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Os Tropeiros
+ Tropeiro, condutor de tropa, arrieiro ou bruaqueiro é a designação dada aos condutores de tropas ou comitivas de muares e cavalos entre as regiões de produção e os centros consumidores no Brasil a partir do século XVII.
Explorando caminhos do passado #trekking #aventura #serra #tropeiros #montanha #canyon #condoradventure #saojosedosausentes (em São José dos Ausentes)
Trilhando a história #historia #tropeiros #trekking #canyon #aventura #natureza #montanha #condoradventure #saojosedosausentes
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Cerro das Almas
Corredor das Tropas - A principal estrada do Cerro das Almas recebeu o nome de Corredor das Tropas, porque servia para a passagem das tropas de gado do Sul do Estado, com destino às charqueadas em Pelotas.
Pedreiras - As pedreiras começaram a serem exploradas na década de 1940. As pedras de obra mediam 40x50cm e eram carregadas para fora das pedreiras com carreta de boi. Naquela época várias pessoas morreram em acidentes nas pedreiras, devido às precárias condições de transporte e das vias de acesso. Nas escavações das pedreiras eram encontradas ossadas humanas, o que confirma a origem do nome.
O Cerro das Almas tinha como proprietários, Ibsen Viana e Jaime Ferreira Cardoso, que alugavam a área para o Sapem e a Cia. Bergoglio & Caruccio, as quais exploravam as pedreiras.
Cerca de Pedra - Numa das propriedades do Dr. Fernando Diaz há uma cerca de pedra construída pelos escravos, onde foi sepultado um morador que se enforcou no local.
Propriedade Sítio Diaz - Nesta propriedade na década de 20 existia uma fábrica de conservas e uma olaria de propriedade de Lino Cardoso. Na década de 40, foram plantadas aproximadamente 6o ha de eucaliptos que ainda existem.
Obs.: trabalho apresentado durante a Semana Farroupilha de 2006, no CTG Tropeiros do Sul, no I Projeto Conhecendo Capão do Leão, pela E.M.E.F. Abadie Faria Rosa.
O desejo da mulher de vivenciar o sentimento de aventura e perigo, ao olhar a imagem do marido tropeiro, deveria ser imenso.
Tais fatos nos remetem a um mundo totalmente oculto, existente por trás da história, o que gerou dúvidas em relação aos pensamentos da época.
Indaga-se porém, se o homem era tropeiro porque era um meio de subsistência.
...A vontade de crescer e de conquistar diferentes caminhos independente do gênero é a mesma, “o imaginar de uma época depende do ponto de vista de cada um, a partir das referencias sempre é proposto “o imaginar, de um lugar”: as mulheres que viviam na época tinham como referências as histórias tropeiras, como poderiam assim se imaginar, “cavalgando sobre” elas?
“Ao imaginar”, as linhas aparecem como sentidos de movimento, as estampas remetem imagens do cotidiano da mulher e da tropa, mesclando-se em formas inéditas e variadas.
Ao mesmo tempo que está em liberdade, ela sente-se entre “arreios’. Trazendo a realidade, assim com o uso do artesanato nas peças para exaltar o cotidiano.
E tendo essa relação entre a vontade de ser, e imaginar-se, como a figura do tropeiro, ao deixar sua casa e ter uma longa viagem, deixando formas e texturas, cores fortes e delicadas, tons pele remetendo o sentimento pessoal de “ser” e amarrações exaltando o pensamento da época.
Carola Santos
Carula