mods como ta a movimentação depois do tt ter suspendido a central?
Boooom dia, anônimo!
Nossa central já voltou, UHUUUL! Só ela foi suspensa mesmo, nossas outras contas continuam intactas e pelo o que vimos, nenhum personagem tomou ban também.
Como se trata de um nxn e temos poucos personagens, a timeline é tranquila, não é frenética, mas o ban não afetou em nadinha. Ontem, até fizemos a aceitação pela nossa conta de avisos ooc para não adiarmos.
Ocupação: Sócio no Ansan Bar, Restaurante e Karaokê
FC: MINUE - Solo
Temas de interesse: Angst, Crack, Fluff, Romance, Shipping, Smut.
Trigger Warning: Abandono parental, bullying, uso de drogas, overdose, morte.
Biografia:
Takuya não foi muito motivo de felicidade desde a sua concepção. Dois adolescentes, quase adultos, vivendo um romance sem qualquer consequência em mente no Japão dos anos 80. Seu pai, um nipo-coreano que estava terminando o ensino médio sem nenhuma perspectiva do futuro e uma japonesa que sonhava com o estrelato, quem sabe se tornar cantora ou atriz? Mariya e Seunghyun ainda tinham um futuro pela frente, por isso, a notícia da gravidez não foi a melhor coisa que eles escutaram.
As famílias brigaram muito com ambos. Já não viam com bons olhos o relacionamento dos dois, mas ao menos a decência de assumir o filho Seunghyun teve, colocando seu sobrenome dele, e aquilo foi tudo que ele fez. Desapareceu após a formatura, deixando Mariya com um filho. Ainda bem que sua avó queria ajudar a garota, aceitando-a em sua casa enquanto ela procurava estudar e trabalhar, e ao mesmo tempo, ser uma mãe presente na vida de Takuya, que havia se tornado uma benção na vida da mulher.
Durante sua vida, era evidente que sua mãe e sua avó estavam dispostas a fazer de tudo para ele e não deixá-lo sentir necessidade de nada, mas Takuya nunca entendeu a ausência do seu pai. Via seus avós e bisavós casados, mas sua mãe não - e quando falou na escola, pela primeira vez, que a mãe não era casada, que não conhecia o pai, o burburinho foi grande. Algumas crianças até quiseram levar isso pra frente e transformar em bullying, mas desde cedo Takuya mostrou que não tinha nenhuma paciência para aquelas brincadeiras - e foi assim que acabou expulso de sua primeira escola, aos 10 anos.
Algumas transferências ocorreram durante sua vida, pois apesar das boas notas, o jovem tinha uma paciência difícil de domar, e o interesse nulo em qualquer coisa da vida. Isto é… Até o dia que ele tocou bateria pela primeira vez. Tinha 15 anos e no clube de música da última escola pelo qual passou, tinha uma bateria. De início, não sabia exatamente o que fazer, mas aceitou entrar no clube e se responsabilizar em aprender a tocar aquele instrumento.
Não parou por ai. Acabou se interessando por instrumentos de corda também, e até tentou cantar. Foi assim que acabou se juntando com seus amigos, que já tinham uma noção da cena visual kei, e montaram uma banda: X-TRAY. Assim que se formaram no ensino médio, o grupo de jovens - que consistia em sete pessoas no total, sendo quatro da banda e o resto se encarregava da produção - começou a fazer algumas gravações caseiras, e a banda se apresentava nos bares que permitiam a entrada deles. Takuya, que adotou o nome artístico Izaya, era o baterista da banda, e praticamente o agente deles.
Sua mãe tinha um certo medo que ele se decepcionasse, mas também estava feliz porque, de certa forma, o filho seguiria o sonho antigo da mãe. Era como se, de certa forma, ele pudesse realizar o que ela tanto almejou. Então era a maior fã e apoiadora do filho, e dentro do possível, fazia de tudo para promover a banda para seus amigos e filhos.
Demorou três anos para que conseguissem assinar com uma gravadora, e agora seus projetos eram maiores, mais relevantes. A banda cresceu até o ápice, até que… Não tinha mais para onde subir, então o único caminho era pra baixo. Takuya já havia se lançado como um cantor solo, que fazia uma reinterpretação de clássicos do enka para o rock, há pelo menos quatro anos, ainda mantendo seu nome artístico Izaya, e cada membro também tinha seu projeto solo. A queda real começou quando vídeos dos membros com groupies em “momentos íntimos” foram divulgados em fóruns de visual kei. Isso teve início em 2013, e eram vídeos tanto antigos quanto novos.
Enquanto Izaya continuava se promovendo e promovendo a banda, Takuya estava constrangido, ainda mais quando aquilo chegou à sua mãe e sua avó. Mas ainda bem que pode se apoiar nelas, pois outros membros não tinham algum lugar de apoio. Aos poucos, a base que formava a banda foi desmoronando, e pareceu ruir por completo com a morte do vocalista, devido a uma overdose. Naquele momento, decidiram pelo fim oficial do X-TRAY.
Takuya passou alguns anos ainda trabalhando com música, apenas como produtor, quando um dos antigos membros da banda o mandou um e-mail. Havia se tornado sócio de uma boate no Brasil e era lucrativo, talvez fosse o que Takuya precisasse para um novo começo na vida. A língua seria um desafio, mas já havia usado o Google Tradutor algumas vezes para responder fãs e poderia fazer aulas ali, e sabia inglês. Daria seu jeito, de qualquer forma.
Então embarcou para o Brasil em 2015, se estabelecendo no bairro da Liberdade, próximo ao emprego. Inicialmente, fazia todo tipo de bico naquela boate. Garçom, bartender, consertos, manutenção e cuidados com as máquinas de karaokê, e quando seu português se tornou melhor, até host chegou a ser. Diferente do jovem que vivia se metendo em brigas, Takuya havia se tornado um homem que tinha facilidade em fazer contato com o público, em deixar as pessoas confortáveis perto dele.
E quando eu ex-colega de banda resolveu que era sua hora de voltar para o Japão, foi Takuya quem assumiu seu lugar como sócio da boate. E após algum tempo, finalmente havia juntado dinheiro o bastante para comprar uma casa para sua bisavó e sua mãe, que haviam concordado em se mudar para lá depois do falecimento do bisavô. Sua mãe acabou se casando com um brasileiro que conheceu na Liberdade, descendente de japoneses, e a bisavó era a maior entusiasta de conhecer culturas novas - volta e meia ela se perdia em São Paulo porque havia se empolgado e ainda não sabia usar mapa digital. Mas tudo bem, todos viviam felizes daquela forma.
Dentro da boate, para preservar sua identidade, havia há muito adotado novamente o nome Izaya, o que acabou se tornando um segundo nome para ele. Duvidada muito que alguém o reconheceria, e estava bem assim. Também, tinha um canal onde às vezes postava algo envolvendo música. Não havia largado sua paixão.
Personalidade:
Com o passar dos anos e a maturidade batendo na porta, Takuya aprendeu a ser uma pessoa calma, fácil de levar, mas ainda assim, sempre tinha um pé atrás com todos que conhecesse. Talvez isso fosse um resquício do início da banda, quando sempre tinha que lidar com alguns contratantes caloteiros. Sabia reconhecer um de longe, inclusive.
Apesar de ser difícil de irritá-lo, quando alguém consegue essa proeza, não é fácil acalmar o japonês. Uma vez com raiva, tende a ser explosivo e agressivo, o que não são coisas do qual ele se orgulha. Começou a frequentar um templo budista próximo de sua casa logo que se mudou, e com a prática do yoga e da meditação, conseguiu ganhar mais controle sobre essa parte da sua personalidade.
Ambições para o futuro:
O que mais deseja é abrir uma lojinha de conserto e confecção de roupas para sua bisavó, que era uma ótima costureira e sempre quis ter seu próprio negócio. Também quer reatar os laços com seus avós, pois estes não tinham uma boa relação com sua mãe e, assim, acabou não criando uma proximidade com eles.
Deseja, mesmo que de forma independente, continuar com a música na vida, pois aquela sempre seria a maior paixão de sua vida.
O que é a Liberdade para o seu personagem?
Um novo começo. Conseguiu reestruturar sua vida e de sua família ali, e mesmo que estivesse longe do seu país, conseguia matar um pouco da saudade andando pelas ruas, visitando os comércios. Era como se ainda pudesse ter um pouquinho do Japão em sua nova vida.
gente... "porque sim" é o nome de um restaurante super icônico da liberdade. achei legal avisar pq a ask da pessoa sugerindo nomes virou um negócio né haha
Obrigada por vir gentilmente nos avisar que Por que Sim! estilizado dessa forma, se referia ao nome do estabelecimento. Como o nome próprio foi escrito com letras minúsculas, achamos que fosse uma frase comum, foi engano nosso. Vamos aos fatos: existem muitos restaurantes "icônicos" da Liberdade e ficamos em dúvida sobre qual colocar. Mas mesmo assim, não vamos mais utilizar os nomes reais e estamos atualizando as páginas com nomes e também alterando as fotos em que os nomes apareciam. Uma coisa é um pouco intrigante, anônimo... Achamos estranho essa ask chegar sem que a sobre nomes tivesse sido respondida. Mas tudo bem, muito obrigada e desculpe qualquer coisa.
Seria melhor vocês terem colocado outros nomes nos estabelecimentos mais por conta de direitos autorais, e pra não dar ruim. E também, meio complicado colocar coreano como dono de estabelecimento japonês. Tô curiosa com as problemáticas que vão aparecer em relação a apropriação cultural com fcs coreanos.
Olá, anônimo!
Foram levantados alguns pontos e iremos esclarecer um por um. Senta que lá vem o textão da Baozi e da Yaki.
Quanto ao uso de nome de marca e direitos autorais: direitos autorais cabem ao uso de imagem e logotipo e não de fonética de nome, o que protege o autor da obra de ter a sua arte utilizada para outros fins. O que poderia dar um problema com nome de estabelecimentos e marcas seria o registro do INPI, que é o uso de nome para fins comerciais e válido em território nacional.
Para a legislação brasileira, marcas são um tipo de propriedade intelectual protegida por outra legislação, a Lei de Propriedade Industrial (Lei 9.279/1996). Segundo o artigo 132, parágrafo IV dessa mesma lei "O titular da marca não poderá: impedir a citação da marca em discurso, obra científica ou literária ou qualquer outra publicação, desde que sem conotação comercial e sem prejuízo para seu caráter distintivo." Desta forma, um autor de um texto (e nós como escritores e jogadores de RPG entramos nessa categoria) pode citar qualquer marca em seu texto desde que não seja uma propaganda ou brochura comercial disfarçada.
Como se trata de um rpg, não possuímos qualquer fim lucrativo, em teoria não deveríamos ter problemas. Vale lembrar também que muitos outros rpgs situados na Coreia do Sul que já passaram pela tag, também utilizavam os nomes de estabelecimentos reais, inclusive de grandes franquias. Outro ponto positivo é que, o nome do estabelecimento seria utilizado na Torii em textos que "divulguem" o local, assim quem tem interesse de visitar a Liberdade, já tem alguma ideia de onde ir. Porém, em todo o caso, o quadro de vagas pode ser enxergado com algo de finalidade comercial, dependendo da interpretação e por isso, concordamos que alterar os nomes seria uma boa ideia, além de colocarmos um disclaimer na página e na home da central.
Um coreano ser "dono" de um estabelecimento japonês ou de estabelecimento que possua um nome ou fundação japonesa não é uma "apropriação cultural". Nós já vimos casos de estabelecimentos na vida real cujo nome e fundação era japonesa, mas existiam sócios chineses e coreanos. Nós concordamos que, nesse caso, seria melhor o cargo de "sócio". Nós também colocamos como NPC os proprietários de alguns estabelecimentos.
Vamos deixar aqui explícito o conceito adaptado de apropriação cultural, segundo o antropólogo Rodney William em seu livro Apropriação Cultural - Feminismos Plurais com coordenação de Djamila Ribeiro, produção recente se for considerar que o livro foi lançado em 2018:
“Apropriação cultural é um mecanismo de opressão por meio do qual um grupo dominante se apodera de uma cultura inferiorizada, esvaziando de significados suas produções, costumes, tradições e demais elementos. Tomando como exemplo a sociedade de consumo, onde tudo se transforma em produto, e mais especificamente a realidade brasileira, percebe-se que há muito tempo se usa uma estratégia para tornar palatável a cultura de um povo: apagar os traços, a origem ou qualquer outro elemento passível de rejeição, sobretudo aqueles que de alguma forma remetem à herança religiosa.”
Não se preocupe quanto a essas "problemáticas", a proposta é um nxn justamente para que seja mais organizado, para que as mods tenham mais controle de tudo e não vemos problemas caso surjam “problemáticas”, pois estamos dispostas a falar sobre esses assuntos. Temos uma querida "consultora" asiática tirando nossas dúvidas para o maior cuidado em relação a tudo isso.
Tá faltando o prédio da Yamato, o restaurante Karaokê porque sim, a galeria chinesa com loja de kpop, a atento na Barão de Iguape, a FMU de universidade
"Porque sim"... Hum, boa justificativa, ok, vamos lá. A gente não incluiu alguns estabelecimentos mesmo e sabemos disso. Pretendemos adicionar com o tempo caso o rpg vingue e tenha mais procura. Por enquanto, incluímos apenas serviços básicos e um "resumão" do que seria útil para o bairro. Acho que deve ter passado batido também o fato de que já temos um restaurante karaokê nos estabelecimentos.
Não vamos colocar universidades, pois apesar de a FMU ter um dos campus na Liberdade, nada impede que os personagens estudem em outros locais e morem na Liberdade. Vamos lembrar que São Paulo possui muitas outras univerdades como: USP, Anhembi Morumbi, Uninove, Mackenzie, PUC, UNIP, UNICID e muitas outras.
É muito bom saber que vocês conhecem o bairro, assim a interpretação será bastante verossímil, certo? ♥
Boa noitinha, mods! Primeiramente queria elogiar o trabalho de vocês e principalmente a ideia, há tempos queria um RP ambientado no Brasil. Agora queria tirar uma dúvida... Em ocupação podemos preencher apenas com as vagas disponíveis nos estabelecimentos? Eu não poderia, por exemplo, fazer com que minha char fosse professora?
Boa noitinha, amorzinho! Deixa eu me apresentar, sou a mod Yaki e estou aqui para responder essa dúvida. Primeiro, obrigada pelo elogio, nós estamos muuuito macias e ficamos felizes em agradar! Respondendo a sua dúvida, sim, pode deixar a imaginação fluir! Não precisa obrigatoriamente aplicar nas vagas disponíveis nos estabelecimentos.