoas dizem. O que não dá é pra ficar assim. Nem que seja piorar, nem que seja enlouquecer. Olho o rosto das pessoas. Tem os ossos, dai tem a parte de dentro. Tem os olhos e tem o fundo dos olhos. Da boca saem esses sons. De repente alguém encosta em mim. Pra perguntar com o quentinho da mão se estou ouvindo e entendendo. Sorrio e torço pra pessoa ir embora. Torço pra alguém chegar, só pra torcer bem pouquinho por algo. Mas dai a pessoa começa a falar e torço pra pessoa ir embora. Não tem o que fazer, não tem o que dizer, não tem o que sentir. Sou uma ferida fechada. Sou uma hemorragia estancada. Tenho medo de deixar sair uma letra ou um som e, de repente, desmoronar.
Quando toca uma música bonita, minha ironia assovia mais alto. Um assovio sem melodia. Um assovio mecânico mas cuidadoso, como tomar banho ou colocar meias. Outro dia tentei chorar. Outro dia tentei abraçar meu travesseiro. Não acontece nada. Eu não consigo sofrer porque sofrer seria menos do que isso que sinto. Tentei falar. Convidei uma amiga pra jantar e tentei falar. Fiquei rouca, enjoada, até que a voz foi embora. Tentei aceitar o abraço da minha amiga, mas minha mão não conseguiu tocar nas costas dela. Não consigo ficar triste porque ficar triste é menos do que eu estou. Não consigo aceitar nenhum tipo de amor porque nenhum tipo de amor me parece do tamanho do buraco que eu me tornei. Se alguém me abraçar ou me der as mãos, vai cair solitário do outro lado de mim.
Se eu pudesse usar uma metáfora, diria que abriram a janela do meu peito e tudo de bom saiu voando. Eu carrego só uma jaula suja e escura agora. Se eu pudesse usar uma metáfora, eu diria que tiraram as rodinhas dos meus pés. Eu deslizava pelo mundo. Era macio existir. Agora eu piso seco no chão, como um robô que invadiu um planeta que já foi habitado por humanos. Mas eu não posso usar metáforas porque seria drama, seria dor, seria amor, seria poesia, seria uma tentativa de fazer algo. E tudo isso seria menos.
Não briguei mais por você, porque ter você seria muito menos do que ter você. Não te liguei mais, porque ouvir sua voz nunca mais será como ouvir a sua voz. Não te escrevo porque nada mais tem o tamanho do que eu quero dizer. Nenhum sentimento chega perto do sentimento. Nenhum ódio ou saudade ou desespero é do tamanho do que eu sinto e que não tem nome. Não sei o nome porque isso que eu sinto agora chegou antes de eu saber o que é. Acabou antes do verbo. Ficou tudo no passado antes de ser qualquer coisa. Forço um pouco e penso que o nome é morte. Me sinto morta. Sinto o mundo morto. Mas se forço um pouco mais, tentando escrever o mais verdadeiramente possível, percebo que mesmo morte é muito pouco. Eu sem nome você. Eu sem nome nós. Eu sem nome o tempo todo. Eu sem nome profundamente. Eu sem nome pra sempre.
Ando desejando umas boas férias. Não estou falando de férias da escola, ou do trabalho, da faculdade... Férias da vida. Férias da família, de toda e qualquer responsabilidade, férias das contas, desse mundo com prazo de validade várias vezes vencido e que persiste em continuar. Das pessoas, do ar poluído que entra e sai do meu corpo. Desse corpo uma vez tão puro e que hoje está tão poluído quanto o ar. Férias da mente que habita esse corpo. Não meu bem, não é isso, não estou desejando a morte. Da morte não se volta, das férias sim. Enquanto não acho uma solução, me satisfaço com mais uma dose.
Thatsallithink
Vou me enchendo dessas coisas que não preenchem. Mas que mal há nisso? A maioria não sabe notar a diferença.
Thatsallithink