“Con ese pajarito hasta yo canto” (De nuevo pq no se pq se elimino xD)
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“Con ese pajarito hasta yo canto” (De nuevo pq no se pq se elimino xD)
Bạn từng tự hỏi vì sao chỉ vài động tác xoa – miết – day ấn lại làm cơ thể nhẹ bẫng? Bài này phân tích rất chi tiết: 👉 https://ome.edu.vn/tin-tuc/massage-la-gi
#neptuneleader #tuxa #alcantara #atalaiaoperator #bestjobieverhad (at Control Tower Suape)
#tuxa #alcantara #suapeport (at Control Tower Suape)
Cat doctor, thanks everyone I'm home and everything went well with the operation, just need a little rest! Sign: Tuxa the cat #tuxa #tuxathecat #carlosrodriguesphotographer #carlosrodrigues (em Lisbon District)
Tuxas e Adolfos já podem adoptar!
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Transformismo não é arte nem talento
Cláudia Fux foi a primeira e o resultado foi humilhação e ridicularização.
Tuxa foi a segunda e foi ridicularizada e humilhada.
Kina Karvel foi-se meter na boca do lobo e estava à espera de um resultado diferente da humilhação e ridicularização?
O transformista nunca deixará de ser um homem que queria ter nascido mulher e que, apesar de o negar e argumentar que é trabalho, se veste de mulher até às cuecas, porque daí obtém satisfação ou prazer, e o playback, a maioria das vezes medíocre, vem por arrasto.
Transformismo, no Estado Novo, era coisa de caves e esconsos, onde as bichas antigas davam largas ao fetiche. Depois do 25 de Abril, apareceu às claras no Scarllaty Clube e era novidade. Entretanto foi definhando, tanto com a entrada em cena de centenas de bichas e transtornados de género, como com a associação à prostituição de que grande parte vive. Pode dizer-se que, o transformismo foi enterrado pelos transformistas.
Nos nossos dias, o transformismo é praticamente inexistente nos grandes centros urbanos e tornou-se coisa da província, com publico maioritariamente iletrado ou com baixa escolaridade. Veja-se, por exemplo, o caso de Lisboa, onde dos cerca de 15 bares e discotecas, só existe no Finalmente e esporadicamente no Etílico.
Curiosamente, são as discotecas e os bares LGBT dos pequenos centros populacionais, que criam a necessidade do transformismo, mesmo sem dele necessitarem, porque as distâncias entre os spots são tão grandes, que os clientes vão ao mais próximo, mesmo que nem saibam se tem travecas ou quem vai lá estar. Tomando o litoral Algarvio como exemplo, quem viva em Vila Real de Santo António, terá que percorrer 130 Km i/v para abanar o capacete no Heaven Faro, ou quem viva em Vila do Bispo e queira ir à Loft Portimão, terá que ter gasolina para 100 km i/v.
É interessante concluir que a maioria das casas LGBT que assentam o negócio no transformismo, duram 1/2 dúzia de meses.
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TUXA