Mas eu não penso em você só dessa maneira carinhosa e “calma”. Eu sinto a saudade que arde, aquela selvagem e violenta, como as nossas transas, mas que ao final acaba em vulnerabilidade. Às vezes as coisas aqui dentro simplesmente ardem como nossos olhares um pro outro num lugar qualquer, nos despindo em pensamento. As lembranças causam uma dor gostosa, assim como o seu vai e vem rápido e forte dentro de mim. A necessidade de você me faz lembrar de como eu me sentia quando você passava a mão por dentro da minha coxa em público, sabendo que aquilo me deixaria com tesão e com uma imensa vontade de você dentro de mim. A saudade me faz sentir entregue, assim como você ficava sempre que eu te chupava por inteiro, quando você se despia e se mostrava pra mim. O ciúmes por saber que outras pessoas tocam em você me deixam como raiva, igual a você, quando batia na minha bunda e puxava meus cabelos enquanto eu sentava em ti; mas esse sentimento é rápido e logo passa, assim como o ardor que você sentia pelos arranhões e mordidas que eu deixava pelo seu corpo. Muitas dessas sensações me deixam fraca e com as pernas bambas, do jeitinho que você me deixava quando gemia no meu ouvido e sussurrava as coisas mais sacanas que eu poderia ouvir, me fazendo chegar ao ápice do prazer. E o final desse mix de sentimentos é como nossas carícias e beijos quando ambos desabavamos satisfeitos e ali só sobrava amor, respeito e as lembranças do que havíamos feito.












